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Editora Ipê - Imprensa e Propaganda Rua
Major Diogo, 622 CEP: 01324-001 - São Paulo-SP. Brasil |
Diretor: Egydio Coelho da Silva
Estou
repassando o
TEXTO
ENVIADO POR e-du@mailbr.com.br
Os
que quiserem se identificar com o nome e a localidade, me parece, seria mais
comunicativo.
Egydio
XXXXX
Eu
não fiquei sabendo da notícia sobre os garotos que mataram a égua,
mas o artigo de Rubens Spessoto me deu uma idéia do que se trata.
Aproveitando a oportunidade, vou denúnciar uma outra forma de violência
contra animais, extremamente brutal, praticada descaradamente, sem que
tomemos consciência: a matança de animais para alimentação.
É claro que este costume, extremamente difundido em nossa sociedade, é
difícil de ser contestado. Eu até diria, para aqueles leitores sem
disposição para melhorar os costumes, que é melhor interromper a
leitura por aqui. Mas, usando a nossa razão, temos que reconhecer que
este é um tipo de violência.
Matar animais para comer tão irracional quanto o era a escravidão, e
tal qual as pessoas do século XIX, hoje nós achamos normal um tipo de
violência.
VOZ
DA TERRA – ASSIS – FORUM 28-06-01
De:
Ademilson Lara -São Paulo
- SP
Em
primeiro lugar gostaria de parabenizar o Jornal pela iniciativa.
Sou
Assisense de nascimento e de coração.
Resido
em São Paulo há
dez anos e acho que este forum é uma maneira de viver o dia a dia da cidade
mesmo estando longe. Possuo familiares e amigos
na
cidade e passo praticamente todos os feriados nela.
Quanto
a este primeiro assunto que foi lançado para debate, não
é preciso nem dizer que se
trata de um absurdo o caso.
Porém,
como a matéria citou o nome dos
envolvidos, acho que o jornal
deveria mencionar
o desenrolar do caso.
Digo
isso devido ao fato de que logo após a publicação da matéria
em pauta, me recordo de que o
pai dos garotos citados disse que
a história não era bem
conforme foi publicado.
Como
ficou o caso?
De:
Egydio Coelho da Silva, diretor responsável de VT de Assis
Eu
resido em São Paulo e repasso o texto para o Sérgio, editor de Voz da Terra
impressa em Assis, e também repasso todas as manifestações neste Fórum à
redação para conhecimento. Sua crítica é válida e útil e acredito que será
atendido. É só acompanhar as próximas edições de Voz da Terra.
Agradeço
pelo convite a participar do fórum de VT. Como assisense radicado em Londrina e ex-repórter de VT, hoje publicitário de profissão, sinto a
saudade da terrinha amenizada com tal oportunidade...
Não é de hoje que ocorrem matanças de animais na cidade. Nos últimos cinco anos em que apresentei o programa Show de Noticias na Difusora AM, foram
inúmeros os relatos de ouvintes dando conta da morte de cães e gatos por envenenamento. Eis mais uma modalidade cruel e covarde de dizimar bichos
domesticados.
Que as críticas motivas por estes exemplos, reais e lamentáveis, ecoem no
consciente e inconsciente de quem é capaz de maltratar um ser vivo humano ou não. Tais pessoas tentam demonstrar através destas atitudes uma
superioridade- na verdade inexistente. Acabam demonstrando o quão frustradas são.
Agenor Alessandro
Londrina-PR
De:
Ademilson Lara
Para:
Sr. Egydio Coelho da Silva
Prezado
Senhor:
Em relação ao Fórum de debates, gostaria de esclarecer o seguinte: O tema a ser debatido será proposto pelo jornal e enviado para aquelas pessoas que constam em sua lista de endereços?
Ou está se aguardando que as pessoas também enviem
seus temas para discussão?
E
também transcrevo abaixo a minha participação no Forum, seguida de sua
resposta. Gostaria de informar que não obtive resposta sobre o caso citado.
Ademilson
FÓRUM
ASSISENSE EM 03 DE AGOSTO DE 2.001
Edemilson:
A minha intenção inicial com o Fórum de assisense era a de ouvir a opinião livre de todos, com ampla liberdade de tema, para que cada um diga o que bem entende sobre todos os assuntos, sem censura de nada, nem religiosa, nem política.
Neste fórum de debate, pensei que o slogan deveria ser o “é proibido
proibir” qualquer opinião, tema ou idéia. Assim, teríamos a mais ampla
participação de todos.
Evidentemente,
que todos os textos são repassados à redação de VOZ DA TERRA, que, com
certeza, poderá utilizar os assuntos aqui levantados e discutidos, como sugestão
de pauta.
Portanto,
não pensei sobre a proposta de tema. De qualquer forma, é preciso ficar claro
que este fórum é autônomo e não precisa necessariamente estar ligado à VOZ
DA TERRA, mas sim a assuntos relacionados com a cidade de Assis e região e
temas que interessem à população regional.
Assim,
como a região é agrícola, assuntos relacionados com agricultura terá
interesse de muitos assisenses, bem como a funcionário público, ensino,
professores e até prisional, já que Assis tem também uma penitenciária, onde
se cumprem pena.
Do
desenvolvimento do fórum e com mais participação, posso conversar melhor com
o Eli Elias e a redação e fazer um entrosamento maior entre o fórum e a VOZ
DA TERRA.
De
qualquer forma, eu vou propor um tema:
Assis
durante muito tempo teve deputado estadual (chegou a ter dois estaduais) e
federal. Afinal, é bom para a cidade ter deputado assisense ou não? Ou um da
região já resolve ou é até melhor?
(Cabe-me
esclarecer que eu não sou candidato a nada, mesmo porque meu título eleitoral
é de Camanducaia em Minas Gerais, portanto, a proposta do tema é apenas
colaboração).
Gostaria de que os demais internautas assisenses dessem sugestão para o debate.
FÓRUM
ASSISENSE EM 03 DE AGOSTO DE 2.001
De:
Ademilson Lara -São Paulo
- SP
Em
primeiro lugar gostaria de parabenizar o Jornal pela iniciativa.
Sou
Assisense de nascimento e de coração.
Resido
em São Paulo há dez anos e
acho que este forum é uma maneira de viver o dia a dia da cidade mesmo estando
longe. Possuo familiares e amigos
Quanto
a este primeiro assunto que foi lançado para debate, não
é preciso nem dizer que se trata de um absurdo o caso.
Porém,
como a matéria citou o nome dos envolvidos, acho que o jornal
deveria mencionar
o desenrolar do caso.
Digo
isso devido ao fato de que logo após a publicação da matéria
em pauta, me recordo de que o pai dos garotos citados disse que
a história não era bem conforme foi publicado.
Como
ficou o caso?
De: Egydio Coelho da Silva,
diretor responsável de VT de Assis
Eu resido em São Paulo e repasso o texto para o Sérgio, editor de Voz da Terra impressa em Assis, e também repasso todas as manifestações neste Fórum à redação para conhecimento.
Sua crítica é válida e útil e acredito que será atendido. É só acompanhar as próximas edições de Voz da Terra.
DE: Edson Xavier
IPC Television Network, Tokyo/Japão
att. Forum de leitores
Caro Egydio:
A iniciativa, não tão recente, de Voz da Terra ter on line as notícias de Assis e região é para nós motivo de grande satisfação.
Afinal, apesar da distância, podemos acompanhar daqui do Japão o que se passa pela nossa cidade "de coração". O Forum de leitores é também uma excelente iniciativa que, tomara, tenha participação de muitos outros assisenses espalhados mundo afora...Reencontrar amigos é sempre motivo de festa !
Só gostaria de fazer uma observação ao webmaster de VT: por quê o noticiário pela internet é tão reduzido ?
Onde estão as páginas de Geral, Economia, Comércio, Polícia..etc...etc.., a coluna social, as fotos ???
Creio que outros assisenses saudosistas, assim como eu, gostariam de ver bem mais pela internet.
A home page está a mesma, compacta, desde que foi colocada no ar...e deixa a desejar em conteúdo para quem não têm acesso ao jornal impresso.
Pensem.., e mandem mais notícias !
Abraço a todo o time de VT, aos novos que não conheço e aos velhos amigos de fé e ideais de profissão.
Edson Xavier
IPC Television Network, Tokyo/Japão
De: Egydio Coelho da Silva
Edson, sei que VT on line ainda precisa melhorar bastante. Por isso, vamos precisar contratar analista de sistema para viabilizar um programa mais adequado e assim com menos custo conseguir colocar mais informações em nosso website.
De: Marina
Para: Fórum assisense
From: <m_m_a@bol.com.br>
To: <acmv@monteverdemg.com.br>
Sent: Friday, August 03, 2001 8:07 PM
Subject: Re:VT-fórum assisense 03-08-01
> Egydio, gostaria que me explicase melhor o que
é esse
> fórum e como eu devo ajudar...
obrigada, Marina.
De: Egydio Coelho da Silva
para: forum assisense
Marina:
Entendo por fórum de debates, o envio de mensagens por email para pessoas de um grupo social que têm, de alguma forma, objetivo comum. No nosso caso, a cidade de Assis, sua melhoria em sentido amplo da palavra e melhor qualidade de vida a todos que se sentem conterrâneos.
O fato de muitos não morarem em Assis no momento por razões diversas pouco significa porque em seu universo psicológico há normalmente um grande espaço relacionado com Assis.
Assim, acho que você pode dar opinião, informação, elogiar coisas certas, que a seu ver estão sendo feitas na e para a cidade, ou criticar o que achar que é errado.
Gostaria que os demais internautas também se manifestem sobre o objetivo do fórum.
Entendo também que este fórum não deve ser entendido como de VOZ DA TERRA.
Gostaria, portanto, que outros diretores de jornais, rádios se sintam à vontade para participar, inclusive divulgar o que aqui for veiculado, se lhes parecer de interesse de sua editoria.
Prezado Egydio,
o espaço do forum para que, mesmo distantes, discutamos os
assuntos de nossa cidade de coração é extremanete salutar e
proveitoso.
Ao mesmo tempo que sabemos as notícias de Assis, podemos
sugerir, questionar, criticar e elogiar. Parabenizo-o por isso e
contribuirei, indubitavelmente, com as questões aqui expostas.
Abraços fraternais
Bom dia, boa tarde, boa noite a todos...
Concordo com Edson Xavier. O ex-repórter de VT tem razão. Muitos podem
pensar
que Voz da Terra se limita ao colocado no ar atualmente. Tomara que a direção
do diário consiga viabilizar logo o incremento do jornal on line.
PS.: Edson Xavier. Fazia tempo que não tinha notícias suas...
lembra-se
dos velhos tempos de Voz da Terra???? Pistola, Bodão, Lucio, Bzyl,... as
madrugadas consumidas com nosso trabalho??? Me escreva para trocarmos
figurinhas fora do Fórum, afinal, suponho, elas não devem ser lá muito
interessantes aos colegas... vamos poupá-los... (agenor.alessandro@globo.com)
Agenor Alessandro
Londrina
Caro Egydio.
Bastante oportuno o tema sugerido (eleição de deputados). Eis um assunto
que deveria ocupar as rodas de amigos, os noticiários, as reuniões de
bairros.
Enquanto Assis permanecer sem representante nas esferas estadual e federal
continuaremos a ter dificuldades em conquistar aquilo que realmente interessa
à cidade.
Um parlamentar, eleito digamos regionalmente,
funcionará como
um link, uma ponte, um elo entre a população e os políticos governantes.
O maior problema, na minha opinião, no entanto, não é apenas o de
esclarecimento de nossos eleitores. É de vaidade. Afinal, a cada eleição
para deputado temos uma enxurrada de candidatos locais e regionais, somados
aos pára-quedistas de sempre. O resultado é o fracasso de todos devido à
disperção de votos.
Talvez seja hora (nunca é tarde) de tentar um consenso. Isto não significa
escolher um único nome - todos têm direito de concorrerem. Mas abrir mão
de uma candidatura com um espírito de somatória me parece o mais coerente.
A postura anterior provou não ser eficiente...
Forte abraço aos verdadeiros amigos de sempre ...Zezão ...Lúcio...Bode...Portuga...PC...e
tantos outros...
Agenor Alessandro
Londrina-PR
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 04 DE AGOSTO DE 2.001
De: Flávio
Cuiabá
Para fórum assisense
Caro Egydio:
é muito bom mesmo a distância poder discutir e quem sabe achar soluções
para os problemas de nossa querida Assis.
Em julho passei uma Boa temporada por aí, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o parque do Buracão, ficou muito melhor que o nosso aqui em Cuiabá, que alias só foi inaugurado no começo deste ano, e não chega nem aos pés do de Assis, iniciativas urbanísticas como esta contribuem ara o fortalecimento da cidadania, sem contar com o turismo, e Assis tem um bom potencial nesta área.
É cansativo dizer mas, o turismo é indústria
limpa que pode atingir a qualquer lugar no globo, e receber de qualquer
lugar... sendo assim lanço esta posposta de discussão para os amigos do fórum...
PS: fiz fotos lindas daí... na oportunidade coloco-as no ar....
abraços a todos de VT, Bode, Lúcio, Bzyl... e toda galera
Flávio
(Cuiabá)
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 18 DE AGOSTO DE 2.001
JOSE FRANCISCO DA SILVA.
RUA DOS FRANCESES, 498. Cidade: SAO PAULO. Estado: SP
EMail: GUIGO_SP@UOL.COM.BR. Telefone:
9331-2638
Porque nao incluir algumas materias da cidade de ECHAPORA?
De: Egydio
Coelho da Silva
Infelizmente, a mensagem que enviei para o email de José Francisco da Silva retornou. Se alguém puder comunicar a ele, eu agradeço.
Mas sua sugestão foi passada para Sérgio, Editor-cheque de VT de Assis
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 18 DE AGOSTO DE 2.001
De: ADILSON G.CABRAL (ADILSINHO). R. 07 DE
SETEMBRO - 858- V. INDUSTRIAL. Cidade: CAMPINAS
EMail => cabralcuchi@ig.com.br
Telefone => 3273-0399
AQUI É O ADILSINHO(EX-JOGADOR DO VOCEM).PARABENIZO VCS PELA PÁGINA NA
INTERNET,POIS É MUITO BOM PODER ESTAR POR DENTRO DE TUDO O QUE ACONTECE EM
ASSIS,MESMO ESTANDO TÃO LONGE...PARABÉNS.
ADILSINHO
De: Egydio Coelho da Silva
Infelizmente, a mensagem que enviei para o email do Adilsinho retornou. Se alguém puder comunicar a ele, eu agradeço.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE AGOSTO DE 2.001
De: Marilene Rosa Ambrozio. Endereco 731 W. Commercial Av. Apt 12.
Cidade: El Centro:
Pais: USA
Gostaria de publicar um material arrespeito do trabalho que realizo aqui no
USA
Sou Zootecnista com mestrado na area de nutricao de ruminantes, e tenho
certeza que isso seria de interesse de muitos produtores dessa regiao a qual
conheco bem por ter morado muito anos ai em Assis.
Por favor deixe-me saber a possibilidade de estar fazendo esse trabalho com
vcs
Atenciosamente
Marilene R. Ambrozio
De: Egydio
Coelho da Silva
Estou repassando sua solicitação para Sérgio, editor de Voz da Terra, solicitando que entre em contacto por email com você.
Grato.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE AGOSTO DE 2.001
A inciativa do Fórum é ótima e devemos participar, mas o jornal tem que publicar todas as opiniões, pois Fórum é assim...mesmo.
Hélvio
Enquanto na cidade de Buracolandia tudo continua igual, a administração resolveu criar o Orçamento “Imparcipativo”, isso mesmo, aqule que você finge que participa e o governo acredita que esta deixando a população participar..., ora, Orçamento tem que ser PARTICIPATIVO e não pode ser feito dentro de Secretaria, ou digamos melhor na Ouvidoria..., enquanto isso, a cidade do queijo suíço continua numa boa, crianças trabalhando nos sinais, meninas na rodovia, desempregados nas praças e ...............;;;;;; .
ZÉ DE ASSIS....
sussel@uol.com.br
De: Egydio Coelho da Silva
Grato pela participação. O entrosamento entre VOZ DA TERRA impressa e este Fórum deverá acontecer brevemente.
Parece-me válido o internauta preferir utilizar pseudônimo, para melhor se sentir livre para manifestar seu pensamento. Pois, a norma neste Fórum é de que "É proibido, proibir".
Evidentemente, que nos preocuparemos com a legislação em vigor, que pune "a livre manifestação de pensamento prevista na Constituição", pois instituiu a indenização financeira por danos morais, conseqüentemente obrigou a auto-censura da direção dos jornais em tudo que se publica.
(como se o dinheiro pagasse ou comprasse tudo, inclusive valores morais. A propósito já estamos na internet com um Fórum sobre liberdade de imprensa na internet. Se alguém quiser participar, veja em www.ajorb.com.br/aj-forum-imprensa).
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE AGOSTO DE 2.001
De: Wilson
Cuiabá-MT
Prezado Senhor:
Parabéns pela iniciativa da VT, de abrir espaço on line para debates sobre asuntos relacionados eu creio sobre a cidade. No meu caso por exemplo que moro em Cuiabá-MT a anos, e sempre acompanho as notícias da nossa cidade, através da VT, é uma oportunidade para quem mora longe e nunca esquece da terra natal, Amo, esta cidade mas é uma pena que as oportunidades são????,.......
abraços wilson
De: Egydio Coelho
A sua observação sobre a falta de oportunidade que Assis oferece aos jovens para se iniciar em qualquer carreira poderia ser inclusive tema para debate neste fórum.
Fica aí a sugestão.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE AGOSTO DE 2.001
De:Liliana
bom
dia
moro fora de assis a mais de 15 anos e agora sigo as noticias atraves da
Voz da Terra. Gostaria d fazer uma pergunta porque voces insistem em
chamar de doutor
pessoas que nunca defendeu uma tese de doutorado? um advogado é um
bachareu
nao um doutor; esta na hora de dar nome aos bois; ja passou a epoca do
coronelismo.
Liliana
De: Egydio Coelho
Estou repassando sua observação para conhecimento da redação de Voz da Terra.
Na verdade, alguma profissão como médico e dependendo do assunto em questão, muitas vezes, há necessidade do tratamento de Dr. para melhor informar o leitor. No mais, a norma é não tratar ninguém de Dr.
Agradeço sua colaboração, porque concordo que não se deve tratar pessoas de Dr. quando elas não são.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE AGOSTO DE 2.001
De:
Julio Pereira
Cidade: Osasco
Tive a honra de começar a minha carreira neste Jornal. Hoje sou diretor
do Guia Imóvel de Osasco, com muito orgulho, sempre estou atento ao
noticiário de minha terrinha, através de Voz da Terra. Um projeto
vencedor. Parabéns.
Grato pela participação. Conto com sua
colaboração para aperfeiçoar este Fórum.
Egydio
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE AGOSTO DE 2.001
De: Haroldo Pereira da Silva.
Manaus-AM
É a terceira ves que tento contato com voce. Espero que desta ves dê certo.
Sou Assisensse nascido, crido formado, casado e tudo mais ai nesta cidade maravilhosa. Hoje moro em Manaus/AM onde atuo como advogado. Faz um ano e meio que estou aqui e graças a DEUS posso dizer que esta terra tudo o que se plantar dà.
Quero
saber quais são os temas em discusão para poder participar.
Quero aproveitar para, se for possível, dizer um alô para o Luiz Luz,
o Português, Seu Joél do PT, enfim para o pessoal assisensse em geral.
Antecipo agradecimentos.
Haroldo Pereira da Silva.
Morei na Rua Santos Dumont. 1222 - Filho do Sr. Antonio que vende ovos.
Haroldo:
Os emails que chegam à VT são muitos e, às vezes, ficam sem resposta.
Por isso, é que criamos este Fórum para que os assisenses, que estejam em qualquer parte do mundo possam se comunicar e estreitar amizade, mesmo estando longe de sua terra.
Vários temas já foram proposto (veja na internet - em nosso website www.vozdaterra.com.br ): maltrato a animais, deputado de Assis, que não temos mais, motivo de muitos jovens assisenses serem obrigados a mudar da cidade em busca de emprego.
Mas nenhum prosperou. Você fica à vontade para sugerir outro ou opinar sobre esses temas.
Grato pela participação e seja bem-vindo.
Egydio Coelho da Silva
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE AGOSTO DE 2.001
DE: Lilly MORANA
FRANÇA
alo agenor alessandro em londrina e haroldo em manaus lembrem-se sou a amiga que mora na frança fiquei muito contente de reencontrar vcs no forum dos leitores; espero que vcs estejam felizes seguindo os seus caminhos longe geograficamente mas perto nas lembranças.
Haroldo lembra-se das nossas dificildades para estudar pouco dinheiro e
tudo que isso acompnhava nunca me esquecerei de vc fui muito bom te
reencontrar me escreva bambola@ifrance.com.
agenor lembra-se as vezes eu fazia participaçao no show de noticias
porque sempre tive saudades da terrinha agora posso estar mais informada
e participar deste forum entre outras encontrar as pessoas que como
vc sempre esta procurando evoluir e envolver nesse processo as pessoas
que estao a sua volta.
sobre mim fiquei 4 meses em Assis; mas acabei voltando para esse lado do
mundo nao porque nao goste de assis, mas sim porque depois de ficar fora
mais de 10 anos a readaptaçao é muito dificil tudo muito diferente;mas
na vida somos eternos aprendizes.
ate mais lilly
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE AGOSTO DE 2.001
DE: SUSSEL
ASSIS
HAROLDO, PASSEI SEU RECADO PARA O PORTUGUES E O JOEL, QUE MANDARAM UM ABRAÇO PARA VC.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 31 DE AGOSTO DE 2.001
Agenor Alessandro.
Londrina-PR.
Olá
Lilly...!
Que legal você também participar deste fórum... como conheço tuas
opiniões,
acho que elas vão incendiar um pouco as discussões - acredito ser
esta a
intenção do Sr. Egydio...
Como notou, não moro mais em Assis nem trabalho na rádio... resolvi
exercer
a publicidade e por ora o jornalismo está guardadinho do lado
esquerdo do
peito.... Talvez a médio prazo volte a atuar por aqui - alguns
convites
já estão surgindo...
Depois escrevo com mais tempo...
Saudações...
Agenor Alessandro.
Londrina-PR.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 31 DE AGOSTO DE 2.001
Edson Xavier
Tokyo-Japão
Caro Egydio:
Tudo bem contigo ? Obrigado pela paciência de me enviar as mensagens do Forum de leitores. É interessante reencontrar amigos e manifestar nossa opinião sobre temas em destaque na nossa Assis. Aí está minha colaboração para o Forum.
Grande abraço a você, ao Eli e aos amigos de VT.
Edson
Uma questão de consciência
Li em VT a reportagem sobre a coleta seletiva de lixo, implatada na Unesp a partir de 3 de setembro.
Só então me dei conta que, um ato nosso aqui no Japão, tão corriqueiro, não se aplica não apenas em Assis mas em muitas outras localidades do Brasil: separar adequadamente o lixo.
Confesso que, quando cheguei ao Japão oito anos atrás tive até que certa dificuldade em me adaptar a essa norma: garrafas plásticas de um lado, vidros do outro, lixo incinerável alí, objetos grandes, recicláveis acolá...
Mas em pouco tempo, passou a ser natural, e hoje, soa como "atraso" notícias vindas do Brasil como esta, sobre o lixo.
O amigo aí, no Brasil, diria: Ora, mas o Japão é um País desenvolvido, de primeiro-mundo ! Pode até ser isso, mas creio que vai além: é uma questão de educação, de formação, de hábito e consciência.
Minha resistência inicial em seguir o procedimento correto foi porque vinha de um país, de uma cidade, onde o lixo se mistura e assim era desde que nasci.
Aqui é diferente, e tive que mudar, a ponto de, se hoje voltar ao Brasil, a Assis ou onde quer que seja, vou estar entre os que defendem essa postura.
Bem, aqui no Japão não existem latões coloridos como o que se implantou na Unesp, mas sim, sacos de lixo em duas cores: branco e vermelho.
Tudo que é incinerável em se tratando de papéis, vai no saco branco. Latas e recicláveis pequenos, vão no vermelho.
Tudo é separado, desde as garrafas de bebidas, até papelão, jornais velhos, móveis e eletrodomésticos.
O lixo por aqui movimenta uma indústria fantástica que gera empregos e capta recursos. Um exemplo são as lojas tipo "recicle shop", que vendem artigos usados, reciclados, muitas vezes retirados do lixo.
E não é só: desde abril passado, dependendo do lixo que a pessoa vai jogar, é preciso pagar. Por exemplo, se você quer se desfazer de uma geladeira velha sem conserto, de um televisor, de uma bicicleta, cama, sofá ou algo do gênero, precisa chamar um caminhão de coleta e pagar para que leve embora o lixo.
Se alguém é flagrado jogando lixo doméstico na estrada, em parques públicos ou mesmo na rua, como é tão comum em nosso Brasil, pode até ser preso e pagar multa. Lógico que sempre há os que desrespeitam a norma de conduta, mas são poucos. Assim, ruas limpas são uma característica por aqui.
Em minha última viagem ao Brasil, setembro do ano passado, impossível negar o choque já na saída do aeroporto de Guarulhos.
Nas marginais do Tietê e Pinheiros, e mesmo na avenida Nações Unidas, um lixo só.
Lembro-me de ter comentado o absurdo quando vi um cidadão, ás 7 horas da manhã, despejando entulhos no acostamento, tranquilamente.
Bem diferente por aqui, como esta cena inusitada que presenciei dia destes: ia de carro por uma avenida movimentada no centro de Nagoya e, no semáfaro, emparelhou um carro com um casal japonês, jovem.
Parados no sinaleiro a moça abriu a porta e jogou no meio-fio uma lata vazia de refrigerante. Assisti o ato como quem reprova e o casal percebeu.
Qualquer brasileiro em idêntica situação aceleraria o carro e não se importaria com a reprovação, ainda que só de olhar, de um estrangeiro.
Mas não. Vi pasmo a moça descer do carro e, nitidamente envergonhada, recolher a lata. Conclusão: uma questão de consciência e vergonha. Talvez seja isso que falte um pouco Brasil afora.
É por isso que merece aplausos a iniciativa da Unesp. Torcemos para que seja um exemplo a se estender por toda Assis, e quem sabe pela região, pelo Estado, pelo Brasil...
(Edson Xavier, ex-redator de Voz da Terra, atualmente reporter da IPC Television Network em Tokyo, Japão. Contatos: xavier@minos.ocn.ne.jp)
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 01 DE SETEMBRO DE 2.001
Sweet Leaf
ASSIS
sweet.leaf@zipmail.com.br
No jornal de 31 de agosto de 2001 percebi uma matéria bastante polêmica
que foi publicada na seção \"Opinião\", na coluna
\"Voz do Leitor\",na página 2 do caderno principal, foi
escrito um texto do tipo \"Antidroga\", e gostaria de
manifestar minha opinião em relação à ele...
Eh o seguinte ...a opinião expressa naquele espaço foi bastante parcial, preconceituosa e inconsciente da verdadeira realidade, ou seja, algo de alguem que não conhece a vida como ela REALMENTE é.
Por exemplo, tive muito tempo de experiencia de com o THC, e percebo que nada daquilo publicado condiz com a minha realidade,no caso.
Logo nos primeiros parágrafos o texto se preocupa em informar o leitor de que o drogado - termo já em desuso,visto que fora considerado ofensivo e substituído por \"drogadito\"- seria um suposto mentiroso, anti-social, temperamental, descuidado da saúde e passível de mudanças comportamentais sensíveis:só se for na CABEÇA de quem escreveu! Porque em minha experiência, sempre fui aberto com meus pais, sempre fui vaidoso, faço amigos com facilidade notável e JAMAIS pensei em tirar algo de casa (ou de qualquer pessoa!) para comprar \"droga\", uma vez que sempre tive dinheiro em mãos para fazer o que quiser...Minha vida pessoal sucede-se pacificamente por anos,e tenho muitos amigos que compartilham das mesmas experiências e opiniões que as minhas e também tem uma vida como qualquer outro ser humano normal.
Esse
tipo de idéia apresentada é algo que, no mínimo, corromperia a
confiança de pais desinformados sobre os filhos, tornando-os
ansiosos e preocupados sobre seu estado de espírito, geraria medo,
divisão, idéias preconcebidas sem um julgamento de visão
abrangente e pouco racional e divide os usuários como um
\"casta\" à parte.Isto é algo bastante grave, pois as
pessoas, sejam elas diferentes, por mais que tenham hábitos
incomuns, gostos estranhos, façam uso de substâncias químicas,
mesmo que sejam neuróticas, desleixadas, ignorantes, pobres,!
de raça diferente ou qualquer que seja sua variação ou sua
suposta imperfeição, ainda são PESSOAS, merecem respeito e serem
aceitas como são, assim como também tem a obrigação ética-social
de respeitar os outros e aceitar os outros TAMBÉM, mesmo que ainda
assim não sejam compreendidos.
Por isso gostaria que os redatores do jornal, que ainda tem um público, mesmo que dissidente de pensamento, que ainda se utiliza de seu escasso tempo para se dar ao trabalho de ler as reportagens, que façam uso de um raciocínio mais aberto e universal, algo que fosse imparcial, e que não fizessem uso de opiniões acusadoras e baseadas nas impressões deturpadas de uma pessoa mal-experimentada e desconhecedora da realidade como UM TODO, simplesmente generalizando casos isolados, e nomeando-se dono da verdade, que é na minha opinião, UMA IMATURIDADE gigantescamente dilatada.
E
também expresso minha crítica no que se refere aos \"alcólatras\"-
que hoje conhecemos como alcolistas, pelos mesmos motivos!
do termo empregado ao usuário de substâncias ilegais: muitas
vezes o cônjuge (homem ou mulher) é a pessoa que mais apóia o
sentimento da pessoa atingida,e que abre grande espaço para a
pessoa parar com o vício, lhe apresenta caminhos e formas
alternativas de ser viver bem...Já presenciei(eu vivi junto à
pessoa;eu não ouvi a estória de qualquer jeito pra depois sair
falando...)VÁRIOS casos que graças à uma namorada, o cara
simplesmente desencanou de beber e passou a depositar sua confiança
na outra pessoa, sentindo-se seguro e satisfeito, tornando o álcool
dispensável...Gostaria de deixar claro que minha opinião não é a
realidade absoluta, até podem chegar a acontecer casos como os
sugeridos pelo trecho exposto, mas não eh algo GENERALIZADO...
Afinal,
cada um é cada um:de fato, ninguem é igual à ninguem. Espero
estar fazendo uma crítica construtiva para o jornal. Acredito que
possam estar cientes de minha opinião, refletissem sobre o caso de
forma mais racional e sem julgamento!
s apressados e sem os pés no chão...Muito obrigado pela atenção
dispensada.
É válido o recurso de usar pseudônimo. Principalmente neste caso, em que há um depoimento pessoal sobre droga. Mas, como a coluna a que se refere Sweet Leaf, é Voz do Leitor, com certeza, não foi escrita por redatores de VOZ DA TERRA.
A matéria é polêmica e pode servir de tema aos demais internautas.
Egydio Coelho
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 04 DE SETEMBRO DE 2.001
PORTUGUÊS - PT
Assis
Extremamente importante a abertura deste espaço para um debate livre, franco e democrático a respeito dos problemas (e não são poucos) de nossa cidade e região.
Fiquei muito animado e, confesso, emocionado ao ler escritos de grandes amigos como Edson Xavier, Agenor, Adilsinho do Vocem, Haroldo, Lilly da França. Parabéns VT pela iniciativa.
Espero que nesse meio de comunicação não haja tanta censura como no jornal escrito.
A LUTA CONTINUA
PORTUGUÊS - PT
Procuraremos neste fórum dar liberdade a todos.
Infelizmente, a interpretação que a Justiça vem dando a legislação em vigor pune "a livre manifestação de pensamento prevista na Constituição", pois instituiu a indenização financeira por danos morais, conseqüentemente obrigou a auto-censura da direção dos jornais em tudo que se publica.
Devemos evitar ataques pessoais, mesmo porque o debate se deve dar no campo das idéias - sejam elas quais forem - nunca no campo pessoal.
Agradeço sua participação e se sinta à vontade para escrever tudo o que pensa.
Egydio Coelho da Silva
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 09 DE SETEMBRO DE 2.001
De : Frederico Ramos
Palmital/SP
Só gostaria de prestar meu apoio a opinião enviada por e-du@mailbr.com.br na qual expressa o crime grotesco cometido pela humanidade, que sacrifica anualmente milhões de animais para a alimentação.
Um dia, matar um animal será considerado um ato tão hediondo quanto o cometido hoje contra um ser humano.
Nos 10 Mandamentos, para os cristãos, o item "não matarás" não diz quem deve ter o direito de viver... Comemoramos o nascimento Dele com o derramamento de sangue de seres inocentes.
Até quando? Que Deus nos perdoe!
Muito Obrigado e Parabéns pela iniciativa do Fórum
Frederico Ramos - Palmital/SP
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 13 DE SETEMBRO DE 2.001
Ivete
Sou
assisense e moro fora de Assis desde 78, mas estou sempre aí
visitando meus familiares.
Acompanho as notícias de Assis através do seu jornal desde que
voces entraram para UOL.
É muito bom estar sempre sabendo o que está acontecendo aí.
Um abração a toda a equipe.
Agora ficou melhor com o \"Fale conosco\".
Ivete
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 13 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Páris - França
bom
dia
estou mandando este texto da ediçao da veja do ultimo domingo de
Diogo
Mainardi brasileiro radicado na italia; ele faz uma ponderaçao do
valor da
vida no Brasil. Prometo ainda hoje mandar algumas materias
tratuzidas sobre a repercuçao aqui sobre os atentados nos EUA. até
+ lilly
Lilly:
O texto a que você se refere não veio colocado no email acima, nem em arquivo em anexo. Favor enviar o texto.
Egydio
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 13 DE SETEMBRO DE 2.001
Professores e Funcionários da EMEIF.
Profª Nísia Mercadante do C. Andrade
Assis
Considerando a notoriedade deste jornal assim como a importância
e a abrangência deste veículo de comunicação, achamos que a
FRASE DO DIA colocada na edição de 12/09/01 não acrescenta nada
de benéfico aos leitores.
Pelo contrário, destaca como frase relevante a justificativa de um ato insano cometido pelo senhor Émerson contra sua própria filha.
Ato este que merece repúdio da sociedade. Devemos lutar, sempre, contra a violência e não salientar um ato tão grotesco.
Queremos deixar aqui registrado o nosso repúdio tanto em relação ao ato cometido pelo senhor Émerson quanto nosso pesar em ler na coluna da FRASE DO DIA uma afirmação tão horrenda quanto a citada por ele. Sugerimos, então, em casos como este que na FRASE DO DIA sejam colocadas frases que realmente contribuam para a construção de uma sociedade melhor! (Professores e Funcionários da EMEIF. Profª Nísia Mercadante do Canto Andrade)
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE SETEMBRO DE 2.001 (21h45)
Lucilene
Messias
Boston
Massachusetts
USA
Eu sou uma moradora de Boston, MA, nos USA e gostaria de falar que eu trabalho ao lado do Hotel onde os terroristas foram encontrados e presos. A populacao estava muito aterrorizada e, ate entao, ninguem sabia ao certo o que estava acontecendo...
Bem, tenho toda minha familia que mora nesta cidade (Assis) e gostaria de tranquiliza-los, apesar de tudo o que esta acontecendo aqui.
O momento que os EUA estao enfrentando aqui \'e realmente muito delicado, o que coloca em risco todas as nossas vidas, mas estamos confiantes de que tudo isso possa se resolver rapidamente, pois a ansiedade \'e grande.
Infelizmente, nao podemos pegar nenhum voo para lugar algum, porque os aeroportos ainda se encontram fechados aqui em Boston, mas tudo indica que reabrirao amanha, pela manha.
Muito
obrigado pela atencao... Messias, Lucilene
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Páris - França
Abaixo, texto de autoria de Diogo Mainardi brasileiro radicado na Itália, que Lelly Morana solicita que coloquemos no Fórum assisense:
Quanto custa mandar matar alguém? Coloquei-me a pergunta cerca de
dois anos atrás. Eu não tinha um intento homicida. Meu interesse
era meramente artístico.
Na
época, estava pensando em escrever um roteiro sobre o mandante de
um assassinato, mas não sabia atribuir um valor verossímil à
operação. Passei a guardar artigos de jornal sobre o assunto.
Desde então, acumulei uma pasta com 44 artigos. Embora não se
trate de uma amostragem científica, compõe uma espécie de tarifário
atualizado dos pistoleiros de aluguel.
Os últimos a entrar para a minha coleção foram os autores
materiais do crime contra os turistas portugueses em Fortaleza.
Cobraram 8.000 reais para matar seis pessoas. Uma média de 1.333
reais por morto. É mais ou menos esse o preço de um assassinato
no Brasil.
De fato, constatei que os matadores quase sempre ganham algo entre 1.000 e 3.000 reais. Há exceções. A morte mais barata que encontrei foi a de um motoboy conhecido como "Macaco Hiena", trucidado com doze tiros por dois homens, a mando de um certo Helinho, que lhes prometeu 100 reais.
A mais cara foi a da prefeita de Mundo Novo, Dorcelina Folador, eliminada por políticos corruptos da região, que contrataram o pistoleiro Getúlio Machado por 35.000 reais. Nem sempre, porém, paga-se em dinheiro.
A
dona-de-casa Sandra Mazoni, para se livrar do marido, deu uma TV
de 29 polegadas ao pistoleiro Sandro Divino de Souza. E Júlio César
Pelissari, além de desembolsar 6.000, deu um Gol 98 aos
assassinos de seus pais adotivos.
Muitas das mortes a pagamento ocorrem no campo. A sobrinha do
senador Lúdio Coelho foi acusada de ser a mandante do assassinato
de dois membros do MST, tendo oferecido 7.000 reais ao executor do
crime, o sem-terra Claudiomiro Santutti.
Outro bom exemplo é o do fazendeiro Deoclésio Carneiro, de Dom Bosco, Minas Gerais, que confessou ter pago 1.500 reais para que o lavrador Marcos Pereira assassinasse o sem-terra Sabino Lopes.
Deoclésio
afirmou que só não fez o serviço pessoalmente porque "bebe
muito e é muito ruim de atirar". Aos 79 anos, ele é o
mandante mais velho do levantamento. O mais jovem é J.S.S., de 14
anos, que pagou 12.000 reais aos três sujeitos que mataram seu
pai.
Metade dos pistoleiros de minha coleção é formada por policiais
ou ex-policiais. E 56,8% dos crimes envolvem políticos.
Muitas vezes, as duas categorias aparecem juntas, como no caso do ex-policial Paulo Lima, que disse ter recebido 1.200 reais do prefeito de Eulópolis, Paulo Dapé, para matar o radialista Ronaldo Santana.
Outro radialista assassinado por ordem de um político foi Zezinho Cazuza, que denunciou as irregularidades administrativas do prefeito Genivaldo Galindo e, por esse motivo, foi morto por Zé de Adolfo, pela quantia de 3.000 reais.
Além de políticos que contratam policiais ou ex-policiais para matar radialistas, existem os políticos que mandam matar políticos. O motivo costuma ser a luta sucessória, como a do quarto suplente José Carlos Arruda, que ofereceu 1.500 reais ao cunhado para que ele matasse o vereador Joedis de Oliveira, liberando-lhe uma vaga na Câmara de Paulista, Pernambuco.
Ou a do vice-prefeito de Capitão Campos, Paulo Andrade, que, segundo o matador Raimundo de Souza, lhe pagou 3.000 reais do orçamento municipal para matar o prefeito Batista Filho e tomar o seu cargo. Essa história de herdeiro ao trono que mata o rei é puro Shakespeare. Shakespeare no Piauí. Por módicos 3.000 reais.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE SETEMBRO DE 2.001
Rubens
Cavalcanti Lima
Sao Paulo-SP
rlima@cisco.com
55-11-55089986
Gostaria de mais informações sobre o estudando João Queiróz
Vitorino Filho. Sou estudante da PUC-SP e fiquei sabendo da
terrivel tragédia na última segunda-feira. Gostaria de informações
do quadro de saúde do mesmo.
Obrigado
Se alguém tiver informação, favor avisar.
Grato.
Egydio
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Páris - França
aqui
os jornais comentam que os EUA achando ou nao um culpado fara
retaliaçoes para mostrar todo o seu potencial de resposta e com
certeza sera contra o afeganistao,
entre outras coisas os especialitas nao acreditam em uma terceira guerra pois os EUA como a unica super potencia mundial é uma hegemonia
isso acarreta um desequilibrio e agora os EUA tem um
inimigo que nao tem rosto nen domicilio fixo e o terrorismo pode atacar em
qualquer
momento e em qualquer lugar sem que haja uma guerra explicitamente
declarada.
aqui até para entrar nas lojas revistam a sua
bolsa e passa pelo
detector de metais; atençao dentro de onibus e metro.
a
comunidade arabe europeia esta cada vez mais isolada e hostilizada, se desconfia
que muitos mulssumanos que trabalham e vivem na inglaterra mande dinheiro
para financiar armas e treinamento de terroristas em seus paises de
origem.
por hoje é so um abraço lilly
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2.001
Edson Xavier
Tokyo-Japão
Em tempo de renovação política
Será que os amigos assisenses mundo afora tiveram a mesma supresa que eu ao ver como anda a Câmara Municipal de Assis ?
Explico: acabei de visitar a home page do legislativo assisense na web e confesso, fiquei um pouco decepcionado ao ver que por lá só há um dos meus amigos de 10 anos atrás.
Mas claro, fiquei bem mais feliz ao constatar que dos 17 vereadores em exercício apenas três têm mais de 10 anos na política, ou "vida pública" como se costuma ouvir. Cacá Bermejo, Joel José dos Santos e Nilton Duarte são os veteranos que se lançaram em 1989. Lembro-me como se fosse hoje !
Vereadores em primeiro mandato, óbvio, significa que novas lideranças políticas estão surgindo em Assis, e isso é um grande avanço. O eleitor politizado deixa de votar nos velhos "compadres" cujas promessas de campanha ficavam só no discurso.
Quem não se lembra de pelo menos uma dúzia deles na recente história política de Assis ?
Saí de Assis em 1990 e só estive na cidade duas vezes em 11 anos. Tenho visto que nesse tempo muita coisa mudou, para melhor ou pior.
A Educação, Saúde, Saneamento Básico, Moradia, Trabalho, etc.., depende sempre da vontade política de quem assume a Prefeitura, a Câmara, e quem chega ao Executivo ou Legislativo pela primeira vez, acredito, assume com vontade de mostrar serviço. Pode ser que no decorrer do mandato a "vontade" passe e fique só a intenção.
Mas aí é que deve surgir a cobrança da comunidade, a vigilância.
Quem não corresponde deve ter a resposta nas urnas !
Como disse, fiquei feliz ao ver a Câmara Municipal de Assis tão repleta de novatos, e alguns, já de início com apoio expressivo, como o Claudio Bertolucci (1.312 votos), campeão de votos já na primeira eleição que disputou. O menos votado nas últimas eleições foi o professor Joel dos Santos (488 votos), esse sim, ainda militando pelo PT desde meus tempos de Assis.
Daquela época, há também o Cacá Bermejo que lembro te-lo entrevistado na redação de VT quando disputava sua primeira eleição, e o Nilton Duarte.
Na última votação foram eleitos pela primeira vez Antonio Sobral, Claudio Bertolucci, Célio Diniz e João Rosa Filho; José Ap. Fernandes, Márcio Martins e Wilson Servilha Pereira. São sete novatos que se lançaram em 2001. Em 1997 entraram apenas dois novos (o pastor Dirlei Gonçalves e o Português Reinaldo Nunes).
Em 1993 foram cinco os novos.
A se manter essa tendência de renovação, os veteranos que se cuidem nas próximas eleições.
A profissão dos vereadores assisenses mostra, teóricamente, que a Câmara Municipal está também com um melhor "nível" que anos atrás. Há médico, advogado, veterinário, engenheiros agrícola, civil e florestal, bancária, radialista, pastor evangélico e até delegado de Polícia. Pelo menos 50% do Legislativo têm curso superior.
A pergunta que fica, porém, é a seguinte: O quê têm atraído tantos candidatos a cada eleição ? Seria o desejo de realmente legislar em prol do município, melhorando as condições de vida da população ? Ou seria apenas uma "fonte alternativa" de renda, um emprego bem remunerado com trabalho uma vez por semana ?
Fica a sugestão: que se corte a zero o salário do Legislativo e vejamos quantos candidatos se habilitariam nas próximas eleições ! O mesmo para o Executivo !!
A representatividade conferida pelo voto deve estar acima do interesse pessoal e particular, seja de vereadores, prefeitos, deputados ou governadores e do próprio Presidente da República.
Mas é uma pena constatarmos que, depois de eleitos, poucos se lembram de tocar adiante ações de que fato atendam ao interesse público coletivo. Bom sinal é a renovação, que mostra que o eleitor na hora de votar anda se lembrando do antigo pensamento popular que diz: "Errar é humano, persistir no erro é burrice" !!!
(Edson Xavier, de Tokyo)
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2.001
LENIRA C. DE LIMA
CAMPINAS-SP-BRASIL
Achei super interessante esta oportunidade que o jornal voz da terra esta oferecendo para que nós assisenses possamos nos comunicar com a nossa cidade de origem e até participar de alguns debates sobre a nossa princesinha da sorocabana,. fico muito triste em saber que a violência em nossa cidade está aumentando tanto. um abraço a todos amigos.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE SETEMBRO DE 2.001
MARIZA
SAO PAULO/CAPITAL
Lamentável é ninguém de
Assis fazer nada, nem prefeito e nem o povo para trazer o curso
de direito na unesp/Assis.
O
povo deve saber que eles devem sim exigir mais cursos, mas o
povo parece que não acordou.
Assis e Marilia talvez não
deixaram que esse curso de direito/Unesp fosse instalado aqui
por causa desse curso ser pago tanto na Fema como em 2
faculdades em Marilia.
Então, forças maiores políticas
vieram mais uma vez desmoronar o sonho de muitos
estudantes que não pode cursar uma faculdade paga.
Consideramos isso um atraso de
desenvolvimento.
Que pena! Que tal se mandasse um
repórter lá para reativar essa matéria????
Li no jornal que reitor/Unesp disse que não tem professor p/ implantação desse curso. Ora!!!! ora!!!! Que desculpa esfarrapada! E a Câmara dos Vereadores também podia dar uma forcinha né!
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE SETEMBRO DE 2.001
Sebastiao
Luis Vieira Machado
Palmas-TO
Moro em Palmas/TO à dois anos, trabalho na Celtins - Cia de
Energia Elétrica do Estado, empresa do Grupo Rede, o qual
pertence a EEVP de Assis, gostaria que divulgassem mais fotos na
página do Voz da Terra, ameniza a saudade. Abraço a todos.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE SETEMBRO DE 2.001
Gilberto
Prado
São Paulo-SP-Brasil
Caro Sérgio Vieira:
Gostaria que esta mensagem fosse enviada ao Egydio Coelho, para
ser divulgada no Fórum Assisensse.
Gostaria de parabenlizar o jornal Voz da Terra pela iniciativa.
Sou nascido e fui criado em Assis; atualmente resido em SP há 8
anos; sou advogado e atualmente exerço o cargo de assessor jurídico
da Secretaria Municipal de Assistência Social da Prefeitura de
SP, no Gabinete do atual Secretário Evilásio Farias, que também
é Deputado Federal pelo PSB/SP.
Acho que este debate promovido pelo jornal é útil e democrático.
Gostaria de saber quais são as novidades da cidade.
Atenciosamente,
Gilberto:
As páginas Fale Conosco e Participação do Fórum do website www.vozdaterra.com.br se direcionam ao meu email: acmv@monteverdemg.com.br e não à Voz da Terra, portanto, essa sua mensagem veio a mim e não ao Sérgio.
Grato pela participação.
Egydio
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Páris - França
bom
dia acho louvavel a promaçao da semana dos idosos e todas as
outras semanas possiveis e imaginaveis. Mas, esta todo mundo
cansado dessas historias pois 50°/° dessas promoçoes caem
sempre em discursos de autoridades e clientelismo que tal se os
administradores deixassem de lado o clientelismo;
a auto vaidade, a auto promoçao e administrassem dignamente o
dinheiro
publico e em vez de fazer promoçoes mostrassem serviço como
por ex:
rebaixamento de calçadas,assistencia médica a domicilio para
os idosos que tem dificuldade de locomoçao.....etc.
Todos queremos que os administradores com salarios muito acima do valor de mercado (principalmente os com cargos de confiança) saissem dos seus escritirios climatizados e fossem nas filas dos posto de saude e outras filas para ver a realidade nao so do idoso, mas da criança sem o que comer, deficientes fisicos e todas as pessoas que estao de certa forma a margem da sociedade.
Brasilia
(principalmente o parlamento;
senado; palacio do itamaraty) e assis (a cupula da prefeitura)
nao é suiça e
sim Brasil.como dizia CAZUZA Brasil mostra a sua cara.
abraços
lilly
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE SETEMBRO DE 2.001
Português
Assis-SP - Brasil
Inicialmente, gostaría de expressar a minha satisfação em poder ler opiniões, críticas e sugestões de vários assisenses que estão espalhados pelo mundo.
Melhor do que isso, é saber que, mesmo fora da cidade, esses cidadãos e cidadãs continuam interessados na discussão de problemas de nossa comunidade.
Como vereador eleito pelo Partido dos Trabalhadores, me coloco à inteira disposição para colaborar com o encaminhamento das propostas apresentadas neste Fórum ao Parlamento Municipal para que o debate seja ampliado.
Também gostaría de discutir propostas que são debatidas na Câmara Municipal com os "companheiros"deste Fórum. Recentemente, por exemplo, apresentei um projeto de lei visando acabar com as férias dos vereadores de 90 dias, reduzindo-as para 30 dias.
Embora tenha conseguido coletar mais de cinco mil assinaturas de populares, a maioria dos vereadores rejeitou o projeto, lamentávelmente. Mesmo assim, pretendemos reapresentá-lo, novamente, no início de 2002. Um dia, talvez, a gente consiga moralizar essa vergonhosa férias de três meses dos vereadores.
A luta continua
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Paris - França
Do veludo às pocilgas
Na América, novo romance de Susan Sontag, é um alerta sobre
o fim da utopia comunitária
Antonio Gonçalves Filho
Mais conhecida como ensaísta, a nova-iorquina Susan Sontag é também autora de romances. O Amante do Vulcão, lançado em 1992, fixou seu nome como ficcionista, após anterior e frustrada incursão no gênero com The Benefactor (O Benfeitor), de 1963.
Sua
nova obra, Na América (tradução de Rubens Figueiredo;
Companhia das Letras; 482 páginas; 37,50 reais), é uma
delicada tentativa de entender as motivações dos imigrantes
que fizeram dos Estados Unidos um território com nome e
identidade, bravos que deixaram a Europa
para fazer a vida no Novo Mundo, "onde a história se
transformou em
geografia".
Numa
época em que as guerras étnicas européias transformam
vizinhos em inimigos e a história vira novamente geografia, Na
América
(dedicado pela autora a "amigos em Sarajevo") é mais
que um romance: é um alerta.
A razão de Susan Sontag ter escolhido a América como metáfora
da
desagregação e do fim da utopia comunitária aparece lá pelo
meio de seu novo romance.
Ao
escrever que a graça de contar uma história é a de
"estimular o anseio que todos nutrem por uma vida
alternativa", a autora admite ter conduzido sua principal
personagem, uma atriz polonesa do século XIX, a uma
armadilha.
Escrever,
diz a escritora, é conjurar. Assim, sem piedade, ela
joga Maryna, habituada ao veludo e ao aplauso, numa pocilga onde
vivem
rústicos agricultores californianos. Perdida entre o estrume e
o lodo e
lutando para esquecer o passado glorioso, Maryna troca
Shakespeare por um território vazio, que condena imigrantes
europeus ao ódio racista e à
impiedade.
A
atriz polonesa logo descobre que a nova vida na América renega
a história. Só lhe resta contemplar a paisagem. Vence a
geografia. Instalada
numa aldeia isolada ao lado de amigos, do amante e do
companheiro
homossexual, ela se dá conta da vida estéril que escolheu.
Susan Sontag assume, em Na América, que continua a ter em mente
a definição mais antiga e sucinta de metáfora, a aristotélica,
que consiste em dar a uma coisa o nome de outra.
No romance, tudo é metáfora. O primeiro a trocar de nome é o filho da atriz, que quer assumir a identidade americana. Mesmo reticente, Maryna também aceita trocar o seu quando desiste da vida comunitária e volta aos palcos.
Ela
vira signo dos países da Europa Central:
dividida, traída e condenada a abrir mão da identidade
nacional. Avessos a
essa operação mental de trocar nomes e indiferentes ao jogo da
metaforização, os críticos americanos receberam Na América
com menos
entusiasmo do que O Amante do Vulcão, baseado na vida de sir
William
Hamilton e lorde Nelson, em que revoluções políticas e sexo são
comparados à erupção do Vesúvio, em 1772.
Em
defesa da autora, pode-se dizer que Na América é uma crítica
a uma sociedade que vive de aparências, em que tudo está à
venda e que transforma todos em cínicos.
Quando Maryna Zalezowska volta ao teatro, em San Francisco, e
aceita trocar seu nome impronunciável, ela não só começa a
mentir para encobrir seu passado de colonizada.
Ela
aceita ser devorada e acaba renegando seu sonho, o de criar uma
comunidade socialista na Califórnia. A vida comunitária,
parece dizer Susan Sontag, é uma utopia. Quem nasce para atriz
não ordenha vacas. Do mesmo modo, aristocratas, como o marido
de Maryna, não servem para
cuidar de vinhedos.
Eles
pensavam ter escolhido a liberdade ao sair da Polônia. Mas nem
mesmo o amor de Maryna impediu o marido de ser escravizado
pelo desejo de vigorosos rapazes do Oeste americano.
Parafraseando o escritor alemão Hermann Hesse, em Narciso e Goldmund, Susan Sontag conclui que sempre há duas pessoas coexistindo num único corpo. E não há como resolver esse conflito.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE SETEMBRO DE 2.001
Marco Soares (Tatau)
Londrina - Paraná - Brasil
parabéns à VT pelo fórum.
eu assisense, sempre relutei em deixar a cidade. no entanto há nove meses estou estabelecido em londrina, lecionando na UEL.
este canal é importante pois nele poderemos apontar os acertos e os equívocos da adminstração pública, dos clubes de serviço, das mídias, das ongs e do povo assisense.
quanto à participação da mariza, reivindicando curso de direito na unesp campus de assis, tanto a Universidade, como a própria OAB têm posições semelhantes:
1. a proliferação de cursos de direito pelo país formou uma massa de advogados com probemas sérios de formação;
2. abriu-se pelo país cursos sem a mínima condição de funcionamento (ausência de bibliotecas, professores sem titulação, etc...)
3. dos advogados formados, muitos não passam sequer no exame da OAB, inda mais em concursos para cargos na magistratura e promotoria
4.a Universidade não poderia criar um curso de direito sem a autorização expressa da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação e da OAB
Seria importante para a cidade e para a região que a UNESP fosse ampliada, mas com cursos que têm algo a fazer por nossa região tão distante, não um curso de direito, que existe aos montes por aí, para todos os gostos.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Paris - França
ATIVISMO
Bernard Cassen, presidente do grupo antiglobalização, diz que,
após Gênova,
luta deve permanecer democrática
Para Attac, protesto não deve ser violento
ALCINO LEITE NETO
DE PARIS
Os grupos antiglobalização não devem, mesmo depois dos
acontecimentos em Gênova, rever sua prática não-violenta de
protesto, na opinião do jornalista francês Bernard Cassen,
presidente da Attac, uma das associações mais fortes e bem
estruturadas contra a mundialização neoliberal. Para ele, os
ativistas precisam persistir na forma de luta democrática, não
importa quais sejam as dificuldades.
"É preciso impor a democracia aos governos", afirma
na entrevista abaixo.
O assassinato de um dos manifestantes pela polícia italiana,
bem como a sua agressividade, dividiu em duas a história do
movimento antiglobalização: antes e depois de Gênova.
Na primeira parte dessa história, os grupos protestam contra a
violência
econômica. Na segunda, têm de encarar de frente a violência física
e a
tragédia.
Desde julho, quando ocorreram os protestos na Itália, as
discussões internas dos grupos, majoritariamente não-violentos,
passam necessariamente pela questão da violência.
"Não precisamos assimilar violência e radicalidade",
afirma Cassen, 63. "A
radicalidade está no conteúdo das reivindicações e na sua
força de
conquistar adesões e não no número de carros queimados ou de
vitrines
quebradas."
A declaração repete um comunicado interno da Attac que ele
redigiu após os acontecimentos de Gênova.
O grupo Attac existe desde 1998 e surgiu de uma iniciativa do
jornal "Le
Monde Diplomatique", um dos mais engajados na crítica à
globalização.
Entre os seus membros-fundadores, estão a economista Viviane
Forrester,
autora de "O Horror Econômico" (editora Unesp), e o
compositor Manu Chao.
A plataforma política do grupo é também uma das mais sólidas
na mixórdia de reivindicações dos antiglobalizantes.
A Attac já traz no próprio nome a sua proposta: Associação
para uma Taxação de Transações Financeiras de Ajuda aos
Cidadãos. O foco de sua luta é a defesa de um imposto mundial
sobre a circulação de capitais (leia mais no texto abaixo).
Cassen, que é também diretor-geral do "Le Monde
Diplomatique", já esteve
várias vezes no Brasil, inclusive para o Fórum Social Mundial,
em Porto
Alegre, em janeiro. Quando ocorreu a tragédia de Gênova, ele
estava lá.
"Nunca vi uma tal mobilização de jovens contra a
mundialização liberal.
Também nunca vi uma tal violência num país democrático",
contou à Folha.
Folha - Em que os acontecimentos violentos de Gênova mudaram o
pensamento e a prática política do grupo Attac?
Bernard Cassen - Como escrevi num comunicado interno da Attac,
quando se fala em "violência", pensa-se apenas nas
manifestações, e ocorre aí
efetivamente uma enorme aposta midiática: nós podemos a cada
vez, segundo a habilidade ou inabilidade dos governos, ganhar ou
perder a partida na opinião pública.
Manifestações como a de Gênova não ocorrem mais que meia dúzia
de vezes por ano no mundo, mas constituem o coração de nossa
atividade.
Nós estaremos numa posição cada vez mais forte -e nossos
adversários, cada vez mais na defensiva- se conseguirmos, agora
sobretudo, criar uma corrente de opinião favorável às nossas
idéias.
É, portanto, esse trabalho de fundo, de educação popular, que
constitui
nossa prioridade absoluta.
Além disso, não precisamos assimilar violência e radicalidade:
a
radicalidade se situa no conteúdo das reivindicações e na sua
força de
conquistar adesões, e não no número de carros queimados ou de
vitrines
quebradas.
Apesar e por causa de tudo isso, penso que devemos adotar uma
atitude que não seja defensiva, mas intelectual e politicamente
ofensiva sobre a questão da violência.
Devemos
examiná-la numa perspectiva histórica e nas suas dimensões
social, política, psicológica e mesmo teológica. Isso nos
permitirá mostrar que nós afrontamos o problema e que não o
reduzimos aos clichês da mídia.
Folha - O jornal "Le Monde Diplomatique" escreveu que,
após Gênova,
"numerosos representantes de ONGs admitem ter perdido sua
"virgindade
democrática", quer dizer, sua crença na possibilidade de
lutar
democraticamente em países democráticos". Qual seria a
luta a ser realizada a partir de agora, se não se tem a
possibilidade de lutar democraticamente?
Cassen - Nós não podemos renunciar à luta democrática, não
importa quais
sejam as dificuldades. É preciso impor a democracia aos
governos.
Folha - Mas o sr. acha que, após a violência policial em Gênova,
os grupos
antiglobalização não irão reconsiderar suas práticas não-violentas
de luta?
Cassen - Não acho.
Folha - O sr. acredita que os grupos anarquistas podem pôr em
causa a
legimitidade de outros grupos, não-anarquistas? Ou o anarquismo
é a
expressão mesma da forma de ação política dos grupos
antiglobalização em geral?
Cassen - Não, o anarquismo é muito minoritário, e a imensa
maioria dos
oponentes à mundialização liberal não se reconhece nos seus
métodos.
Nós privilegiamos a luta não-violenta e de massa.
Folha - A organização dessa multiplicidade de grupos acontecerá
algum dia?
Cassen - O movimento antimundialização é diverso, multiforme.
Ele não tem necessidade de se dotar de uma organização burocrática.
Basta que as reivindicações de uns e outros sejam
convergentes. Um dos objetivos do Fórum Social Mundial de Porto
Alegre é favorecer essa convergência de propostas.
Folha - O sr. acredita que seria preciso sair do capitalismo
para alcançar um mundo mais justo e igualitário?
Cassen - Sim, ou, antes, seria preciso colocar o mercado no seu
lugar, e não em todo lugar: uma economia com mercado, mas não
de mercado.
Os serviços públicos, o setor da economia social e solidária,
devem ser fortemente desenvolvidos e cobrir todas as necessidades
essenciais das populações.
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Paris - França
Tudo no Brasil esta precisando de renovaçao principalmente na politica; sera que nao seria hora de fazer uma campanha a nivel municipal para saber os verdadeiros representantes do povo seja a nivel estadual ou federal, sao sempre as mesmas pessoas no cenario e nada muda.
Precisamos de pessoas que rempresentam realmente a maioria ,nao a minoria seja ele empresario ou o sr"josé" ali da esquina nao podemos nos permitir de continuarmos como avestruz.
Peço
as pessoas que sao formadores de opiniao para se mobilizar e
fazer uma açao em prol de ter um verdadeiro e legitimo
representante chega de caciques e clas politicos economicos.
Gostaria que o Edson Xavier (japao) me enviasse o endereço do site da camara municipal de Assis. Gostaria tambem de pedir ao Portugues de se mobilizar para o representante de Assis na proxima eleiçao.até + lilly
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE SETEMBRO DE 2.001
Agenor
Alessandro
LONDRINA-PR
Só pra saber - ou pra refrescar a memória -, o que deu aquele
projeto do
vereador e delegado João Rosa da Silva Filho contra o
nepotismo??? Alguém
sabe responder??? (o Português deve, com certeza, estar a
par)...
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE SETEMBRO DE 2.001
Lilly Morana
Paris - França
Impressionante
ja começou a migraçao de politicos de um partido para o outro,
gente que nem bem começou a vida politica e ja esta fazendo
carreira...Troca-se de partido nao por causa da ideologia, mas
sera que ele sabe o que é ideologia ou por acaso ja teve alguma
ou acredita em alguma
ideologia......Ou é so a ideologia da profissao POLITICO(politico
profissional)??? Migra-se de partido porque em um partido menor
como o PV precisa -se de menos votos para ser eleito....PARABENS
vice prefeito
precisamos é de gente assim.
Ercilia Maria de Souza
rg 7599612
Lilly:
Solicito que você me esclareça se o email acima foi enviado por você ou pela Ercília Maria de Souza, pois, para melhor transparência neste fórum, me parece interessante que o nome e localidade de quem escreve apareçam no início da mensagem.
Somente hoje observei que você inicialmente me enviava emails de Paris, mas os últimos são oriundos do Brasil.
Gostaria que você, sempre que enviar email, informasse a cidade em que se encontra, para que todos saibam de onde vem a mensagem que lhes é repassada.
Grato.
Egydio
VT-FÓRUM ASSISENSE EM 01 DE OUTUBRO DE 2.001
Lilly Morana
Paris - França
A caixa de menssagens que tenho da uol é a caixa que eu uso qdo estou na minha mae em assis e como uso outlookexpress as vezes descuido e parte uma menssagem com o endereço uol, pois o outlook administra varias caixs de menssagem. Qto ao nome aqui na frança seria muito dificil de um frances pronunciar Ercilia, entao o apelido lilly e souza nome de solteira; morana nome de casada espero que fique claro; obrigada pela resposta e como escrevi um email meio agressivo achei melhor colocar o meu nome inteiro e o rg.
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