VOZ DA TERRA
Jornal
diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil
Fórum assisense: setembro de 2003
Coordenador: Egydio Coelho da Silva
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De:
Isabel P. Silva Cidade:
? - Estado - ? - País: ?
Volto
a insistir, quem tiver notícias de Mauro Binato FÓRUM
ASSISENSE EM 01 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Macau - Estado - ? - País: China
Dia
30 as 9:00 pegamos a Topic em direcao a estacao de Ferry Boalt. Chegando
la tive a impressao de estar em um aeroporto, tamanha a complexidade do
lugar. Seguimos ate o terminal de embarque. Embarcamos em um Ferry com
capacidade para 250 pessoas. Quando o barco comecou a andar fiquei
impressionado com a velocidade de cruzeiro de aproximadamente 80 -100
km/h, a viagem demorou aproximadamente 1 hora. Estranhei um pouco porque
durante todo o percurso era possivel se avistar muitas ilhas e embarcacoes
pequenas de navios pesqueiros. Ao
desembarcarmos passamos todos pela imigracao e ja seguimos rumo ao nosso
transporte que nos aguardava do lado de fora da estacao de Ferry de Macau.
Colocamos as bicicletas em um caminhao e seguimos em um onibus do
Hotel (Hyatt para ser mais preciso). A cidade e praticamante construida em
duas ilhas separadas por duas enormes pontes uma que so vai e a outra
que so volta. Achei legal por que todas as placas e lojas tinham as
escrituras em portugues, ingles e chines, dando para se ter uma maior
nocao de localizacao dentro da cidade. Ao chegarmos ao hotel, fomos direto
almocar. Foram servidos pratos tipicos da China Portugal e Japao. A
tarde fomos fazer o reconhecimento do percurso de natacao e de ciclismo.
A natacao era em uma enseada muito bonita cheio de arvores e cercadas por
montanhas, paisagem muito bonitade se ver. Nadamos durante 30 minutos e
seguimos pedalando para o reconhecimento do percurso de ciclismo. Somente
na saida da agua e que pegavamos uma subida bem ingrime de uns dois
quilometros, depois era so descida e plano. A corrida a pe era
totalmente plana. Dia
de corrida, acordei por volta das 4:30 da manha pois a largada estava
prevista para 7:04 da manha, tomei meu desejum, 3 fatias de pao de forma
com suco de maca e saimos para a corrida 5:15 da manha. Deixamos os tenis
na transicao numero dois e seguimos pedalando para a largada onde se
encontrava a transicao numero 1, colocar a bike no cavalete e arrumar as
coisas para a largada. Comecei o aquecimento por volta das 6:20 da manha e
as 7:10 comecou a corida, largaram 35 atletas na categoria Open
Elite. Atletas da Malasia, Macau, China, H.K, Russia, Japao, Filipinas,
Canada, Inglaterra, Portugal, EUA e Brasil. O atleta
proveniente da Inglaterra que vive em H.K. e que corre pelo National Squad
faturou a prova, nao me vem a memoria a nacionalidade dos seguintes
atletas, mas outro atleta de H.K ficou em nono lugar e eu fiquei
em 15 lugar. Tivemos o almoco de premiacao no hotel as 13:30 e por volta
das 17:00 embarcamos de volta para H.K. Bom
nosso proximo desafio sera o Triathlon Internacional de H.K dia 21 de
setembro, etapa valida pelo Ranking da ITU, irei treinar um pouco mais
forte para esta competicaop para ver no que vai dar. Segue anexo fotos de
Macau e do Ferry. Abraco a todos e manterei vcs informados, MAuricio LEao.
Maurício, Não
posso deixar de citar também minha experiência em Macau. Lá estive na década
de 80, antes de que passasse a cidade definitivamente para o domínio chinês.
Foi uma sensação muito triste de perda de memória cultural, talvez
porque estive em companhia de um colega de excursão, professor universitário
português. Lembro-me de visitar um monumento a Camões, cuja estatua
estava bem mal conservada e o lugar meio abandonado. Ao lado da estátua o
texto na íntegra do famoso soneto, que se inicia se não me engano com o
verso "Alma minha gentil que te partiste desta desta vida...".
Parece que Camões sofreu ali um naufrágio e salvou as suas poesias, mas
não salvou a namorada e a ela teria dedicado esse soneto. Mas
o professor universitário português ficou muito aborrecido com o
abandono da antiga colônia e profetizou que, por isso, Portugal iria perdê-la.
Já naquele tempo era difícil achar alguém que falasse português em
Macau. Egydio
Coelho da Silva
FÓRUM
ASSISENSE EM 1º. DE SETEMBRO DE 2.003
Egydio, Saudações, Ailar
Mega Álvaro
Teixeira de Carvalho Ângela
Damas Antônio
Sérgio Rádio Arnaldo
Salgado Baby
Ribeiro Baiano
(Alberto) Beatriz
Spinardi Bel
Mac Rybell Bete
Ramires Beth
Salgado Beto
Coca Cola Beto
Fial Brê
Leite Caio
Mac Rybell Camocardi
Canela
Canoa
Carlito
Modotti Cassinha
Prequeté Chiqueto
Mac Rybell Chiquinho
Maldonado Cilico
Cinho
Leite Clari
Cláudia
Prequeté Cleide
Fillipin Cleonice
Fillipin Cleonice
Souza Lima Comendador
Celso Camilo Costa Crisitiane
Nobre Dal
Poz David
Verderezzi Diva
Prequeté Dona
Penha Nobre Doutor
Cury Doutor
Joelson Doutor
Marcos Pádua Doutor
Roberto Mello Doutor
Valcyr Coronado Antunes Edson
Checker Eduardo
Tronco Élcio
Ramires Élidi
Emengarda
Tronco Enes
Erasmo
Mercadante Fábio
Brando Fátima
Caproni Fátima
Garcia Fausto
Nóbile Felinho
Mano Ferinho
Mano Fernando
Costa Fernando
Longhini Fernando
Tozoni Florêncio
Dias Florisa
Garcia Ganga
Hamilton
Leite Hamilton
Meireles Helena
Isper Hélio
Nunes Iule
Champie Jabur
Jacyra
Jango
Jabur Jânio
Cardoso José
Eduardo Fial José
Roberto Gonzalez e esposa Landinho
Lineu
Sant'Ana Luciene
(Baiana) Lucinda
Luiz
César Garcia Marcelo
Teixeira de Carvalho Márcia
Piemonte Maria
Cândida Maria
Hermínia Longhini Maria
José Andrade Mariazinha
Pacheco Spinardi Marinho
Japonês Mac Rybell Mário
Ferreira Mário
Wolf Maris
Prequeté Marisa
Brito Marisa
Mello Maro
Prequeté Maurício
Orsolini Mauro
Preto Miguel
Damas Milton
Reis Mírian
Modotti Mosquito
(Willian Homse) Nicolino
Nobre Noronha
Odair
Nucci Olivier
Mac Rybell Orozimbo
Leão e Sônia Oswaldo
Gordo Oswaldo
Trevisan Parracho
Patrícia
Mello Petcho
Piemonte
Pili
Pocá
(Jair Ribeiro ) Quique
(Francisco) Garcia Rafael
Brando Regina
Piemonte Renata
Mello Ricardo
Capeta Riolando
Roberval
Rochinha
Rodolfo
Mac Rybell Romeu
Marchetti Rosana
Dal Poz Ruizinho
Souza Ruy
Silva Sady
Isper Samira
Sérgio
Cortez Sirlene
Garcia Sônia
Leão Sonia
Wolf Soninha
Prequeté Stela
Nucci Tenente
Acácio Tenente
Edson Tom
Zé da Sabesp Toninho
Andrade Tufi
Jubran Ulisses
Benozzati Vasco
Faggiolli Vó
Antonisa Wilson
Gonçalves Xodó
Zanza
Lutti Zéto Brito FÓRUM
ASSISENSE EM 1º. DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Assis - Estado - SP - País: Brasil Assunto:
Onde está voce???
FÓRUM
ASSISENSE EM 1º. DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Campo Grande - Estado - MS - País: Brasil
Aos
nossos amigos que vivenciaram o ano de 1970 e conheceram os americanos
Mike e David. No dia 11 de outubro minha filha Michele estará casando em
Sampa e o Mike e sua família virão uma semana antes e vão direto para
Assis. No domingo dia 05 de outubro estaremos fazendo uma grande festa, um
churrasco, com todos os amigos do Mike em Assis. Ele adoraria reencontrar
todos. Contatos em Assis com o Sunab (Sérgio Zanotto) pelo tel:
018-3325-1270 ou comigo pelo e.mail paulocardoso@msurgente.com.br.
Aproveito para dizer que estou morando agora em Campo Grande e junto com
mais dois assisenses (José Ribeiro Júnior e Renato Sant´Anna) estamos
fazendo um programa diário o MS Urgente na Band local. Quem vier pra cá
que nos procure, meu celular: 067-9287-9800. Abraços assisenses. Paulo
Cardoso.
FÓRUM
ASSISENSE EM 01 DE SETEMBRO DE 2.003 Estou
aqui em Presidente Prudente, faz 18 anos. Continuo
respondendo pelo Polo de Comunicação da Sabesp. Sinto
muita saudade de todos, de pessoas que participaram direta ou
indiretamente da minha amizade. Ficaria
o dia todo citando nomes, uns já se foram, outros estão bem firmes e
felizes. Neste
instante estou me lembrando de alguns nomes que gostaria de saber por onde
andam. Soube que o Renato Santana, reside em Campo Grande e trabalha com o
Paulinho. Muito legal. E o Felix Meyer Junior e seu irmão Walter Ivan
Meyer, ambos trabalhavam no Banco do Brasil. E o Horário Marana, Luis
Cesar Gonçalves, Beleco, Birrinho, Luiz Luz, Bentinho, Roldão, Carlinhos
Pinheiro, Roberto de Mello, Tio Durva, Hamilton Meireles, sua irmã Maria
Meirelles, padre Cotini,Padre Pedro, Padre Guazelli, Fausto Nóbile. Não
me lembro o neome, mas o cunhado do Milton Reis, morava na esquina da
Smith Vasconcelos, ao lado do Recreativo. Na época, era gordinho. Cadê o
Nelson de Souza, Clovis da Banca, Nenê, do Boiadeiro, Luis Funari, Seu
Euclides do Ponto de Taxi, Dito do Taxi Santa Rosa. Onde foi parar o Dr. Fábio,
Marcos e Dna Irene Salloti. E o J. Cunha, Fernando Rocha o Caio e Elio
( EMC ). O Padre Aluizio, João Leiteiro,quanta gente. Grande Abraço a
todos
FÓRUM
ASSISENSE EM 02 DE SETEMBRO DE 2.003 ola
pessoal sou Marcelo de Cuiabá-MT e já morei em Assis e gostaria de que
se estiver alguém que conheça Ricardo Vessoni que éra proprietário de
uma loja de informática que estava localizado na Av. Rui Barbosa bem na
subida que vai para a estátua. Por favor de a ele o meu e-mail que é marcelo.camarão@bol.com.br
ou marcelo.camarão@terra.com.br
obrigado.
FÓRUM
ASSISENSE EM 05 DE SETEMBRO DE 2.003 olá
benjamim, quanto tempo! talvez vc não lembre de mim nesse momento, mas
sou o wilson que trabalhou no bellucci,quando era garoto,em meados de 1980
à 1986 com o vitor e roberto... no mês passado estive em assis-sp, e
conversei com o roberto bellucci,diz que estava tudo bem... realmente é
um prazer para mim, em saber que tu está bem... a profes. suzete deu aula
para mim no thomas menk e no dr. clybas pinto ferraz... eu achei que tu
estava em são paulo ou campinas com o ex-governador orestes quercia... eu
me lembro que vc me disse uma vez no bellucci se eu queria ser motorista
do governador... na época eu era garotão... não tinha nem carteira de
motorista,rsrsr... tinha só tamanho, rsrsr, mas valeu benjamim... hoje
sou advogado, especialista na área previdenciária em cuiabá-mt... um
abraço... que dios tebendecir... wilson meu e-mail amjcw@bol.com.br (Observação:
texto recebido em maiúscula e transformado em minúscula no Word) FÓRUM
ASSISENSE EM 05 DE SETEMBRO DE 2.003 Amigos
assisenses, Acho
muito importante este forum, porém, gostaria de sugerir que fossem
tratados neste espaço assuntos relacionados a Assis de uma maneira mais
leve. Vamos
falar da saudade dos amigos, reencontrá-los, falar das qualidades de
nossa cidade e também de seus problemas. Vamos abordar temas leves,
gostosos. É muito bom. No
entanto, tenho percebido que este espaço está sendo utilizado para
tratar de questões políticas. O vereador Fulano disse que o Beltrano é
isso ou aquilo. Tratem de política na Câmara ou Prefeitura, pô! Este
forum é para ser lido com prazer, por assisenses saudosos. Vamos
todos colaborar, gente! Obrigado! Luiz Antonio Luís, Acho
que você está preocupado com a possibilidade de que a discussão sobre
política venha a criar alguma animosidade entre os participantes. É uma
preocupação válida. Por isso, é que devemos discutir os problemas, mas
nunca fazer agressão pessoal. E me parece que os participantes têm
observado isso, mesmo porque é norma não repassar qualquer agressão
pessoal nem disponibilizá-las na internet. Acho
que devemos respeitar seu direito pelo fato de não gostar de política.
As pessoas são assim mesmo, uns gostam de esporte outros de arte ou de
religião. E muitos, entre os quais eu me incluo, gostam e acham que política
é importante. Embora
alguma prática política nos leve a não querer nem saber de política,
entendo que todos devemos discutir o assunto. Pois, se ficarmos
indiferentes, seremos governados por incompetentes e desonestos. Mas é
sua opinião e devemos respeitá-la. Abraços.
Egydio Coelho da Silva FÓRUM ASSISENSE EM 09 DE SETEMBRO DE 2.003 FÓRUM
ASSISENSE EM 14 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Marabá - Estado - Pará - País: Brasil
EMail:
servimmar@uol.com.br
FÓRUM
ASSISENSE EM 14 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Oi
pessoal....faz um tempinho que não dou as caras por aqui, não???Não sei
se alguém sentiu minha falta...acho que não....em todo o caso, devo
dizer-lhes que meu breve afastamento se deu por dois motivos: o primeiro,
pelo acúmulo de viagens, muito trabalho, e uma correria louca que quase não
me permitia ler os e-mails deste fórum com mais calma, para poder respondê-los.Agora,
o segundo, e acho que o principal, foi que, para não usar uma expressão
grosseira, esfriei mesmo...estava muito animada com o rumo que a prosa
estava tomando, quando apareceram o Julio César, o Barrero e mais algumas
outras pessoas, sempre com a intermediação do Egydio, no sentido de que
se fizesse alguma coisa pelo resgate e pelo registro da memória de Assis,
em livros que poderiam ser publicados, dentro de um calendário ainda
oficioso, sobre as comemorações do Centenário de Assis. Falamos em
fundação de uma Ong que se responsabilizaria pela função legal e
administrativa de todo o projeto, que além do livro, poderia incluir
exposições fotográficas, de artes plásticas, projetos de marketing
cultural, social, esportivo e muitos outros....de repente, estavam todos
muito animados, dando mil e uma idéias e sugestões, mas me parece que de
concreto mesmo, não aconteceu nada...o pessoal se animou mesmo foi com as
lembranças, de uns e outros, inclusive minhas, passou-se um pedaço da
história de cada um (dos participantes) a limpo, e creio que a
maioria se deu por satisfeita. Brochante não é um termo que mulheres
pseudamente cultas e educadas deveriam usar, mas foi como me senti.
Felizmente, apesar de mais vinte anos nas costas, desde que subia e descia
essa Avenida Rui Barbosa, com minha pranchetinha e caneta bic em punho,
nos meus tempos de repórter de VT, não perdi minha alegria de viver,
minha paixão pelas possibilidades infinitas que a vida nos oferece, minha
visão de oportunidades, e minha maneira muito poliana, reconheço, de
achar que tudo é positivo e é possível de ser feito, se for para o bem
das pessoas, da arte, da história, da cultura, da educação, enfim.... A
coisa mais triste do envelhecimento -- dos outros -- é a perda dos sonhos
da juventude e da vontade sobrehumana de acreditar (e de tentar) mudar o
mundo. Eu tenho 42 anos, hoje, e quando vivi em Assis, entre os 19 e os
21, publiquei dois livros de poesia, trabalhava em Voz da Terra, na Rádio
Difusora, na Cultura tinha um programa chamado Clássicos &
Instrumentais (aos sábados à noite), que provavelmente, só eu e meus
professores da Unesp ouviam, fazia abaixo-assinados para evitar que se
derrubassem o fórum velho e ali se abrigasse uma Casa de Cultura,
levantava fundos para uma bolsa de estudos para uma colega da Unesp
estudar na Itália, batalhava pela criação do Primeiro Museu Primitivo
do Brasil, junto com o Nazareno Mimessi, escrevia sobre os direitos
humanos dos presos,já náquela época,fazia campanhas, junto com a Edna
Carvalho (advogada e secretária de cultura, à época) para doação de
cobertores para eles, para os mendigos, desabrigados, crianças
abandonadas, enfim....não estou aqui querendo contar nenhuma
vantagem....só estou tentando dizer prá voces, que envelhecer vinte anos
não significa, em hipótese alguma, perder ou pisar em cima dos meus
sonhos, ideais, e vontade de ver um mundo melhor...mesmo que ele seja
movido por guerras e ódio, como sei que é....não estou colocando um
tampão diante dos olhos e só enxergando borboletas...ao contrário....enxergo
toda a podridão, mas ainda acredito que tenho que fazer a minha parte, se
quiser que este mundo seja,minimamente, melhor...pode não fazer diferença
no contexto global, à primeira vista...os poderosos sempre tentarão ganhar
a guerra com armas, nem sempre só as de fogo ou químicas, mas as com
mais sujas e sangrentas, que são as perpetradas justamente com os desvãos
da lei, com a corrupção, com a perfídia, a intolerância, a arrogância,
a prepotência....eu sei disso tudo, mas continuo achando que os poderosos
são imundos, e podem até destruir cidades e impérios, como o Bush fêz
com o Iraque e está fazendo com os Estados Unidos, mas eles não são
deuses....eles não poderão enganar todos, todo o tempo... eu ainda
acredito que o mocinho sempre vence, no final da fita...eu sei que o
bandido faz muitos estragos, mas é no mocinho que aposto todas as minhas
fichas. E, para terminar, quero deixar registrado o meu apoio ao Egydio,
pela sua defesa objetiva em favor do direito à liberdade de imprensa, que
li nesse último fórum. Fiquei atônita quando li a interrogação, no mínimo
soberba, da advogada cujo nome, felizmente, já me esqueci, para não
repetí-lo aqui, questionando o jornal sobre "os direitos" de se
publicar a notícia de um acidente com os nomes dos envolvidos, vítimas
ou não. Parabéns, Egydio. Gostei e aplaudo sua veemência na defesa que
fez do direito de expressão dos jornalistas. Tive pena dessa moça...ela
deve ser muito jovem ainda, espero...quanta prepotência, meu
Deus....felizmente, os anos de ditadura que o Brasil viveu já vão
longe....mas deve ter sido implantado por pessoas que têm visões tão
estreitas do direito máximo do cidadão, que é o de sua liberdade
de expressão. Que Deus te proteja Egydio, e nos proteja a todos, de nos
privarem disso. É por essas e outras que é preciso estar sempre atento,
e lutar, mesmo que o resultado seja um único grão de areia, para
muitos....a vitória contra a arrogância, a prepotência, a maldade,
mesmo que seja no quintal de sua casa, tem um eco surpreendente, capaz de
encorajar verdadeiros exércitos de pessoas que não acreditavam ou que não
foram lapidadas para acreditar na enorme capacidade que o ser humano tem
que é a de fazer coisas boas, e tornar o mundo muito melhor, começando
pela sua aldeia e, hoje, com tanta tecnologia a nossa disposição, como a
internet, desaguando, porquê não, nos desertos do Saara, do Quênia, nas
montanhas do Afeganistão.Por que não acreditar que somos dotados de
uma força interior capaz de mover montanhas????E tenham certeza que não
estou falando de fé religiosa ou cristã. O verdadeiro poder de mudar o
mundo é humano. Nada tem de sobrenatural. E é claro, é político,
sobretudo. Acreditar, também, é preciso!!!! PS1.:quero
deixar aqui um grande e carinhoso abraço ao meu mestre querido Oswaldo
Trevisan, com quem falei pelo telefone, na última semana, depois de
muitos anos que não nos víamos...taí um grande assisense, um dos mais
renomados advogados brasileiros, ex-procurador de Estado, sócio de um
ex-Ministro da Justiça, Saulo Ramos, e que escolheu Assis para passar a
maior parte de seu tempo hoje, entre seus livros de direito e de
literatura, e de preferência, muita poesia. PS2.: Na próxima vez que voltar a escrever aqui, e quero que seja logo, vou retomar esse tema do jornalismo para relatar-lhes experiências muito tristes que vivenciei, ultimamente, nas minhas andanças pelo Mato Grosso, Rondônia e Acre, em relação à imprensa que se pratica por aquelas paragens...seria desanimador, prá fazer qualquer um desistir dessa profissão, se eu não fosse quem sou... Marisa, Eu entendo que todos estamos sendo vítimas do desprezo hoje pelo direito das pessoas de se informar, de informar e de dizer o que pensam. Não sei quem é culpado por isso. Talvez sejamos nós mesmos, os jornalistas, porque, em tese, deveríamos ter formado a opinião pública a que respeitasse esses valores universais. A interpretação das leis em vigor faz com que a vítima seja orientada a que prefira o processo Cível, que pode enriquecê-la e dar mais lucro para o advogado. O certo, o que era uma conquista da sociedade e da livre expressão com responsabilidade, seria a Lei de Imprensa, onde é responsabilizado quem escreveu e também assegura o direito de resposta a quem foi ofendido. Acho que hoje todos são vítimas: 1) O diretor do veículo, que respeita o direito de quem escreve e é obrigado a pagar por opinião ou informação, com a qual poderia até não ter concordado; 2) o jornalista, que não pode escrever o que sabe e o que pensa, nem que queira correr risco, porque a Lei obriga o proprietário do veículo a censura-lo; 3) o leitor que vai deixando de saber muita coisa, que poderia ajudá-lo a ter visão maior das coisas; 4) o advogado que precisa orientar seu cliente com base nas leis e suas interpretações em vigor e 5) a própria vítima, que se ganha a causa, fica com vergonha da própria vitória, porque não lhe compensa a ofensa moral, pois não é admissível que se pague a moral (de quem tem moral) em dinheiro. Egydio Coelho da Silva FÓRUM
ASSISENSE EM 15 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Embu - Estado - SP - País: Brasil
'Acidente'
em Antares (ou Assis) Márcio, A
sua ironia sobre "saudades do Regime Militar" poderia ter o
sentido normal, porque na década de 60 nem os militares conseguiram impor
a co-responsabilidade. Num dos decretos-leis baixado, se não me
engano por Castelo Branco, inseriu-se a interpretação de que a
infração à Lei de Imprensa pelo jornalista seria também o diretor do
jornal co-reponsável. Todos os jornalistas e órgãos de comunicação se
rebelaram contra isso, com a alegação de que seria criada a auto-censura
e o próprio Judiciário - em pleno regime militar - acabou derrubando
esse artigo do Decreto Lei. Hoje, infelizmente ninguém está se rebelando com a auto-censura imposta não pelas Leis, no meu entender, mas
por sua interpretação, que não foi ainda aperfeiçoada em
jurisprudência. Abraços.
Egydio
FÓRUM
ASSISENSE EM 16 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
São Paulo - Estado - SP - País: Brasil
Egydio,
ótima resposta para a advogada no 'causo' do acidente de trânsito
noticiado pelo jornal. Idem para comentários da Marisa Rodrigues. FÓRUM
ASSISENSE EM 15 DE SETEMBRO DE 2.003 Olá, tudo bem. fiquei feliz em receber alguns e-mails e até telefonema, como o do Nene, do Boiadeiro. O Wilson de Cuiabá, que trabalhou no Beluci e foi convidado para ser motorista do Quércia. Não consigo lembrar dele, mas lembro-me que sempre fui bem atendido por todos de lá. Falei para a Suzete que você foi aluno dela, ela disse que essa lembrança é o que fica na sua passagem pela educação. Magda, fiquei triste em saber que o meu grande e inesquecível amigo Birrinho se foi. Tenho ótimas lembranças da sua família, apesar da morte do Sandro. Desejo
muita sorte e sucesso à todos vocês. A Suzete agradece a sua lembrança.
Ela está aposentada e estamos bem.
FÓRUM
ASSISENSE EM 16 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Assis - Estado - Assis - País: Brasil
Sr.Egydio, Dra. Andréia, Grato pelo fato de preferir discutir o assunto em público e nos ajudar a ver o lado jurídico da questão. Pois, como eu já disse, tenho interesse de discutir esse assunto para mudar esse conceito na sociedade ou para me modificar. Acho que seus argumentos são bons, mas infelizmente como a Sra. disse eu não levo jeito para entender de direito. Por sua orientação, fui ler o artigo 5o. da Constituição e achei os incisos, que reforçam apenas a minha tese: IV - É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato; V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo..."; IX - É livre a atividade...de comunicação, independentemente de censura e licença; XIV - É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional. Esclareço que, quando respondi seu email, estava num hotel em Fortaleza - CE e respondi imediatamente (via internet em nome de meu filho Paulo Egídio, já que pelo meu provedor não foi possível) porque achei que talvez desejasse se utilizar rapidamente do direito de resposta. Ao colocá-lo no Fórum, também tencionei lhe assegurar um direito de resposta. Aí me entusiasmei e me alonguei mais já que esse tema me interessa, desejo discuti-lo e acho de interesse de todos. Quando ao fato de ser mais ofensivo, não consegui ver nada ofensivo nele nem na sua resposta para comigo. Eu gosto de ser sincero, da sua sinceridade e também da sua participação no fórum. Esclareço, por fim, que não recebi seu segundo email, talvez a Sra. o tenha retornado para email de meu filho e ele não me tenha repassado, como ele fez com este agora. Att. e grato pela participação. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM
ASSISENSE EM 16 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
São Paulo - Estado - SP - País: Brasil
Gilberto, Talvez o problema não seja das Leis, mas sim da sua incorreta interpretação, pois, a Constituição está cheia de dispositivos que garantem o direito de informar, de ser informado e de opinar. Hoje, os jornais noticiam que a Folha de São Paulo foi condenada a pagar indenização de um milhão de reais aos proprietários da Escola Base. Acho que denúncia de promotores públicos e decisões judiciais desproporcionais deveriam exigir a abertura de contas dessas autoridades, para verificar se não se está implantando a indústria de indenizações. Neste caso da Escola Base, cujos diretores foram acusados por crianças de terem sido molestadas sexualmente, entendo que houve dois erros: um do delegado que deu entrevista coletiva denunciando o fato, sem terminar a investigação e da imprensa que se apressou a noticiar o resultado da entrevista sem conferir melhor a denúncia. E se o povo formou opinião contra a imprensa, na verdade foi virtude da própria imprensa, que divulgou o erro cometido com o mesmo estardalhaço. E hoje, acho que o fato está se repetindo, quando se noticiam, sem a devida averiguação, orgias sexuais de vereadores numa cidade do interior. A diferença hoje é que há forte preconceito contra os políticos, que são iguais a avião: só são notícias quando fazem coisa errada e caem em desgraça. As coisas certas que fazem dificilmente são noticiadas.
FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2003 De: Antonio Marcos - Depto Administração/Sec. de Governo/Prefeitura de Assis Cidade: Assis Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Caro Egydio, Tomei conhecimento da solicitação do Sr. Natanael de Jesus/Marabá-PA servimmar@uol.com.br, pelo Fórum assisense. Quando ele pesquisou, em Maio/2003, as informações relacionadas ao Programa de Alimentação do Servidor Público Municipal de Assis/SP, publicadas no Jornal Voz da Terra, as mesmas versavam sobre a discussão do projeto de lei do Prefeito Carlos Nóbile. A lei foi promulgada no dia 03/06/2003, sob o nº 4.317/2003. A referida lei já está disponível no site da Câmara Municipal de Assis. Ao clicar no link abaixo o Sr. Natanael poderá visualizar e imprimir o documento digitalizado em pdf. (Para visualizar é necessário ter instaldo no computador o programa Acrobat Reader - clique aqui para o download gratuito). Qualquer dúvida, nos colocamos à disposição. Antonio Marcos - Departamento de Administração - Sec. Municipal de Governo/Prefeitura Municipal de Assis Link da Lei 4.317/2003: http://www.camaraassis.sp.gov.br/leis/4317.pdf
FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2003 De: Gilberto Prado Cidade: São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2003 De: Edson Xavier Cidade: Tóquio - Estado - - País: Japão Para: Fórum assisense
Não há como deixar de concordar em gênero e grau com o Egydio nas ponderações á nobre "causídica" que saiu em defesa do cliente. Ainda que não tivesse lido tamanha barbaridade, faria questão de ratificar linha-a-linha a réplica/tréplica sempre sensata de Egydio...e assino embaixo, também, do que diz a Marisa: ..."felizmente, os anos de ditadura que o Brasil viveu já vão longe....mas deve ter sido implantado por pessoas que têm visões tão estreitas do direito máximo do cidadão, que é o de sua liberdade de expressão"...É isso mesmo: há nomes que não merecem ser repetidos, principalmente quando nos remetem a um passado negro da história. Que lástima !!Mas felizmente prevalecem pitadas de humor como do Márcio Amêndola...tadinha da "Tartaruguinha Marieta", mas também, quem manda tirar "racha"na Rui Barbosa ? Depois vão dizer que a culpa é do "Tatú Casca Grossa" ou do escrevinhador que relatou o fato no jornal....rsssssFeliz ao rever Benjamim por aqui. Creio que última vez que nos falamos foi em 91 quando eu esvaziava as gavetas em VT e ele já martelava assessoria de imprensa em Prudente. Benjamim, te devo um café no calçadão da Mafei...ou no Bar Boiadeiro se preferir (existe ainda ?)Abraços
FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2003 De: Paulo Martins Cidade: São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Por favor...Instrua essa "advogada" no sentido dela "requerer" a não divulgação de nomes. Requerer em juízo, assim como se deve requerer, para ter direito de resposta. Requerer.
FÓRUM ASSISENSE EM 18 DE SETEMBRO DE 2003 De: Waldemar Bastos Cidade: Rio de Janeiro - Estado - RJ - País: Brasil Para: Fórum assisense
Companheiro Egydio, Bastos, Só quem, como você, que sentiu o que é viver sob um regime sem liberdade, sabe valorizar o direito de livre manifestação de pensamento. Grato pela participação e incentivo. Egydio FÓRUM
ASSISENSE EM 18 DE SETEMBRO DE 2.003 Cidade:
Assis - Estado - Assis - País: Brasil
Bom dia Sr. Egydio, Andréia, Nas teses, que defendo, há tempo, de uma reformulação das leis ou do entendimento sobre as leis que regulam a informação (*) uso a expressão de que o "assunto, que se iniciou na imprensa, deveria terminar na imprensa e não no silêncio dos tribunais". Vejo com alegria que o seu gesto, ao questionar o jornal, antes de iniciar um processo, e que provocou pronunciamento de muitas pessoas no Brasil, inclusive no exterior, mostra que a minha tese está certa. Só assim se faz justiça a todos: jornalista, vítima e principalmente o leitor, que forma opinião sobre o assunto. Acho que você desejou isso também, porque - caso contrário - teria ingressado com processo e não precisaria se dirigir ao jornal. Espero que você continue a participar deste fórum. Abraços. Egydio Coelho (*) Freitas Nobre publicou um livro chamado Leis de Informação, no qual comentava as Leis de imprensa e de informação da época, mas tudo foi jogado no lixo com as erradas interpretações da Constituição de 1988. É talvez o livro que melhor aborda o direito de informar e de ser informado.
De: Alberto Zacarias Cidade: Osasco - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense Caro Egydio: Não entendi a participação da Dra. Andréia Pedrazza Coelho neste Fórum pedindo notícias sobre autorização disso ou daquilo e você gastou linhas e linhas para justificar isso, isto e aquilo. A nobre colega devia fazer a pergunta ao seu cliente: Você autorizou esta publicação? Você entende que a foto ou reportagem causou-lhe algum dano? Quer responsabilizar o veículo que causou esse dano? Se na primeira pergunta a resposta foi não e as demais sim, o Órgão competente para esse debate é o FÓRUM JUDICIAL e não o Fórum Assisense. Enfim, vocês são coelhos acredito que vocês se entendem. Um grande e forte abraço. Alberto, Voz da Terra está sendo processada por empresa de Palmital, que se julgou prejudicada com uma matéria, publicada há mais de dois anos atrás, onde se ouviram os dois lados; um promotor público propôs recentemente multa ao jornal de 15 mil reais por publicar nome de menor criminoso, que não aparentava menor, cujo valor felizmente foi reduzido pela Justiça para 4.500,00; um traficante que teve sua foto publicada em VT também requereu na Justiça por dano à sua imagem e uma vítima de assalto também entrou com processo contra o jornal porque sua imagem foi prejudicada. E as custas com honorário de advogado, judiciais, custo alto de viagem de advogado a São Paulo buscar um processo e para fazer contestação, preocupação com a Justiça (pois como se diz Justiça é coisa séria e imprevisível). Um jornal de Paraguaçu Paulista foi condenado também em 4.000 reais porque publicou foto de menor criminoso, que era um gigante. Por isso, fico agradecido à Dra. Andréia que nos ofereceu a oportunidade de discutir nos meios de comunicação um assunto que interessa a todos: editores, jornalistas e leitores. Hoje, sabemos que direitos humanos são exclusivos de criminosos e não do povo que está perdendo o elementar direito de saber se seu vizinho (menor ou não) é criminoso ou dirige mal o seu veículo. Quando você diz que perguntaria a seu cliente se a notícia ou foto lhe causou algum dano e acha esse procedimento correto, fico mais assustado ainda. Em princípio, uma notícia trás informação ao leitor, mas na maioria das vezes causa dano a uma ou mais pessoas. A não ser que seja coluna social. Aliás, nem isso. Eu me lembro de há muito tempo atrás publicar o aniversário de um político em Voz da Terra e o seu adversário veio se queixar comigo, achando que isso o prejudicava. Pelo seu raciocínio, isso lhe causou algum prejuízo, porque tudo que é simpático a um político, sempre trás algum prejuízo ao seu adversário, que gostaria vê-lo em ostracismo completo. As notícias - na maioria das vezes - prejudicam alguém, mas não é por esse prisma que precisam ser analisadas. Ela deve trazer benefício para a sociedade, que precisa estar informada de tudo o que acontece. Quem se sente prejudicado deveria apenas ter o direito de resposta. Por isso, entendo que o lugar certo para discutir assunto de imprensa e delito de opinião é nos veículos de comunicação, inclusive no Fórum assisense ou Fórum de imprensa, e nunca no Fórum judicial. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM
ASSISENSE EM 20 DE SETEMBRO DE 2.003
FÓRUM ASSISENSE EM 20 DE SETEMBRO DE 2003 De: Alberto Zacarias Cidade: Osasco - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Caro Egydio: Preocupado ficou eu: Você não concorda que aquele que deu causa a um dano deve ser o responsável pela reparação? Penso que a imprensa antes de publicar qualquer matéria deve se questionar: o que isso trará de benefício à comunidade ou em menor grau à sociedade? Em vez de: Isso dará ibope? Ou, isso venderá mais jornal? Ou ainda: quanto ganharemos com isso? Outra coisa: Direitos, se não atendidos devem ser discutidos na justiça, inclusive o de resposta, ou você não acredita na justiça? Entende que a mídia é o começo o meio e o fim? Devemos ficar sempre atentos, veja o caso do SBT para ganhar alguns pontos no Ibope inventa até ameaças graves a concorrentes. Um grande e forte abraço Alberto Zacarias – Osasco-SP Alberto, Acho que a intenção de publicar a inverdade, a difamação, a calúnia, a injúria deve ser punida, mas somente quem a praticou; estender a pena além de quem cometeu o crime é apenas instalar, como está instalada, a auto-censura, a pior de todas as censuras. A reparação do dano se houver deve ser concedida com o direito de resposta e nunca se pagar em dinheiro ofensa moral, pois, moral não se paga em dinheiro, mas com explicação à comunidade do ofendido e, por conseguinte, deixando quem praticou o crime de difamação ou outro em situação vexatória perante à comunidade. Quanto ao benefício de uma notícia, seria muita pretensão questionarmos isso. É interesse e filosofia individual. Pois, programas como os de Sílvio Santos, Faustão, Domingo Legal, Ratinho, se todos tivessem meu gosto, teriam audiência zero. Mas, longe de mim desrespeitar quem gosta e ali obtém informação. E esses comunicadores merecem a minha admiração porque sem competência e talento ninguém consegue ter audiência. Quando não gosto de um programa, acho que pode ser deficiência minha: por preconceito ou por incapacidade de entender a mensagem. E talvez porque, para mim traga pouca informação, como se diz em linguagem de comunicação: há muita redundância. Eu infelizmente não tenho preconceito contra quem procura audiência ou deseja vender mais jornal com um trabalho de comunicador sem mentir, difamar ou caluniar. Pois se assim pensasse, menosprezaria a inteligência do povo e do leitor. E se não confiamos na inteligência do povo, como podemos ter uma democracia, se "Todo poder emana do povo e em seu nome é exercido"? Acho que o nó da questão está em que hoje se está valorizando muito mais o interesse individual, inclusive de criminosos, do que o interesse da maioria. Eu sou mais antigo e no meu tempo se valorizava mais o interesse da sociedade. Grato pela participação. Egydio Coelho.
FÓRUM ASSISENSE EM 20 DE SETEMBRO DE 2003 De: Magube Guedes Cidade: São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
... Há algumas semanas uma profissional das leis pediu um esclarecimento da imprensa em relação aos interesses de um cliente seu. Além de não ter sido dada nenhuma resposta satisfatória ao que foi perguntado, vimos em seguida uma enxurrada de argumentos a respeito da integridade da imprensa e deste jornal... Com efeito, se o papel é da mídia é divulgar informações e formar opiniões, então que isso seja feito a respeito de fatos relevantes para a sociedade em geral, e não sobre um mero questionamento de poucos interessados. A imprensa brasileira caminha por trilhos muito duvidosos, como se nota por exemplo pela polêmica causada recentemente pelos métodos "inovadores" do Sr. Augusto Liberato, a frente do Domingo Legal. Independente de existir ou não Lei da Mordaça, censura, repressão ou o que o valha no país, o que a imprensa realmente necessita é reforçar as suas normas éticas e morais e ocupar o seu tempo com assuntos relevantes à sociedade e que possam contribuir para algo positivo... A imprensa no Brasil é muito marrom, e em Assis parece cheirar como algo também marrom... precisa mudar isso, e um bom passo pra começar, é utilizar esse espaço com coisas úteis. Abraços de um reles professor. Professor, Sua mensagem me chegou via internet, portanto, ainda não tenho certeza se é anônima. De qualquer forma isso não importa. Você escreveu o que pensa e ajuda no debate sobre o assunto. Cabe esclarecer que foi dada sim resposta a Dra. Andréia, de que entendemos que notícia sobre acidente de trânsito não exige autorização para publicar os nomes dos envolvidos. E ela pode até não ter concordado, mas compreendeu e se disse satisfeita e disse que iria aproveitar o espaço gratuito oferecido. Quanto ao fato ser ou não relevante, quem determina é quem compra o jornal, quem lê ou não determinada matéria, quem sintoniza um programa. Qualquer policiamento a isso, seria censura e pretensão de se ter mais inteligência do que o outro; na realidade somos todos feitos do mesmo material e, portanto, é difícil julgar o interesse e a inteligência alheia, a não ser preconceituosamente. Eu tenho dificuldade em defender Gugu Liberato porque não vejo o programa, mas acho que ele não deve ser incluído como imprensa no sentido exato do termo. Parece-me que é mais um programa humorístico, informativo e cheio de ficção. A maioria das pessoas, se não sabem, já desconfiam que programas desse tipo, que vêm desde o tempo do Homem do Sapato Branco, de Chacrinha e hoje Ratinho, vídeo cacetadas do Faustão, pegadinhas, são cheios de quadros, cujas pessoas só interpretam por prazer ou para ganhar algum cachê. Nem por isso, deixam de ter informação, muito embora o seu defeito seja a omissão de legislação que obrigasse a emissora a esclarecer que se trata de "quadro interpretado e não verídico". A imprensa, como todos os segmentos sociais, tem defeito, mas a legislação deve objetivar aperfeiçoá-la, mas nunca lhe tirar a liberdade, que é a sua matéria prima. Grato pela participação. Se foi anônima, talvez tenha sido melhor, pois, assim você falou o que pensa, sem temor nenhum de ser enquadrado em algum artigo das Leis e interpretação da Mordaça em vigor no País. Só não gostei da expressão relés professor, pois, ninguém é reles, muito menos se se trata de professor. Egydio Coelho
FÓRUM ASSISENSE EM 22 DE SETEMBRO DE 2003 De: Um advogado (Email: alegre@stetnet.com.br) Cidade: Presidente Prudente - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Sr. Advogado, Embora você não quisesse se identificar, enviou sua mensagem via email, portanto, não é totalmente anônima. Acho que você tem até alguma razão, nós, aqui do fórum, talvez devêssemos ser menos veemente ao defender nossos pontos de vista. Mas acho que a Dra. Andréia levou na esportiva e compreendeu o direito de manifestar o que pensa dos participantes do fórum. Quanto à primeira máxima, pode-se entender que a legislação civil em vigor diminuiu a liberdade dos jornalistas e instalou a autocensura, com a co-responsabilidade, em vez da responsabilidade sucessiva, que existe na Lei de Imprensa (crime de imprensa). Entendo, porém, que devemos discutir a liberdade de imprensa com relação ao direito das pessoas terem mais informações não apenas com relação às vantagens e desvantagens para as empresas e jornalistas. Quanto à segunda máxima, há uma ligeira confusão com relação à notícia boa ou má. Na verdade, as notícias boas são fatos normais e as notícias ruins felizmente são exceção e, por isso, são de interesse público. Exemplo, milhares de aviões decolam e aterrissam diariamente levando e trazendo seus passageiros em segurança e isso não é notícia. Mas, se um avião cai, com certeza é de interesse de todos. Acho que aqueles que querem coibir a liberdade de imprensa somente a valorizarão, quando a perderem. Egydio Coelho
FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE SETEMBRO DE 2003 De: Sydney Abranches Cidade: Assis - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Aos amigos do forum Vejam só essa matéria sobre o pintor assissense Ranchinho no site: http://www.terra.com.br/esoterico/index_horoscopo.htm Ranchinho foi pintar o céu... Na cidade de Assis, interior de São Paulo, viveu Sebastião Paulino da Silva, conhecido como Ranchinho. Uma vida longa e difícil: era vítima de um tipo de desvio na comunicação, considerado como um grave retardo mental. Não sei bem como explicar, mas era algo que realmente impedia o aprendizado de qualquer estrutura, por mais simples que fosse. Apesar disso, Ranchinho tinha um dom: daquelas mãos retorcidas, que habitavam um corpo trôpego e mirrado, saiam as mais incríveis aquarelas. Ranchinho pintava campos, casas, trens, carneirinhos no pasto, casamentos na roça, canaviais. Ranchinho pintava a terra, o mundo que o cercava, e com tal requinte nos relevos, com tão completa ocupação do espaço e domínio da perspectiva, que seria possível afirmar se tratar de um arquiteto bem formado. Como
ele aprendeu? Nessa vida, seguramente não. Quem sabe numa anterior... Eu
soube agora que Sebastião Paulino da Silva faleceu no dia 02 de fevereiro
de 2003, em Assis, SP, de onde partiu, livre e lindo para pintar o céu.
Para confirmar o que eu disse, acesse: www.artcanal.com.br/oscardambrosio
e conheça mais sobre as obras do artista. Vale a pena
conferir!
Marina Gold
FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE SETEMBRO DE 2003 De: Edson Reis Cidade: Indaiatuba - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Caro Egydio. Como já havia dito em minha participação anterior neste Fórum, sua idéia de realizar debates entre assisenses é realmente extraordinária. Mas, como todo bom debate, existem excessos que poderiam ser evitados. A participação da advogada Andréia Pedrazza Coelho foi alvo de iradas manifestações contrárias, sendo rotulada até de filhote da ditadura. Ora, Egydio, como é que fica a citação de Voltaire, que vc. estampa nas instruções para as participações, de que se defende até a morte o direito de outrém manifestar-se, embora discorde do pensamento. Não quero aqui dizer que apoio ou concordo com o teor do escrito da Dra. Andréia, muito ao contrário, mas taxá-la de arrogante, saudosista da ditadura, acho um pouco anti-democrático. Nesse sentido, gostaria de parabenizá-lo pelo bom senso e equilíbrio com que vc. se portou no caso. Quem dera agissem todos dessa maneira. Manifestações como a do Amendôla, bem humorada, são ótimas, demonstram a contrariedade sobre o dito pela causídica, mas sem qualquer ofensa. Penso que se houver tolerância sobre as manifestações de pensamento, sem qualquer rotulação ou ofensa, esse Fórum será bem melhor. Um grande abraço, Edson Reis Junior. Ind. 23/09/03. Edson, Acho que você tem razão. Eu sempre me preocupo em evitar ofensas pessoais. É que a expressão "filhote da ditadura" é utilizada para pessoas, que nasceram depois de praticamente haver terminado a fase mais aguda da revolução de 64. Por isso, eu entendi apenas que são pessoas, que não tiveram formação educacional, que valorizasse mais o regime democrático. Mas, numa próxima vez, hei de ficar mais atento. Abraços. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE SETEMBRO DE 2003 De: Agenor Alessandro Cidade: Londrina - Estado - PR - País: Brasil Para: Fórum assisense
Finalmente
você apareceu, amigo Flávio... Cara, quanto tempo!! E apareceu falando
de grandes pessoas. Pois o Lúcio Coelho não foi apenas o seu mentor
fotográfico... desde aquela época (minha função era digitador) eu
enchia as paciências dele sobre fotografia - o que se intensificou após
a aquisição da minha "Pentaquinha" K-1000. FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE SETEMBRO DE 2003 De: Fábio Ribeiro Cidade: São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Ao ler as opiniões acerca dos questionamentos que a Drª. Andréia formulou em defesa de seu cliente, duas indagações me vieram à mente: Fábio, Penso que há um conflito entre o direito das pessoas se informarem e o direito individual, que sempre é afetado por qualquer notícia por mais simples que seja o acontecimento. Entendo que "in dúbio" deveria prevalecer o direito da sociedade em se informar. Acho que quem deve decidir o que lhe interessa ou não é somente o leitor. Qualquer policiamento sobre isso é nivelar as pessoas pelos mesmos valores filosóficos, morais, emocionais, gostos e interesses até profissionais. Se todas as pessoas fossem iguais, o mundo seria muito chato. Eu pessoalmente acho que notícia de acidente de trânsito é importante e interessa a todos os motoristas e a todos os pedestres. Ainda mais agora que se discute quantas pessoas morrem no trânsito, estatisticamente, mais do que em qualquer guerra. Acho que notícia de acidente de trânsito só não interessa a quem foi culpado pelo acidente. Quanto ao motivo do email da Dra. Andréia, eu agora também acho que foi isso mesmo que você disse e, por essa razão, gostei, pois, nos oferece a oportunidade de mostrar o nosso lado. Abraços e grato pela participação. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE SETEMBRO DE 2003 De: Cláudio Messias Cidade: Marília - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Egydio,
"assisti" a esse episódio das informações solicitadas pela Proponho que a imprensa de Assis se mobilize, a exemplo de Marília, buscando o diálogo com a OAB e abrindo o debate nas próprias páginas de jornais e microfones das emissoras de rádio e de TV a cabo. Essa exposição a que a advogada Andréia Pedrazza se submeteu neste Fórum foi muito válida, pois serviu de parâmetro sobre a condenação pública a esse comportamento muitas vezes canibalesco de determinados advogados - o que aparentemente não é o caso dela, ressalte-se. A sociedade precisa saber que ações desses gêneros inviabilizam a subsistência dos meios de comunicação, especialmente no Interior, e, pior, submetem o próprio público ao risco de perda definitiva de veículos cuja razão de existência é justamente a defesa dos direitos dos cidadãos. É óbvio que estamos falando, aqui, de reportagens produzidas com Cláudio, Pelo jeito que se interpretam as leis, se conclui que as leis não são fáceis de interpretar, nem mesmo por advogados e juízes, enquanto não se firmam jurisprudências. Direito à imagem seria a publicação de fotos de uma modelo em assunto comercial, sem lhe pagar cachê. No caso de notícia, não deve haver esse direito, pois esse direito é do leitor de ser informado e a obrigação e direito do jornalista de informar. Mas, não é isso que está acontecendo. Egydio Coelho
FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE SETEMBRO DE 2003 De: Marisa Rodrigues Cidade: São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Olá para todos que têm acompanhado e se manifestado neste fórum. Continuo perplexa com o número de pessoas que escreveram, advogados ou não, apoiando ou tentando justificar a postura da Dra. Andréia, que questionou a publicação do acidente envolvendo um cliente seu, e ameaçando levar o jornal às barras dos tribunais. Bem, muito se falou, o Egydio, coerentemente, se deu ao seríssimo trabalho de responder, ponderar, explicar a todos que expuseram suas opiniões sobre o caso, mas o verdadeiro motivo de tal notícia, sequer foi mencionado, por qualquer um dos manifestantes. Andei lendo esses dias, todas as mensagens, e algo não me saía da cabeça: 1)Quais foram as causas do acidente? 2)Algumas pessoas, como o Marcio Amêndola, na sua divertida crônica, falou em racha, mas talvez tenha apenas tentado usar uma metáfora!!! 3)Quais foram as reais consequências para os envolvidos? 4)Houve vítimas? O que aconteceu com elas? 5)Os rapazes estavam embriagados ou drogados? 6)É comum esse tipo de acidente na cidade? 7)Existe a prática de rachas na Avenida Rui Barbosa? 8)Porquê esses jovens são levados a fazer isso? 9)De que classes sociais eles são? Se forem de classe alta, fazem isso acobertados pelos "sobrenomes" importantes que têm, o que seria mais grave ainda....e por aí ..... Estou fazendo essas perguntas com o seguinte propósito: de que adianta ficarmos aqui dando tratos à bola sobre o que é certo ou errado, do ponto de vista do direito ou do jornalismo, se não formos à fonte da questão, verficando, realmente, o que aconteceu, porquê aconteceu, quem são as pessoas envolvidas, o que elas estavam fazendo para sofrerem um acidente em plena Av.Rui Barbosa, onde os carros, se não me engano, como em qualquer via pública, devem trafegar entre 40 e 60 kms/hora, ou talvez menos, até, não????.Essas pessoas estavam tirando um racha em plena avenida? Continuo defendendo o direito à liberdade de expressão do jornal, de publicar o fato sim, e mais, de ir além, pois não adianta só publicar e pronto, deixar o caso morrer, não acompanhar mais as consequências do mesmo.Isso é o que normalmente a imprensa faz, e cujo comportamento não apoio. Exatamente pq, e aqui sou obrigada a concordar com a Dra. Andréia, simplesmente publicar por publicar, não acrescenta nada a quem lê o jornal, assiste a televisão ouve o rádio. etc....a imprensa, conforme aprendi, nos bancos de faculdade e na prática, tem que ir fundo, até as últimas consequências, pois ela é a guardiã do direito de informação da sociedade e, principalmente, tem o papel de levar a sociedade a pensar, a refletir sobre si mesma, e, finalmente, a crescer, pois todos os que refletem sobre os seus comportamentos, fatalmente melhoram como induvíduos ou coletivos. Voltando a esse acidente na Av. Rui Barbosa, lembrei-me que naquela mesma semana (23 ou 24 pp) que o debate sobre o assunto começava a esquentar aqui neste fórum, infelizmente, assístíamos a uma tragédia aqui em São Paulo. Pois bem. Um jovem senhor, de apenas 44 anos, descendente da alta aristocracia de imigrantes italianos para essa megalópole, jornalista conhecido pela famosa revista que dirigia, a Vogue, mais famosa ainda por causa de seu público-alvo, é certo, mas isso é outra história. Esse rapaz, de nome Andrea Carta, para quem fiz alguns freelances, há uns dez anos, embriagou-se no bar de seu amigo de infancia, Rogério Fazano, este também, outro descendente da "nobreza" italiana paulistana, que vivia um dos momentos mais marcantes de sua vida de homem de negócios de sucesso, pois uma semana antes, acabara de inaugurar o Hotel Fazano, considerado a jóia da hotelaria nacional. A discussão, cujos motivos não nos interessa relatar novamente aqui (pois a essa altura acho que seja de conhecimento de todas as pessoas bem informadas que participam desse fórum) teve continuidade na casa de Fazano, quando Andréa Carta, totalmente embriagado, para lá se dirigiu, depois de deixar o bar do amigo. Fazano o deixou subir ao seu apartamento e Andrea, descontrolado, acabou ameaçando suicidar-se, pulando o parapeito da janela, e finalmente, estatelando-se no chão, por descuido, ou porquê de fato era o que queria...quem é que vai saber .....Estou fazendo um resumo dessa notícia que abalou os Le´s Jardins e foi alvo de capa, primeira página, comentários, cronicas, edições especiais, de TODOS os jornais, revistas, programas de TV e etc...de São Paulo, e de âmbito nacional, portanto. É óbvio que uma notícia (ou melhor, uma tragédia dessas) jamais poderia ter acontecido com o competentíssimo Andrea Carta, envolvendo seu melhor amigo, Rogério Fazano, principalmente quando este colhia os louros da glória profissional e financeira: o Hotel recém-inaugurado cobra diárias a R$ 1.000,00/dia. Ou seja: é sómente para os vip´s dos vip´s. Alguém aí tem alguma dúvida sobre so estragos que essa notícia deve ter causado nos negócios de Fazano? Como duas pessoas do jet-set paulistano, que viviam nas colunas sociais, obviamente que nenhum jornalista deixaria de publicar o fato, por todas as razões que o mesmo implica, não somente pela notoriedade dos envolvidos. Tratava-se de uma notícia envolvendo empresários importantes, conhecidos, que sofreram uma situação qualquer de estresse e perderam o controle, como aliás, acontece nas melhores casas do ramo, todos os dias...se o caso tivesse parado na discussão no restaurante, muito frequentado por jornalistas que cobre colunas sociais, concordo plenamente com aqueles que defendem o direito a privacidade das pessoas, porquê, até então, a discussão, embora num local público (restaurantes costumam sê-lo!!!) só dizia respeito àquelas duas pessoas. E se algum jornalista tivesse dado uma notinha sequer sobre ela, teria usado de má fé, querendo, claro, mais ibope para sua coluna. Agora, quando temos um acidente que envolve duas pessoas de renome no mundo das colunas sociais e dos negócios, como Andréa Carta e Rogério Fazano, e um deles morre, numa circunstãncia aparentemente idiota, a imprensa precisa exercer o seu papel e divulgar o fato, sim, com todas as letras e detalhes, pois, não é porquê são pessoas conhecidas que devam ter tratamento diferenciado. Afinal, uma pessoa morreu, e é preciso que se apure tudo o que houve, com uma investigação pericial, até para que não pairem dúvidas sobre a participação de Rogério Fazano nessa tragédia. Os seus negócios provavelmente levaram um baque, mas, exatamente por ter construído um império, graças a um grande e perfeito relacionamento com a imprensa, Rogério Fazano e sua família foram os primeiros a escrever uma carta aberta à mesma, onde manifestavam o seu pesar pelo acontecido e se dispunham a prestar todos os esclarecimentos, informações, indagações, curiosidades, bisbilhotices, etc...a família de Andrea Carta procedeu da mesmíssima maneira. Ou seja: são pessoas esclarecidas que, numa hora dessas, sabem inclusive, que, se obstruírem o papel da imprensa, irão tê-la, no mínimo, adversária, o que não é nada interessante para nenhuma das partes. E, nesse momento, tudo o que eles precisam eram de amigos e de pessoas que pudessem ajudá-los a dar as explicações que toda a sociedade paulistana estava se perguntando. Em momento algum, alguém sinalizou com algo do tipo "cala-boca" para a imprensa. Estou retomando esse caso para fazer um paralelo com o acidente(????) de Assis. Muitos poderão achar que exagero, que não existem comparações em termos de importância, circunstãncias, etc...etc....Não, pelo contrário. Para Assis, o caso da Rui Barbosa é muito, mas muitíssimamente mais importante que o caso Fazano/Carta em São Paulo. Aqui, temos notícias -- das mais trágicas às mais pitorescas -- a todo momento. Em Assis, uma cidade pequena, com talvez pouco mais de 200 mil habitantes, o fato de jovens praticarem rachas em plena Avenida Rui Barbosa, podendo levar à morte, deles próprios, ou de terceiros, é muitíssimo grave. E a imprensa não tem só que noticiar o fato, simplesmente, mas tem que ir atrás de suas origens e consequências, para exercer o seu papel social, de verdade. Há que se propôr um debate sobre esse tipo de comportamento da juventude local, isso é frequente na cidade? Porquê? O que fazem esses jovens durante o dia? quem são suas famílias? Eles estudam? Trabalham? Porquê se lançam numa ação tão perigosa como um racha? Estão embriagados quando fazem isso? E se além da própria morte, matarem ou aleijarem pessoas que nada tem a ver com a história. Não serão condenados? Não terão que pagar indenizações as suas vítimas? Bem, eu acredito que esse é o verdadeiro papel da imprensa -- trazer luz sobre a escuridão e obrigar a sociedade refletir, para avançar.....há muito tempo saímos do período obscurantista ou medieval, onde somente poucos tinham acesso à leitura e à informação, guardando-as para si, como impenetráveis tesouros. Para Assis, o caso dos rapazes acidentados na Avenida Rui Barbosa, realmente, não deve ser noticiado, pura e simplesmente, mas deve ser alvo de uma reflexão social. E, a meu ver, o grande trunfo de uma sociedade culta e informada hoje, é poder ter a sua disposição uma imprensa séria que se disponha a questionar, a debater, a procurar causas, a propõr soluções, enfim, a ajudar o mundo a ser um pouquinho melhor do que é!!!! Marisa Rodrigues Marisa, Sei que você sabe, mas gostaria de explicar aos demais participantes do fórum que nunca tenho a pretensão de "explicar a todos", o que é certo ou errado. Procuro apenas defender meu ponto de vista, que, evidentemente, pode não estar certo, pois, ninguém é dono da verdade. Por isso, gosto quando as pessoas me contestam, pois, só assim também posso mudar meu modo de ver as coisas. A imprensa em Assis divulgou com bastante destaque os "rachas" na Av. Rui Barbosa, o que preocupou o povo e as autoridades. Além de condenar - como condenados foram - os participantes desse "racha", não seria interessante se pensar em fazer um autódromo, onde os interessados praticariam esse esporte e que ainda poderia ser uma atração turística para a cidade, como se faz em São Paulo em Interlagos? Egydio Coelho
FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE SETEMBRO DE 2003 De: Rogério Jorge Crivelaro Cidade: São Paulo - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense Eu
era consumidor da cerveja Conti, gostaria de saber onde posso comprá-la.
FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE SETEMBRO DE 2003 De: Benedito Ribeiro Cidade: Assis - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Prezado
Coelho, solicito divulgar o que se segue: O evento depende de sua adesão e esperamos o retorno o mais FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE SETEMBRO DE 2003 De: Aguinaldo Dutra Arruda Cidade: Maríluz - Estado - PR - País: Brasil Para: Fórum assisense
Caros
amigos de Asssis, sou filho da terra, nascido em Florinea. Estudei no colégio
agricola de candido mota de 82 a 84. tenho saudades.embora meus familiares
morem em assis, más a distancia e o tempo tiram nos a identidade...
quando participamos de um forum como este, é como uma vitamina a memória.
e como da saudade.. Caro egydio Parabens pela idéia deste forum ... um
abraço ao pessoal do colégio agricola de candido mota ... funcionarios ,
professores..direçao o bom filho a casa torna .... pretendo visita-
los ...... saudades....ainda consigo citar nomes de alguns mestres que nos
legaram algum conhecimento, professores michico,preta o do basquete
assisense, marcia,Bene,sara jabur(diretora),leila(biologia)joao maria,meceslau
tadeu volski hessel(o homem era tao duro que nunca esqueci o nome mas
valeu)bernadete,claudemir era o enfermeiro(hoje é musico em assis)...
sinto saudades... fazem 20 anos.. abraços a maria aparecida pareschi (nene)ou
brechó p/ os mais cheg!
FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE SETEMBRO DE 2003 De: Carlos Alberto Barbosa Cidade: Valinhos - Estado - SP - País: Brasil Para: Fórum assisense
Grande
Egydio: FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE SETEMBRO DE 2003 De: Paulo Cardoso Cidade: Campo Grande - Estado - MS - País: Brasil Para: Fórum assisense
Egydio, Lembra do e.mail que lhe enviei recentemente? Agora afirmo: o meu irmão americano, Mike Bookbinder, chega mesmo no dia 04 de outubro e vai direto pra Assis. Ele vem para o casamento da minha filha no dia 11 em São Paulo. Vamos nos reunir todos no Santa Felicidade no sábado para que a filha dele e uma amiga conheçam a noite assisense e no domingo estarei promovendo um grande churrasco para todos os amigos meus e do Mike na chácara Soenvil. Mike morou em Assis junto com David Francis Ruccio em 1970. David e Mike estiveram no Brasil no começo do ano. David conseguiu ir até Assis, mas o Mike não, por isso ele está vindo agora e quer rever todos os amigos. Se você puder colocar esta mensagem no fórum e na Voz da Terra para que todos os amigos nossos saibam do evento eu apreciaria muito. Os contatos para a festa são comigo no cel: 018-9106-3999 em Assis, ou antes aqui no 067-9287-9800 ou com o Sunab (Sérgio Zanotto) no 018-3325-1270. Obrigado, Paulo Cardoso
FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE SETEMBRO DE 2003 DE: Mauro Benelli CIDADE - Roma - País: Itália PARA : Fórum assisense
Sr. Egydio: Gostaria de entrar em contato com Aguinaldo Dutra Arruda, pois fizemos a escola agricola juntos em 82-84. Gentilmente publique o e-mail que segue a ele e outros amigos que quiserem me escrever : benellandia2003@yahoo.com.br . E' sempre um prazer poder ler o VOZ DA TERRA ONLINE e receber o forum. Da a impressao que o mundo e' um pouco menor... Abraços.. M. Benelli.
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Observações
para o bom funcionamento deste
fórum 01) Solicita-se aos participantes que -
antes de enviar sua mensagem - a leiam, corrigindo digitação e
também evitem palavras agressivas. 02) O objetivo primordial desde fórum
é trocar informações, idéias e opiniões sobre assunto que diz
respeito a Assis e sua região e com isso formar opinião pública para
"melhorar a região" no sentido amplo da expressão; 03)
Ampliar a amizade entre os participantes. 04) Localizar os assisenses espalhados pelo mundo. 05) As opiniões e discussão dos
assuntos serão sempre no campo das idéias e nunca pessoal; 06) As críticas a políticos e administradores devem se ater aos atos e
evitar adjetivos. Em vez de dizer nominalmente que o vereador, o prefeito
ou deputado é incompetente, desonesto, etc. deve-se citar o fato e a ação
que por si só ilustram o perfil de quem praticou. A conclusão adjetivada
fica por conta do leitor da mensagem e deve ser evitada por quem envia a
mensagem. 07) Se a referência a outro colega participante do fórum for
depreciativa e/ou ofensiva em termos pessoais, a mensagem não será
repassada. 08) Deve-se evitar a utilização deste fórum para marketing
comercial ou político. 09) Este fórum é encontrado no website: www.ajorb.com.br/vt-forum 10) Os textos veiculados neste fórum também são enviados para a redação
de Voz da Terra de Assis. 11) Se
você se sentir prejudicado com qualquer notícia aqui divulgada ou no
jornal impresso VOZ DA TERRA e quiser se utilizar do direito de resposta,
favor enviar email de volta, que a sua opinião será divulgada com o
mesmo destaque e enviada para as mesmas pessoas que receberam esta
mensagem. 12) Pede-se aos participantes respeito e tolerância pelo direito de expressão de pensamento de cada um, tendo como filosofia o pensamento de Voltaire: "Não
concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o
teu direito de dizê-la". 13) Solicita-se que antes de enviar a mensagem, o texto seja lido novamente e se faça a sua correção num programa de corretor de texto. 14) Os textos devem ser sempre de autoria de quem os envia para o Fórum. Textos repassados de terceiros não serão enviados aos participantes. Os textos, desde o início deste fórum, você encontra no URL: www.ajorb.com.br/vt-forum
Grato. Egydio Coelho da
Silva, coordenador do fórum assisense Email: vtmv@monteverdemg.com.br Participe
do fórum sobre assunto que interessa à cidade de Assis e aos internautas
assisenses. Clique
abaixo em “Minha opinião, minha colaboração para o Fórum
assisense”: Minha opinião,
minha colaboração para o Fórum assisense Os textos longos não serão repassados ou serão reduzidos antes de serem repassados.
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