Presidente da
Assembléia fala de seu trabalho a diretores de jornais de bairro e ouve pedido
para elaborar nova legislação de imprensa

Walter Feldman
(em pé falando ao microfone) se dirige aos diretores de Jornais de Bairro.
Walter Feldman,
presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, reuniu-se com os diretores
de jornais de bairro de São Paulo, num café da manhã oferecido pelo Hotel
Crowne Plaza, no dia 10 de junho.
Na
oportunidade, Walter Feldman exibiu um vídeo, que mostrou seu trabalho na
direção da Assembléia, “sempre com muita preocupação com a independência dos
poderes”. Falou dos convênios assinados com as “ongs”, numa parceria que tem
sido eficiente no entrosamento entre a sociedade civil e o legislativo.
Ao
concluir a demonstração do trabalho desenvolvido na Assembléia, Walter Feldman
fez questão de frisar que gostaria que não se tratasse de assunto eleitoral,
para evitar outra conotação à reunião, que não fosse prestação de contas de seu
trabalho à frente da Assembléia Legislativa.
No final da reunião, usaram da
palavra o presidente da ABRARJ – Associação Brasileira de Revistas e Jornais,
Walter Estevam, o presidente do Sindicato de Empresas Proprietárias de Jornais
de Bairro, Antônio Carlos Cimino e Mauro Borges, presidente da Associação de
Jornais da Zona Leste.
O presidente da Associação dos
Jornais de Bairro de São Paulo – AJORB, Egydio Coelho da Silva aproveitou a
oportunidade para reivindicar que haja mais atenção dos poderes legislativos
para coibir as pressões e ataques à liberdade de imprensa “não só dos
marginais, mas também dos mais altos poderes da República”.
Lembrou que o “Judiciário tem
imposto pesadas indenizações imorais por ofensa moral a todos os veículos. E as
pequenas e médias empresas chegam até a encerrar suas atividades pelo excesso
praticado pelo Judiciário, na interpretação das leis vigentes, que só se
preocupam em penalizar, mas sem objetivar a manutenção da liberdade de
informação e de expressão.
O Legislativo Federal não tem se
preocupado com o monopólio da imprensa, que permite que poucas empresas detenham
o monopólio dos meios de comunicações nacionais e regionais. Essas poucas
empresas – agora com participação estrangeira – vendem idéias políticas e até
sectarismo religioso para o Brasil inteiro, sem nenhuma legislação, que leve ao
fortalecimento do jornalismo e meios de comunicação locais, que estão mais
próximos dos fatos, que acontecem.
Os Executivos federal, estaduais e
até municipais ficaram prisioneiros desses monopolizadores da opinião pública
nacional, que acabam por sugar toda verba publicitária em detrimento da grande
maioria dos veículos regionais, que geram notícias verdadeiras.
E isso é
perigoso para quem ainda acredita que a liberdade de imprensa e de informação é
fundamental na educação e na informação ao povo, cuja opinião determina o tipo
de governo que temos”.
Finalizando, citou que os jornais
de bairro, na sua maioria, são editados por pequenas e médias empresas, com as
suas deficiências de capital, mas com grande competência gerencial de prestadora
de serviços.
E, por isso, proporcionam oferta
de emprego direta e indiretamente maior, no seu todo do que as grandes
empresas.
Citou ainda que o diretor de
jornal de bairro é envolvido com a sua comunidade e escreve a favor dela com a
alma e o coração. E, por isso, é um líder em sua comunidade e respeitado por
todos os moradores, no mesmo nível de outras lideranças locais”.
“No entanto”, finalizou, “aos
cerca de 200 jornais de bairro de São Paulo, não são destinados pela Prefeitura
de São Paulo nem 10% do total de sua verba publicitária e o Estado de São Paulo
não destina nem 2%.”
Excelentíssimo
Sr. deputado Walter Feldman, digníssimo Presidente da Assembléia Legislativa de
S. Paulo, Sr. presidente do Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais de
Bairro de São Paulo, Antônio Carlos Cimino, meus colegas diretores de jornais
de bairro, meus amigos:
Antes de
mais nada, queremos agradecer ao deputado Walter Feldman, por esta iniciativa em
nos oferecer este café da manhã, nos proporcionando mais uma oportunidade de
encontro entre os colegas da imprensa de bairro de São Paulo.
O deputado
Walter Feldman sabe que os jornais de bairro são grandes aliados dos poderes públicos,
pois, levam a eles todos os problemas da população, o que facilita a
administração. Por outro lado, deveria também servir de veículo para
informações inversas, isto é, sobre o trabalho que os governos municipal e
estadual e até o Legislativo estão fazendo pela população. Mas, infelizmente,
na programação de publicidade oficial, nem todos os jornais são programados.
Nem mesmo todos os jornais filiados à AJORB têm recebido publicidade oficial,
numa discriminação, que tem sempre a justificativa da agência de que a verba
era “curta”. De fato, a Prefeitura de São Paulo não destina nem 10% de sua
verba publicitária aos cerca de 200 jornais de bairro de São Paulo. O Estado
também, com certeza, não passa de 2% .
E, se pior
não é a situação dos jornais de bairro, devemos à simpatia e ao respeito de
homens públicos como o Deputado Walter Feldman, que sabe que os jornais de
bairro são distribuídos gratuitamente e, por isso, exercem uma atividade
educacional no povo, criando nele o costume da leitura.
O deputado
Walter Feldman sabe que os jornais de bairro, na sua maioria, são editados por
pequenas e médias empresas, com as suas deficiências de capital, mas com grande
competência gerencial de prestadora de serviços.
E, por
isso, proporcionam oferta de emprego direta e indiretamente maior, no seu todo
do que as grandes empresas.
O deputado
Walter Feldman sabe que o diretor de jornal de bairro é envolvido com a sua comunidade
e escreve a favor dela com a alma e o coração. E, por isso, é um líder em sua
comunidade e respeitado por todos os moradores, no mesmo nível de outras
lideranças locais.
Daí o
sucesso que se verifica pela própria existência de quase duas centenas de
jornais comunitários em São Paulo. Por que, antes de tudo, são uma necessidade
social e urbana.
Mas o
deputado Walter Feldman sabe também que a imprensa hoje, como um todo, vem
sofrendo pressões e ataques não só dos marginais, mas também dos mais altos
poderes da República.
O
Judiciário tem imposto pesadas indenizações imorais por ofensa moral a todos os
veículos. E as pequenas e médias empresas chegam até a encerrar suas atividades
pelo excesso praticado pelo Judiciário, na interpretação das leis vigentes, que
só se preocupam em penalizar, mas sem objetivar a manutenção da liberdade de
informação e de expressão.
O Legislativo
Federal não tem se preocupado com o monopólio da imprensa, que permite que
poucas empresas detenham o monopólio dos meios de comunicações nacionais e
regionais. Essas poucas empresas – agora com participação estrangeira – vendem
idéias políticas e até sectarismo religioso para o Brasil inteiro, sem nenhuma
legislação, que leve ao fortalecimento do jornalismo e meios de comunicação
locais, que estão mais próximos dos fatos, que acontecem.
Os
Executivos federal, estaduais e até municipais ficaram prisioneiros desses
monopolizadores da opinião pública, que acabam por sugar toda verba
publicitária em detrimento da grande maioria dos veículos regionais e que geram
notícias verdadeiras.
E isso é
perigoso para quem ainda acredita que a liberdade de imprensa e de informação é
fundamental na educação e na informação ao povo, cuja opinião determina o tipo
de governo que temos.
Recentemente,
Artur da Távola, homem íntegro e líder do Governo no Senado da República, afirmou
que é urgente a regulamentação dos meios de comunicação no Brasil.
Por isso,
deputado Walter Feldman, a sua candidatura a deputado federal por São Paulo,
melhor pela cidade de São Paulo, é uma certeza e uma esperança.
Amigo de
todos os jornalistas, principalmente dos ligados ao jornalismo comunitário e de
bairro, é para nós a certeza de que, eleito, V. Ex.ª tudo fará para que os
jornais de bairro de São Paulo sejam lembrados e prestigiados pelos órgãos
públicos federais, cuja direção se encontra em Brasília.
Conhecedor
de todos os problemas de São Paulo, demonstrado pela sua competência na direção
da Assembléia Legislativa de São Paulo, é a esperança de leis que ampliem a
liberdade de imprensa, leis mais eficazes no combate a violência e insegurança,
que amedrontam a todos os paulistanos.
E, por isso
e por fim, como brasileiros e paulistanos, temos certeza de que o Congresso
Nacional ganhará em qualidade com a eleição de V.Ex.ª, que levará para a Câmara
dos Deputados toda sua experiência de homem público, iniciada como vereador e
concluída na presidência da Assembléia Legislativa de São Paulo.
AJORB
- Associação de Jo AJORB - Associação de Jornais de Bairro
Rua. Major Diogo, 622 - São Paulo -
Brasil
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Telefax: (0XX11) 232-027032-0270