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Atualização Mensal
Observatório político-jornais de bairro (agosto/2011)

05/março/2012

Observatório político

Antônio Zorro de Medeiros

Correspondência a esta coluna: politica@ajorb.com.br

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Gabriel Chalita chega ao segundo turno?

 

Gabriel Chalita é a grande esperança
do PMDB de encontrar um líder com carisma

 

Quando o ex-presidente Lula decidiu pela candidatura de Haddad, provavelmente pensou na educação como tema principal de uma plataforma de governo para conquistar o eleitorado paulistano.
Raciocinou também que um nome novo seria melhor que os candidatos já desgastados como

Marta Suplicy e José Serra.

 

Com certeza não pensou que poderia surgir outro candidato com a mesma bandeira e com as mesmas características.
E pior: saindo de sua base aliada.
Os analistas políticos sempre jogam suas fichas na certeza de que haverá necessariamente nova polarização na Capital entre o PT e o PSDB.
Mas ninguém contava com o aparecimento de um candidato novo, jovem com carisma, que já foi colocado na direção do PMDB e que é o partido com melhor histórico de atuação política, que se opôs com sucesso ao Regime Militar de 1964.
Partido grande, estruturado em todo o território nacional, mas que, por motivos inexplicáveis, não tinha um nome que atuasse como um líder capaz de empolgar o eleitorado e ganhar eleição para cargos como prefeito de São Paulo e, provavelmente, como quase todos os candidatos, com olho em ascender a 

 

Governador de São Paulo e até Presidente da República. Tem um belo currículo: bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1994) e de Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia Ciências e Letras de Lorena.

 

Carreira política

Presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista – SP, em 1989.
Em 2008, elegeu-se vereador em São Paulo, tendo sido o vereador mais votado em todo o Brasil, com 102.048 votos.
Vereador de São Paulo de 1º de janeiro de 2009 até 31 de janeiro de 2011
Deputado Federal por São Paulo, desde 1º de fevereiro de 2011 até atualidade.
Foi também Secretário da Educação de São Paulo.
Acrescente que o PMDB tem tempo razoável no espaço de TV e também encontra facilidade em fazer aliança com outros partidos, ampliando ainda mais seu espaço de propagando eleitoral gratuita. Essa facilidade decorre de que o PMDB não tem área de atrito com o PT, com os partidos da base aliada da presidenta Dilma Rousseff, nem mesmo com partidos mais próximos do PSDB.
Tudo leva a crer que é forte candidato a um segundo turno na eleição de São Paulo, destronando o candidato do PT ou do PSDB.


Proj. de Lei de Adílson Amadeu volta a ser atual

AO projeto de Lei do vereador Adilson Amadeu, PL 467/05, de 2005, que exige exame toxicológico nos alunos da rede municipal de ensino fundamental, agora é mais bem compreendido.
É que o episódio cracolândia mostrou que uma política de combate às drogas ilícitas deve se preocupar preponderantemente com o consumidor. O polêmico projeto destaca em seus artigos iniciais:
“Art. 1º Fica obrigatória na rede de ensino municipal fundamental a realização de exames toxicológicos aos alunos matriculados no último semestre do ciclo escolar.
Art. 2º A realização do exame será  

 

precedido de autorização dos pais ou responsável legal do aluno, sendo que na ausência de autorização a mesma não será efetuada.
Art. 3º Entende-se como término de ciclo escolar os alunos devidamente matriculados no último semestre da 8ª (oitava série) do 1º Grau”.
Não querendo ser mais radical do que o próprio texto do projeto, me parece que não deveria se exigir a autorização dos pais, para esse tipo de exame.
Se hoje se aprova a internação obrigatória dos viciados, por que se teria que ter autorização dos pais para que se faça apenas um exame?

 

Diálogos imaginários de

Zé Periferia com o prefeito Quessabe
 

 

Prefeito Quessabe:
Amigo Zé Periferia,
Não é verdade que minha administração, que é "Serra-Kassab", tenha só 20% de aprovação...


Periferia:

Talvez seja melhor dividir entre os dois: 10% para o Serra e 10% para o Kassab...
 

Texto: Zuel Antônio Costela

 

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++Antônio Zorro de Medeiros é jornalista.
Correspondência a esta coluna: politica@ajorb.com.br
Texto exclusivo para os jornais de bairro de São Paulo, que ficam autorizados a publicar na íntegra ou parcialmente. Outros também, desde que citem a fonte e deem crédito.

 

Observatório político-02/2012

 

Observatório político, colunas publicadas em 2011

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