VOZ DA TERRA 

Jornal diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil

Coordenador: Egydio Coelho da Silva

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FÓRUM ASSISENSE EM 02 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Gilberto Prado 

Cidade: São Paulo -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Egydio:
Concordo plenamente com você sobre a decisão tomada pelo candidato Romeu Bolfarini, em ingressar com uma Representação junto à Justiça Eleitoral sobre possível montagem de uma foto de um comício do candidato Edir Boscarato. 

O envolvimento de órgãos de imprensa (no caso o Diário de Assis) em demandas judiciais, com possível condenação por danos morais, cerceiam o direito da imprensa em divulgar os fatos da forma como ocorreram. 

Recordo-me da grande dor de cabeça que nosso amigo Sérgio Fleury Moraes (do semanário DEBATE da não tão distante cidade de Santa Cruz do Rio Pardo) teve (e ainda tem), quando noticiou supostas irregularidades cometidas por um (agora ex) chefe do executivo no início dos anos 90, baseado em depoimentos e relatórios de uma Comissão Especial de Investigação, da Câmara Municipal daquele município. 

Pude acompanhar todo o drama, pois trabalhava na época no escritório de advocacia do Pedro Dallari e do José Eduardo Cardozo, no final de 1998, advogados do Sérgio (o outro era o Samuel MacDowell, ex-marido da Elis Regina). 

Lembro-me que teve que vender um terreno particular para pagar as despesas dos processos (eram vários) e parte das indenizações. Resumindo a história: um verdadeiro absurdo!

Gilberto,

A proposta de criação do Conselho Federal de Jornalismo tem pelo menos um lado positivo: a sociedade passou a discutir a censura à  imprensa e à livre manifestação de pensamento. 

A mim, me parece até "utópico" que se possa pensar em censura à imprensa num regime democrático. Por isso, não levo a sério essa discussão. 

Mas o principal, que é a autocensura, causada pelas imorais indenizações por danos morais absurdamente aplicadas contra a imprensa, ninguém sequer está discutindo. 

Essa co-responsabilidade da empresa de comunicação, com tudo o que os jornalistas, articulistas, colunistas  escrevem, obriga a direção do jornal a censurar todas as matérias. Normalmente, essa autocensura vai além do que a própria lei poderia alcançar, pois, nenhum veículo pode se dar ao luxo de correr riscos. 

É o jornalista passa a ser tratado como pessoa relativamente capaz e não absolutamente capaz para ter a liberdade de expressar o que pensa e noticiar o que sabe. 

Enquanto este assunto não começar a ser discutido não consigo vislumbrar nenhuma perspectiva de solução, para os efeitos colaterais  da legislação e suas interpretações, que colocam o direito individual acima do direito da sociedade de se informar. Abraços. Egydio Coelho

 

FÓRUM ASSISENSE EM 04 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: José Carlos Moreira

Cidade: São Paulo -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Olá Egydio. 
Estive um pouco ausente das noticias da minha querida Assis hoje dei uma olhada nas noticias espero que a cidade tenha melhorado quando estive ai no mes de abril pude notar, por onde passei havia um caos nos bairros tais como V. Operaria onde morei por muito tempo vila Ribeiro ali por perto do Club São Paulo ruas em total abandono esburacadas mato, veja na estação da antiga Sorocabana, mercado municipal,ali na Rodoviária lugar onde muitas pessoas passam diariamente pessoas pedinte crianças vagando. 
Onde pude ver mudanças em partes ao redor do antigo buracão isto pode mostrar muitos que estão distante tem vontade de voltar a cidade para matar a saudade desta tão querida cidade como eu fui e pude ver a Av. Rui Barbosa tão bonita mais o resto tudo parado. isto é um pouco do que vi. 
Pastor José Carlos Moreira

 

FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Sérgio Moraes

Cidade: Assis -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense


Estou fazendo uma pesquisa em jornais online, com a nota do Jornal da Terra em que um grande Jornal tem que cobrar,pois nem todo jornal pequeno é grande pelas palavras de outros.

Sérgio,
Entendo que o fato de alguns jornais (o nosso caso) serem obrigados a cobrar (e/ou oferecer como brinde a seus assinantes do jornal impresso) o acesso a todas as suas páginas on line não pode ser indicador de grande ou pequeno. 
Evidentemente, se houvesse mentalidade de patrocínio das páginas on line, até por imposição do anunciante, o acesso seria totalmente gratuito.
Tudo tem custo e, evidentemente, se também houvesse mentalidade e reconhecimento do leitor (internauta) em colaborar para melhorar a qualidade e quantidade de informações, que lhe interessam, acho que todos ganhariam. 

Principalmente pela independência do veículo, pois, o veículo mais independente é aquele que tem sua maior receita, oriunda de quem por ele se informa. O interessante é que tudo mundo acha normal pagar pedágio para acessar a internet, para o provedor e à telefônica, que é bem mais caro.

 E o custo de buscar notícias, elaborá-las com foto e tudo para disponibilizar na internet - sem falar nos custos normais de manutenção das páginas on line? 

Por isso concordo com você e acho estranho que haja quem entenda que é  errado cobrar por esse serviço de informação. 

Grato pela participação e abraços. Egydio Coelho da Silva

 

FÓRUM ASSISENSE EM 07 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Luiz Antonio de Castro Santos 

Cidade: Petrópolis -  Estado: RJ - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Caro Egydio,
Gostaria de fazer alguns comentários sobre a fundação do Hospital e Maternidade de Assis, conhecido como hospital do dr. Zezinho, atendendo à mensagem do Marcos Alexandre Moreli Pádua (Fórum Assisense, 23/08/2004) . Lembra o Alexandre que o hospital foi comprado em 1968 / 1969 por novos sócios, os médicos Marcos de Andrade Pádua, João Marcelino, José Augusto Sampaio e Edi Tiezzi. Creio que ele deveria entrevistar esses médicos ou seus familiares, por ventura ainda residentes em Assis. Acho que deveria também fazer uma pesquisa --- ainda que breve -- nos periódicos da região, para conhecer um pouco o momento político, cultural e profissional da cidade e da região. Acho o tema que o Alexandre se propõe estudar muito interessante, mas diria que ficaria ainda mais interessante, do ponto de vista histórico, se abordasse os hospitais maiores da cidade (a Santa Casa e o "Sorocabana", além da instituição fundada pelo dr. Zezinho). Essa época que ele quer estudar marca, a meu juízo, a grande expansão das especialidades médicas na cidade (inclusive com melhores laboratórios de análises clínicas) e o início da profissionalização da enfermagem (enfermeiras diplomadas). Uma referência em Assis, até o fim dos anos 50, foi a "Casa de Saúde São José", fundada pelo médico Maurício de Castro Santos, em 1951. Era um "pequeno hospital geral", ainda que o dr. Maurício fosse, por inclinação pessoal, um excelente clínico geral e obstetra. Mas era grande o número de pacientes que tinham de ser enviados para São Paulo, por falta de médicos especialistas (por exemplo, não havia neurocirurgião) e tecnologias cirúrgicas mais avançadas. Por exemplo, creio que só no final da década de 60 houve profissionais especialistas na área de urologia. Havia poucas enfermeiras ou enfermeiros formados em Escolas de Enfermagem. Meu pai, o dr. Maurício, trouxe de São Paulo para a Casa de Saúde São José uma excelente profissional, alemã, com experiência na Segunda Guerra. Era a fantástica "dona Antônia", competentíssima. Mas não havia, ainda, um campo para a enfermagem profissional (na Santa Casa eram religiosas as principais enfermeiras, mas não creio que fossem diplomadas, salvo engano). Dona Antônia -- uma grande amiga de nossa família e das famílias clientes do dr. Maurício --, era uma profissional e figura humana tão marcantes que, quando se aposentou, meu pai sentiu a perda de modo irreparável e decidiu vender a Casa de Saúde. Creio que a vendeu ao Governo do Estado em 1961, ou 62. (Não sei qual o destino das instalações ou do prédio). Outro ponto importante, para o conhecimento da área de saúde, é o acesso à saúde por parte da população que não podia pagar pelos serviços -- antes do INSS, antes dos tempos atuais dos "convênios" com o SUS, antes dos planos de saúde, caros ou baratos. Havia, é claro, o acesso livre dos ferroviários e suas famílias ao "Sorocabana". 

Mas só restava a Santa Casa para as famílias de baixa renda. Alguns facultativos da cidade (entre os quais se contava o dr. Maurício) dedicaram-se de modo extremo à Santa Casa. Eu me recordo que meu pai sempre fazia a "ronda noturna" antes de se deitar, para ver os clientes internados, e nunca fez diferença quanto à atenção médica que dedicava ao paciente da Santa Casa ou da Casa de Saúde São José. 

Mas creio que o estudo do Alexandre deveria também contemplar a ação dos "postos de puericultura" da cidade, além do Centro de Saúde. Eram atividades de atenção à saúde pública que tinham boa qualidade, comparativamente ao interior de outros estados vizinhos como o Paraná e Mato Grosso. 

Nessa área de saúde pública, o contexto político é mais importante e seria necessária uma pesquisa nos jornais da época. Um abraço, Luiz Antonio de Castro Santos

Luiz,

Tenho de seu pai, Dr. Maurício de Castro Santos, a lembrança agradecida de haver ele assistido à minha mulher, Nair, em seu parto, quando deu à luz meu único filho, Paulo Egídio, em 15 de outubro de 1.963, em Assis. 

E esta lembrança agradecida é bem forte porque o parto foi difícil e ele o conduziu com competência. Abraços a todos. Egydio Coelho

 

FÓRUM ASSISENSE EM 10 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Antonio Carlos 

Cidade: Assis -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

Ao
Marcos Alexandre Moreli Pádua
A respeito da pesquisa que está fazendo sobre o HMA-Hospital e Maternidade de Assis: lembra-me que meu irmão Luiz, por volta dos anos 60, adquirira, em prestações, um título do Hospital, que lhe proporcionaria atendimento com certas vantagens. Eu era pequeno e, hoje, não saberia dar outros detalhes. 
Mas sei, que para terminar o hospital, foi vendida grande quantidade desses títulos de sócio. Não sei também por que esses papéis perderam a validade e não deram nenhuma vantagem aos seus adquirentes. Caberia uma investigação?
Para sua pesquisa, aliás já sugerida pelo filho do Dr. Maurício, grande médico e de saudosa lembrança, quero lembrar que a UNESP de Assis tem, em seu acervo toda a coleção da Gazeta de Assis (1955 a 1998) e de alguns outros periódicos da terra. 
Confira no site www.assis.unesp.br  - CEDAP-acervo-periódicos impressos. O telefone direto do Centro de Documentação do Câmpus de Assis (CEDAP) é (18)3302-5731 e 3302-5835. Também me coloco à disposição: (18) 3302-5904. Espero ter contribuído e boa sorte. Antônio Carlos

 

FÓRUM ASSISENSE EM 10 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Aristeu

Cidade: Assis -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

caro egydio vendo o forum assisense vi que um velho amigo de longas jornadas de trabalhos que juntos tivemos onde eu guardo boas lembrancas eu gostaria que voce desse meu email aristeu.assis@globo.com  para o Pastor Jose Carlos Moreira desde ja fico grato.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Monise Cristina Berno

Cidade: Assis -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Gostaria de enviar esta mensagem para denunciar o descaso com que os usuários da empresa de transporte urbano TRANSASSIS trata seus clientes. 
Estudo na UNESP durante o período noturno e, desde sempre, temos problemas com o horário das linhas 24 e 25, que teoricamente atenderiam a faculdade juntamente com o Pque. Universitário. 

A empresa simplesmente corta horários de passagem dentro do campus, deixando usuarios a revelia isolados fora de locomoção. 

Gostaria de pedir a atenção de vocês para este assunto, e se possível o envio de uma equipe de reportagem à UNESP no período noturno para apurar os fatos. Obrigada.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 16 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Jacy Nóbile

Cidade: Assis -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Fui procurado pelo sr. Jacy Nóbile, pai do prefeito Carlos Nóbile, que veio à VT solicitar que colocasse no fórum de Assis algumas fotos, que, no seu entender, têm valor histórico.

Jacy contou que nasceu em 1.926 e sua família veio para Assis em 1936. Trabalhou como empregado na farmácia São José (foto abaixo).

Seu pai, Ângelo Nóbile, foi trabalhar como motorista numa fábrica de móveis. Mais tarde ficou dono dessa fábrica, que era conhecida como a fábrica do Nóbile.

As fotos abaixo ilustram alguns fatos importantes acontecidos em Assis em décadas passadas.

  Ford movido a gasogênio (faltava gasolina na época da guerra)

 

 

Ano: início da década de 40 (época da II Guerra Mundial)

Local: Fazenda Graciema

Da Esquerda para a direita: Ângelo Nóbile, avô do prefeito Carlos Nóbile, criança (não sabe quem é), Hércules Nardão, administrador da Fazenda, empregado da fazenda.

 

O "footting", a pé, o que era mais comunicativo do que os “desfiles” de automóvel de hoje

  Assis, por volta de 1.945

Farmácia São José (Neofarma), Av. Rui Barbosa, 257 (antigo)

Quarteirão principal onde os jovens faziam "footting", a pé, o que era bem mais comunicativo e não poluía o ar; hoje é de automóvel.

Aparecem na foto: Jacy Nóbile, o velho Ceródio, proprietário de Fazenda em Pedrinhas, José Bueno, José Barbosa (empregados da farmácia), Nelo Nóbile com a namorada na época), Ângelo Nóbile.

Na parede, propaganda política de candidatos a prefeito:  Pires e José Augusto Ribeiro.

  Fábrica de móveis do Nóbile

 

Ano: provável 1.949

Da esquerda para a direita: o primeiro é Ângelo Nóbile

Da direita para esquerda: o quarto de chapéu é Jacy Nóbile

Sentado em frente à serra: Euclides Reame Nóbile (irmão do Jacy Nóbile)

 

Campanha para aquisição de terreno do Ginásio da Vila Xavier

 Campanha para aquisição de terreno, pertencente a Miguel Leuzzi (dono na época de Rede Piratininga, Rádio Difusora de Assis). O terreno seria doado para construção do Ginásio da Vila Xavier.  

O véiculo é um Gordinho, que estava sendo rifado para angariar fundos para compra do terreno.

Da direita para a esquerda: Prof. Henrique Zoner, Jacy Nóbile, Belmiro Rosa, Adão Frieder (o ganhador do Gordine), Guilherme Peterson; o último é: Eduardo Teixeira (Teatro Amador da Vila Operária-TAVO). Aparece também Gilberto Bertolucci. Dos outros, não se lembra.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Marisa Rodrigues

Cidade: São Paulo -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Meus queridos:
Acabo de receber a que será a melhor notícia do mês, e, provavelmente, a melhor dos dez últimos anos. Tempo em que deixei os meus poemas hibernando nas gavetas. Pois bem. alguém aí conhece Caçu, uma cidadezinha muito pequena, perdida no interiorzão de Goiás?

Eu também não? Mas, foi lá, nesse lugar que ainda vou ter que identificar no mapa, que eu retormei ao mundo da literatura, conseguindo o primeiro lugar, num concurso promovido pelo Governo daquele estado, e ainda ser selecionada para uma antologia. E

stou repartindo com vcs essa alegria - imensa, indescitível, que me leva às lágrimas e, também, aos meus 20 e poucos anos, quando publiquei os meus primeiros livros, e vivia em função da arte e da literatura. Eu era feliz e não sabia....confiram, abaixo. Beijo no coração de vcs. Marisa
ESTADO DE GOIÁS
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇU
II Concurso Nacional de Literatura Revelação do III Milênio - 2004
Premiados e classificados para a antologia
Prêmio Ana Luiza de Lima, de Poesia
1º lugar: Marisa Rodrigues/São Paulo - Noturno de Chopin para Isis.

 

Noturno de Chopin para Isis
Nadava nua na piscina gelada,
acima da lua, embaixo dos peixes, entre o nada.
O tudo e o agora, eram o fim em si mesmo.
Uma consternação no peito em flor.
Uma dor.De cotovelo. Um amor quase perfeito.
Mais que perfeito. Um passado. Um presente em transe.
Um ser que nada, vira sereia. Encanta os mares 
E os navegantes. Despenteia cabeleira de santa.
Em trânsito. O último minuto do passado, mais que presente.
O gozo. O vômito da flor do sal. A cobra que enrola,
que ri e mostra os dentes aos viajeiros. Aos cães vadios.
Um noturno quase Chopin. Um breve lá. Um cio. 
Um doce beijo -- cálido -- na fronte da mãe morta.
Da lapela murcha do paletó, cai a flor branca. 
O ombro do pai estreito.
A cabeça da filha não cabe mais no seu abraço.
Um desgosto. Um agosto. Um agouro.
Os braços do mouro não cingem mais a cintura fina.
Quase um sino. Um violão. Perfeita.
Sinos de vento brandem ao léu. Leque de papel.
Um quepe. O riso do navegante torto.
O mosqueteiro e seu cavalo manco.
Um rabo pálido de lua minguante. O galo gago, mas triunfante.
A ira diabólica dos demônios em noite de quinta-feira. Quiçá santa.
Satânica, despe-se para a lua e sai da água.
Bêbada, a deusa Isis ensaia um balé, alucinado e errante. 
Pseudônimo: Flor-de-Lis

Marisa,

Parabéns pela conquista de primeiro lugar no concurso de poesia da cidade Caçu-GO. Sua poesia é linda. Também não conheço essa cidade, mas uma coisa fiquei sabendo: o pessoal de lá entende de poesia.

Abraços. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Marisa Rodrigues

Cidade: São Paulo -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Egydio, obrigada pelos elogios e por ter publicado o poema. 

Foi mais um presente que recebi de vc, sempre tão carinhoso e, ao mesmo tempo, assertivo, nas suas respostas e condução desse fórum. Saiba que vc tb conquistou a minha admiração. Gosto muito de ler os seus comentários, pq seu texto é primoroso. Sempre objetivo, claro, mas sem arrogância, com uma leve candura, que acaba encantando as pessoas que o lêem, deixando um sabor de quero mais. 
Quanto à publicação das últimas fotos de Assis, tb gostei muito e, a propósito disso, gostaria de perguntar a vc ou ao pessoal do Fórum, que fim levaram as nossas idéias tão discutidas aqui, há uns dois anos, ou mais até, sobre a comemoração dos centenário de Assis. 

Se não me falha a memória, será em julho de 2005. Entre as propostas, estava a fundação de uma ONG para cuidar desses assuntos..ela foi fundada??alguém se responsabilizou por isso? 

Essa ONG tentaria viabilizar os projetos aqui discutidos, como a publicação de um livro com a história de Assis. E me parece que vcs já estão fazendo isso, com o resgate dessas fotografias antigas, publicando-as no Fórum com belas legendas, etc..bom, daí para o livro, é um pulo, não é?

E fica muito interessante, pq as imagens acabam atraindo mais e, a partir delas, se pode contar toda a história da cidade. 

Tenho certeza que, pelo menos isso, seria um grande presente para Assis e sua projeção estadual, quiçá nacional, no seu aniversário. Boas e importantes histórias, em todas as áreas do conhecimento humano, não faltam, para essa publicação, que seria memorável. Assis merece!

Marisa,

Acho mais viável contar a história de Assis por segmento social, por atividade econômica ou de serviço. Exemplo foram os dados históricos sobre saúde e hospitais, que Antonio Carlos, Luiz Antonio de Castro Santos e Marcos Alexandre Moreli  Pádua descreveram e discutiram neste fórum há alguns dias atrás. Acho que, como você disse, serve de fonte para pesquisadores.

Um trabalho de mais fôlego, acho que caberá a historiadores, como o trabalho recentemente publicado pelo Professor Almeida Prado. Quanto aos elogios ao meu estilo, não consigo ver, nem imaginar que tenha todas essas virtudes, que você conseguiu achar. Grato em nome de minha vaidade. Abraços. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 22 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Sérgio Barbosa

Cidade: Adamantina -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Prezado Egydio: 
Tenho acompanhado as informações veiculadas pelo site em foco, porém, nas minhas leituras sobre o seu conteúdo. 
Percebo a preocupação de alguns internautas, nascidos em Assis com a "memória histórica da cidade/região. Desta forma, faço uma sugestão, ou seja, a UNESP/Campus de Assis possui um curso de graduação em história, bem como pós-graduação (mestrado/doutorado) na área com suporte teórico/prático para servir como metodologia/pesquisa sobre temas afins aos interesses dos moradores e ex-moradores da cidade. 
abraços provincianos, porf. ms. sérgio barbosa- FAI/ADAMANTINA-SP

 

FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Luiz H. Mazzo

Cidade: São Paulo -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Aventura sobre duas rodas. 

Egydio, gostei muito da história contada na "matéria" não sei de quem, de 22/09/04, sobre a Aventura sobre duas rodas, parece-me que também faltou sabermos quem é o corajoso aventureiro e talvez uma matéria sobre a pessoa que realizou este feito que acredito ser único na região de Assis. Quem sabe nas próximas viagens desta natureza poderá conseguir patrocínio de representante do fabricante da moto e ou da classe empresarial de Assis. 
Outro assunto de Assis e que deixou-me indignado foi quando li na matéria de Sérgio Vieira em 22/09/04 sobre o fechamento da passagem em nível pela linha férrea ligando os bairros Prudenciana e vila Ribeiro pela ALL ( Aliás, o que é ALL ? e quais os motivos para o fechamento?), mas o importante é que sempre alguns querem manter a cidade no atraso ou evitar que ela progrida, falta agora fechar também a passagem em nível pela férrea no cruzamento desta com a Av. Perimetral, Marechal Theodoro, J.V. da Cunha e Silva e todas as outras já que nenhuma possui sinalização adequada por exemplo: FAROL ou CANCELA, coisa tal que deveria existir ao menos no centro da cidade não importando o fluxo gigantesco de dois trens por dia. 

A passagem distribui o fluxo, agiliza o ir e vir das pessoas, bens e serviços e a sinalização é questão de segurança para os usuários destas passagens; Que absurdo!! ou como diria Boris Casoy, "Isso é uma vergonha". Luis H. Mazzo.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Maria Candida Gdoy Kobori

Cidade: Assis -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Para Eli Elias.

Tenho assistido seu programa de televisão. Está ótimo. 

Você me aceita como sua fã? 
Além do programa bem elaborado, chama a atenção sua elegância. Caramba, vale a pena assistir. Continue assim. Um abraço. Maria Cândida.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE SETEMBRO DE 2004

Nome: Daniel Pereira

Cidade: São Paulo -  Estado: SP - País: Brasil

Para - Fórum Assisense

 

Egydio,
Continuo acompanhando o Fórum e volto para dar-lhe uma informação em primeira mão (desculpe a rima) mas que talvez ainda não deva ser levada para conhecimento geral. 

Estou negociando o patrocínio para levar adiante o projeto sobre o livro com a História de Assis. Como estou desempregado (embora aposentado naquele esquema perverso do INSS) pretendo dedicar tempo integral para desenvolver o projeto. 

E, lendo a tua resposta à Marisa Rodrigues, minha proposta para o livro guarda semelhanças com o que V. pensa: além do factual obrigatório, quero contar a história da cidade através de depoimentos e testemunhos, com muita ilustração, organizando a leitura por segmentos sócio-econômicos-políticos. Que lhe parece? 

No momento oportuno e, em sendo positiva a resposta do patrocinador (acredito que em 10 dias terei a resposta) voltarei a V. para os detalhes sobre o projeto. E, como estamos em época de eleição, uso aquele bordão para dizer que Conto com você. Cordiais Saudações,Daniel Pereira

Daniel,

Acho que seu projeto, com tempo e competência como é o seu caso, conseguirá retratar bem episódios da história de Assis, o que vem sendo reclamado por muitos dos participantes do Fórum. Acho que você terá colaboração de todos os forenses. Abraços. Egydio Coelho

 

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Máximas sobre liberdade de imprensa e livre manifestação do pensamento:

 

*“Se tivesse que decidir se devemos ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último” (Thomas Jefferson).

 

* “A imprensa, numa vigorosa prestação de serviço, será a memória da cidadania contra o corporativismo de interesses menores, quer no Executivo, Legislativo e Judiciário” (Carlos Alberto Di Franco).

 

“Que o bem da liberdade segue imediatamente os bens da vida e da integridade física, demonstra-se facilmente, pois, a liberdade foi sempre constantemente um dos mais altos fins dos esforços e das aspirações humanas” (Adriano de Cupis).

 

* “Libertas omnibus rebus favorabilior est” ( “Em todos os casos a liberdade é mais favorável”), Brocardo Romano.

 

* “ A imprensa é um dos meios mais importantes de crítica e controle público permanente” (Konrad Hesse)

 

* “A imprensa livre é o olhar onipotente do povo” (Karl Marx).

 

* “A imprensa livre é o espelho intelectual no qual o povo se vê e a visão a si mesmo é a primeira condição da sabedoria” (Karl Marx).

 

“Nossa Constituição Federal (1988) protege, de maneira veemente, o direito de informar, o direito de se informar e o direito de ser informado” (Oduvaldo Donnini, autor do livro “Imprensa livre, dano moral e dano à imagem...pág.206)

 

* “A medida que a comunicação se torna maior e melhor, fica claro que a intolerância é a verdadeira pequenez do homem”, Spielberg

 

* "Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras" (o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos-ONU, 10-12-1.948).


"Creio na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade".

Rui Barbosa

 

"Infringem a  ética:

o juiz que não julga, 

o promotor que  não denuncia, 

o advogado que não defende, 

o jornalista que não noticia o que sabe ou 

não escreve o que pensa".

Medeiros de Abreu

 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  Voltaire

 

Indenização, em dinheiro, por dano moral somente indeniza a moral de quem não tem moral.

Medeiros de Abreu 

“O interesse coletivo deve prevalecer em relação ao particular”. Ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes em decisão sobre crime de imprensa.

"O segredo é aliado da corrupção". Ministro Waldir Pires  

"Julgar idéias é uma das mais infelizes invenções da humanidade." Jornalista Audálio Dantas

 

Os incisos do artigo 5o. da Constituição abaixo só não garantem a liberdade de imprensa, porque foram "esquecidos" pelos que julgam ações contra a liberdade de imprensa:

 

* "IV - É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato";

 

* "V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo...";

 

* "IX - É livre a atividade...de comunicação, independentemente de censura e licença";

 

* "XIV - É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional".