VOZ DA TERRA 

Jornal diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil

Coordenador: Egydio Coelho da Silva

As mensagens recentes - estão no final da página

Fotos antigas de assisenses
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FÓRUM ASSISENSE EM 01 DE JULHO DE 2.005 
De: Mara Ligia Pires de Almeida Barreto

Cidade: Cuiabá. Estado: MT. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Caro Sr.Egydio. Gostei muito desse fórum. Trabalhei em Assis muitos anos embora morasse na vizinha cidade de Cândido Mota. 
Hoje estou na capital do estado de Mato Grosso - Cuiabá, mas não esqueço desta bela e acolhedora cidade, onde ainda tenho parentes próximos. Gostaria de poder participar do fórum. 
Deparei-me aqui com uma mensagem do colega Humberto Arantes de Carvalho com quem trabalhei há muitos anos atrás, em escritório de advocacia. 
Fiquei super feliz de saber do Sr. Feliciano, pessoa que sempre admirei. Mara Ligia.

FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE JULHO DE 2.005 
De: Dagmar Marciliano

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Olá Sr. Egydio.
Gostaria de que fosse publicado no Fórum assisense meu sincero agradecimento ao 1º Sargento PM Valmir Dionizio, da Polícia Militar Rodoviária de Assis, pelos constantes favores prestados ao Jornal Voz da Terra, quando no envio de informações importantes para meu trabalho, bem como fotografias, que é o que chamam a atenção do leitor para qualquer reportagem.
Saliento ainda a boa vontade prestada pelo policial, que sempre atende a imprensa, mesmo quando em seu horário de descanso, de forma prestativa, colaborando de forma ímpar. Dagmar Marciliano, repórter policial.  

FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE JULHO DE 2.005 
De: Arnaldo Afonso Brandileone
Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

Sobre a foto de 1959 em frente ao antigo Instituto de Educação de Assis, na rua Dr. Luiz Piza, tentando recuperar a memória, vou tentar nomear as pessoas ali presentes. No primeiro plano da direita para a esquerda (de quem olha para a foto) temos: Dr. José Claudovino Dantas (de terno escuro); ao seu lado o Dr. Clybas Pinto Ferraz (atual patrono); ao seu lado (de casaco claro) a professora de Latim, Myrthes Spinardi Cabral; ao seu lado (de casaco escuro) a professora de Português, Yolanda Yared; ao seu lado eu não me recordo do nome da professora; em seguida a professora de Trabalhos Manuais, Maria Aquilina; ao seu lado a professora de Francês, Circe (não me recordo o sobrenome), e ao seu lado a professora primária, Sômea Saletti Bechelli. Na segunda fileira, também da direita para a esquerda de quem olha para a foto, temos a prof. de Desenho, Aparecida Mello Andrade; ao seu lado um inspetor de alunos que não me recordo do seu nome; em seguida a linda garotinha Beatriz Helena Spinardi Cabral, primogênita da prof. Myrthes; ao seu lado a prof. primária, Iani Rolim Rosa Fontes; ao seu lado a também prof. primária, Apparecida Villas-Boas Gomes; ao seu lado (de blusa branca e usando um grande colar) a prof. de Geografia, Loyde de Almeida; e ao seu lado a prof. de Desenho, Altamira de Oliveira Lima. Subindo mais um degrau da escada e sempre da direita para a esquerda, temos: uma servente (de cabelo preso e usando óculos de grau) que também não me recordo de seu nome. Ao seu lado a prof. primária, Magdalena Menk Cintra; ao seu lado a prof. primária, Nadir Gonçalves Dib; ao seu lado a prof. e diretora do curso primário, Sylvia Nogueira Romano; da pessoa ao seu lado também não me recordo o seu nome; seguindo temos o prof. de Ciências, Charles Ronald Prettyman Fraga Moreira; ao seu lado o prof. de Português, Jorge Cury; ao seu lado o prof. de História, Hotir Ribeiro Melo. Subindo mais um degrau da escadaria e sempre da direita para a esquerda de quem olha para a foto, temos: uma inspetora de alunos que não me recordo de seu nome; ao seu lado o inspetor de alunos, Gérson; ao seu lado a funcionária da secretaria, Srª Terezinha Faria de Andrade (esposa do Dr. José Norton de Andrade - Dr. Zézinho); ao seu lado a prof. do curso normal, Maria Emery Soares Pires, carregando um de seus filhos no colo; ao seu lado a prof. de Música, Maria Lopes de Campos - Dona Pimpa; ao seu lado o prof. de História, Clóvis Olinto Corradi; ao seu lado o também prof. de História, Tufi Jubran; ao seu lado o prof. de Física, Horácio Tucunduva Júnior; à sua frente (no degrau abaixo) temos o prof. de Geografia, Luiz Gonzaga Lopes de Campos - Ganga; e ao lado do prof. Horácio Tucunduva Júnior, temos o prof. de Educação Física, Nicolino de Chico Nobre. Subindo mais um degrau, vemos um servente, que não me recordo de seu nome, e ao seu lado não consigo identificar as pessoas seguintes até chegarmos na prof. de Química, Terezinha Cury (atrás da prof. Maria Emery Soares Pires); ao seu lado o prof. de Matemática, Antonio Gonçalves de Oliveira - o prof. Toninho; ao seu lado, o também, prof. de Matemática, Mário Amaral Novaes; ao seu lado o prof. de Psicologia e do curso Normal, José Daniel Tambelli; ao seu lado o prof. de Trabalhos Manuais, Nicanor Luciano Gomes. As duas pessoas logo atrás do prof. Nicanor não consegui identificá-las. Atrás do prof. Tambelli, temos o prof. de Francês Armando Marcatto; e atrás do prof. Armando, temos o prof. Godinho. Atrás do ombro esquerdo do prof. Armando, temos o inspetor de launos e instrutor da fanfarra, Renato Gomes Tangerino. Atrás do Renato, temos o prof. de Matemática, Orlando Baptista Ramos; ao seu lado o prof. de Latim, Pedro Mercadante Leite do Canto; ao seu lado esquerdo temos a inspetora de alunos, Margarida Dantas - dona Margô, mãe do Dr. José Claudovino Dantas; e ao seu lado a funcionária da secretaria, Lia Machado. E bem no alto, isolado no lado direito de quem olha para a foto, está o porteiro, Sr. Luiz D´Arcádia.
Penso que consegui lembrar-me da maioria do corpo docente do nosso saudoso Instituto de Educação de Assis.

FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE JULHO DE 2.005 
De: Rodrigo Câmara
Cidade: Nova Odessa.
Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Acho errado vcs cobrarem para termos acesso ao jornal via internet, sou de natural de Assis e moro em Nova Odessa atualmente, fico triste quando quero saber algo da minha cidade e aparece a msg: Acesso Restrito", poxa já pago UOL, esse fornecimento de informação deveria ser uma parceria do Voz da Terra com a UOL e não a gente ter que pagar + por isso...

espero que me de um reposta e obrigado.

ps: fico zangado porque é o melhor jornal da região e mais completo, só que com essas restriçoes fica dificil.
Prezado Rodrigo.

Infelizmente, tudo tem custo e a parceria de Voz da Terra com a Uol se restringe apenas em colocarmos um "banner" em todas nossas páginas, indicando os links de acesso a Uol. E a Uol, por sua vez, faz link em sua página de jornais para Voz da Terra.
Esclarecemos que infelizmente fomos obrigados a restringir o acesso às páginas de Voz da Terra on line, porque muitos assinantes do jornal impresso estavam deixando de assinar porque tinham acesso gratuito às páginas on line. Fazíamos concorrência desleal conosco mesmos, o que era um contra-senso. Espero a sua compreensão. Att. Egydio Coelho da Silva, diretor de Voz da Terra.
ET.: Os assinantes de Voz da Terra impresso ganham de bonificação o acesso on line também, colegas jornalistas, radialistas e estudantes pagam apenas R$12,00 por ano.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 06 DE JULHO DE 2.005 
De: José Antônio da Silva (Alemão)
Cidade: Dracena.
Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

E lamentavel, saber que o Assisense passa por crise financeira

nos anos 80, o VOCEM, teve o mesmo problema, quem não se lembra, de uma campanha, onde até mesmo uma versão da musica, "Não deixe o samba morrer " que virou, "Não deixe o VOCEM morrer" gravada na voz da cantora Mazé, se não me engano....que saudade, naquele tempo deu certo

bons tempos de \radio \\cultura

 

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE JULHO DE 2.005 
De: Nélson Pereira Mendes

Cidade: Curitiba. Estado: PR. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 
Moro em Curitina há 20 anos, mas sou natural de Assis e gostaria de participar deste forum. Ficaria, muito grato com essa oportunidade. 
Nelson 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE JULHO DE 2.005 
De: Egydio Coelho da Silva
São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

“Certamente o Capitão jamais poderia imaginar em que poderia se transformar aquele pequeno ajuntamento inicial de casebres de forasteiros e sertanejos corajosos. E de quantos descendentes daqueles pioneiros e simples moradores, somados aos que vieram se chegando depois, foram precisos para se fazer a Assis de hoje”, texto inicial de mensagem enviada por Mauro Alves dos Santos ao Fórum assisense. 

O texto acima, comparado ao que afirma monsenhor Floriano de Oliveira Garcez, em entrevista ao Jornal da Segunda, editado pelo Português, leva-nos a questionar quando uma cidade é fundada. 
E mais: qual é a data mais importante para o município: a sua fundação ou sua emancipação? 
Na opinião respeitável do Monsenhor, deveria prevalecer a data da emancipação.
Comparando qualquer comunidade metropolitana com o próprio Brasil, podemos dizer que Brasil foi fundado, quando descoberto e emancipado na data da proclamação da independência por D. Pedro I.
Poderíamos dizer que o Brasil, a comunidade brasileira, começou a ser fundado, quando de sua descoberta em 22 de abril de 1.500 e aqui se rezou a primeira missa, com a participação dos portugueses e assistida por índios curiosos. 
A partir daí se iniciou a miscigenação - mais tarde ampliada com presença dos negros e outras raças – portanto, foi na descoberta que começou a nascer comunidade brasileira. 
Antes da descoberta, existia outra comunidade, formada apenas por índios, que também começou a desaparecer naquela data.
Na pesquisa, devemos nos ocupar da existência da comunidade, de seus moradores, que têm muitas aspirações em comum. 
Comprova-se que a cidade nasce quando se encontra um primeiro documento, que assegura que existe uma comunidade num determinado local.
Para Monsenhor Floriano, a data principal para Assis é 20 de setembro de 1.917, quando a Assembléia Legislativa emancipou o município. 
Não seria primeiro de julho de 1.905, quando já existia uma comunidade e à qual, de certa forma, Capitão Assis doou um terreno para nele se construir bem de uso da comunidade: uma igreja católica, o que comprova que, na data, já existia uma comunidade ou “ajuntamento de casebres”, como imagina Mauro Alves dos Santos. 
Acho que os meios de comunicação de Assis e as autoridades devem ficar atentas e não deixar passar desapercebida sem nenhuma comemoração a data de emancipação de Assis, lembrada por Monsenhor Floriano, que este ano completará 88 anos.
Entendo, porém, que a data de fundação é mais importante do que a de emancipação. 
Nada é mais importante do que o nascimento da própria comunidade, que é o início da "geografia humana" da cidade.
Recordo-me de conversar com o diretor do jornal “Correio de Marília” há mais de 15 anos atrás e ele dizia ironicamente que seu jornal nascera antes da cidade de Marília existir, pois, seu jornal já tinha mais de cinco anos de circulação, quando Marília foi emancipada.
É possível haver um jornal em circulação numa cidade que não existe? Vê-se que há confusão entre data de fundação e de emancipação, ou mesmo de elevação a distrito.
Aqui em São Paulo, pesquisando a fundação do bairro do Bixiga, ( www.ajorb.com.br/historiadobixiga.htm  ) descobri que a comunidade começou a surgir em 1.º de outubro de 1878, quando “D. Pedro II, em sua terceira visita a São Paulo, lançou uma pedra fundamental de um hospital, que nunca foi construído”, inaugurando um loteamento que deu origem ao bairro do Bixiga. Naquela data se iniciou a formação de uma forte comunidade italiana, que chega a ser o símbolo de São Paulo.
E para quem não sabe não existe oficialmente o subdistrito do Bixiga, nem Vila do Bixiga, nem bairro do Bixiga, o qual é apenas uma referência geográfica e histórica, que se localiza dentro do subdistrito da Bela Vista.
Entendo que qualquer comunidade existe e foi fundada, independente de ser reconhecida oficialmente ou emancipada. E um dos marcos históricos pode deve ser a o surgimento de um bem de uso comum da comunidade, o que comprova sua existência. Em São Paulo foi o Colégio dos Jesuítas no Pátio do Colégio e, em Assis, a doação do terreno para construção de uma igreja.
Monte Verde, distrito de Camanducaia, cidade turística de Minas Gerais, conforme pesquisa que fiz ( www.monteverdemg.com.br/vozdaterra/vm_historia.asp  ), teve sua data de fundação reconhecida pelo seu fundador, Verner Grinberg (leto, original da Letônia, cujo infância e juventude passou na colônia Varpa, próxima a Paraguaçu Paulista). A data da fundação aceita foi quando ele vendeu os três primeiros lotes de terreno de sua fazenda, cujas vendas foram registradas em 29 de novembro de 1.950. 
Como Monte Verde não é emancipada, é ainda distrito de Camanducaia, não teria sido fundada, sequer existiria? 
Não parece historicamente correta a interpretação de que uma cidade se considere fundada somente quando se emancipa, muito embora a emancipação seja também uma data importante. Nem é justo tirar a glória do verdadeiro fundador de uma cidade e passa-la para um deputado que apenas apresentou um projeto de Lei estadual, emancipando um distrito, atendendo a pedido de algum lobista local. 
Além disso, hoje, a partir de 1.996, praticamente ficou impossível emancipação de distritos (veja em: http://www.monteverdemg.com.br/vm-emancipacao-01.htm  ). 
Há agora a exigência de que o plebiscito se faça com a “participação das populações envolvidas” (Emenda Constitucional n.º 15 de 26-09-1.996, que alterou o parágrafo 4.º do artigo 18 da Constituição Federal de 1.988, torna praticamente impossível no momento a emancipação de distritos).
E a mesma regra prevista nessa emenda constitucional se aplica à incorporação e fusão de municípios. Portanto, se a população de um município maior decidir, pode tentar, legalmente, incorporar o município menor. 
Se a emancipação de Tarumã não tivesse acontecido antes de 1.996, teria havido o direito do povo de Assis também de votar a favor ou contra a sua emancipação e, com certeza, a emancipação não teria acontecido. 
E Tarumã não teria sido fundada se não tivesse sido emancipada, não existiria? 
O tema está aberto à discussão. Abçs. a todos. Egydio Coelho da Silva

 

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE JULHO DE 2.005 
De: Humberto Arantes de Carvalho

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

Prezada Mara Lígia, 
Como foi bom saber de você. Trabalhamos por algum tempo mesmo em Cândido Mota. O que você anda fazendo, como está seu esposo o Barreto. Soube há algum tempo que você é promotora, juíza ou procuradora, não me lembro. Atualmente resido em São Paulo, ondo me aposentei como Procurador mas continuo trabalhando numa autarquia como Procurador. Resido aqui há mais de 20 anos mas, sempre vou a Assis. Meus pais ainda residem lá e, graças a Deus estão bem. Foi bom saber de você. ASSIS, realmente é uma cidade maravilhosa. O meu coração muito se alegra de ver fotos antigas do Instituto de Educação, onde muitos daqueles professores que alí estão foram também meus professores. Que saudades daquele tempo. Assis tem 100 anos dos quais 59 quase 60 eu participei dele. Que alegria. Que benção o Senhor nos proporciona dia a dia. PARABÉNS ASSIS. E a você Egydio um abração. Humberto Arantes de Carvalho.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 09 DE JULHO DE 2.005 
De: João Ângelo Carpentieri

Cidade: Santana de Parnaíba. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

gostaria muito de receber alguma coisa sobre a minha familia Carpentieri, que foi pioneira,aiu em Assis. E sobre as prisoes que ocorreram em Assis antigamente. tenho 16 anos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 11 DE JULHO DE 2.005 
De:
Hilda Aparecida Dos Santos Motta Reis Santos

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

    
Caro Egydio, gostaria de saber se na Avenida Rui Barbosa e Assis, se ainda existe um emporio chamado Toscano. Esta familia era muito amiga do meu tio Osvaldo que morava em Assis. Grata.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 11 DE JULHO DE 2.005 
De:
Nélson Mendes

Cidade: Curitiba. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

    
Caro Egydio, bom dia! 
Antecipo agradecimentos pela atenção dispensada. 
Estive no mês passado aí em Assis comemorando o 50º aniversário de 
casamento do meu tio Arlindo Pereira, o evento aconteceu na loja Maçônica e no Tênis, fiquei surpreso, pois a cidade desenvolveu-se bastante. 
Estudei no Clybas Pinto Ferraz, da minha turma lembro dos colegas mais 
chegados, como o "Orlandinho" - filho do professor Orlando, que na 
realidade sempre foi "Orlandão", do Eduardo Volpini que pelo acabou 
casando-se com a Nely que também fazia parte da nossa turma. Não sei se 
esse pessoal faz parte deste fórum, mas se positivo ficaria satisfeito de 
um retorno. 
Sai de Assis em 1984, fui para São Paulo trabalhar na Matriz do Bradesco, 
em 1987 passei a trabalhar no antigo Bamerindus e estou até hoje aqui em 
Curitiba laborando em banco, agora HSBC. 
Neste tempo todo não deixei de estudar e acabei graduando em Administração 
e Ciências Contábeis, mas meu sonho de "estudo" será realizado no dia 
26/07/2005 no teatro Guaíra quando estarei colando grau em Direito (Turma de 2000 da Pontifícia Universidade Católica do Paraná). 
Deixei muitos colegas aí em Assis, pois joguei futebol no VOCEM - nas 
categorias infanto e juvenil, também participei das seleções de futebol 
que representava Assis nos jogos Regionais e acabamos por campeões em 
destes, daquela turma lembro-me do "binão" (trabalhava na eletrônica São 
Paulo), do "zequinha", do "Chicão" , o técnico era o Mauricio que 
trabalhava na Madereira Tronco na Vila Xavier. também me lembro do 
"Tedesco", primo do Orlandinho, lá no VOCEM o t.ecnico era o "Kridão", 
conhecido como Pirata. Desculpe, acho que viajei no tempo (...) 
Um abraço a todos os colegas de Assis que participam deste foro. 
Muito obrigado. Nelson.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 11 DE JULHO DE 2.005 
De:
Cleide Pelizzon

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

    
Assunto: Para Flávia Maria de Oliveira 
Flávia, fiquei muito feliz quando a Ineizinha me mostrou o jornal Voz da 
Terra, na casa da tia Neza... hahahaha.. nós duas no jornal, trocando 
figurinhas, que maravilha... só mesmo o Sr. Egydio pra poder nos 
porporcionar essa alegria. 
Estive com a Eloá e família, foi muito legal, colocamos 25 anos em dia e a 
família quase que toda ao redor da churrasqueira,foi muito gostoso. 
Minha mãe voltou de mudança pra Assis, graças a Deus, agora estarei lá a 
cada 3 meses..heheheh. Fiquei 8 dias em Assis pra poder arrumar uma casa pra minha mãe, mas agora ela já está instalada e quando vc for para lá me avise, assim nos encontraremos. O Márcio tem o meu e-mail, pegue com ele e me mande seu telefone tbm. 
Quanto ao escorpião... foi horrivel, pensei que não sobreviveria, mas estou 
aqui firme e forte e graças ao serviço médico de Assis. 
Não pude ficar para as comemorações dos 100 anos de Assis, mas meus 
famíliares me disseram que foi uma festa linda, aproveito aqui para 
congratular a cidade linda e maravilhosa onde nasci e amo de paixão. 
Abraços Cleide Pelizzon

 

FÓRUM ASSISENSE EM 12 DE JULHO DE 2.005 
De:
Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

Através desse Forum, queria lamentar o falecimento do Sr. Hisami Maeda, com 91 anos de idade, antigo morador e excelente fotógrafo de nossa cidade, o qual foi proprietário, por várias décadas, do Arte Foto Assis, que se localizava na avenida Rui Barbosa esquina com a rua XV de Novembro.
Muitos fotógrafos de Assis iniciaram sua arte com os ensinamentos do Sr. Maeda, que era um ser humano exemplar, além de ser um eterno benfeitor de toda a comunidade japonesa, que certamente está chorando a grande perda.

Deus o receberá com toda a glória.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 12 DE JULHO DE 2.005 
De:
Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

Com referência à dúvida levantada pela Rosa Liana Bellini e Alberto Zacarias referente ao curso primário que existiu no antigo Instituto de Educação de Assis (hoje, Dr. Clybas) tenho a prestar o seguinte esclarecimento:
Em 1957 eu já freqüentava o 1º ano primário no Curso Primário Anexo ao Instituto de Educação de Assis, formando-me no 4º ano em 1960. A diretora, na época, era a saudosa professora Sylvia Nogueira Romano, e as minhas professoras foram: no 1º ano, Aparecida Penha Álvares Nobre (dona Penha); no 2º ano, Iani Rolim Rosa Fontes; no 3º ano, Apparecida Villas-Boas Gomes; e no 4º ano, Magdalena Menk Cintra.
Quero ressaltar que, naquela época, em Assis o curso primário, além do Instituto, era oferecido nos seguintes estabelecimentos: Dr. João Mendes Júnior (Grupão), Lucas Tomás Menk (Grupinho) e Escola Irmã Jardim, que se localizava próxima à Santa Casa, onde hoje está o Hospital Regional.
Aproveito para enviar as minhas recomendações à Rosa Liana, que a conheci mocinha, filha do saudoso Sr. Luiz Bellini, amigo do meu pai Arnaldo e do meu tio Osvaldo. E ao Alberto, que apesar de não conhecê-lo pessoalmente, sei que é irmão da nossa amiga e colega de escola e de Banco, Áurea Zacarias Portes Silva, com quem tivemos (eu e minha esposa Rita)o prazer de visitá-la (juntamente com o Nivaldo, seu marido) nesse último final-de-semana que estivemos em visita à nossa Assis.
Um forte abraço a todos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 13 DE JULHO DE 2.005 
De:
Deise Farto Nunes

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Ao Nélson Mendes.
Você comentou a respeito de alguns colegas da época do Clybas, em 1979 - 1980 e 1981. 
Estudei no Clybas neste período com o Orlandinho, Eduardo Volpini que hoje é casado com a Neli, aliás uma grande amiga de minha infância. Hoje eles tem dois filhos: Juliana com 17 anos que reside em São Paulo, atuando como nadadora em um projeto. Tem também o Diego de 13 anos. Já o Tedesco é casado com Adriana, uma prima minha, mora em Joinville e tem três filhos: Thaís que fez 15 anos no último dia 01/07/05 - Bruna de 13 anos e Lucas de 10 anos. Mas creia, eu e esse pessoal éramos da mesma turma e não me recordo de você. Se você se lembra de mim, dê-me algumas dicas, pois é sempre bom falar com velhos amigos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE JULHO DE 2.005
De:
Dagmar Marciliano

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Para Hilda Aparecida Dos Santos Motta Reis Santos
Oi Hilda,
Há muitos anos o Empório Toscano deixou de existir. Em determinada época, quando eu nem existia, o estabelecimento foi do meu sogro (já falecido) e de um primo dele, que vieram do Líbano, parece-me que em um barco de nome Toscano. Penso que o Toscano já tenha fechado há cerca de 15/20 anos.
O prédio já abrigou uma casa de tintas, uma loja de materiais decorativos 
para jardins, uma revendedora de doces, etc...
Quanto criança, eu ia àquele bar. Adorava os suspiros enormes, cor-de-rosa, cheios de pontas, lembra? Agraços, Dagmar 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE JULHO DE 2.005 
De:
Marisa Rodrigues

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Parabenizo Assis e todos os seus filhos, legítimos ou forasteiros, como eu, pelos seus cem anos de existência. Não é pouca coisa. Infelizmente, não conseguimos colocar em práticas tantas idéias bonitas que foram sugeridas neste fórum, o que, certamente, teria feito de sua programação, algo muito mais a altura do que a cidade merece. Mas soube, por amigos, como o Tufi Jubran, que, afinal, fêz-se um belo desfile, um bom show musical, enfim, as coisas de sempre...nada de livros com a história da cidade, nada de projetos culturais que colocassem a cidade no roteiro turístico do Estado e, talvez, até do Brasil, quiçá internacional, uma vez que tem a sede do único Museu de Pintura Primitiva do País, etc...etc...bem, todas essas propostas foram colocadas, discutidas, acredito, a exaustão...e é essa a palavra que resume bem o meu espírito em relação ao assunto. Como cheguei à conclusão que nada do que se propunha, seria feito, resolvi calar-me, um pouco, e dar espaço para a expressão de outras pessoas. O que não significa que o meu amor pela cidade e o meu carinho pelas pessoas tenham passado ou diminuído. Ao contrário. Toda vez que vou ao interior, sempre a trabalho, em visitas a clientes na região, meu coração sempre bate mais forte, quando vejo uma placa com o nome de Assis, Ourinhos, Marília (onde nasci)...êta região querida, meu Deus...saudade dói qui só, como dizem os nossos valorosos caipiras. Assim, foi muito bom ter conhecido e vivido com você, minha doce terrinha roxa!!!!Parabéns!!!E, no, mínimo, mais mil centenários iguais a esse.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE JULHO DE 2.005 
De:
Nélson Mendes

Cidade: Joinvile. Estado: SC. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Bom dia Deise,
Cheguei agora pouco no escritório e logo abri a mensagem do Fórum e fiquei
feliz com as informações que a vc. enviou.
Estarei em Joinvile na semana que vem, se for possível retorne o número do
telefone do colega Tedesco, com certeza vou procura-lo e também convidarei para participar da minha formatura que acontecerá no próximo dia 27/07.
Há, quanto, ao colega Eduardo e Nely.
- Primeiramente mande um abraço para o Edu e para Nely e parabéns pelos
filhos.
Estudávamos na 8ª C - lá no Clybas (anos 80), essa sala ficava do lado
direito do corredor, esse corredor era aquele do lado direito da entrada
principal do Clybas, lembra-se eram 3 salas: oitavas A, B e C.
Eu era muito conhecido naquele colégio, até mesmo porque aprontava muito e judiava da dona Ofélia, visitei muito a sala dela e da Miriam Modotti (acho que o sobrenome é esse), por incrível que pareça eu sentava logo taras da carteira do pequenininho Orlandinho, tem lógica sim(...) - para quem gostava de agitar era uma boa localização.
Na oitava A, estudavam; Betinha, Juliana Garrido, essa sala realmente
era abençoada(...) risos. A Garrido era minha vizinha, pois eu morava na R.
Campos Novos (rua que nasce do Clybas e termina na João Pessoa), na 8ª C, além Orlandinho, Eduardo estudavam o Tedesco (não tenho certeza se ele era da C), a Marta Matui (ela era a melhora aluna), a Tania, a Márcia, Nely.. Pois é, já não consigo lembrar outros colegas, acho que estou com problema de "DNA" (data de nascimento antiga), portanto, eu era chamado de "Nelsinho", e era bem conhecido por lá, sou primo do Reinaldo Campanatti, ele é filho do Arlindo Pereira que reside aí na Vila Santa Cecília - perto do Clybas, tenho outros primos por aí (Zé Esteves, Paulo Esteves), eu era muito amigo do Fernando Valverde, morávamos juntos aqui em Curitiba, infelizmente tive que ir até Assis para sepultá-lo, sinto muito falta do meu amigo.
Bom, agora preciso finalizar um Projeto para apresentar à Diretoria e só
tenho até o meio dia. Agradeço muito sua atenção.
Mande um abraço para o Edu e Nely e para os demais colegas que não vejo a um tempão(...) Muito obrigado. Nelson

FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE JULHO DE 2.005 
De:
Liana

Cidade: Goiânia. Estado: GO. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Para Arnaldo Brandilione.

Fique muito feliz em ter noticias suas. Falei c/ a mamãe agora, sobre seus pais, e as visitas que eles faziam em nossa casa. Lem bro com saudades de um tempo de Assis, e de todos os amigos e parentes.Moro eem Goiania e vou ficar muito feliz em receber noticias de voces Abraços Liana

 

FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE JULHO DE 2.005 
De:
Alberto Zacarias

Cidade: Osasco. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Caro Egydio:
O tema está aberto à discussão. 
Com essa frase você encerrou uma das suas participações aqui neste Fórum na qual tratou da afirmativa do Monsenhor Floriano de Oliveira Garcez de que a data mais importante para uma cidade é a de sua emancipação. 
Com todo respeito que deve, precisa, tem que ter e merece a opinião do nosso querido Monsenhor, entendo que ele se equivocou no momento em que emitiu essa afirmativa, e você Egydio, foi muito feliz ao colocar o seu entendimento sobre o assunto, elencando, inclusive, uma série de exemplos naturais que contraria a posição do Monsenhor, porém, como disseste: o tema está aberto à discussão. 
Egydio, em de outubro de 2001, iniciei minha participação no Fórum Assisense pedindo permissão para dar “alôs” por meio deste espaço aos colegas e amigos (o regulamento pedia para falar só de assunto de interesse da cidade de Assis), na oportunidade, além da concessão, você disse: “realmente o mais emocionante deste fórum são os ‘alôs’ vindo de todas as partes do mundo e isto precisa ser preservado e estimulado”, assim, vou dar uma de Maguila e começar a dar os meus abraços, meus “alôs” etc e tal, ao tempo em que peço aos demais participantes que façam o mesmo. Logicamente não vamos esquecer o Foco que é a cidade de Assis. Então pessoal, vamos embarcar nessa? 
Onde andam: Lilly Morana que nos escrevia da França, Rubens Spessoto de Brasília, Júlio Pereira de Osasco, Edson Xavier do Japão, Português de Assis, Marcos Barrero de São Paulo, Agenor Alessandro de Londrina, Júlio César Rosa de São Paulo, Sussel de Assis, Antônio Vieira Dias Neto de São Paulo, Roberto de Almeida Floeter (Robe) de Presidente Prudente, Ednei Graciano de São Paulo, Beth Gelli de Assis, Camila de Almeida de Assis, Roberto Negri de Aracaju, José Koyama do Japão, além é claro de um punhado de pessoas que não dão mais sinal de vida pelo fórum. Apareçam!!!!!!! A Marisa, apesar de rarear suas participações, aparece. 
Continuemos com os “alôs”: Meu contemporâneo, professor Mauro Alves dos Santos, parabéns pelo seu texto sobre o centenário de Assis, principalmente por ter “destacado” e homenageado os anônimos que ajudaram a construir Assis. Agora esse lance do TG de que o Sgt Andrade (brucutu) dizia que as pessoas que serviam o Exército no segundo semestre eram ............é coisa sua. Eu também sou do primeiro semestre, porém de 73. Outra coisa Mauro ( parece macabro, mas não é) sempre que vou à Assis tenho por hábito ir ao cemitério e não é que todas as vezes me lembro de você, calma eu explico: o túmulo da minha sogra fica próximo ao do nosso amigo comum o saudoso José Rosseto e eu não consigo me lembrar do Rosseto em vida, sem ver você com seu sorriso largo ao lado dele. Essa imagem está gravada na minha memória. Mais uma outra coisa: você disse das brincadeiras dançantes que a nossa classe do 3º colegial de 1972 realizava na casa do Ricardo Mega, eram realmente fantásticas, tínhamos o privilégio do Ricardo morar ali defronte a Catedral e o ponto não podia ser melhor, agora eu te pergunto: Você sabe o destino da arrecadação pertinente a venda dos ingressos, do ponche, das cubas e dos refrigerantes? Seria para a festa de fim de ano. E teve? Mudemos de assunto..... Dias atrás o forense João Ângelo Carpintieri de Santana do Parnaíba-SP, fez um pedido para àqueles que conhecessem parentes seus que dessem um alô aqui no fórum. Eu infelizmente não conheço nenhum parente dele, mas gostaria de comentar que “roubei” muita jabuticaba e manga de uma chácara ali na VO pertencente a um Carpintieri (rsrsrs), no entanto quem cuidava dela era o “seo” Júlio, o qual nos dava cada “carrerão”. 
Egydio, encerro por aqui para que a minha participação não fique ainda mais extensa, porém, não satisfeito, volto logo para comentar uma notícia da VT veiculada hoje sobre um jantar realizado em Assis, “promovido” pela OAB local cuja forma de participação poderia ser copiada por nós assisense residentes na grande SP. Um forte abraço e desculpem-me pelo alongado. Alberto Zacarias – Osasco-SP.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 16 DE JULHO DE 2.005 
De:
José Marcus de Souza

Cidade: Brasília. Estado: DF. País: Brasil
Para: Fórum assisense

 

Poxa!
Quanta saudade desse pessoal todo.
Estudei com um montão de gente dai...
Marco; Ednei; José Maria Benezati e muitos outros
José Marcus 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 16 DE JULHO DE 2.005 
De:
Alberto Zacarias

Cidade: Osasco. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Agradeço ao Arnaldo Afonso Brandilione, amigo de minha irmãzinha Áurea, pela informação sobre o curso primário do Instituto de Educação de Assis (atual Clybas), no entanto já havíamos tirado essa dúvida em fórum passado. Legal que ele citou nominalmente as professoras que teve no primário, acho que foi uma forma de homenageá-las. Das minhas professoras não me lembro, com exceção da professora do 4º ano, o nome completo, mas sim de como eram chamadas, ressaltando que fiz o primário no grupinho “Lucas Tomás Menk” parece que o Tomás tinha ou tem “h” Thomás. Vamos lá: 1º ano (1962) D.Jacy, 2º ano (1963) D.Maria Ignes, 3º ano (1964) D.Sebastiana e 4º ano (1965) D. Maria Aurélia Sodré Sampaio. Às vezes, quando freqüentava a AABB junto com minha irmã, notava a presença da D.Maria Ignes, a qual era casada com um funcionário do Banco do Brasil (Cássio), dava-me uma vontade de cumprimentá-la como ex-aluno, mas a vergonha me barrava, pois logicamente ela não iria se lembrar de mim, no entanto, confesso, eu era puxa-saco dela. 

Todo dia era o encarregado de levar, após a chamada, aquelas comunicações à Diretoria, penso que eram dados estatísticos. Coisa típica de aluno puxa-saco. Se não me engano o nome completo dela é Maria Ignes Gonçalves de Oliveira. A D. Jacy e a D.Sebastiana nunca mais as vi e também não tive notícias. 

Já a D. Maria Aurélia, da qual eu era o fã nº 1 e ela o meu ídolo na infância, soube pelo jornal quando do seu falecimento, fiquei triste na oportunidade e guardo o jornal até hoje. Caro Arnaldo, como vê, lembro-me das pessoas que me ensinaram o B a Ba. Lembro, ainda, de seu pai que trabalhava na prefeitura Sr. Arnaldo Brandilione e era freguês da banca de minha mãe no Mercado Modelo municipal, é, minha memória é de elefante. Outra coisa, fiquei momentaneamente triste com a notícia do falecimento do Sr. Hisami Maeda, quando eu trabalhava na Brasimac S/A, ali defronte o Arte Foto Assis, vivia enchendo os piquás do Sr. Maeda. É isso aí “seo” Maeda, 91 anos bem vividos.

FÓRUM ASSISENSE EM 16 DE JULHO DE 2005 
De: Alberto Zacarias
Cidade: Osasco. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum Assisense 

José Marcus de Souza, legal a sua aparição aqui pelo fórum, e de Brasília-DF, importante hem! Cuidado não vá mexer com a lama, brincadeira, eu tenho certeza que o filho da Dona Terezinha Luz, pela educação que teve de sua mãe, jamais encostará um dedinho sequer em qualquer coisa que não seja limpa. 

Já faz mais de trinta anos que não nos vemos, minha irmã disse que você se aposentou no BB, mas continua trabalhando como engenheiro ai no DF. Quando vi seu nome aqui no fórum, não tive dúvidas: José Marcos há inúmeros, mas José Marcus, somente o irmão do Canário e do Faísca (somente você não tem apelido). O Pereira (Luiz Antonio Pereira) apesar de nunca ter ativamente participado deste fórum, é um leitor assíduo e certamente ficou contente com a sua tímida aparição por aqui. 

Apareça mais, diga-nos, por exemplo, quanto tempo sua mãe trabalhou na secretaria do Clybas, quem sabe possamos cutucar o Marcos Barrero ou o Júlio César, os quais com certeza a conhecem, e eles aparecerem por aqui com seus belos textos homenageando-a. 

FÓRUM ASSISENSE EM 16 DE JULHO DE 2.005 
De:
Aparecido B. Souza Pinto

Cidade: Mogi Mirim. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Estou fora de Assis há 27 anos,porém sempre visito meus parentes que residem na cidade.Nesta semana em curso estive aí e tive a felicidade de visitar o Centro Cultural Dona Pimpa,podendo ver as fotos antigas da cidade,gostei demais,pois sou muito saudosista.
Gostaria de saber se essas fotos não podem ser disponibilizadas aqui no site do Voz da Terra,para que todos os Assissenses espalhados pelo mundo pudessem ver,creio eu que todos se alegrariam. Obrigado.
Prezado Aparecido:
Todas as fotos antigas, que me chegam por email, eu as disponibilizo na página "Fotos antigas de assisense"  que também pode se de Assis. Se alguém quiser enviar foto, ficarei grato.

Abçs. Egydio

FÓRUM ASSISENSE EM 18 DE JULHO DE 2.005 
De:
Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Mogi Mirim. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Para Rosa Liana Belini, de Goiânia (GO):
Liana, com certeza você não se lembra da minha fisionomia, mas vou lhe contar como e quando a conheci: seu saudoso pai, Sr. Luiz Belini, era amigo do meu pai e do meu saudoso tio Osvaldo, que morava em São Paulo, onde era um dos diretores do Moinho Santista, e tinha, juntamente com outros irmãos, uma fazenda em Assis. Num domingo pela manhã, lá pelos idos de 1961, mais precisamente no mes de abril, seu pai, acompanhado de você e de suas outras duas irmãs (sua mãe não estava junto), foram até a Fazenda Lagoa Rica visitar o meu tio. Quando vocês atravessaram o açude que levava em direção à sede, se encontraram comigo, que estava andando a cavalo. Gentilmente, fiz a "escolta" de vocês até a sede da fazenda, e levei-as todas para cavalgar. Depois, ajudei-as a apanhar laranjas no pomar, pois estávamos em pleno outono.
Depois, na nossa adolescência, apesar de frequentarmos os mesmos lugares, Cine São José, Clube Recreativo, Tênis Clube, Bar Kiboncity (em frente ao cinema), não tivemos mais contato porque o nosso grupo de amigos era diferente.

FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE JULHO DE 2.005 
De:
Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Para o Alberto Zacarias.
Alberto,
Realmente você tem uma memória prodigiosa com relação à nossa querida Assis.
Você citou que sua mãe tinha uma banca no Mercado Modelo Municipal. Você sabia que quando foi lançada a pedra fundamental para a construção do nosso "Mercadão" estiveram em Assis, juntamente, num fato histórico e marcante para nossa cidade, trazidos pelo então prefeito municipal Sr. Thiago Ribeiro, o então governador do Estado, Jânio da Silva Quadros, e o então presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desfilaram pela nossa principal artéria viária, que é a avenida Rui Barbosa, acompanhados por todas as autoridades locais e seguidos por uma multidão de assisenses. Veja você como já éramos importantes no cenário político nacional, reunindo na mesma data (o ano desse acontecimento, caso não me falha a memória, foi 1956) as duas maiores autoridades políticas do País. Até uns tempos atrás existia uma placa comemorativa desse evento afixada num pequeno monumento do lado de fora do "Mercadão". No local onde ele foi construído existia um campo de futebol do Bela Vista Futebol Clube. E eu nasci e vivi parte da minha infância há poucos metros dali, na casa de nº 266 da rua Benjamin Constant, a qual existe até hoje e atualmente é de propriedade do professor Nelson Longo, casado com a Srª Liliane Miguel.
Bem Alberto, ficaríamos aqui horas seguidas relembrando os bons (e também os maus) tempos que já vivemos e vivenciamos na nossa Terra querida. Um grande abraço.

FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE JULHO DE 2.005 
De:
Alberto Zacarias

Cidade: Osasco. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Caro Egydio:
Conversando com um amigo assisense que mora aqui em Osasco, Sr. João Carriel, sobre as fotos antigas que aparecem por aqui no fórum ele me disse que possuía uma interessante, pois figura nela, entre outras pessoas que certamente são importantes, o nosso ex-prefeito Rui Silva. 
Pedi-lhe a foto emprestada, fui a casa de um outro amigo, também assisense, Dorival Pedro dos Santos, o poeta Lavirold, morador na Vila Yolanda aqui em Osasco, o qual a escaninhou para mim. 
Trata-se de uma foto, creio que de 1947, do time do “Seo” Marcelo. 

Os nomes das pessoas estão escritos ao lado das personagens, pelo que eu consegui ler trata-se de: Em pé: “Seo” Marcelo, Renato, Gerson, Lomba, Edésio, Paulo, (ilegível ou -+ Ckuvínea) e Enéias. Agachados: Luiz Carlos, Trevisan, Rui Silva, Dina e Zé Dantas. Vocês, caros forenses, conhecem algum desses atletas? Será o Gerson o mesmo que jogou na Ferroviária, irmão do Pacu e do Pacuzinho? O L.Carlos será o Ticonha que foi dono do Bar Selecto? Outra dúvida: O time do “Seo” Marcelo, fundado em 1940 era o Esporte Clube Corintians de Assis e o uniforme da foto parece mais do Botafogo. Enfim, será que tem alguém que participa deste fórum figurando na foto ou que conhece a época para comentá-la.


FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE JULHO DE 2.005 
De:
José Carlos Moreira

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Caro Egydio.
Estive em Assis neste sábado dia 16/07 para participar da festa de 25 anos de casamento ou seja bodas de prata de Domivaldo e Joceli Quiezzi que foi realizada em uma chacara em Florinia foi muito bom por este motivo quero mais uma vez pedir a Deus as bençãos dos altos céus sobre este casal que tem demostrado amor e companheirismo um para com o outro e que não fique só neste 25 anos mais sim mais uns 50. são meus sobrinhos.
Pastor José Carlos Moreira

 

FÓRUM ASSISENSE EM 20 DE JULHO DE 2.005 
De:
Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Para Luiz Antonio de Castro Santos:
Luiz Antonio,
Lendo somente agora a sua mensagem de 07/09/2004, em que você comenta sobre os hospitais que existiam em Assis e o nascimento do Hospital "Dr. Zézinho", hoje Hospital e Maternidade de Assis, lembro-me que na época de lançamento do projeto desse hospital foram vendidos títulos patrimoniais, com pagamento parcelado, que dava direito ao titular e seus familiares de se beneficiarem dos serviços médico-hospitalares que se pretendiam. Posteriormente o Hospital foi adquirido por um grupo de médicos, que você mesmo colocou na sua mensagem.
Quanto à Casa de Saúde São José, localizada na rua Carlos Gomes, de propriedade de seu saudoso pai, o inesquecível Dr. Maurício de Castro Santos, pelo que me recordo, ele a vendeu, não sei dizer se somente as instalações ou o prédio junto, para dois médicos que eram da vizinha cidade de Cândido Mota. Um deles era o Dr. Manoel T. Barbosa, que desde a aquisição da Casa de Saúde São José já padecia de uma doença grave, vindo a falecer dois ou três anos após. Eu ainda me lembro que ele residia na rua XV de Novembro, quase esquina da avenida 9 de Julho, onde hoje reside o também médico Omar Sakalen. Depois do falecimento do Dr. Manoel eu não me recordo como aquele prédio passou a pertencer ao poder público.
Mas quero aproveitar, também, para dar o meu testemunho da grandeza desse ilustre facultativo que foi o seu amado pai, o qual viveu da e para a medicina, praticando toda a sua vocação em salvar vidas e aliviar a dor de seus pacientes.
Em 02/11/1959, nós sofremos um acidente automobilístico na rodovia Raposo Tavares (SP-270), no sentido capital/interior, logo após o trevo da cidade de Ibirarema. Minha mãe foi a que mais sofreu, tendo o seu braço esquerdo quase amputado, chegando ao "Hospital do Dr. Maurício" (que assim era chamada aquela Casa de Saúde) com 2 de pressão e uma enorme hemorragia.
Não tenho palavras para agradecer e enaltecer os queridos médicos Dr. Maurício e Dr. Geraldo Nogueira Leite que fizeram de tudo para salvar a nossa mãe, prestando todo o socorro necessário, com poucos recursos médicos para a época, praticamente desenganando-a pois o estado era muito grave. Conseguindo cessar a hemorragia e feitas as transfusões de sangue necessárias, ela foi removida para o Hospital Santa Catarina, em São Paulo, de trem em carro leito, acompanhada pela grande enfermeira dona Antonia, que o Dr. Maurício determinou dado à gravidade da situação.
No Hospital Santa Catarina, em São Paulo, minha mãe foi atendida pelo renomado e saudoso médico ortopedista Dr. João De Vincenzo (médico do Palmeiras, inclusive) que graças ao atendimento iniciado pelo Dr. Maurício, minha mãe ainda está viva no auge de seus 88 anos de vida exemplarmente dedicados à nossa família.
Um agrande abraço a você, e tenha certeza que seus pais estão no mais sagrado local junto ao Senhor maior.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE JULHO DE 2.005 
De: Maria Cândida (Maria Sílvia)
Cidade: Assis.
Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Estou com saudades do fórum. Perdi vocês de vista e estou muito triste.
abraços
Maria Cândida
  

Prezada Maria Cândida:
Normalmente envio as mensagens do Fórum assisense uma vez por semana, para os 1011 emails de minha lista. E o seu email (conferi agora) se encontra nessa lista. Você não é a primeira que reclama, por isso, entendo que devemos saber o que está acontecendo.

Pode ser:

1) sua caixa postal esteja cheia e não aceita mais mensagem;

2) outra hipótese é que o seu provedor (acho que a Femanet principalmente) tenha incluído um "filtro" para excluir "spans" e o Fórum assisense como é enviado por um programa "News letter", via internet, é considerado "span" e é apagadono próprio provedor. 

Peço a você que telefone para o suporte de seu provedor e pergunte se é isso que está acontecendo. Mesmo porque este Fórum não pode perder uma leitora-participante como você. 

Mas se você quiser ver na internet, onde é atualizado quase diariamente, abra a página www.vozdaterra.com.br onde há um link para o Fórum assisense. Abçs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE JULHO DE 2.005 
De: Luiz Augusto Spera
Cidade: Araraquara.
Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Eail: tonhocrocco@ibest.com.br 
Prezado Sr. Egydio Coelho da Silva,
Talvez o senhor possa me ajudar.
Eu estou realizando a pesquisa genealógica de meu sobrenome SPERA.
Através de pesquisa, no buscador Google, pela frase "família spera", eu encontrei o seguinte link ( http://www.ajorb.com.br/vt-forum-04-11.htm ) com referência a essa frase.
Pois bem, caso seja possível, eu gostaria de saber se o senhor poderia enviar aos participantes deste Fórum, cujos sobrenomes também são SPERA e que podem ser encontrados no link acima citado, meu e-mail?
Transcrevo abaixo os nomes aos quais me refiro.
No entanto, se não houver problemas, gostaria de saber se o senhor poderia me informar os e-mails desses mesmos participantes, para que eu possa entrar em contato com eles(as) pessoalmente?
Desse modo, trocando informações com essas pessoas, acredito poder encontrar indícios sobre ancestrais comuns e assim ampliar a árvore genealógica de meu sobrenome SPERA.
Pessoas com as quais gostaria de poder entrar em contato: Fábio Spera; Magali Spera; Lauro Spera e Ézio Spera.
Conto com a compreensão do senhor e desde já o agradeço.
Luiz Augusto Bononi Spera

FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE JULHO DE 2.005
De: Zé Marcos
Cidade: Rio de Janeiro.
Estado: RJ. País: Brasil
Para: Fórum assisense


É o Beto (Zacarias) realmente retira algumas coisas do baú. O Luiz Antonio Pereira foi um grande amigo. Depois eu desapareci de Assis. Desde 1974, quando entrei no Banco, só fui a Assis, para ficar em casa com a Dona Therezinha Luz. Essa é uma história.
Esses dias, o Marcelo (Almeida Prado) disse para minha mãe que alguma pessoa que se encontra em Paris havia perguntado sobre ela em algum site. Deve ter sido neste forum...
Minha mãe está muito bem, graças a Deus.
Ela tem muitas fotos interessantes e antigas. Quando for a Assis, vou fazer uma garimpagem.
Falei esses dias com o Ednei. Ele não se lembra de mim... Mas eu me lembro bem dele.
Consegui fazer contato com o Toninho (Foz) e Marco Antonio Nantes (Sorocaba).
Estou momentaneamente no Rio, fazendo um trabalho numa obra do inicio do século passado.
Tive noticias do Toninho Galvão, que continua em Curitiba.
Um abraço a todos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE JULHO DE 2.005 
De: Luiz Carlos Rizzo
Cidade: Maringá.
Estado: PR. País: Brasil
Para: Fórum assisense


Bom dia, Egydio
Sou o Rizzo. Como você sabe, aprendi a profissão contigo e com o grande Eli Elias.
Eu, por quatro anos, fui jornalista da VT.
Continuo jornalista aqui no PR.
Sou jornalista do governo do Estado e possuo uma empresa (familiar) de comunicação social:
RCA - Rizzo Comunicação & Assessoria.
Tenho viajado o mundo literalmente (como jornalista), mas sempre volto à minha aldeia (há quase três décadas:
Maringá)
Abraço e que Deus abençoe a ti e aos seus
Em tempo: a Marisa Rodrigues é aquela repórter que trabalhou na VT nos anos 80?

Rizzo:
É bom saber notícias suas. Marisa é a mesma e sempre participa e anima o Fórum assisense. Abçs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE JULHO DE 2.005.
De: Dorival Pedro dos Santos
Cidade: Osasco.
Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Aos amigos do Fórum Assisense, estou enviando trechos de meu primeiro livro O livro dos Acrósticos (quase esgotado), lançado aqui em São Paulo e aí em Assis (apenas para meus inúmeros parentes), onde coloco em prosa e verso imagens de minha doce infância em Assis. 

Se quiserem publicar algum trecho neste precioso Fórum que aproxima os assisenses em qualquer parte do mundo, ficarei muito feliz e eternamente grato... e meu grande amigo e do Fórum Assisense, Alberto Zacarias, também.
Nasci em 13 de agosto de 1947, num sítio da cidade de Assis, interior do Estado de São Paulo, chamado Água da Pirapitinga, pra lá de onde Judas perdeu as botas. Ainda me lembro de uma grande figueira, onde, à noite, eu e meus irmãos brincávamos de derrubar morcegos, com uma enorme vara de bambu. Recordo-me também do cafezal, entremeado com pés de abacaxi, melancias, marolos, goiabeiras, jabuticabeiras, as enormes mangueiras e até da fileira de pés de pêra d’água que ficavam perto do curral, onde meu pai costumava levar-nos em fila, todos com uma canequinha na mão, para tomar leite puro, tirado na hora.
No inverno, costumava colocar um pouco de Conhaque de Alcatrão São João da Barra no fundo das canequinhas e nós bebíamos, para evitar gripe, dizia meu pai. O que, também, não sai de minha lembrança eram os bugios que iam roubar amendoim perto do arrozal... Um ficava de guarda, enquanto outros faziam o serviço. Quando alguém se aproximava, o guardião atirava pedras que até zuniam por entre as árvores de minha infância. 

1 ) Além dos bugios, havia, também, enormes tamanduás-bandeiras. Um dia, um deles atracou-se com nossa cachorra chamada Baleia, ferindo-a. O tamanduá-bandeira morreu e ela não resistiu aos ferimentos. Três dias após, agonizando, morreu. Até parece que tinha morrido alguém da família!
BALEIA E O TAMANDUÁ-BANDEIRA
Baleia, fiel e companheira,
A sua valentia muito nos ensinou,
Leal ao seu dono, a vida inteira
E até em sua morte não se acovardou,
Impediu que um tamanduá-bandeira
Atacasse quem tanto a estimou...
2) Um dia, meus pais resolveram fincar uma grande cruz de cedro em frente ao terreiro de nossa casa de madeira.  Com um cipó, eles enlearam dois troncos de cedro e, todos os dias, minha mãe regava as flores que ela plantou sob o mastro principal, até que, como por milagre ele brotou, transformando-se numa grande árvore... A cruz de cedro de minha infância.
Em julho de 1991, visitei-a, junto com minha esposa e filhos e, ali, ao lado de seu tronco, já um tanto envelhecido, posamos em uma maravilhosa foto. O cedro estava lindo e, com certeza, muito feliz ao me ver, novamente... Suas folhas e galhos agitavam-se ao sabor do vento... Em homenagem a meus pais e a essa cruz, mais tarde, escrevi o acróstico A CRUZ DE CEDRO 
DE MINHA INFÂNCIA.
A CRUZ DE CEDRO DE MINHA INFÂNCIA
Cruz de amor que meu pai, um dia
Resolveu fincar lá no terreiro,
Um tronco de cedro ele unia,
Zelosamente, como um carpinteiro.
Depois ele enleou com um cipó
E, com carinho, a enterrou.
Com o passar do tempo, 
Essa cruz, por um milagre, brotou...
Deus quis que ela vivesse,
Recobrindo-a com seu amor.

O cedro, então, numa árvore se transformou.
3) Outra visão que sempre me ocorre é a dos corvos em círculos, rondando os animais em putrefação... Como a natureza é sábia e nos ensina... É só observarmos. Li, em algum lugar, que Cristo um dia passava com seus discípulos ao lado de uma carniça e, enquanto eles viravam o rosto, enojados, Ele a observou calma e profundamente, e exclamou: — Meus filhos, vejam que dentes maravilhosos!
O CONSELHO DO CORVO 
Companheiros da raça humana,
O pecado e a podridão moral
Não ficam bem perante o Criador.
Saibam ser mais que um simples animal
E olhem o mundo com mais amor.
Livrem-se das carniças mundanas,
Hipocrisias que ofuscam a verdade,

4) Em 1951, mudamos para um outro sítio ao lado, chamado Água Funda. Nele, meu pai construiu um grande monjolo, onde trituravam milho para fazer farinha. Existia, também, um pilão onde ele costumava fazer, além de virados deliciosos com carne de veado, paçoca e até pé-de-moleque. Na parte mais baixa de Água Funda, havia um bambuzal e um córrego, onde brincávamos na água, quase todos os dias... A gente vinha correndo e pulava de bunda n’água... Era a coisa mais deliciosa do mundo!
Ao pilão e ao monjolo escrevi, com muito carinho, um acróstico que resume o amor que sinto pelas coisas simples e maravilhosas que, pouco a pouco, vemos sendo extintas pela roda viva da evolução. Não que seja contra, mas...
O PILÃO E O MONJOLO
Pobres monjolo e pilão,
Instrumentos já quase esquecidos
Lá num canto do sertão,
Apodrecendo lá no meu rincão,
Orvalhados e entristecidos.
Eu sei que vocês ainda podem
O milho e o trigo triturar,
Misturar o pão da vida...
5)
Nossa casa era de madeira e tinha um lindo fogão de lenha, onde o dia inteiro havia, sempre, uma cafezinho quentinho... Panelas de ferro com uma comidinha caseira que, hoje em dia, não se saboreia mais. Na taipa desse fogão passei muitos dias de minha infância, principalmente no inverno, junto com meus irmãos, nos aquecendo juntinhos.
A TAIPA DO MEU FOGÃO
Tem um cantinho especial
Ali eu me aqueço, no inverno,
Iluminado pela chama calma,
Pensando no amor eterno
Alimentando a minha alma...
6)
Nos fundos da casa havia um córrego cheinho de sapos que, todas as noites, faziam uma enorme algazarra, talvez para chamar a atenção das simpáticas namoradas... Era muito comum escutar a seguinte musiquinha:
— Sua irmã foi tomar água?
— Foi!
— Meu irmão, então, foi junto!
— Não foi!

— Foi ou não foi?
— Foi!
— Ele foi montado num boi?
— Num boi?
— Foi!
— E depois, pra onde foi?
— Ele ficou, não foi!
7) Na velha casa de madeira onde nasci e nos troncos apodrecidos de muitas árvores, havia muitas abelhas que faziam suas caixas ou casas e ali passavam sua existência, na doce tarefa de fabricar o mel, para adoçar nossa vida.
O CONSELHO DAS ABELHAS
Convidamos vocês, seres inteligentes, a
Ouvirem estas palavras de nossa confraria,
Nossas ferroadas doem, mas são inocentes,
Só que a dos homens doem mais.
Elas são tramadas com sabedoria.
Lábios que proferem palavras letais
Homens que ferroam com muita ironia
O que os difere dos animais...
8) Um velho carro de boi era o único meio de transporte de que meu pai dispunha para vender na cidade os queijos que ele e minha mãe produziam e algumas frutas que colhiam. Na volta, meu velho Chico Caéca trazia sempre alguns mantimentos e suprimentos para subsistência da família. Querosene para as lamparinas, sal, remédios... e, com muita dificuldade, até mesmo alguma novidade que rara-mente aparecia lá na cidade.
Presentes mesmo, era uma vez por ano... meu pai ia até Aparecida do Norte pagar promessa e trazia um, tão somente um brinquedinho para cada um... Uma gaitinha, um peão, um canivetinho, uma flautinha... como era mágico e maravilhoso! Guardávamos com tanto carinho aqueles presentes, que para nós eram as coisas mais preciosas do mundo! O resto, fazíamos com a mão: arapucas, arquinhos de rodar, estilingues... com uma lata e um pouquinho de imaginação, com certeza, já era um caminhão... com uma meia velha e furada e um pouco de paina, pronto, já tínhamos bola para uma pelada...
O VELHO CARRO DE BOI
Vai cantando a saudade
Em sua caminhada tão distante,
Levando consigo a felicidade.
Hoje, aqui, nesta fria cidade,
Ouço apenas um som errante...
9) Em 1952 mudamos. Desta vez, para a cidade de Assis, na Rua Fernão Dias, 644, Vila Galvão. 
Foi ali que paguei o maior mico do mundo. Fiquei dentro de uma caixa d’água espiando uma galinha botar ovo. Quando era pariu, saí gritando que nem um louco pra contar a novidade pra minha mãe. A casa estava cheia de visitas... Foi risada pra todo lado! Nesta casa, saí em minha primeira fotografia... Eu e todos meus irmãos, meu pai e minha mãe... Todos descalços... A família de pés no chão! Foi promessa de meu pai. 
A FAMÍLIA DE PÉS NO CHÃO
Família descalça, de pés no chão
Amassando a grama com o dedão,
Mamãe, papai e todos, eu e meus irmãos,
Irmanados no retrato, num só coração!
Lembro-me ainda daquele dia,
Importantes, circunspectos e congelados,
A imagem de uma família em união!
10) Em 1953 mudamos mais uma vez, agora para a Rua Gonçalves Ledo, 7, esquina com a Rua Dra. Ana Barbosa, na Vila Adileta, numa casa de madeira, com duas varandas... Tinha até chuveiro! O quintal era enorme e tinha oito lindas e grandes jabuticabeiras... era uma delícia, quando, depois de se vestirem de noivas, no final do ano elas se cobriam de luto. Nós quase morríamos de tanto chupar jabuticaba.
Em frente de casa estava sendo construído o grande Seminário Diocesano, onde todos os dias eu entrava, na construção, para brincar com meus amiguinhos e irmãos. Do outro lado da rua, morava dona Pureza, uma senhora japonesa muito boa que costumava, de vez em quando, dar doce de feijão para nós... era tão gostoso. Na casa de dona Pureza, saíam milhares de andorinhas das copas de frondosas árvores, que enfeitavam os céus de minha infância, fazendo acrobacias.
AS ANDORINHAS DA DONA PUREZA
As andorinhas da dona Pureza
Sobrevoaram minha infância...
Aos bandos, inconseqüentes e irrequietas
Num balé sem lógica aparente,
Deixando no céu um desafio,
O desafio igual ao de uma serpente.
Ruidosamente subiam e desciam
Iam e vinham, sem parar,
Nos céus de minha infância, zuniam
Harmoniosas e incoerentes
As andorinhas da dona Pureza
11)
Eu já tinha quase sete anos e, em 1954, dizia para minha mãe que queria ir para a escola, pois já sabia o abecedário, e gritava: a, bê, cê, dê, jota, ka, xis, zê! Estudei o primário no Grupo Escolar Municipal Irmã Jardim. Ali tive uma das grandes alegrias de minha vida. Foi num Dia das Mães, quando ganhei uma belíssima lata com Bolachas Maria, por ter feito o melhor artesanato: uma bandeja de madeira. Quase me sentindo um herói no meio dos colegas, dei-a para minha mãe. Por um triz não morri de orgulho. 
Ali também, de vez em quando, tínhamos que correr e ficar sob o piso da escola, escondidos das boiadas que costumavam por ali passar. Talvez seja por este motivo que, durante muitos anos de minha vida, tive pesadelos terríveis com bois e boiadas. Eles surgiam de todos os lados e, quando eu subia em uma árvore, transformavam-se em meninos de chifres, que também subiam e, o pior, davam-me chifradas!
Ah! O que eu não tinha contado na primeira edição deste livro é que um dia fui surpreendido junto com outros meninos, olhando por uma fresta do assoalho embaixo da escola, para as pernas de uma professora. Além de uma sombrinhada, minha mãe teve que ir me buscar na escola, só que dessa vez, sem o menor orgulho... Os beliscões nunca ficaram tão em moda quanto naquele dia...
12) Em 1955, meu pai comprou um bar na rua do Cemitério — José Nogueira Marmontel — o Bar Nossa Senhora Aparecida, onde todos os dias após as aulas, pela manhã eu passava, e ajudava-o até a noite, quando voltávamos juntos para casa. Às vezes, levantava o toldo de propósito, só para o sol aquecer a vitrine de doces... As garrafinhas de licor derretiam e meu pai deixava que eu as levasse para casa, para saborearmos.
Nós vendíamos um pudim que era tão delicioso, mas tão delicioso, que, um dia, eu coloquei um interinho na boca e perdi a respiração... Quando caí sobre o estrado sem fôlego... Foi um delicioso susto! Ah! Numa outra vez, engoli um pirulito... O mais difícil foi a saída do cabinho...
Em 1958, no último jogo da Copa do Mundo, após o Brasil ganhar da Suécia pela goleada de 5 a 2, os fregueses que acompanhavam o jogo no enorme rádio de pilha que meu pai colocava sobre o balcão, ficaram quase alucinados, quebraram cadeiras e mesas, lavaram o chão com cerveja e escreveram na lona do toldo, com carvão: 
CHICÃO 5 X SUÉCIA 2
Esse foi o grande Bar Campeão do Mundo e das GARRAFINHAS DE LICOR.
AS GARRAFINHAS DE LICOR
As garrafinhas de licor
Sorrateiramente derretiam...
Garanto que meu pai até sabia...
A vitrine, transpirando de calor,
Retorcendo as garrafinhas,
Retirando delas o licor.
13) Após a conclusão do primário, eu fiz o curso de admissão ao ginásio, no Colégio Santo Antônio, na mesma rua do bar. Só que desta vez eu comecei a gazetear... Pegava dinheiro no bar de meu pai e ia na sessão da tarde no cinema. Aquele ano foi terrível, pois cheguei a ficar um mês direto indo ao cinema, ao invés de ir para a escola. No fim de 1958, o resultado não podia ser outro: fui reprovado pela primeira vez, e ganhei uma boa surra de meu pai, quando ficou sabendo de tudo... Quase gastou uma cinta banda larga de couro cru... Bateu tanto na minha bunda, que quase inchou o... 
NO ESCURINHO DO CINEMA
No escurinho do cinema,
O menino inconseqüente esqueceu.
Esqueceu os livros, o futuro...
Hoje, porém, até questiono nesta idade
O que seria sem esse momento, enfim!
Do passado, não te arrependas,
O que aconteceu, seja bom ou ruim!
Cuide sempre para que no futuro
Ilusões sempre existam.
Não deixe que seus heróis e sonhos
E, da tela de sua vida desistam.
Menino, cinema, estudo, ilusões,
A vida, com suas dualidades e emoções!...
14) Esse mesmo bar ficava na famosa Rua José Nogueira Marmontel ou Rua do Cemitério ou, mais popularmente, Rua dos Pés Juntos. Nela eu vendi velas no Dia de Finados de 1958... Coloquei um velho caixote de madeira em frente ao bar e oferecia velas ao povo que por ali desfilava, rumo ao cemitério: Vela! Olha a velha... Velha! Quase tomei um carreirão de umas mulheres que por ali passavam...
RUA JOSÉ NOGUEIRA MARMONTEL
Rua do Cemitério, Rua dos Defuntos,
Uma via que faz todos caminharem iguais,
Assim, todos com os pés juntos...
Nessa rua, que une a Matriz ao Cemitério,
O povo comemora bons e maus momentos...
Gente que vai aos casamentos,
Um dia, também, vai ao necrotério.
Essa rua, que me viu ainda criança,
Irá um dia me ver passando,
Realizado, feliz e repousando,
A caminho da morada da esperança...
15) O dia de finados até parece que animava os bêbados... Tinha um tal de Zé Mucuta que sempre por lá aparecia, chegava no balcão e tomava um golinho de cachaça que fora deixado por alguém. Retirava da mucuta uma lata de óleo cheia de estopa com óleo cru e, depois, duas pedras. Em seguida, batia uma contra a outra e produzia faíscas, que acendiam a estopa. Zé Mucuta abaixava-se solenemente e, sem hesitar, pegava uma bituca no chão e a acendia em sua binga tão especial... Como fiquei te devendo um acróstico na primeira edição deste livro, aqui estou para cumprir minha palavra e onde quer que você esteja, agora, pode descansar em paz, Zé Mucuta!
ZÉ MUCUTA
Quem via aquele biruta
Um tipo cheio de graça
Era um louco ou um andarilho?
Remexendo sempre sua mucuta
Incontinente, pegava uma bituca
Dava um bico numa cachaça,
O que restava num copo de bar...
17) Em abril do ano de 1959, meu pai vendeu tudo e, no dia 14, colocou a família sobre um grande caminhão FENEMÊ e mudamos para Osasco. Foi a primeira grande viagem de toda família... Feliz, em busca de um novo destino. E assim, sob um vento frio que gelava a todos, inclusive nosso cachorrinho Sultão, chegamos, para morar numa casa de aluguel, da Dona Olga, na Rua Papoula, 114, no Jardim das Flores.
Foi a primeira oportunidade que tivemos de comer uma deliciosa farofada na estrada, hábito que, até hoje, de vez em quando cultivamos, matando a lombriga! Frango feito em molho, em pedaços, com farinha de milho... coitado dos cachorros... Não sobrava nem ossinhos.
NOSSA PRIMEIRA VIAGEM
Numa madrugada tão distante
O destino nos cedeu um caminhão,
Subimos naquele enorme gigante,
Só Deus sabe a grande emoção,
A respiração até parou por um instante!
Pai, mãe, irmãos e o cachorro Sultão,
Rumamos para São Paulo, tentar a vida,
Invadindo estradas, longe do rincão.
Muitos amigos tristes na partida,
E nós, agora, nessa grande sensação,
Indo embora e deixando esculpida
Recordação tão bela e sentida,
Aqui, bem no fundo do coração!
Vamos embora, minha gente,
Inalar o ar poluído do planalto
Aprender a andar no asfalto
Ganhar o pão de modo decente.
E, ao chegar, dar um grito bem alto,
Matando a saudade de um peito ausente!
Dorival Pedro dos Santos
Pedro Lavirod
Livro dá Poder
Padre Rovildo
Dr. Viola Poder
Fone (11) 3685-1483
lavirod@bn.com.br

site: www.bn.com.br/lavirod 

Como os foreneses perceberam incluí na mensagem apenas os primeiros versos (ou mais concernentes a meu critério) nos textos enviados por Dorival. Se alguém se interessar por eles na íntegra, favor entrar em contacto diretamente com o autor.

Abçs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE JULHO DE 2.005.
De: Marise Balieiro Nigro
Cidade: Campo Limpo Paulista.
Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Ainda que seja tarde.....mil beijos para essa cidade, onde nasci..onde mora ainda minha familia...e que eu amo de todo meu coração.....deve ter sido uma festa linda esta dos 100 anos....
Felicitation!

 

FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE JULHO DE 2.005.
De: Clarice Pelizzon de Morais

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


 Prezado Egydio,
Mais uma vez matando saudades da minha cidade através do Forum, por onde vejo desfilar nomes de pessoas queridas.
Quantas saudades do Clube Recreativo, Flamingo, Chaleira, Kiboncity, Cine São José, Bar Recanto e outros tantos locais dos quais ainda lembro como se fosse hoje. 

Meus amigos de adolescência(Beth e Neth Kantack, Cleide, Cleusa e Cleonice Filipin, Terê, Beto e Bibia Oliveira de Castro,Camucardi, Fernando, Regina e tantos mais que passaria um bom tempo elencando.

Eu morava nos fundos do Açougue Ideal, em frente ao Bar Recanto e em casa as meninas se reuniam em frente a um grande espelho que havia no meu quarto para nos pintarmos antes de sair( muita sombra e delineador, estilo "gatinho").Como foi bom. Abraço a todos e espero encontrá-los no Forum.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE JULHO DE 2.005.
De: Mary Ângela Avance

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.

 

Caro Egydio,
Estou a procura de quem tenha feito o 1o. ano primário no Grupão com a Da. Francisca ou o 4o. ano com a Da. Ivone, a qual também era nossa professora na admissão. Procuro também quem tenha cursado de 71 a 76, respectivamente ginásio e 1e 2 ano colegial no IEE. Tenho saudades daquela epoca e gostaria de encontrar amigos, pois estou fora de Assis desde 1977, quando vim para São Paulo cursar 3o. colegial e fazer faculdade e por aqui fiquei. Abraços.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE JULHO DE 2.005.
De: Marcos Leão de Carvalho

Cidade: Paulínia. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.

 

 Arnaldinho,
Eu te conheço desde os meus 7 anos, quando vc morava vizinho da Drª Ana Barbosa, no predio onde funcionava a Prefeitura de Assis, ou estou enganado? Nós brincavamos juntamente com os Ribeiro,os Coelho, os Silva, etc, tenho vc bem fixado em minha mente. desejo a vc muita paz.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 26 DE JULHO DE 2.005.
De: Arnaldo Afonso brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.

 

Para o Marcos Leão de Carvalho - Paulínia-SP.
Meu prezadíssimo vizinho e amigo Marcos,
Você está certíssimo quanto à minha pessoa, pois sou eu mesmo quem você está pensando, e tenho, também, muitas lembranças ótimas, não só de você, como dos seus pais que eram amigos dos meus pais, e de seus irmãos Ana Maria, Orozimbo, Sônia e Carmem, pois os seus irmãos mais jovens somente os conheci pequenininhos.
Talvez você tenha se esquecido que antes de sermos vizinhos no local que mencionou (vocês na rua Barão do Rio Branco, enfrente à Quadra de Esportes do Clube Recreativo, e nós na rua Smith de Vasconcelos nº 327, onde hoje está o imponente edifício Porto Belo) já tínhamos sido, também, vizinhos na rua Benjamin Constant, próximo ao Mercado Modelo Municipal, isso no final da década de 1950.
Mas foi muito bom reencontrá-lo nesse forum, e estamos vizinhos de novo, só que agora de cidades.
Vamos nos encontrar pessoalmente. Desejo, também, a você muita paz mesmo. Um grande abraço.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE JULHO DE 2.005.
De: Mauro Alves dos Santos

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.

 

Prezado Egydio, caro amigo Zacarias,
Lembraste bem do nosso amigo, e meu irmão de coração, José Antonio Rosseto. 
Demonstrações de amizade dos conterräneos mostram, e atestam, realmente, que Assis é uma cidade Fraternal. Uma comunidade que fez construir em cada um dos seus filhos o sentimento que nos faz lembrar, com saudade, daqueles que conviveram conosco e participaram de nossas vidas cada dia que passamos aí.
Contudo, um aspecto, que percebi me parece nunca ter sido tocado neste forum. No campo político e economico não há muito que comemorar, nestes passados 100 anos de nossa existencia.
Apesar de ser uma das mais antigas cidades da região, Assis não conseguiu projeção, relevante nos campos politico e economico, apesar da proximidade, por certo tempo com o poder.
Pois, senão, vejamos.
Assis, em 2002 com cerca de 90.000 mil habitantes apresentava uma renda "per capita" de R$ 4.954,00, enquanto a de Ourinhos era 50% maior ( R$ 7.382,00); a de Marília, com mais que o dobro de habitantes que Assis, a renda "per capita" foi de R$ 5.803,00!
Imagine: a renda per capita de Cândido Mota foi de R$ 8.512,00, em 2002. 70% maior que a de Assis!
Com,cerca de, vinte e quatro anos mais que Marília e 15 mais que Ourinhos, o PIB de Marília foi duas vezes e meia maior que o de Assis, e o de Ourinhos uma vez e meia maior. Assis teve um PIB de R$ 448 milhões de reais em 2002, Marília R$ 1 bilhão e 205 milhões; Ourinhos R$ 728 milhões. Comparar Assis com Presidente Prudente seria covardia!
Deixando de lado fatores incontroláveis, (como o fato, por exemplo, de Marilia distar de Sao Paulo apenas 443 Km e Assis estar a longos 444 Km), não podemos deixar de lembrar que Assis já teve papel importante na vida politica nacional, e principalmente, estadual. 
A primeira usina de álcool do país (1976), na epoca da ditadura, tinha como sócio-proprietário a familia de um assisense ilustre: o ex-prefeito Rui Silva.
Assis já teve deputados estaduais, federais, secretários de estado, presidentes de empresas estatais! 
Sentíamos orgulho em dizer:  Esse tal secretário é de Assis...Aquele presidente da entidade tal é meu conterrâneo... Aquele tal é da mnha cidade!...Ficou por aí!
Enfim, intimidades com o poder...
Mas, nunca se conseguiu traduzir esta intimidade com o poder, esse relacionamento próximo, em benefícios para a comunidade assisense. Quer fossem economicos ou educacionais, que pudessem manter na cidade muitos dos filhos que foram para outros cantos do país, e até mesmo fora do país.
Esses políticos apenas não tinham visão de futuro para a cidade de Assis, ou eram mesmo fracos, politicamente falando, ou sem "interesse civil"?
Lembro-me que Assis já teve industria de óleo, a Zillo; o Frigorífico Cabral, industria de plástico, a Ultrafértil. Já fabricou até avião ( Se não me engano. Coisa do Roberto da Empresa de Luz)!... A Cristalina! Tudo isso já na década de 60.
Assis teve escola técnica ( a Artesanal), e escola de Comércio muito antes que outras cidades da região.Mas nunca teve uma Faculdade de Engenharia ou Ciências Contábeis, ou qualque outra que fosse. 
No entanto, quantos assisenses não perderam a vida enfrentando a estrada Assis - Marília; centro de educação superior, que Assis demorou em conseguir alguma coisa, exceção feita a "FAFIA". Escola de resistëncia na Ditadura.
Passou o tempo. 
Assis não tem indústria de porte. O setor de supermercados não passa de um monopólio. Assis não tem projeto para ser grande. Não tem base!
Quando vou a Assis, não sei porque, tenho o sentimento de que Assis não cresce, no sentido de desenvolvimento. Tenho a senseção de que,apenas, se espalha ... e divide a miséria.
Mesmo acompanhando de longe, sempre notei que as disputas políticas nunca colocaram em primeiro plano o cidadão assisense e suas necessidades. A discussão sempre foi em relação a NOMES.
Política em Assis é coisa hereditária.
Não se consegue, ao menos, consenso para eleger um deputado estadual ou federal que defenda Assis e região.
Parece-me que os "filhos da política" que a cidade produziu, não levaram muito em conta os ideais do Capitão e dos pioneiros, que imagino fossem o de construir um lugar bom para viver, para si, para seus descendentes e para os que ali quisessem viver, trabalhar e criar seus filhos.
Mas, quantos tiveram que abandonar seus amigos e suas famílias, deitarem pé na estrada por causa da falta de lucidez dos políticos assisenses?
Parece que tem mais assisense fora do que dentro. 
Moro perto de assisenses, trabalho com assisenses, almocei domingo que passou com varios outros assisenses.Sábado passado encontrei me, na 25 de Março com assisenses, de Jundiaí.É Assisense em SP, no Rio, no Ceará, no Mato Grosso ... no mundo!
Assis fez 100 anos! Quem sabe não seja esse o momento para se parar e refletir o que a cidade, unida, quer para os cidadãos que estão chegando? Os cidadãos que irão fazer a festa dos 150 anos, dos 200...
Quem sabe, para o futuro os filhos da cidade tenham mais oportunidades e seja menos necessário deixar Assis por falta de opções e oportunidades.
Mauro Alves do Santos. São Paulo.
Caro Mauro:

Você trouxe para este Fórum assunto de muito conteúdo e merece parabéns por isso. 
Acho que devemos meditar sobre outras opções políticas e econômicas para Assis. É difícil analisar a atuação de políticos assisenses, que foram eleitos deputados, com Santilli Sobrinho, Abílio Nogueira Duarte, Rui Silva e Hélio César Rosas.

Santilli até obteve mais resultado antes do advento do Regime Militar, quando a democracia era forte e o deputado tinha mais força. 
A falta do sistema distrital para eleição de deputados e, agora, os conchavos políticos, mensalões e outros artifícios para que os governos estaduais e federal tenham maioria, parece-me que colocar a eleição de um  deputado para solucionar todos os nossos problemas, seria desviar a atenção. Além disso, colocar objetivos da comunidade em uma só cesta é perigoso.

Acho que uma opção, aproveitando a posição geográfica de Assis, que fica eqüidistante de três grandes cidades (Prudente, Marília e Ourinhos) e de cidades menores, mas em crescimento e fortes economicamente, seria investir no turismo. A começar pelo funcionamento do comércio aos sábados, domingos, feriados e até 24 horas por dia.  Investir no esporte, que já é potencialmente forte, em autódromos, etc.

Vamos discutir esse assunto, que interessa a todos, principalmente aos jovens que, com certeza, preferem trabalhar em sua cidade natal. Abçs. Egydio Coelho da Silva.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE JULHO DE 2.005.
De: Arnaldo Afonso brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.

 

Prezado Egydio,
Para complementar os nomes das pessoas aí na foto, temos, da esquerda para a direita, o Dr. Tufi Jubran, Dr. Arthur Luciano de Oliveira, Dr. Walter Coronado Antunes e o Sr. João (Jango) Jabur, recentemente falecido.
Um abraço.
Arnaldo:
Não entendi sua explicação. Tuffi Jubran na foto está no quarto degrau de cima para baixo e é o terceiro da linha da esquerda para a direita, que quem olha para a foto de 1.959 (
Veja o texto e a foto ).
Egydio

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE JULHO DE 2.005.
De: Arnaldo Afonso brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Egydio,
Deve estar havendo um equívoco quanto à foto. Esta que estou me referindo, ou melhor, complementando, é uma foto onde aparecem essas quatro personalidades.
A pessoa que lhe enviou a foto cita o Tufi, o Arthur Luciano, o Walter Coronado, e para a quarta pessoa da foto é dito que seria um dos irmãos Jabur, talvez o Mufid. No entanto, não se trata do Mufid, mas de seu irmão João (Jango) Jabur, falecido recentemente. Um abraço. Arnaldo.

Arnaldo.

A foto a que você se refere é a de 1.970. Já coloquei seu texto explicativo nessa página ( Veja o texto e a foto ). Abcs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE JULHO DE 2.005.
De: Coligni Luciano Gomes

Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Sou assissense de nascimento, onde vivi até os 42 anos de idade. O Eli me conhece.
Atualmente estou em Limeira, onde trabalho como Delegado de Polícia e professor de Direito Penal no ISCA FACULDADES.
Consegui concluir o mestrado em Filosofia do Direito e escrevo semanalmente para o principal jornal desta cidade, a Gazeta de Limeira. Procuro abordar os temas da atualidade e o cotidiano.
Gostaria de ver publicados os meus textos nesse que é o principal de Assis e Região. Se houver interesse, encaminhe-me mensagem e o endereço eletrônico para encaminhar meus textos.
grato. Coligny
Prezado Coligny:

Interessa sim e muito. Favor enviar seus textos diretamente à redação de Voz da Terra, para o editor Sérgio Vieira. Abçs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE JULHO DE 2.005.
De: Diego Braga Norte

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Oi Eydio, tudo bem?
Moro em São Paulo e gostaria de saber quem foram os ganhadores do concusro de contos "Recortes: Assis em 100". Por acaso vc saberia me dizer? tentei encontrar o resultado no site da prefeitura, mas não achei nada. Enfim, obrigado. Abs, Diego.

FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE JULHO DE 2.005.
De: Alberto Zacarias

Cidade: Osasco. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Prezado Egydio:
Grande Mauro, veio com tudo e não está prosa. Maurão, para pessoas como nós na faixa do cinquentão comparar hoje Assis com Ourinhos, Marília e Presidente Prudente, citando o PIB atual e dizer que Assis não cresceu, soa falso. Se utilizarmos o PIB de 40 anos atrás, penso que a proporção seria a mesma, daí eu acredito que Assis cresceu, no entanto, Ourinhos, Marília e Presidente Prudente também cresceram, além do mais, em termos econômicos, Assis perdeu um baita de um distrito: Tarumã, o qual, acredito, deve ser o responsável pela arrecadação dos impostos pertinentes à Usina Nova América. Vamos torcer para que Assis cresça, mas também a região se fortaleça: Candido Mota, Tarumã, Maracaí, Paraguaçu Paulista, Florínea, Pedrinhas, Palmital, e, ainda, porque não: Ourinhos, Presidente Prudente, Marília e etc.
Com relação à representatividade política você tem razão em dizer que Assis está órfã, porém, não podemos afirmar que os políticos anteriores não tinham visão de futuro para a cidade ou eram fracos mesmo, política é fogo, às vezes o deputado era de um partido e o prefeito de outro, então trazer para Assis por quê? Em todo caso dentro do “princípio”: ruim com ele, pior sem ele, vamos eleger um. 
Nesse sentido, o da orfandade, contrariando o pensamento do Egydio, penso que Assis deveria sim, colocar os votos em uma única cesta. Enquanto não vem o voto distrital ou outras mudanças na política eleitoral, a sociedade civil de Assis poderia se organizar e realizar referendos (extra-oficiais, mas sérios) para se escolher um candidato em quem votar, estes fariam campanha para mostrar suas propostas, quem vencesse seria o escolhido e a imprensa local divulgaria, sem revanchismo, o nome do escolhido. 

Todos poderiam se candidatar oficialmente, mas saberiam que as entidades representativas da sociedade civil, ACIA, OAB, IGREJAS (todos os credos), ONGs etc, iriam apoiar àquele candidato vencedor no referendo ou nos referendos. 
Outra coisa, Maurão: Quanto à fomentação do parque industrial, você está certo e o Egydio mais ainda. Devemos mudar o paradigma de que industria é apenas aquela no sentido de fábrica ou coisa do gênero e sim em outros tipos de industrias. 

O Egydio sugeriu a industria do turismo. Turismo? Sim turismo. Por exemplo: existe uma grande festa da cerveja em Santa Catarina que atraí pessoas de todo o Brasil e também do exterior, é hoje uma super festa a Oktoberfest, mas quando começou não era assim agregada com outros tantos segmentos. 

Assis tem uma cervejaria porque ela com a ajuda da coletividade não começa uma festa desse naipe? A industria da Educação e Cultura. Por quê não promover festivais de contos, poesias, romances e outros que tais, organizados pelos docentes e discentes da Faculdade de Letras da Unesp? Coisa de envolver a população toda. 

Ecoturismo? Por quê não envolver o Horto Florestal de Assis nesta parada e organizar passeios interessantes pelo parque existente. É Maurão tem muita coisa para se discutir a respeito. Como o Egydio disse em outra oportunidade: a discussão está aberta.

Caro Alberto:
Quando digo colocar toda aspiração e objetivo de Assis em uma única cesta, não me refiro a concentrar os votos assisenses em um só candidato (o que seria ótimo). 
Refiro-me a entender que Assis não deve ter uma única aspiração e objetivo: eleger um deputado assisense. Seria ótimo, mas só isso não seria solução.
Acho que o Brasil pensou assim: 
1) quando retornou a democracia e voltou a eleger diretamente um presidente da república: elegeu Collor. 

2) quando aprovou a Constituição de 88 e o novo Código Civil, cujos efeitos colaterais têm se mostrado mais nocivos do que a boa intenção de Ulisses Guimarães e Miguel Reale, inclusive por aumentar e restrição à liberdade de imprensa, uma das poucas coisas na qual o povo ainda tem esperança, nesta época em que as instituições estão todas em perigo, ameaçadas pela corrupção desenfreada.

Por isso, entendo que se deve abrir um leque para se ampliar a busca de opções para conseguir mais progresso e rápido em Assis. E o investimento em turismo seria uma delas, como você citou. Abçs. Egydio

FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE JULHO DE 2.005.
De: M.ª edita de Souza Lima Porceli

Cidade: Curitiba. Estado: PR. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


...lembrar de fatos que marcaram a meninice. 
Morei em Platina, praticamente desde que nasci, lá tinha alguns amigos: Lucia do Julinho Galdino, Ivani, Sheila, Gê do Durval Moreira, Adão Camargo, Edith Camargo, Dé irmão da Lucia, entre outros, mas de quem eu mais me lembro é da minha primeira professora que morava em Assis, quando saí de lá para ir morar em São Paulo. 

Tenho muita vontade conversar com ela, contar até onde cheguei a partir dos conhecimentos obtidos com ela, lá na fazenda do Zanchetta, no Bairro Bebedouro em Platina. Estou falando de dona Ester Meira de Almeida Botelho, não sei se ainda vive neste mundo fisicamente falando, pois na minha memória ela viverá sempre. Abraços.
Em tempo: Ah, vocês têm alguma reportagem sobre a suposta aparição de Nossa Senhora na Platina? Gostaria de saber mais sobre o assunto.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE JULHO DE 2.005.
De: Paulo Cardoso

Cidade: Campo Grande. Estado: MS. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Egydio, é sempre um presente receber o fórum em meu computador. 

Abro correndo para ver quem mais aparece e quem fala um pouco mais de nossa época de ouro tão gostosa, décadas de 60/70 e 80. 

Por falar em presente, hoje não pude dar um gostoso presente de aniversário ao meu pai, dr Paulo de Souza Cardoso (médico otorrinolaringologista que tantas amídalas operou), que completou neste dia 30/07/05, 83 anos muito bem vividos. 

Pra quem não sabe ele reside hoje em Araraquara-SP, na mesma cidade que meu irmão Beto e sua família. Hoje ele está lá curtindo a neta (minha filha Aline) e a bisneta (minha neta Gabriela de 6 anos) que foram passar o dia com ele. 

Não pude sair aqui de Campo Grande, mas vou ter o prazer de encontrá-los (com minha mãe Therezinha) em agosto aqui. 

Esta distância, que neste momento parte meu coração, sempre fica mais curta quando a gente lê o fórum, pois é aqui que a gente se encontra e fica sabendo para onde foram nossos amigos. 

Prazer encontrar todos vocês aqui. Apareçam sempre, meu coração e minha saudade agradecem. Beijo a todos.
PS: não sabia da morte do Jango Jabur, grande amigo de meu pai e meu, senti muito. Pesares á família. Obrigado pelo espaço, Paulo Cardoso 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 31 DE JULHO DE 2.005.
De: Donisete Gomes

Cidade: Itapecerica da Serra. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Estou em São Paulo a treze anos, sou nascido e minha família está toda em Assis, onde trabalhei na Prefeitura por 15 anos, um abraço a este jornal que por muitos anos fui leitor assíduo e participante, quando das matérias esportivas relacionadas mais especificamente ao futebol amador e porque não também profissional (tempos do VOCEM). DEUS ABENÇOE A TODOS

FÓRUM ASSISENSE EM 31 DE JULHO DE 2.005.
De:
Maria Elisa de Almeida Berce

Cidade: Araçatuba. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Esta vai para Clarice e Cleide Pelizzon: fiquei muito contente de ter noticias, nem sei se lembram-se de mim, sai de Assis depois de voces, mandem seus e-mails se possivel.Nunca esqueci a terra em que nasci e ainda tenho muitos parentes ai, vou garimpar umas fotos para mandar. Abraços a todos 

 

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“Se tivesse que decidir se devemos ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último” (Thomas Jefferson).

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 Observações para o bom funcionamento

deste fórum

01) Solicita-se aos participantes que - antes de enviar sua mensagem -  a leiam, corrigindo digitação e também evitem palavras agressivas. Os textos redigidos com todas as letras em maiúsculas serão transformados em minúsculas.

02) O objetivo primordial desde fórum é trocar informações, idéias e opiniões sobre assunto que diz respeito a Assis e sua região e com isso formar opinião pública para "melhorar a região"  no sentido amplo da expressão; 03) Ampliar a amizade entre os participantes.  

04) Localizar os assisenses espalhados pelo mundo.

05) As opiniões e discussão dos assuntos serão sempre no campo das idéias e nunca pessoal;

06) As críticas a políticos e administradores devem se ater aos atos e evitar adjetivos. Em vez de dizer nominalmente que o vereador, o prefeito ou deputado é incompetente, desonesto, etc. deve-se citar o fato e a ação que por si só ilustram o perfil de quem praticou. A conclusão adjetivada fica por conta do leitor da mensagem e deve ser evitada por quem envia a mensagem.

07) Se a referência a outro colega participante do fórum for depreciativa e/ou ofensiva em termos pessoais, a mensagem não será repassada.

08) Deve-se evitar a utilização deste fórum para marketing comercial ou político.

09) Deve-se evitar disponibilizar os respectivos emails no texto da sua mensagem ao fórum. Pois é repassado a todos indistintamente.

Este fórum é encontrado no website: www.ajorb.com.br/vt-forum

10) Os textos veiculados neste fórum também são enviados para a redação de Voz da Terra de Assis.

11) Se você se sentir prejudicado com qualquer notícia aqui divulgada ou no jornal impresso VOZ DA TERRA e quiser se utilizar do direito de resposta, favor enviar email de volta, que a sua opinião será divulgada com o mesmo destaque e enviada para as mesmas pessoas que receberam esta mensagem.

12)  Pede-se aos participantes respeito e tolerância pelo direito de expressão de pensamento de cada um, tendo como filosofia o pensamento de Voltaire: 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  

13)  Solicita-se que antes de enviar a mensagem, o texto seja lido novamente e se faça a sua correção num programa  de  corretor de texto.

14) Os textos devem ser sempre de autoria de quem os envia para o Fórum. Textos repassados de terceiros  não serão enviados aos participantes.

Os textos, desde o início deste fórum, você encontra no URL: www.ajorb.com.br/vt-forum

 

Grato.

Egydio Coelho da Silva, coordenador do fórum assisense

Email: vtmv@monteverdemg.com.br

Máximas sobre liberdade de imprensa e livre manifestação do pensamento:

 

*“Se tivesse que decidir se devemos ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último” (Thomas Jefferson).

 

* “A imprensa, numa vigorosa prestação de serviço, será a memória da cidadania contra o corporativismo de interesses menores, quer no Executivo, Legislativo e Judiciário” (Carlos Alberto Di Franco).

 

“Que o bem da liberdade segue imediatamente os bens da vida e da integridade física, demonstra-se facilmente, pois, a liberdade foi sempre constantemente um dos mais altos fins dos esforços e das aspirações humanas” (Adriano de Cupis).

 

* “Libertas omnibus rebus favorabilior est” ( “Em todos os casos a liberdade é mais favorável”), Brocardo Romano.

 

* “ A imprensa é um dos meios mais importantes de crítica e controle público permanente” (Konrad Hesse)

 

* “A imprensa livre é o olhar onipotente do povo” (Karl Marx).

 

* “A imprensa livre é o espelho intelectual no qual o povo se vê e a visão a si mesmo é a primeira condição da sabedoria” (Karl Marx).

 

“Nossa Constituição Federal (1988) protege, de maneira veemente, o direito de informar, o direito de se informar e o direito de ser informado” (Oduvaldo Donnini, autor do livro “Imprensa livre, dano moral e dano à imagem...pág.206)

 

* “A medida que a comunicação se torna maior e melhor, fica claro que a intolerância é a verdadeira pequenez do homem”, Spielberg

 

* "Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras" (o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos-ONU, 10-12-1.948).


"Creio na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade".

Rui Barbosa

 

"Infringem a  ética:

o juiz que não julga, 

o promotor que  não denuncia, 

o advogado que não defende, 

o jornalista que não noticia o que sabe ou 

não escreve o que pensa".

Medeiros de Abreu

 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  Voltaire

 

Indenização, em dinheiro, por dano moral somente indeniza a moral de quem não tem moral.

Medeiros de Abreu 

“O interesse coletivo deve prevalecer em relação ao particular”. Ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes em decisão sobre crime de imprensa.

"O segredo é aliado da corrupção". Ministro Waldir Pires  

"Julgar idéias é uma das mais infelizes invenções da humanidade." Jornalista Audálio Dantas

 

"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa". (Declaração de Chapultepec sobre liberdade de expressão)  

 

"Limitar a liberdade de expressão, sob qualquer forma que seja, revela incompatibilidade com a democracia". 

Rodrigo Pinho, procurador geral de Justiça do Estado de São Paulo

 

"Falta de ética é não publicar notícia relevante". Thélio Magalhães, jornalista.

 

"O resto do mundo é mero aprendiz do Brasil em matéria de concentração da propriedade da mídia". Fernão Lara Mesquita, jornalista.

 

"O sigilo da fonte garante a revelação de  atividades ilegais". Judith Miller, repórter do New York Times

 

 

Os incisos do artigo 5o. da Constituição abaixo só não garantem a liberdade de imprensa, porque foram "esquecidos" pelos que julgam ações contra a liberdade de imprensa:

 

* "IV - É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato";

 

* "V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo...";

 

* "IX - É livre a atividade...de comunicação, independentemente de censura e licença";

 

* "XIV - É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional".