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Atualização Mensal
Observatório político-jornais de bairro (agosto/2011)

01/fevereiro/2012

Observatório político

Antônio Zorro de Medeiros

Correspondência a esta coluna: politica@ajorb.com.br

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Secretária de pulso firme

Dra. Eloísa de Sousa Arruda
 

Quando vejo a luta contra o crack, me lembro do Erasmo Dias, então secretário da segurança de São Paulo, que disse, certa vez:
”É melhor uma atitude errada do que nenhuma”.
Ele se referia ao desastrado procedimento de policiais, que em ônibus levaram menores moradores de rua para Camanducaia-MG. Lá, os abandonaram completamente nus.
Mas, a Dra. Eloísa de Sousa Arruda, secretária da Justiça e Cidadania de São Paulo (foto), com certeza, não endossou o procedimento desastrado de alguns policiais que, despreparados, utilizaram balas de borracha no relacionamento com

 

os viciados em crack.
Ela explica que seu trabalho está associado à criação da Coordenadoria de Políticas de Álcool e Drogas da Secretaria, criada em julho passado. A presença da Polícia Militar foi a única coisa nova desde a implantação do projeto. “A Polícia Militar precisa estar presente para desarticular e enfrentar o tráfico de drogas”, esclarece. Os traficantes estão misturados aos dependentes.
Entendo que a grande virtude dessa secretária de pulso firme não é apenas enfrentar os traficantes, mas, pela primeira vez, lidera um trabalho de preocupação com os consumidores de drogas.
Sabe-se que é o consumo que determina a produção e não o contrário.


Lei de Zarattini beneficia deficientes físicos

A Lei da Tarifa Social de Energia Elétrica (12.212), de autoria do Dep. Carlos Zarattini, teve a regulamentação de um dos seus principais artigos nessa semana.
Através da Portaria Conjunta nº 630/11, os Ministros de Minas e Energia e da Saúde, publicaram a regulamentação da aplicação da Tarifa Social para famílias 

 

que tenham entre seus membros, portador de doença ou pessoa com deficiência (física, motora, auditiva, visual, intelectual e múltipla) cujo tratamento, requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica.


Cracolândia, cabo eleitoral

Os marqueteiros estão procurando tema que empolguem o eleitorado na escolha do próximo prefeito de São Paulo. Pensavam em educação, segurança, saúde. Agora, porém, com o fato novo, cracolândia, estão propensos a levantar a bandeira de recuperação de viciados.

Não deixa de ser positivo, embora muito artificial.
O Governo Federal já informou que vai investir milhões no combate ao comércio da droga e no tratamento dos dependentes químicos.
Diferente do que aspira o povo, o objetivo

 

dos caciques que apóiam seus candidatos é político e não o de apenas ajudar a eleger um prefeito preocupado em administrar bem São Paulo. O povo paulistano não está querendo escolher candidato que facilitará Dilma a se reeleger presidente da República, nem Alckmin se reeleger governador de São Paulo.
O povo, na verdade, quer um administrador, que gerencie São Paulo, com competência e melhore a qualidade de vida dos moradores da Capital paulista. Não sei se algum marqueteiro tem sucesso quando menospreza a inteligência do povo.


Prefeito e seu sucesso político

Não se pode negar que o prefeito Gilberto Kassab tem tido sucesso político, com a criação de seu PSD – Partido Social Democrático, mas que seus opositores dizem que a sigla quer dizer na verdade Partido Sem Definição. Com definição ou não, a adesão ao PSD no Brasil inteiro foi além das perspectivas. Ao tentar se aproximar do PT, o obstáculo é grande porque o PSD não dispõe de espaço na TV, que possa ser negociado. Sua política pouco democrática, com a militarização das subprefeituras cria antipatia nas bases do

 

PT, que querem mais participação do povo na administração da periferia.
Acrescente que o não cumprimento de sua meta de construir creches suficientes lhe tirou muita popularidade. A hipótese de candidatura própria para prefeito na Capital está sendo afastada, seja pela falta de popularidade do Prefeito, seja pelo pouco espaço que terá na TV. Não se pode atribuir a agressão que sofreu com ovos à reação popular à sua impopularidade. O melhor é entender que falta espírito democrático nessa atitude agressiva.

 

Diálogos imaginários de

Zé Periferia com o prefeito Quessabe
 

 

Prefeito Quessabe:
Amigo Zé Periferia,
Acho errado me agredirem com ovos. As pessoas deveriam utilizar outros meios para expressar seu descontentamento...


Periferia:

É melhor explicar quais são os outros meios, pois eles podem pensar que seja com bala de borracha...
Texto: Zuel Antônio Costela

 

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++Antônio Zorro de Medeiros é jornalista.
Correspondência a esta coluna: politica@ajorb.com.br
Texto exclusivo para os jornais de bairro de São Paulo, que ficam autorizados a publicar na íntegra ou parcialmente. Outros também, desde que citem a fonte e deem crédito.

 

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