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Atualização Mensal
Observatório político-jornais de bairro (agosto/2011)

07/junho/2012

Observatório político

Antônio Zorro de Medeiros

Correspondência a esta coluna: politica@ajorb.com.br

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Serra prefere se segurar na mão de Kassab

 

 

Gilberto Kassab e José Serra juntos na campanha  para a Prefeitura


Diferente de Marta Suplicy, que não conseguia se ver segurando a mão de Gilberto Kassab, José Serra inteligentemente preferiu o apoio do Prefeito.


Em diálogo com um deputado federal do PT, ele me disse que o apoio do prefeito a qualquer candidatura já significa no mínimo 20% dos votos dos eleitores.
Entende que a máquina eleitoral, com seus secretários e subprefeituras, tem muita força junto à população e isto garante uma vantagem muito forte na corrida à Prefeitura.
Na verdade, nisto o Serra agora acerta, pois, independente de ser apoio de prefeito, que tem uma máquina administrativa em mãos, todo apoio deve ser sempre bem-vindo.
Poderia José Serra se assustar com as inúmeras críticas à administração municipal pelas promessas não cumpridas por Kassab, que é o principal alvo do candidato Fernando Haddad.
Fato semelhante aconteceu na última campanha eleitoral para presidente, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso era

 

 

Mas o candidato do PSDB aprendeu a lição e não quer cometer erro de se afastar de Gilberto Kassab para não se ligar aos erros e omissões da administração Kassab, a qual o Prefeito insiste em dizer que uma “administração Serra-Kassab” e ainda que o Serra foi seu professor.
Na campanha a presidente, ele “escondeu” o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nos programas eleitorais de TV e há quem ache que isto foi fundamental na sua derrota para Dilma Rousseff.Acho que o candidato do PSDB agora não quer cometer o mesmo erro na campanha municipal. Por isso, ele prefere se segurar na mão de Gilberto Kassab, cuja administração tem erros, mas tem tido muitos acertos também e é perfeitamente defensável.
Como era defensável a presidência exercida por FHC, que foi alvo de críticas por sua política conservadora.
Quem acreditou no ex-presidente foi Aloysio Nunes Ferreira e graças a seu apoio se elegeu senador.

Comissão da Verdade. Será verdade?

Parece-me que o enfoque, apuração de violação de direitos humanos, a que a chamada Comissão da Verdade se propõe é muito subjetivo e gera controvérsias.

No período da chamada Ditadura Militar surgiram os rebeldes, que fizeram guerrilha contra o governo ilegítimo, seja para restaurar a democracia, seja para tentar implantar Socialismo de Estado no Brasil.
Não cabe agora discutir quem estava certo se os que implantaram o Regime Militar e temiam o comunismo ou os rebeldes, guerrilheiros contra um governo ilegítimo.

 

Na verdade, havia uma guerra não declarada e até escondida da população.

E em guerra é direito normal matar os inimigos. Isto ninguém pode contestar.

O que não é direito é a prática de crimes de guerra e isto é que uma comissão de verdade deveria apurar e penalizar quem os cometeu, seja quem for.
No entanto, o que se observa é apenas o desejo de culpar o Estado.

E para que?
Com certeza, objetiva obterem mais indenizações, que o povo terá que pagar.

 

Diálogos imaginários de

 

Zé Periferia com o prefeito Quessabe

 

Prefeito Quessabe:
O Serra foi meu professor...


Periferia:

Quando criticam a administração municipal, o Senhor pode dizer que o professor não era bom.
Mas o Serra também pode dizer que o aluno não era inteligente...

 

Texto: Zuel Antônio Costela

 

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++Antônio Zorro de Medeiros é jornalista.
Correspondência a esta coluna: politica@ajorb.com.br
Texto exclusivo para os jornais de bairro de São Paulo, que ficam autorizados a publicar na íntegra ou parcialmente. Outros também, desde que citem a fonte e deem crédito.

 

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