VOZ DA TERRA 

Jornal diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil

Coordenador: Egydio Coelho da Silva

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FÓRUM ASSISENSE EM 01 DE JUNHO DE 2.005 
De: Antônio Lázaro de Almeida Prado Júnior 
Cidade: Assis - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Egydio, 
Recebi de meu amigo Antonio Pedroso Junior uma Carta Póstuma para Helenira, escrita por Bruno Ribeiro. Pedroso autorizou que fosse publicada no Fórum dos Assisenses ou na página dedicada a ela. 
Aproveito para anexar o convite para o lançamento do livro de poesias de meu pai que será no próximo sábado. Vários assisenses já confirmaram presença e será um bom momento para reencontrar conterrâneos e amigos da Faculdade. Peço, em nome de minha família, que estenda o convite a todos os leitores do Fórum. 
Saudações,  
Caro Prado.

Já coloquei o texto de Antônio Pedroso Jr. na página de Helenira e a repressão... 
Vi há uns dias atrás um livro sobre a guerrilha no Araguaia. Havia uma foto de Helenira nesse livro. Seria interessante se me enviassem uma foto dela para colocar nesta página. Abçs. Egydio

FÓRUM ASSISENSE EM 03 DE JUNHO DE 2.005 
De: Cláudio Mendes

Cidade: Marietas - Estado - AC - Estados Unidos (USA) 
Para: Fórum assisense

 

Gostaria que voces entrassem em contato com o sarg.valmir para me mandar um e-mail.por favor e meu amigo de faculdade, fale que o batatinha, obrigado, espero receber a resposta

 

FÓRUM ASSISENSE EM 04 DE JUNHO DE 2.005 
De: Luiz Antônio de Castro Santos

Cidade: Petrópolis - Estado - RJ - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Caro Egydio,
se possivel, gostaria que D. Mara, secretária do Prof. Almeida Prado, informasse um endereço postal do Professor, para correpondência. Creio que o endereço da Casa das Rosas não seria adequado.
abraços, Luiz Antonio de Castro Santos. Petrópolis, RJ  
Caro Luiz,
Lamento mas não localizei o email do Prado Jr. Talvez se você endereçar à Prefeitura de Assis a/c do Prado Jr. dê certo.
Abçs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE JUNHO DE 2.005 
De: Luiz Antônio de Castro Santos

Cidade: Petrópolis - Estado - RJ - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Caro Egydio,
não é o filho, é o próprio Professor -- o pai -- cujo endereço procuro. A secretária dele é que se manifestou pelo Fórum. Se minha mensagem anterior sair na próxima rodada, talvez ela leia. Será meio caminho andado...abraços, Luiz Antonio 

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE JUNHO DE 2.005
De: Egydio Coelho da Silva
CIDADE: São Paulo - ESTADO: SP -  PAÍS: Brasil

PARA: FÓRUM ASSISENSE

 


O falecimento de Gérson Martins de Araújo (foto), no último fim de semana em Assis-SP, deixou todos aqui do Jornal da Bela Vista muito tristes.
Gérson, que tinha uma ligeira semelhança física com Martinho da Vila, dizia sempre que se identificava filosoficamente com Lima Barreto. E é verdade.
Gérson foi editor do Jornal da Bela Vista durante cerca de 20 anos e, embora não tivesse intensa atividade social no bairro, preocupava-se demais com o Bixiga e fazia o que podia através das páginas do JBV para encontrar solução para os problemas comunitários.
Em meados da década de 90, me disse que iria voltar para Assis, sua terra natal. Não acreditei porque sabia de sua ligação com o Bixiga, mas acho que o saudosismo falou mais alto e se foi.
Penso até que se arrependeu, porque se ele fez muita falta ao Bixiga, o Bixiga também lhe fez falta e talvez este desencontro tenha até apressado sua despedida desta vida, pois, ainda era muito jovem para morrer. 
Tito Lívio Bernardi, advogado e jornalista, que se iniciou jornalismo, sob a orientação de Gérson, fez questão de escrever um texto, que publicamos abaixo.
A jornalista Ana Salete da Silva (Júlia de Medeiros), minha sobrinha, que também se iniciou no jornalismo, tendo Gérson por mestre aqui no Jornal da Bela vista, redigiu texto que também divulgamos hoje neste Fórum assisense.
A boa recordação e lição de sentimentos humanos é herança valiosa que Gérson deixou a seus amigos tanto do Bixiga, como de Assis. Egydio Coelho da Silva.

Os anos em que vivemos felizes

Tito Lívio Bernardi*

Para os que conviveram com o jornalista Gerson Martins de Araújo, lembrar a figura inquieta, que conseguia ser, num só tempo, afetivo, cordial e intransigente em suas convicções, traz recordações felizes, de um ambiente raro no Jornalismo. Sempre disposto a compartilhar tudo o que sabia com quem se iniciava na profissão, Gerson semeou amizades leais e verdadeiras. Jornalista forjado na escola das redações, com dois cursos incompletos (Letras na Unesp e Jornalismo na Cásper Líbero), Gerson era capaz de “bater o escanteio e correr para cabecear”, como o definia o nosso diretor de redação Egydio Coelho da Silva. 
À frente da redação do quinzenário Jornal da Bela Vista, nos anos 80, Gerson se desincumbia com tranqüilidade, alegria e uma dose de exagerado otimismo de praticamente todas as funções. Fazia reportagens, diagramava o jornal, fotografava, enfurnava-se por horas no laboratório, onde revelava e ampliava as fotos e encontrava tempo para redigir editoriais, crônicas esparsas e artigos sobre os mais variados assuntos. 
Sua versatilidade e o texto brilhante lhe renderam o reconhecimento no bairro ao qual dedicou uma longa série de grandes reportagens. Quem se der ao trabalho de consultar a coleção dos jornais da época, constatará que o jornal abordou e debateu praticamente todos os grandes problemas que infelizmente empurraram o Bexiga para a agonia urbanística que vive hoje. 
Dos problemas de trânsito e segurança às questões urbanísticas, incluindo os projetos de arquitetos de renome para o bairro – todos engavetados, não houve um único tema que escapou da pauta do JBV, sob a batuta de Gerson. O rico cotidiano do bairro, as histórias da imigração italiana e a intensa vida cultural foram registradas nas páginas do jornal. 
Antes de a grande imprensa descobrir a riqueza cultural do Bexiga, Gerson comandou a cobertura do ressurgimento da festa da padroeira N. S. Achiropita. Inovou também ao convidar o Armandinho, personagem-símbolo do bairro, para escrever uma divertida coluna. 
Disparava as teclas da Olivetti com independência e capacidade crítica. Há mais de 20 anos, algumas manchetes despertavam por vezes impulsos censores de comerciantes, que não viam com bons olhos um jornal independente. Diziam que o jornal era “excessivamente” pessimista. O tempo provou que não. O cenário sombrio do bairro está aí. 
O maior legado deixado pelo brilhante jornalista, porém, foi a pequena legião de discípulos que ajudou a iniciar no jornalismo. Aos “focas” devolvia textos para serem reescritos, mas também fazia questão de dar o crédito às matérias que julgava merecedoras. E diante de qualquer indício de hesitação de seus jovens colegas, disparava: “Jornalista não pode perder o senso crítico e a capacidade de se indignar”.  *Tito Bernardi, é jornalista e advogado.

Mais de 20 anos de indignação

Ana Salete Coelho da Silva*
“Um jornalista não pode perder a capacidade de se indignar”. Há mais de vinte anos tenho me pautado por essa frase pronunciada de forma incansável por meu primeiro mestre do jornalismo e ao longo da vida amigo, Gerson Martins de Araújo. Talvez com alguma técnica qualquer um seja capaz de escrever um texto correto, fazer um título objetivo ou diagramar uma página harmoniosa. Mas Gerson não precisava de nada disso. Seu texto era impecável e os títulos que produzia resumiam tudo, mas seu verdadeiro jornalismo estava em sua alma.
Defensor das minorias, porque não, dos pobres e dos menos favorecidos, Gerson era um sonhador, como o “acusavam” quem considerava suas idéias utópicas demais. Ele sonhava, sim, com um mundo melhor, com menos fome, menos miséria e mais conforto, embora fosse completamente desprendido de luxos. Mas para mim, em especial, no começo de carreira, com vinte anos se tanto, quando o jornalismo parece mais um sacerdócio do que uma profissão, Gerson era expressão perfeita do bom jornalismo: ouvir as duas partes, com isenção e nunca se curvar à pressão dos mais fortes. Aliás, ele também dizia que o respeito o jornal e o jornalista conquistavam com a independência.
Gerson foi o profissional perfeito para o jornalismo comunitário, o jornal de bairro, que vive intensamente os problemas de sua comunidade e de sua gente. Gerson gostava de gente, de bater papo, de falar da vida, de dar risadas e de se emocionar e isso é coisa mais rara na grande imprensa, onde a pressão é maior e o verdadeiro jornalismo muitas vezes está escondido no fundo de alguma gaveta. 
Gerson conhecia cada cantinho da Bela Vista e se alguma coisa estava errada ou fora do lugar ele logo percebia. Jornalista é um ser em geral vaidoso, gosta de ver os resultados de suas investigações apurações e reportagens, frutos de seu trabalho. Mas para o Gerson, as conquistas de seus “pupilos” e o sucesso da carreira de cada um eram os frutos que gostava de saborear com prazer. Gerson era um jornalista, mas foi também um mestre. Um mestre com o qual, com certeza eu e muitos de seus discípulos, aprendemos a amar essa profissão. Uma profissão na qual talvez possa se perder tudo menos a capacidade de se indignar.

*Ana Salete Coelho da Silva (ou Júlia de Medeiros), é jornalista.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 11 DE JUNHO DE 2.005 
De: Alberto Zacarias

Cidade: Osasco - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Assunto: O Homenageado se lembrou da Maninha. Pode?
O homenageado, entre desembargador e proprietário de jornal foi se lembrar da minha irmãzinha. 
Tá certo que ela sempre foi a primeira da classe, desde o primário até o curso superior, quando se formou em Psicologia na Unesp na década de 70. 
Tá certo que ela foi nota 10 na FEMA, quando depois de aposentada como gerente de Banco, resolveu cursar a faculdade de Direito, recebendo, inclusive a Láurea Acadêmica. Mas daí o Dr. Oswaldo se lembrar dela" é muito puxasaquismo. 
Ciúmes à parte, parabéns ao homenageado cujo merecimento é incontestável e também à maninha por ser lembrada por um professor que lhe ministrou aula na década de 60.
(Alberto Zacarias) 
VOZ DA TERRA - 11/06/2005 Jornal diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil 
ESCOLA SUPERIOR DE ADVOCACIA
OAB/Subsecção de Assis homenageia Oswaldo Trevisan
A OAB – Ordem dos Advogados do Brasil/Subsecção de Assis, por meio da sua Escola Superior de Advocacia, homenageou na última quinta-feira o advogado Oswaldo Trevisan pelos relevantes serviço prestados a comunidades jurídica e acadêmica.
O homenageado é procurador do Estado de São Paulo aposentado, professor aposentado da Unesp, campus de Assis e Marília, e advogado militante na capital paulista, onde por muitos anos foi sócio do ex-ministro da Justiça, José Saulo Pereira Ramos.
Um dos grandes orgulhos de Trevisan é ser professor formado em Letras pela Unesp, campus de Assis, e de ter lecionado principalmente no ensino secundário. “Venho ministrar essa palestra para trazer intranqüilidade, porque venho discutir um tema que está sujeito a inúmeras interpretações. Venho aprender também. O magistério tem essa propriedade. Foram meus alunos o desembargador Otacílio Ferras Felizardo, os advogados Lourival Dias e Áurea Zacarias, o jornalista Eli Elias, esse último ainda no ginásio, entre tantos outros”, comenta.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 13 DE JUNHO DE 2.005 
De:
Sargento PM Valmir Dionizio.

Cidade: Assis - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Ola Sr. Egydio.
Acompanho o Jornal Voz da Terra virtual o Fórum de Assis, gostaria de lhe Agradecer e parabenizar pele iniciativa.
Embora um tanto tímido para participar, gosto de ler as mensagens dos Assisenses que estão fora e até mesmo dos Assisenses locais.
Sou filho de Assis e trabalho na Policia Rodoviária de Assis há 18 anos e tenho uma grande admiração pelo Jornal Voz da Terra.
Atualmente sou assinante virtual, mas já fui assinante da versão impressa.
Tenho alguns amigos no Jornal, onde destaco o profissionalismo e competência da Dagmar, Mercinda, Estela, Lúcio, enfim de todos.
Escrevo tambem para fazer um pedido a respeito de uma mensagem publicada no Fórum:
FÓRUM ASSISENSE EM 03 DE JUNHO DE 2.005 
De: Cláudio Mendes 
Cidade: Marietas - Estado - AC - Estados Unidos (USA) 
Para: Fórum assisense 
Gostaria que vocês entrassem em contato com o sarg.Valmir para me mandar um e-mail.por favor e meu amigo de faculdade, fale que o batatinha, obrigado, espero receber a resposta .
Essa pessoa (Cláudio Mendes) é meu amigo de faculdade (1985) que foi para os EUA e nunca mais tivemos contato.
Gostaria de saber se o Sr. possui e pode me mandar o e-mail dele?
o meu é valmir_dionizio@uol.com.br ou valmirdionizio@ibest.com.br  .
muito obrigado pela atenção, parabéns e continue com o projeto (Voz da Terra virtual e Fórum Assisense).
Abraços fraternos e me coloco a inteira disposição.
Sargento PM Valmir.

Caro sargento Valmir.

Não localizei o email de Cláudio Mendes. Mas seu email ficará disponível nesta página. Acho que ele lhe dará retorno. 

Abçs. Egydi Coelho.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 13 DE JUNHO DE 2.005 
De: Fábio Spera

Cidade:Santa Rita do Passa Quatro  - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Caro Egydio.
Nos aproximamos do grandioso Centenário, data esta que enche nossos corações de orgulho, mesmo estando minha família residindo em Santa Rita do Passa Quatro/SP., desde 1978. Por sorte, tive a oportunidade de "voltar" e morar em Assis de 1986 a 1992, período este que conheci muitas pessoas e ter a oportunidade de fazer grandes amigos, dos quais o tempo não consegue deixar de amá-los.
Como não lembrar de Assis no dia a dia?
Como não lembrar daquele Senhor que vendia biju naquela lata verde?
Do bar do Mingo de Vito? Da Rotativa Sonora? Da tubaína Cristalina e da Sacconi? Do pão da Pão Quente e do Carneiro? Do Mercadão, seus açougues e suas verduras?
Como não lembrar da Praça do antigo Hospital Sorocabana e dele mesmo, onde nasceu meu irmão Cássio, das mãos do grandioso Dr. Maurício?
Da casa da família Prado e das traquinagens de nós que fomos "moleques" fazíamos com muita saúde?
Como não lembrar do Mac Rybel e Jet Boys? Patrimônios da cidade!
Como não lembrar dos sorvetes da Cristal? Como não lembrar da Rua Santa Cecília esquina da Rua Quintino Bocaiúva com seu cheiro de flores da antiga casa da família Holzhausen; senão me engano? Como não lembrar do Clybas, no qual iniciei os estudos em 1973? Como não lembrar de D. Mafalda Bartolomei e de Clélia Chizzolini? De Cida Mimessi? De Darci e Zilda de Paula e outros também magníficos? Do pessoal do Cleophânia onde meu pai trabalhou? Do Gerson e do Josué? Como não lembrar da construção da nova Catedral? Do prédio que pertenceu a meu bisavô Laurito Spera defronte a Catedral? Do armazém da 9 de Julho onde vendia alfafa com meu avô Pedro? Da Casa Holmo? Das conversas dos orquidófilos, com meu avô Emílio Schwarz e as estórias das expedições que faziam ao Mato Grosso? 
Enfim, como não lembrar de tantas coisas boas? 
Lembrar que muitos já se foram mas deixaram no cantinho de saudades de nossos corações uma eterna gratidão? 
Por isso rezo para Padre David, o Santo que viveu em Assis, para protege-la eternamente... E a todos nós, que acreditamos em sua santidade....
Não posso deixar de transcrever um texto que meu querido pai Mauro Spera, guardou e dizia ser o seu sentimento pela cidade:

 

Pequena grande cidade
sonhos... Poesia, canção;
grande pequena cidade
paz... Amor, coração.

Quando deixo, saudade
quando volto emoção

vê-la crescer, alegria
vê-la brilhar, paixão

vou viver em seus dias
vou morrer em seu chão...

Parabéns Assis!

Fabio Spera e Família
fabiospera@terra.com.br 

 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE JUNHO DE 2.005 
De: Luiz Mazzo

Cidade:São Paulo  - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Egydio, sobre a matéria circulada no VT virtual de 14/06/05 sobre a ALL - América Latina Logística, as blitz educativas nas principais passagens de nível (cruzamentos com via férrea) e campanhas de palestras nas escolas de Assis são ao meu ver necessárias e parte do plano de segurança, porém sequer serve de ação de contenção e menos ainda ação corretiva, é pouco para uma empresa que segundo a própria reportagem é a maior empresa do ramo na América do Sul. Não consta na reportagem ou o reporter não perguntou qual é o plano para a cidade de Assis ou se há um projeto para instalação de semáforos (que já existiram) e ou cancelas que seriam ações corretivas, principalmente no cruzamento da ferrovia com a rua Sebastião L. Canto e no cruzamento com a Av Glória, pontos estes que dado a localização têm maior fluxo de veículos e que pelo estado de abandono da ferrovia o motorista, mais ainda os visitantes e que não passaram pela blitz, podem pensar que não mais passam trens por ali, lembro que em reportagem à poucos meses atrás no próprio VT o fluxo era de dois trens por dia. Devemos acompanhar esta nova Campanha de Melhoria de Segurança desenvolvida pela ALL e lembrar que sensibilizar a comunidade da importância de parar antes de cruzar a linha férrea não é o bastante.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 20 DE JUNHO DE 2.005 
De: Aaron Hirsch

Cidade: Londrina  - Estado - PR - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

EMail1: karas2ksds@hotmail.com
O assisense e professor do dep. de História da UEL Marco Soares foi nomeado no dia 20 de maio de 2005 como membro titular do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ - (DOU,23 de maio, 2005 seção 2 p. 2)- ligado à Casa Civil da Presidência da República. Dentre as inúmeras funções deste Conselho, está o estabelecimento da política nacional de arquivos. Mais informações sobre o CONARQ: http://www.arquivonacional.gov.br/conarq/home.htm
O professor que também é coordenador do curso de arquivologia da UEL estará entre 17 e 20 do outubro no VI Congresso de Arquivologia do MERCOSUL, que ocorrerá em Campos do Jordão e onde apresentará as dimensões teórico-metodologicas do ensino de arquivologia, em uma sessão que discutirá o ensino superior de arquivologia nos países do MERCOSUL.aaron
 

FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE JUNHO DE 2.005 
De: Cleide Pelizzon

Cidade: Brasília  - Estado - DF - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Quanto emoção, pois hoje descobri o portal que me leva de volta ao passado e com muita emoção encontrei dois amigos dos anos 70. 
O Sérgio Monteiro, irmão da Lena, era bom demais ir até a casa do Dr. Ayrton ( que me tratou várias vezes) e ficar de papo com a turma toda depois dos treinos de natação no Tênis clube. 
Na realidade eu não treinava nada, mas conversava muito, a Lena, a Marta, a Bibia, a Marcy o Guinha a Shelminha... 
Sérgio adorei a idéia que você deixou no fórum de um encontro com os amigos e enfim , os jovens assisense que frequentavam o Porão, o Flamingo, nossa o Chalera era muito bom. 
Sinto hoje falta dos carnavais de Assis, a Unidos do Recanto e escola de samba do Capeta e a juventude alegre e feliz que todos nós tivemos em Assis.
E o Márcio Amêndola, me lembro quando ele trabalhou no senso pra levantar uma grana, hehehehe....
Parabenizo aqui o Egydio por esta idéia fantástica de reaproximar os amigos de infância e adolescência. Cleide Pelizzon. Brasília - DF.

FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE JUNHO DE 2.005 
De: Flamarion Maués

Cidade: São Paulo  - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

EMail: flamaues@terra.com.br

Gostaria de entrar em contato com o jornalista Julio Cezar Garcia. Estou fazendo uma pesquisa sobre a editora Brasil Debates e acho que ele pode me ajudar.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE JUNHO DE 2.005 
De: Deijari de Almeida

Cidade: Loureira  - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Bom dia....sou filha da terra e estou interessada em obter mais informações sobre meu avô, mais conhecido como Joaquim Buava e que segundo minha família foi proprietário do primeiro veiculo na cidade de Assis. Meu tio Agenor era o motorista do mesmo. E também era o jóquei dos cavalos de "carreira" que meu avo criava. Seu nome correto era Joaquim Rufino da Silveira.

Agradeceria se houvesse fotos desse período; lá pelos idos de 1925 aproximadamente. Solicito ainda que não seja divulgado meus endereços. Apenas e-mail etca11@terra.com.br , o que antecipadamente agradeço... Parabéns pelo site.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE JUNHO DE 2.005 
De: Luciana Tebaldi Nogueira

Cidade: Assis  - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Egydio, gostaria te fazer uma pergunta tenho duvidas, quando conta a história do jornal voz da terra, não cita o nome do Eliazar Elias, gostaria de saber o motivo. Ele não foi um braço direito? Ele nunca ajudou o jornal a crescer? Luciana.
Prezada Luciana, foi bom você lembrar o nome do Eliazar, irmão de Eli Elias, assim como Édson Elias, ambos foram muito importantes na vida do jornal.
Eliazar, como todos os funcionários, sócios e ex-sócios de Voz da Terra, deixou sua marca e ajudou a fazer a história do jornal, que registrou e documentou quase 50% da história de Assis.
O ideal seria que pudéssemos citar o nome de todos ou, talvez, o de ninguém para não fazer injustiça pela omissão. Mas isso é impossível em qualquer história que se conte.
Se você tiver mais informações sobre dados biográficos do Eliazar, relacionados com Voz da Terra ou não, favor me enviar que divulgarei aqui no Fórum assisense.  Grato pela lembrança. Abçs. Egydio Coelho da Silva.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE JUNHO DE 2.005 
De: Noel Gonçalves Cerqueira

Cidade: Guarujá  - Estado - SP - País: Brasil 
Para: Fórum assisense

 

Assunto: Texto sobre Oswaldo Trevisan

Queria submeter a você, Egydio, um breve texto sobre o Professor Oswaldo Trevisan, recentemente homenageado pela OAB, com belo comentário no Fórum assisense. Grato; Noel.

"EXCEÇÃO COM QUATRO ERROS

Meados da década de 70, recém instalado em Assis, lá estava eu -freqüentando o Curso Comercial do Professor Oswaldo Trevisan - tentando

recuperar o tempo perdido na busca de meus objetivos.

Na mesma classe estavam o Paulo Sampaio, então guarda livro da Nova América; Giorlando Silva, funcionário do cartório eleitoral e depois foi para o Banco do Brasil; Camacho, do Bradesco de Ibirarema e outros jovens.

Dentre os professores lembro-me do Paulinho Dantas, oficial de justiça e eterno goleiro do "Galinheiro"; Gilliah Pelegrino, comandante da Polícia

Militar e com orgulho meu contemporâneo de turma da Faculdade; Benedito, contador da Prefeitura de Cândido Mota.

Certa feita, um dos professores faltou e para preencher a janela criada, o Professor Oswaldo Trevisan foi ter à nossa classe. Como era de seu feitio, ocupava proveitosamente o nosso tempo, sempre colocando um tema -

geralmente relacionado com a cidadania e/ou política - para ser discutido

em grupo.

Um dos jovens da classe, sempre irreverente e de um atrevimento

irresponsável (no bom sentido, é claro!) dirigiu-se ao Dr. Oswaldo e num

tom de súplica disse:- "Professor Paçoquinha, posso ir embora, minha namorada está me esperando?

Com toda sua experiência pedagógica, educação e grandeza de espírito, o doutor Oswaldo, embora ruborizado com o tratamento, mas sensibilizado com o argumento do jovem, aquiesceu com a saída, mas impôs uma única condição. O aluno deveria ir até a lousa e escrever corretamente a palavra exceção.

Tão logo a palavra foi expressa na lousa, toda a classe caiu na pele do colega - gozação nos dias de hoje - pelos erros grosseiros cometidos pelo jovem, que já tinha pretensão de ser jornalista e escrever a história da cidade.

Coube então, ao emérito professor - na verdade, um mestre na expressão legal do termo - enumerar os erros cometidos pelo aluno ao grafar a palavra. Por mais que eu me esforce não consigo transcrever a grafia empregada, mas o doutor Oswaldo Trevisan constatou e nos demonstrou claramente a existência de quatro (4) erros crassos numa palavra de três sílabas.

Tentem os leitores, num exercício destrutivo repetir a façanha do jovem e pretensioso aluno da Escola de Comércio de Assis. Talvez, assim, consigam identificá-lo, atualmente, numa expressiva figura da política assisense. Parabéns Professor Oswaldo Trevisan, guardo com orgulho e muita saudade o proveitoso e rico convívio no Curso de Técnico de Contabilidade e depois na Faculdade de Direito Eurípides Soares da Rocha, em Marília.Noel Gonçalves Cerqueira, advogado, delegado de polícia-aposentado. Guarujá-sp.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE JUNHO DE 2.005 
De: Rosimeire dos Santos

Cidade: Arezzo  - Estado - País: Itália 
Para: Fórum assisense

 

Olà, eu sou Assisense de Coraçao e neste momento estou fazendo um curso aqui na Italia. Se for interessante "per voi" posso escrever algum artigo , contando particularidades sobre como estudar a Lingua Italiana na Italia. Acho que seria muito interessante, sendo que nossa cidade conta com uma Universidade de Letras. Aguardo resposta. Obrigada! Rosi
Prezada Rosi.

Acho que até sem muito formalismo, você poderia enviar algum texto sobre como estudar a língua italiana. Os estudantes e intelectuais de Assis, com certeza, irão gostar muito. Abç. Egydio

FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE JUNHO DE 2.005 
De: Josi Chevalier

Cidade: Los Angeles  - Estado - País: Estados Unidos da América 
Para: Fórum assisense

 

Egydio, gostaria que você divulgasse o falecimento de meu pai, o senhor Denerval Pauda Silva, mais conhecido como DECO; faleceu de infarto na casa dele nesta madrugada.
Ele tinha 72 anos de idade e era um morador antigo de Assis, alias ele viveu toda a vida nessa cidade e amava muito esse lugar. Ele era de uma família numerosa que viveu anos na Vila Operaria e era muito conhecido na cidade já que trabalhou muitos anos como caminhoneiro e viveu sempre na Vila Xavier, na rua Padre Anchieta.
Era casado com Julieta Alves Silva e teve tres filhos: Josi Mara (eu), Joseli (residente em Natal (RN) e Glaucio (unico que ainda vive em Assis e vivia com meu pai).
Meu pai nos deixou e tambem com 4 netos: Anna Carolina, Gabriel, Gustavo e Louis Philippe (meu filho de 3 meses). Meu pai era filho do Seu Olimpio que tinha uma fabrica de carrocerias de caminhao ali na vila Operaria e ali eles viveram muitos anos.
Se você puder divulgar esta mensagem no Fórum eu agradeço, pois, muita gente mesmo vai se lembrar dele porque meu pai era muito conhecido ali na Vila Xavier na area do bar do Careca, tinha a padaria do Jura, o posto ao lado do bar do Careca, alem de que meu pai sempre jogava baralho ali na pracinha da Concha Acustica.
Faz mais de 6 anos que vivo aqui e fazia o mesmo tempo em que eu nao via meu pai e nao irei ve-lo mais o que me deixa muito triste.  Grata. Josi Chevalier.

Em tempo:

Se quiser acrescentar pode dizer que ele foi Bom. 
Te envio junto a esta mensagem texto mandado por um primo de segundo grau, o Guido ai de Assis, que voce pode ate colocar no Forum e que é muito poetico e emocionante. Bye e obrigada de coração.

Data:  Sun, 26 Jun 2005 09:22:10 -0700 (PDT)

Assunto: Texto escrito pelo primo Guido de Moraes (residente de Assis), um texto lindo que me emocionou e muito!
”JOSI, difícil dizer qualquer coisa, nesse momento, para reconfortá-la.
Quero apenas dizer que estive no velório de seu pai e acompanhei o sepultamento.
Algumas observações gostaria de fazer: antes de sair do local onde estava sendo velado, e antes de fecharem o caixão, um violinista tornou aquele pungente instante menos doloroso.
As canções que entoou deram uma sensação de harmonia e leveza que a todos acalmou.
Se de fato há outra dimensão, deu a impressão de que lá tudo ocorre nesse cenário de paz e compreensão.
Outro ponto que chamou minha atenção foi a cor do céu em Assis durante o tempo em que nos deslocávamos até o cemitério.
Era de um azul tão limpo e claro, o tal céu de brigadeiro, com um sol aquecedor para uma época de temperaturas mais anemas, que também conspiravam para reforçar ainda mais a sensação de leveza e aceitação, apesar da dor dos que ali estavam.
Quando o caixão foi posicionado, já no interior do cemitério e próximo à sepultura, para as últimas despedidas, seu irmão pediu que o abrissem mais uma vez, quando um gesto dele causou muita emoção nos presentes.
Ele foi até um ramalhete de rosas, retirou uma delas, de um vermelho impressionante, e a entregou a um de seus filhos que a depositou sobre o peito do seu pai. Seu semblante estava sereno, sereníssimo.
Deu a nítida impressão de que havia chegado a um lugar também sereno, de paz imorredoura.
Foi possível ainda lembrar de seu jeito alegre, brincalhão, sempre rindo e provocando risos nos demais. Penso que assim será lembrado por todos, como alguém de riso farto, alma pura e coração generoso. Seus primos Carlos, que comigo trabalhou, e o Pelé, estavam muito emocionados, chorando muito, como se houvessem perdidoum pai.
Creio que esse sentimento desses sobrinhos em relação ao tio também representam muito do que o seu pai foi.
Aquele tio acolhedor e amigo como não se vê por aí com muita frequência.
JOSI, chegará o tempo em que você também poderá colocar sobre a sepultura uma rosa vermelha homenageando o seu pai, e ele a abençoará com muito amor”. Um afetuoso abraço. Guido de Moraes

FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE JUNHO DE 2.005 
De: Flávia Maria Oliveira

Cidade: Embu  - Estado: SP - País: BrasilPara: Fórum assisense


Para Cleide Pellizzon.
Oi Cleide, q bom te encontrar por aqui, há quanto tempo não nos vemos. soube do escorpião na tia Neza, que mêdo!! Bem, como já deve saber, nossa prima está em Assis, eu já a vi, passou uns dias por cá p matar as saudades. Nossa, vc falando do Sérgio, me lembrei do Guga e da Lena e do pai deles e sua mãe. meu Deus, quanto tempo, Flamingo, Chaleira, Porão, etc....Bem, eu estou no Embu, trabalhando com psicologia e com pintura, vamos bem, eu e Marilia já com dezessete, também sinto saudades de Assis e de tantas pessoas queridas de lá. Aproveito p citar alguns q talvez nem conheça mas q se visitarem este Fórum, terão notícias da gente, Máris Stela, Lila e sua graaaaande familia, Odete, Décio Piemonte, bem, toda a turma de 1979 da Psicologia, se alguém souber deles, entrem em contato comigo aqui! Bjs. Se passar por Sampa, visite-nos no Embu, a cidade é uma graça, tem muita coisa prá ver. Tchau.

FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE JUNHO DE 2.005 
De: Tania Mara  Fonseca Mendes Afonso

Cidade: São Paulo  - Estado: SP - País: BrasilPara: Fórum assisense


 Caro Egydio.

VAmos ou nao para Assis agora em julho festejar a nossa cidade?

Abçs. Tânia.
Tânia.
Acho que todos nós sonhamos com isso. A nossa esperança é que alguém com entusiasmo e tempo organize esse evento. Estamos com esperança que aconteá. Abcs. Egydio

FÓRUM JORNAIS DE BAIRRO EM 27 DE JUNHO DE 2.005 
De: José Joaquim Moutinho

Cidade: Curitiba  - Estado: PR - País: Brasil

Para: Fórum jornais de bairro

 

Assunto: A respeito do texto do Noel Cerqueira ( passagem do Osvaldo Trevisan ):

Não me lembrava da passagem descrita por ele a respeito do professor Osvaldo Trevisan no Colégio Comercial de Assis mas eu também fazia parte desta turma,deve ser 1975 ou 1976, já faz tempo. Lembro me que o pessoal citado por você, o sr. Paulo da Nova América, o Camacho e outros que conversávamos menos eram da turma do fundão. Eu sentava mais a frente e me recordo das aulas de história, das discussões acaloradas, me lembro apenas do sobrenome da professora ( De Maio )que era irmã da Lídia que também estudamos juntos no Clybas. Da turma da frente ainda posso citar o Mário Mantovani, que hoje está no SOS Mata Atlântica, o Carlos Eduardo Pelizzon, João Roberto Figueiredo que estudou economia na FAAP e se enveredou pelo lado financeiro ( ações ). Eu estou em Curitiba há 16 anos e trabalho numa fábrica de colheitadeiras e tratores depois de estudar engenharia em São Paulo e trabalhar por um tempo lá. Mas procurei um local mais tranquilo pois São Paulo é muito agito.

 Essas recordações que encontramos no Fórum realmente emocionam, todos nós que deixamos Assis guardamos muitas lembranças e é muito legal quando compartilhamos das mesmas.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE JUNHO DE 2.005 
De: Cláudio Mendes

Cidade: Marietas - Estado - AC - Estados Unidos (USA) 
Para: Fórum assisense

 

Obrigado por voces me atenderem , encontrei meu amigo e por intermedio deste recado j encontrei outro que fazem  uns doze anos que nao falava com essa pessoa, e quando ao sargento valmir, consegui e ja trocamos recados por aqui, obrigado por esta chance e parabens por canal de encontros de velhos amigos. tenho saudades de quando passava neste jornal e encontrava amigos e agora a saudade e maior, abracos para todos desse jornal. abracos e tenho um grande carinho por voces.

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE JUNHO DE 2.005 
De: Andrew Guilherme

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense
 

Boa tarde, eu sou estudante de história da UNESP, e estou estudando a importancia da história da empresa Conti para a nossa região, eu ficaria enormemente agradecido se voces pudessem me enviar qualquer material sobre a fundação desta fábrica ou de seu fundador. Muito grato. Andrew.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE JUNHO DE 2.005 
De: Mary Ângela Avance

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Gostaria de ter contato com alguem que tenha feito o primeiro ano primário com a Da. Francisca, em 1967, no Grupão.

Parabéns a vocês.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE JUNHO DE 2.005 
De: Mara c. Andreosi

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

Prezado Sr. Egydio,

Por gentileza repassar aos participantes deste Fórum o convite abaixo.

Lançamento em Assis do livro:

"Ciclo das Chamas e outros poemas "

data: sábado, 9 de julho de 2005

hora: 16:00

local: Centro Cultural Dona Pimpa

detalhes: Você que é assisense não pode perder o lançamento deste

livro do querido mestre Antônio Lázaro de Almeida Prado, publicado

pela editora Ateliê. É um lindo livro de poesias que será autografado

neste evento pelo poeta Almeida Prado . Mara C. Andreosi.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE JUNHO DE 2.005 
De: Mauro Alves dos Santos

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Prezado Egydio.

Certamente o Capitão jamais poderia imaginar em que, aquele pequeno ajuntamento inicial de casebres de forasteiros e sertanejos corajosos, poderia se transformar.

E de quantos descendentes daqueles pioneiros e simples moradores, somados aos que vieram se chegando depois, foram precisos para se fazer a Assis de hoje.

E Assis não se transformou na Cidade Fraternal à tôa. Quantos e quantos não vieram de tantos lugares, para constituir nossa comunidade, e fazer a História desse lugar.

Aliás, quando falamos em História (ou estudamos) parece-nos que ela é feita apenas por proeminentes, pelos notáveis, pelos mais destacados. Mas, com certeza, a História não existiria sem os desconhecidos, sem aqueles que não são notícia, aqueles que vieram e se foram sem serem percebidos.

Na verdade, cada pedra removida, cada tijolo colocado, cada forasteiro chegado ou cada filho nascido participa e faz a História, mesmo sem saber da sua importância, mesmo que, erradamente, se nos pareça desconhecido, não notado, escondido.

Hoje, aos quase 52 anos, tendo nascido e, vivido por quase vinte anos na nossa Assis, de família como tantas outras que vieram de outros cantos e escolheram Assis como lugar de destino para viver, educar e fazer crescer seus filhos. Tenho orgulho deles, de todos e de mim próprio por ter, mesmo que anonimamente, contribuído e construído a História da comunidade de Assis, com o que de melhor que cada um pôde dar.

Estudei no Grupo Escolar Anexo ao I.E. Dr Clybas Pinto Ferraz, de 61 a 64, na Luiz Piza; me lembrando daqueles uniformes calças curtas e saias azuis-marinho e blusas brancas.

Como esquecer das pessoas que estiveram presentes em nossa infância e adolescência? Como esquecer a pessoa que tantas vezes pegou em minha mão para me ensinar a escrever? Minha primeira professora Dona Penha. Como esquecer Dona Ofélia, Dona Magdalena, Dona Sylvia? E, mais tarde, já prédio novo do Instituto, Dona Odete, Mercadante, Pedro D'Arcadia, Godinho, Prof. Geraldo?

E, como esquecer os Padres da Catedral? Padres Túlio (bravo como quê), Câncio e o amável contador de estórias Padre Lino.

O Ranchinho e seu estilingue (artista ainda por ser descoberto); do Bibo Marchetti, nas quermesses; do "seo" Marcelo; das matinées do Cine São Vicente.

E a turma do TG, primeiro semestre (claro),de 1972. Primeiro semestre, sim porque - que me perdoem os leitores e todos aqueles que fizeram o TG no segundo semestre -, dizia o Sargento Andrade que os (recrutas)do segundo semestre eram feitos de "porra sintética". Nunca quis confirmar... evidentemente!

Como esquecer dos formandos do 3.o Colegial de 1972 do Instituto, e das nossas brincadeiras dançantes dominicais...regadas a ponche... várias delas feitas na casa do Ricardo Mega.

E quantos outros, que se não deixaram marcas na cidade, deixaram marcas nas pessoas com as quais conviveram, o que é mais importante.

É como descrito pelo prof. Prado em seu artigo, transcrito nesse mesmo Fórum, pelo Zaca - meu amigo de escola -. "A fraternidade Assissense é legado dos nossos fundadores".

Gostaria de lembrar e, me permitam, homenagear todos aqueles, que como disse, mesmo anonimamente não fugiram à responsabilidade de dar continuidade a História iniciada naquele, hoje, não longínquo primeiro de julho de 1905, pelo Capitão Assis.

E, gostaria de fazê-lo em nome de pessoas simples e também anônimas, como os de meu pai e minha mãe.

Seo Juquinha e Dona Luzia, que vindo do norte de Minas; ele, analfabeto, ajudou a abrir as valetas para a implantação e passagem da rede de esgostos da cidade nos anos de 50 e 60; e ela, muito antes do que, hoje,  se conhece como VOLUNTARIADO, juntamente com pessoas como Dona Brígida Holmo, Dona Nina Silva, Dona Cida (esposa do Vasco) e outras mulheres, juntas na "ONG" de outrora, Associação das Irmãs de Caridade, e com a saudosa Irmã Maria, já se preocupavam e ajudavam as pessoas mais necessitadas da cidade nos anos 50, 60 e subsequentes.

A todos essas pessoas anônimas que ajudaram a construir a cidade, e a escrever a História de Assis, minha homenagem!

Parabéns Assis pelos filhos que te souberam honrar. Mauro A. Santos

 

FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE JUNHO DE 2.005 
De: José Carlos Moreira

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Parabens Assis pelo seu centenário,Quanto tempo princesinha da alta Sorocabana, cidade pequena no seu tamanho mais grande no coração nascido ai e vindos de fora sempre bem recebidos cidade amizade.
Quanto tempo de gentes grandes e pequenas, gente importante ou gente menos importante, Quanto tempo se passou hoje um centenário, quanto tempo se passou gentes que partiram para à eternidade ou partira m desta tão pequena no tamanho onde quantos então foram embora para outras cidades, partiram para outros estados ou paises, mais uma cidade tão linda pela sua gente velhos, jovens, crianças. Quanta saudades tempos em que desfilava no seu aniversário pelo grupo escolar Lucas Thomas Menk. 
Ao som da fanfarra do Diocesano, do Grupo Escolar João Mendes, Instituto Clibas Pinto Ferraz. qui saudade de ver à av. Rui Barbosa toda efeitada. Quanto tempo se passou tenho hoje 59 anos. Tempos bons dos times da vargea da Ferroviária, do São Paulo. Quanto tempo se passou das quermesse de Vila Operária de Vila Xavier quanto tempo. E hoje cidade de Assis 100 anos. Parabens Parabens Assis. Pastor José Carlos Moreira.

 

 

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12)  Pede-se aos participantes respeito e tolerância pelo direito de expressão de pensamento de cada um, tendo como filosofia o pensamento de Voltaire: 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  

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Grato.

Egydio Coelho da Silva, coordenador do fórum assisense

Email: vtmv@monteverdemg.com.br

Máximas sobre liberdade de imprensa e livre manifestação do pensamento:

 

*“Se tivesse que decidir se devemos ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último” (Thomas Jefferson).

 

* “A imprensa, numa vigorosa prestação de serviço, será a memória da cidadania contra o corporativismo de interesses menores, quer no Executivo, Legislativo e Judiciário” (Carlos Alberto Di Franco).

 

“Que o bem da liberdade segue imediatamente os bens da vida e da integridade física, demonstra-se facilmente, pois, a liberdade foi sempre constantemente um dos mais altos fins dos esforços e das aspirações humanas” (Adriano de Cupis).

 

* “Libertas omnibus rebus favorabilior est” ( “Em todos os casos a liberdade é mais favorável”), Brocardo Romano.

 

* “ A imprensa é um dos meios mais importantes de crítica e controle público permanente” (Konrad Hesse)

 

* “A imprensa livre é o olhar onipotente do povo” (Karl Marx).

 

* “A imprensa livre é o espelho intelectual no qual o povo se vê e a visão a si mesmo é a primeira condição da sabedoria” (Karl Marx).

 

“Nossa Constituição Federal (1988) protege, de maneira veemente, o direito de informar, o direito de se informar e o direito de ser informado” (Oduvaldo Donnini, autor do livro “Imprensa livre, dano moral e dano à imagem...pág.206)

 

* “A medida que a comunicação se torna maior e melhor, fica claro que a intolerância é a verdadeira pequenez do homem”, Spielberg

 

* "Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras" (o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos-ONU, 10-12-1.948).


"Creio na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade".

Rui Barbosa

 

"Infringem a  ética:

o juiz que não julga, 

o promotor que  não denuncia, 

o advogado que não defende, 

o jornalista que não noticia o que sabe ou 

não escreve o que pensa".

Medeiros de Abreu

 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  Voltaire

 

Indenização, em dinheiro, por dano moral somente indeniza a moral de quem não tem moral.

Medeiros de Abreu 

“O interesse coletivo deve prevalecer em relação ao particular”. Ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes em decisão sobre crime de imprensa.

"O segredo é aliado da corrupção". Ministro Waldir Pires  

"Julgar idéias é uma das mais infelizes invenções da humanidade." Jornalista Audálio Dantas

 

"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa". (Declaração de Chapultepec sobre liberdade de expressão)  

 

"Limitar a liberdade de expressão, sob qualquer forma que seja, revela incompatibilidade com a democracia". 

Rodrigo Pinho, procurador geral de Justiça do Estado de São Paulo

 

"Falta de ética é não publicar notícia relevante". Thélio Magalhães, jornalista.

 

"O resto do mundo é mero aprendiz do Brasil em matéria de concentração da propriedade da mídia". Fernão Lara Mesquita, jornalista.

 

"O sigilo da fonte garante a revelação de  atividades ilegais". Judith Miller, repórter do New York Times

 

 

Os incisos do artigo 5o. da Constituição abaixo só não garantem a liberdade de imprensa, porque foram "esquecidos" pelos que julgam ações contra a liberdade de imprensa:

 

* "IV - É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato";

 

* "V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo...";

 

* "IX - É livre a atividade...de comunicação, independentemente de censura e licença";

 

* "XIV - É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional".