VOZ DA TERRA 

Jornal diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil

Coordenador: Egydio Coelho da Silva

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FÓRUM ASSISENSE EM 02 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Coligni Luciano Gomes

Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Sabe, Orozimbo, fico pensando se estamos ficando velhos e por isso gostamos do Fórum Assisense. É ponto de encontro de uma turma de cinquentões. A saudade da terra é muito forte. Alguém poderá dizer que é efeito da água do Buracão. De outro lado, além do prazer do reencontro, é um espaço importante para o debate sobre nossa querida Assis. Parece-me incontroverso (pelo menos na opinião do Mauro, Roberto Bermejo, Arnaldo, Alberto, e outros não menos interessados) que um dos fatores do atraso de Assis é a falta de representantes na ALSP e Congresso Nacional. Há consenso nesse sentido. Entretanto, isso também é semelhante àquela estória de colocar o sino no pescoço do gato. De outro lado, quero acrescentar que a industrialização não reflete, por si mesma, o desenvolvimento humano e social. Vivo numa das regiões mais ricas do país, e vejo muita miséria e insegurança. A industrialização exige mão de obra qualificada e isso é uma crueldade com a população menos favorecida. A mecanização coloca à margem social justamente as pessoas que mais necessitam de trabalho. Atrair indústrias é muito bom, mas não é o suficiente. Nosso país necessita urgentemente de projetos que insiram a mão de obra mais bruta no contexto econômico. Veja você: não fosse o turismo alimentando o comércio de rendas, couro, pesca, etc., o que seria de Fortaleza. Não basta a industria de farinha de trigo. É claro que ainda falta muito, mas essas atividades proporcionam trabalho à população e diminuem a largura do buraco que separa os segmentos sociais. Passar da linha da miséria para a linha da pobreza é pouco, mas não insignificante. Tudo é uma questão de progredir sempre. Tenho ido a Assis e não vejo a ausência total de progresso. Posso mencionar o âmbito da educação superior. Após a Unesp, tivemos a Educação Física, a FEMA e a UNIP. Isso talvez não seja o suficiente, mas não é pouco. De outro lado, veja o exuberante comércio da Avenida Rui Barbosa. A minha preocupação consiste no fato de que a situação pode piorar (e, muito) num futuro próximo, com a proibição da queimada da cana e outras mecanizações na agricultura. É urgente que se planeje uma saída para a mão de obra que estará desempregada. Uma feira intelectual ou uma festa de cerveja podem ser uma referência importante para nossa terra natal, e devem ser incentivadas, sem nenhuma dúvida. Porém, em relação à qualidade de vida do assisense são necessárias outras alternativas, urgentemente. A verdadeira qualidade de vida depende de trabalho digno para todos; desde a mão de obra mais simples e rude até a mais qualificada. E Assis tem potencialidade para isso. Mas ainda depende de quem vai amarrar o sino no pescoço do gato. Esse papo terá seqüência. Não dá pra falar tudo de uma só vez.
abraços a quem devo abraço; e beijos a quem devo beijo.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 03 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Luiz Antonio de Castro Santos. 

Cidade: Petrópolis. Estado: RJ. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Para Arnaldo Afonso Brandileone (de Campinas, Mogi-MIrim, etc - O Arnaldo é muito mais migrante do que eu, pois em 18 de julho está em Mogi, dois dias depois já "está" campineiro...) 
Caríssimo Arnaldo,
Estou há um tempão para escrever e agradecer sua atenção para com meu pai, em mensagem de 20/07/05, em que relata o acidente que sua família sofreu na rodovia para Assis, em Ibirarema, em 2 de novembro de 1959. Nessa época, em que sua Mãe foi atendida por meu pai e Dr. Geraldo Leite, na Casa de Saúde São José, eu ainda morava em Assis e cursava o ginásio no IEA. Fiquei feliz em saber dos detalhes -- aliás, parabéns e saúde é o que desejo a sua Mãe, nos seus jovens 88 anos -- e apreciei muito sua lembrança da atuação da dedicada Enfermeira Dona Antonia, mão-direita de meu pai no Hospital (havia de fato duas mãos-direitas, minha mãe era a outra, pois se dedicava intensamente à parte administrativa...). A aposentadoria da Dona Antonia fez com que a idéia da venda da Casa de Saúde fosse tomando forma. (Em tempo: alguém saberia o sobrenome de Dona Antonia? Não consigo me lembrar, sei que era conhecidíssima e muito querida na "comunidade alemã" de Assis, quem sabe alguém teria a informação. Foi uma grande assissense e precursora da Enfermagem profissional em toda a região). Arnaldo, seu comentário sobre a Casa de Saúde me fez lembrar do Dr. Barbosa; não me recordo do outro sócio. Na verdade, tratava-se de um arrendamento, não de uma venda. Quando Dr. Barbosa faleceu, meu pai retomou os planos de venda e creio que só em 1964, ainda no início do governo do Ademar de Barros, o hospital foi vendido ao Estado.Tudo que lá estava foi vendido, inclusive o terreno bastante grande, nos fundos da Casa de Saúde. 
Houve uma época, creio que nas férias de 1958, que o terreno virou um "campo de futebol". Eu sempre fui péssimo em esportes, muito míope, asmático e tal. Mas comecei a jogar diariamente, na defesa, e tinha de ser escalado -- quem não iria escalar o dono do campo? Guardei bem UM nome entre os jogadores. Era o Lindolfo, goleiro do Noroeste de Bauru, que passava férias com sua família, na residência deles, bem ao lado da Casa de Saúde. E jogou conosco. (Quantas vezes, não me recordo). Sei que me orientava, me ensinava a jogar! Diferentemente do nosso querido professor de Educação Física no IEA, o Prof. Nicolino, que "soltava" a turminha pra jogar e descansava. (Aliás, pouco importa, pois era uma grande figura humana). Eram tempos diferentes. Hoje em dia já tem até escolinha de futebol. Eu jogava tão mal que quando conseguia driblar alguém, não era aplaudido. Vaiavam o outro. (Lembro-me que isso aconteceu pelo menos uma vez, quando passei batido pelo meu adversário na quadra, o Igara José Claudino). Mas quero voltar ao goleiro Lindolfo, que deve estar bem vivo, em algum lugar desse Brasil. Ele QUASE produziu uma espécie de De Sordi míope em Assis. Mas minha mãe acabou com a festa e com meu "futuro" no futebol brasileiro. Ficou sabendo que já havia até assistência no cercado de madeira em volta do campo, times começando a se formar e sei lá mais o quê de terrível, transmitido por suas informantes. Deu um basta, meu pai a contragosto cedeu e eu pude me dedicar aos livros, em uma universidade pública desse nosso sofrido país de Severinos, Jeffersons, Malufs, Delúbios, Zédirceus, casais de Garotinhos, Euricomirandas etc. Mas só de ler os e-mails nesse Fórum, lembrando sempre o Arnaldo Brandileone, o Alberto Zacarias, as primas Pelizzon e por via indireta, Inês Pelizzon Pimentel, exemplo de militância politica pela justiça social em Cândido Mota, o Mauro Alves dos Santos, o Pedro Lavirod, o Coligni Luciano Gomes, o Fabio Spera, a Ivone Meneguella, a Telma Maria da Silva e, em letras graúdas, Egydio Coelho da Silva, -- e tantos outros participantes -- dá pra ver que o País tem salvação. Em tempo: caríssimo Alberto Zacarias, não queime na fogueira todo o PT. Esse é um partido histórico e já deu muito mais ao país do que tomou. (E que prejuízo, sem dúvida). E poupemos o Presidente. Tivemos muito piores e mais "instruídos". E horríveis beberrões "intelectuais", como Jânio Quadros, cuja irresponsabilidade histórica no governo atenua de longe as mancadas do Presidente Lula. Aliás, como tantos assissenses, eu acho que há mais de quarenta anos já bebia um pouco mais que ele -- no bar do Zé, em frente ao portão de entrada dos alunos do IEA. Um dia todos paramos.
Um abraço ao Arnaldo e a todos vocês, Luiz Antonio de Castro Santos. 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Cláudio Messias

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Egydio:
Trabalhando na região de Campinas tive a oportunidade de me deparar com um assisense que, hoje, é uma das maiores autoridades na área da engenharia mecânica no setor de maquinários agrícolas. Isso, em âmbito mundial. Trata-se de Félix de Castro Neto.
Nascido em Assis no ano de 1950, hoje aos 55 anos, o engenheiro mecânico,
Félix de Castro Neto, mora em Piracicaba, recebe convites para demonstração
prática de sua 'invenção' não só no Brasil, mas também em outros
continentes. Trata-se de uma cortadora de cana-de-açúcar que se
diferencia radicalmente das demais: a cortadora Fênix. Atualmente, as seis unidades da máquina inventada por Félix de Castro Neto estão em atividade,nos estados de São Paulo, Minas, Bahia, Alagoas, Espírito Santo. Uma das unidades foi exportada para uma cooperativa situada na Ilha Reunion, um departamento francês no Oceano Índico. Cláudio Messias

 

FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Nilson Luis Gomes - XUXU

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Caro Amigo Egydio:
Lendo as manifetações no Forum desta semana, me deparei com a senhora Hilda Motta Reis Santos perguntando se em Assis não há "Festa do Peão e Boiadeiros".
Gostaría de informar à senhora Hilda que Assis já realizou sim inúmeras "Festas do Peão de Boiadeiro", (também conhecida como Rodeio).
Estas festas normalmente aconteciam durante a realizãção da FICAR (Feira Industrial, Comercial e Agricola de Assis e Região).
Infelizmente a Exposição de Assis deixou de ser realizada apartir do ano de 2004 por razões que os nossos governantes poderíam explicar melhor.
Por enquanto, só podemos apreciar essas festas em cidades menores que Assis como Tarumã e Candido Mota por exemplo que organizam uma festa boa e com entrada franca para a sua população...
A Festa do Peão de Boiadeiro (Rodeio) de Tarumã, acontece apartir desta quinta-feira 08 de Setembro e vai até o domingo 11 de Setembro.
A Festa do Gigante Vermelho como é conhecido o Rodeio de Candido Mota, acontece sempre no mês de Outubro.
Espero ter colaborado com a senhora Hilda.
Um grande abraço à todos. Nilson Luis Gomes - XUXU

 

FÓRUM ASSISENSE EM 06 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


 Para o Prof. Dr. Luiz Antonio de Castro Santos:
Prezadíssimo Luiz Antonio,
Antes de mais nada quero fazer uma ressalva quanto à minha migração citada por você: por um equívoco do nosso querido coordenador deste Forum, Egydio Coelho da Silva, ele me colocou como se fosse de Mogi-Mirim. Portanto, não sou tão migrante assim, apesar de gostar de conhecer várias cidades.
O meu avô paterno, Afonso Brandileone, e o seu avô paterno, Dr. Lycurgo de Castro Santos, além de vizinhos, foram bastante amigos, inclusive de várias noites de carteado.
O meu avô construiu e morou até à sua morte na casa de estilo neo-clássico (hoje demolida, cujo terreno abriga o suntuoso Edifício Portobelo) na rua Smith de Vasconcelos n° 327, bem próximo de onde sua família morava. 
Quando meu avô faleceu em 11/08/1937, minha avó mudou-se para São Paulo e a casa foi alugada para Prefeitura Municipal, cujo prefeito naquela época, salvo engano, era o seu avô, permanecendo alugada à Prefeitura até quando o então prefeito Ruy Silva inaugurou o Paço Municipal, finalizando uma obra iniciada por seu pai, Tonico Silva, prefeito no início da década de 50.
Lembro-me de você quando cursava o ginásio no IEA e de quando você ia passar suas férias escolares em Assis, dirigindo o carrão de seu pai, um Aero-Willys, se não me engano, de cor azul claro.
Mas quero ressaltar a capacidade profissional de seu pai, um homem vocacionado para a medicina, que prestou relevantes serviços à comunidade assisense, merecendo ser imortalizado com uma mais do que justa homenagem, emprestando seu nome a um logradouro público da cidade que tanto amou, recebendo o carinho de todos os assisenses.
Um grande abraço a você e a todos os queridos leitores deste Forum.

FÓRUM ASSISENSE EM 06 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Arnaldo Afonso Brandileone

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Para o Dr. Coligni Luciano Gomes.

Prezado Coligni,
Eu e você não fizemos parte da mesma turma de jovens e adolescentes de Assis, mas me lembro de tê-lo conhecido já como Delegado de Polícia, titular da Delegacia de Pedrinhas Paulista, quando chegamos a trocar algumas palavras. Na ocasião eu era Gerente de Expediente no Posto de Serviço Bancário do Banco do Brasil, localizado nas dependências da Cooperativa de Pedrinhas.
Acho muito oportuna essa sua colocação sobre o modelo desenvolvimentista para a nossa querida Assis.
Você, bem reconhece, que se ela somente dependesse da política e dos políticos jamais teria crescido. Mas o forte é o seu povo que alavanca a prosperidade e briga contra todas as adversidades encontradas.
O maior presente de grego que Assis recebeu dos políticos foi a instalação de um presídio estadual, embora enaltecido por um determinado prefeito que esse presídio representava uma indústria que a cidade necessitava. 
Será que ele sabia que era sim uma indústria, mas uma indústria do crime, pois após o início "dessa indústria" a criminalidade na cidade aumentou progressivamente e isto é inquestionável.
Poucos prefeitos conseguiram eleger seu sucessor. Dos que me recordo, Antonio Viana Silva (Tonico Silva), que realizou uma grande administração, não conseguiu eleger seu sucessor Jorge Alves de Oliveira, ficando a vaga para Thiago Ribeiro, que não conseguiu eleger Abílio Nogueira Duarte (Abilinho), perdendo para José Augusto Ribeiro (carinhosa e popularmente conhecido por "Barbeta"). Este já conseguiu eleger o candidato que apoiava, Ruy Silva, que não terminou o mandato de prefeito, elegendo-se deputado estadual, e passando o cargo para o vice Oliveiros Alberto de Castro, que por sua vez não conseguiu eleger seu sucessor, Vasco Vitório Fagioli, que perdeu a eleição para o Dr. Tufi Jubran, que, coincidentemente, apoiou para seu sucessor aquele de quem tinha sido adversário na eleição anterior, Vasco Vitório Fagioli, que novamente perdeu a eleição, dessa vez para o Abílio Nogueira Duarte (Abilinho), o qual, também, não conseguiu eleger o seu candidato, Dr. Marcos de Andrade Pádua, que perdeu a eleição para o Reynaldo Antonio Silva, que não quis continuar à frente do executivo quando houve uma prorrogação de mandato estabelecido pela Justiça Eleitoral (coincidência de mandatos em todos os níveis nacionais), passando o cargo para o vice Lauro Spera. Aí é que não me lembro, pois eu estava residindo no Estado do Mato Grosso do Sul, se o Lauro Spera apoiou a candidatura vitoriosa do José Santilli Sobrinho (Zéca Santilli). Depois, Zéca apoiou Ruy Silva que perdeu para o Romeu José Bolfarini. Este, na escolha de seu sucessor, apoiou o prof. Ulisses Telles Guariba Neto, que perdeu a eleição para o José Santilli Sobrinho. Este apoiou Reynaldo Antonio Silva que acabou sendo vencido por Carlos Ângelo Nóbile. Este foi o primeiro prefeito de Assis a tentar a reeleição, sendo derrotado nas urnas pelo atual prefeito, Dr. Ézio Spera, cuja pessoa é de minha extrema gratidão e consideração.
Então, Coligni, você vê que não houve uma seqüência de programas políticos (se é que houve), ao contrário de algumas grandes cidades vizinhas.
A indústria hoje, como você muito bem falou, não é sinônimo de muitos empregos, pois elas são informatizadas, robotizadas, necessitando apenas de mão-de-obra qualificada, que, dependendo do seu porte, tem que "importar" mão-de-obra".
A maior preocupação, a meu ver, que os poderes constituídos, juntamente com as forças vivas locais, é a marginalização social, pois cada vez mais teremos menos escolas com qualidades e um maior número de presídios que não recupera seus presos, mas os doutrina para continuarem na criminalidade.
Um grande abraço, Coligni, e vamos, sem falta, nos encontrar na prevista reunião de todos os assisenses aqui nesta cidade de Campinas. Quem quiser partcipar dessa reunião, favor entrar em contato com o organizador do evento, Walter Edson (Depes) de Moura, pelo e.mail walter_edson@hotmail.com 
Abraço a todos os participantes deste Forum.

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Marlí dos Santos

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Para: Maria Elisa Almeida Berce
Com extrema alegria descobri o Fórum Assinse através de meu querido amigo/irmão Édison Reis Jr.
Navegar por estas mensagens é sem dúvida uma volta ao tempo, e que tempo bom. 
Lisa amiga, nos reencontramos, estou em São Paulo , segue meu e'mail marli.santos@terra.com.br 
Abraços a todos. 

FÓRUM ASSISENSE EM 08 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Coligni Luciano Gomes

Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Sabe, Egydio, não sei quem foi o trouxa que disse que Assis é a terra dos trouxas. Mas uma idiotice destas só pode ser de um trouxa (única exceção). Em pouco tempo de fórum, vimos que nossa terrinha já produziu uma poetisa aplaudida (Leda Spinardi), um engenheiro de renome internacional (Felix de Castro Neto), professores universitários como Orozimbo Leão de Carvalho e outros, o basquete masculino (atualmente) e o feminino em outros tempos; e tantas outras personagens de igual porte. Estou falando deste assunto porque neste fim de semana foi realizado em Limeira, no Nosso Clube, mais um baile denominado "Noite Brasileira". Sabe quem era o conjunto? "Jet Boys". Pois é, essa banda tem o maior prestígio aqui em Limeira. Sem nenhuma dúvida, são os bailes mais concorridos. É lotação certa. Estive com o "Tiãozinho" e cumprimentei de longe o Osmir. Rapazes de origem humilde e que alcançaram grande sucesso. Fazem bem feito aquilo que se dispuseram fazer. É gostoso falar para os amigos: "esta banda é da minha terra". Lembro-me ainda do tempo em que essa rapaziada ensaiava numa pequena casa logo depois da passagem da linha, próximo à quadra do Clube Recreativo. Do tempo em que o Edson (do Cartório de Imóveis) era o trumpetista. De quando o Tião e o Osmir moravam na rua Prudente de Morais, na mesma casa onde residiu a família Badin. Próximo ao Lucas Thomaz Menck, da sorveteria do "Seu Geraldo", da fábrica de vassouras do Muris Damas (verdeiro gentleman); defronte à casa de José Burali e Profa. Guiomar. Lembro-me bem de quando esses rapazes, ainda jovens, assumiram a responsabilidade no lar. É certo que Assis ainda possui alguns déficits e é possivel melhorar a sua qualidade de vida, mas olhando de um modo geral: DÁ GOSTO SER ASSISENSE.
MARCOS LEÃO e EDSON TENENTÃO, e todos os demais da região metropolitana de Paulínia; voces estão aí? Que tal o Geovanetti do Shopping D.Pedro? É de fácil acesso. Abraços a todos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 09 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Luis H. Mazzo

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Egydio, gostaria de parabeniza-lo e a todos do Voz da Terra pelo Dia da Imprensa neste 10 de setembro e que esta possa cada vez mais nos trazer informações com qualidade e rapidez e preferencialmente sem censura, esse fantasma que tem rondado as imprensas do Brasil tirando a liberdade de jornalistas sérios que nada mais querem quê levar à publico os fatos que acontecem em suas comunidades; Aproveito também para externar minha indignação com o acontecido com jornal Diário de Marília e com as rádios Diário FM e Dirceu AM de Marília que foram absurdamente incêndiadas por ato criminoso, que a Justiça os encontre, julgue e que sejam condenados ao rigor da lei. Luis H. Mazzo- São Paulo - SP.

Caro Luís:

Obrigado pela lembrança. Eu já ando assustado e querendo parar de ser jornalista, por causa da enxurrada de processos por danos morais, dos que se utilizam deste expediente para silenciar a imprensa.

Imagino como eu ficaria assustado se sofresse o que os colegas de Marília sofreram.

Abçs.  e grato. Egydio.

FÓRUM ASSISENSE EM 09 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Coligni Luciano Gomes

Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Caro Egydio,
Embora eu tenha plena convicção da inviabilidade de um Estado Democrático de Direito sem uma imprensa verdadeiramente livre, não posso deixar de argumentar que nenhum poder deve subsistir sem limites. Vou citar duas fontes. 1) Montesquieu: "uma experiência eterna a de que todo homem que tem poder é levado a abusar dele; ele vai até que encontre limites". 2) A Bíblia Sagrada: " A palavra é como cinzas espalhadas ao vento". Mas "defenderei até a morte o direito", seu direito de manifestar. Cada pessoa deve ser responsável por seus atos, embora alguns deles sejam irreparáveis. É pensando no que seja irreparável que a Lei se posiciona de forma a limitar a liberdade de expressão. Propõe a punição severa a quem abusa desse direito. Eu já fui vítima desse abuso e a Voz da Terra me ofereceu o direito de defesa. Sou agradecido ao Eli Elias. Entretanto, até hoje subsistem dúvidas quanto às denúncias de que fui vitima. Em outra ocasião, fui manchete do Jornal de Segunda e o "Palmitá", apelido carinhoso de meu colega de Faculdade, publicou a errata na semana seguinte. Ninguém veio me dizer que leu a errata, que também estava na primeira página, acanhada em um cantinho. De outro lado, não há dúvida de que seja da mídia o poder de modificar o estado de coisas. Haja vista ao momento político em que vivemos, em que a mídia segue à frente de todas as investigações e as despe de todas as formas obtusas que se lançaria mão aquele que quisesse ocultar os conchavos visando impunidade. Viva a imprensa livre.
Arnaldo. É bom saber que compartilho as idéias com vc e tantos outros. Isso de pensar que a industrialização pode solucionar todos os problemas sociais é algo desprovido de razão, talvez pela falta de experiência. Veja o exemplo de Pedrinhas Paulista em que a boa qualidade de vida é extensiva à quase totalidade da população. Um bom político não é aquele que diz ser possuidor de idéias salvadoras, mirabolantes. Um bom político é aquele que possui bons ouvidos e dá atenção às boas idéias, promovendo-as ao favor do bem comum. Tolo é quem espera um "salvador da pátria", um político que seja o verdadeiro "heroi nacional" que virá para aniquilar os problemas e redimir a população sedenta de Justiça. Para finalizar, o Lauro Spera apoiou o Dr. Valcir Coronado, (oftalmologista) nas eleições vencidas pelo Zeca Santilli, ou seja, aquela seqüência mencionada por vc não foi interrompida nessa ocasião. E.T. Eu e o Marcos Leão pensamos ser uma boa idéia o Geovanetti do Parque D. Pedro.
Abraço a quem devo abraço. Beijo a quem devo beijo.

Coligny:

Entendo que a impunidade não deve existir em nenhum segmento social, inclusive na imprensa, principalmente quando não é inspirado no bem público.

Na imprensa, as leis e os juízes deveriam se preocupar com o direito das pessoas serem amplamente informadas.
Nunca colocar o direito individual acima do direito constitucional da sociedade se informar.
Deveria haver preocupação para que um assunto que se iniciou na imprensa terminasse na imprensa com conhecimento do leitor, que é a razão de ser da imprensa, e nunca no silêncio dos tribunais, muitas vezes, enriquecendo indivíduos inescrupulosos.

Acrescente que a responsabilidade deveria ser somente de quem escreve, pois, penalizar a empresa apenas se impõe a autocensura e faz com que o dono do veículo seja obrigado a tratar o jornalista como se este fosse pessoa incapaz de seus atos. E o pior: estimula-se a autocensura, a pior de todas censuras.

Coligny, desculpe-me a veemência, mas reconheço que ando desproporcionalmente revoltado com a tendência de se limitar o direito das pessoas manifestar o que pensam. Abçs. Egydio.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 10 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Gabriel Emídio

Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Caro Luiz Antônio de Castro Santos
Como participante do Fórum (morei/estudei em Assis nos anos 70), gostaria de dizer que o Lindolfo, ex-goleiro de times locais, deve continuar morando em São Paulo. Há cerca de 15 anos encontrei-o (por acaso) no terminal Jabaquara do Metrô. Ele tinha táxi e aparentava ótima saúde. Lembro-me que durante o percurso da corrida proseamos bastante, confluindo lembranças e casos de Assis.
Abraço. Gabriel Emidio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 10 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Fábio Spera - Advogado
Cidade: Santa Rita do Passa Quatro. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Egydio
Ando meio sumido do Fórum, mas não deixo de acompanhá-lo.
Quero informar que tive o imenso prazer de entrar em contato com o Orozimbo Neto, na bonita Fortaleza. Qualquer dia eu apareço lá!
Enviei a ele uma cópia da revista da Associação Comercial de 1952, a qual traz a pujança de Assis da década de 50, tempo que seu avô era dirigente politíco.
Gostaria de enviar esta revista também ao Luiz Antonio de Castro Santos, pois na parte histórica da mesma existe a foto da primeira cirurgia realizada em Assis pelo grandioso Dr. Symphonio. Luiz Antônio mande um e-mail!!!
Aliás, a mensagem do Luiz me deixou com uma dúvida, pois meu pai dizia que um goleiro de nome Lindolfo jogou na Ferrovária de Assis e depois na Portuguesa de Desportos - Lusa. Será este o goleiro da história do Luiz??? Ele há algum tempo atrás era taxista em São Paulo.
Todas as edições do Fórum são imprimidas e minha mãe - Ceres Schwarz Spera - as lê e começa a lembrar das boas histórias e estórias de Assis. Na ultima ela disse: relembrar os fatos antigos de Assis é uma coisa "incomparável". Assis tem um mágia inexplicável!!! Concordo com ela!!!!
Queria saber se o Arnaldo Brandilione - nosso parceiro de Fórum - é o mesmo do Banco do Brasil que morava perto do Mercadão e começou a fazer Direito em Marília comigo.... Era amigo de meu tio Moacir Spera que hoje mora em Juiz de Fora/MG.
Agora quero perguntar ao Coligni se foi o Prof. Nicanor que fez a letra da música do Calcadão de Assis? Seria legal se pudessemos publicá-la. Acho que isso aconteceu em 1977.... Eu era muito novo.... 
Coligni, somos quase vizinhos.... Limeira é logo ali.....
Abraços e na semana que vem teremos mais uma pitada de saudade no Fórum do Voz da Terra..... Abraços a todos.
fabiospera@terra.com.br Fábio Spera - Advogado. Santa Rita do Passa Quatro/SP

 

FÓRUM ASSISENSE EM 11 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Mauro Alves dos Santos
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Prezado Egydio,
È bom ver que o interesse por Assis transcende os limites geográficos da cidade.
É bom ver que o assunto aqui lançado a respeito do desenvolvimento da região suscite as mais várias opiniões. Porém, todas a favor.
O Arnaldo, que denota ser assisense conhecedor disse que " se dependesse da política e dos politicos assisenses, Assis não teria crescido". E que nenhum prefeito. por melhor que tenha sido, não conseguiu eleger seu sucessor.
Ao dizer que Assis não soube aproveitar da proximidade com o poder central, evidentemente, que não quis dizer que politico pode tudo. Ou que por si só, sua eleição fosse condição sine-qua-non de desenvolvimento de qualquer região.
Quis dizer, sim, que quando uma cidade elege alguém para a Câmara estadual ou federal; ou que seja chamado para compor a gestão administrativa de um governo, a cidade acaba tendo um representante no centro das decisões, administrativas ou do poder legislativo. E a cidade, só por isso, já tem a ganhar, já é vista de outra forma, pois teve força para colocar um representante daquela cidade, daquela região mais próximo das decisões. E o representante, por sua vez, tem mais responsabilidades para a comunidade que representa.
Por outro lado, prefeitos não são nada mais, nada menos que síndicos da gestão pública. São eleitos para comandarem um pacote de idéias; que, a meu ver, não pode mais ser feito do político para a comunidade, de cima para baixo, justamente para que programas de interesse da população não sejam abandonados quando se muda de prefeito, como vários exemplos que temos aí mesmo em Assis. 
Pelo contrário. A comunidade organizada deveria assumir a responsabilidade de apresentar aos candidatos o programa de governo que ela entenda vá de encontro com as suas necessidades e prioridades. Caberia ao candidato eleito administrar estes anseios. 
Não interessa a nehuma comunidade o continuísmo político, mas interssa, sim, a continuidade de políticas públicas.
Concordo, também, com o Coligni, que industrialização, de longe, pode ser entendida como solução de todos os problemas. Contudo, há que se compreender, hoje, o que se quer dizer ou entender por industrialização.
Evidentemente, que não pode ser entendida como há 30, 40 anos atrás: galpão lotado de máquinas e gente, procedimentos manuais e equipamentos demorados, feito uma visão do filme " Tempos Modernos".
Se a revolução tecnológica impôs a todos os mercados, e às sociedades - sem exceção - a globalização, há que se integrar a ela.
Quando fala-se em industrialização, esta deve ser entendida não só como a transformação de bens, mas também a produção e oferta de serviços.
Quer segmentos mais importantes que a indústria do turismo, e a indústria do lazer e entretenimento?
É bem verdade, que um estabelecimento industrial, hoje, não requer, como no tempo que cheguei em São Paulo no inicio de janeiro de 73, mão de obra intensiva. Contudo, qualquer estabelecimento industrial - entendido no sentido lato da palavra - por menor que seja a quantidade de colaboradores internos, é sem dúvida, gerador de riquezas; riqueza monetária e, mais importante, riqueza de conhecimento tecnológico e desenvolvimento humano, além de contribuir com a sociedade na qual está inserida. Não é só a quantidade de empregados que temos que levar em consideração, mas mais importante é a qualidade do emprego e a qualidade do empregado, seu nível de escolaridade, seu nível de cultura e conhecimento globais, e sua necessidade para a comunidade. Isso eleva o nível de consciência e cidadania e para isso contribui o setor da educação.
Acredito, sim, que Assis não pode prescindir de uma política de industrialização em economia de exportação, seja da transformação de bens, seja de produtos da agro-pecuária, seja de serviços, seja de idéias.
Deve-se estar atento ao movimento econômico mundial, e debatê-lo em plano micro-regional.
Não demorará muito a se perceber que, mais que dividir o mundo em industrializado e não industrializado, será a percepção do mundo dividido em países que produzem idéias e detentores das diversas tecnologias do conhecimento e aqueles nos quais as idéias serão implementadas, aqueles que servirão de " barrigas de aluguel".
Assim como Pedrinhas, que descobriu sua maneira de como dar melhores condições de vida a seus habitantes, e tantos outros municípios , necessário é, Assis descobrir qual a vocação econômica da cidade. 
Uma descoberta que urge ser feita, para inserir Assis numa nova etapa de desenvolvimento. Um abraço a todos. Mauro Alves dos Santos
São Paulo 

FÓRUM ASSISENSE EM 12 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Décio Piemonte
Cidade: Lisboa. Estado: . País: Portugal.
Para: Fórum assisense.


Há tempos não escrevo p/ este forum, o que não significa que não acompanhe ...
Vi um comentário do Sr Claudio Messias, do dia 05 de setembro a respeito de Félix de Castro Neto, reconhecido engenheiro mecânico de máquinas agrícolas, também conhecido por "Félinho", é meu tio e, que nunca mais vi nem ouvi dizer, até este comentário .. 
Gostaria de obter através do Claudio Messias, o seu contato (e-mail por exemplo), caso tenha acesso, é claro.
Outro assunto :
Sr. Egydio e forenses :
Como anda a administração de nossa prefeitura?

FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Alberto Zacarias
Cidade: Osasco - Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense. 

Caro Egydio:
Abaixo foto não tão antiga de Assis. Trata-se de parte da Turma "A" do antigo TG 02-121 (1973), se preparando para assistir a uma missa na igreja da Vila Xavier. 


 

Reconheço todos, mas os nomes nem todos, lembro-me dos seguintes:
Na primeira fila o 1º à direita é o Edson (hoje habitue aqui no fórum) o próximo é o Kali, a seguir eu (Alberto-107), o seguinte não me lembro do nome mais seu pai tinha um comércio na rua do mercado, o do lado dele é o Hélio e em seguida o Cláudio Burali. Na direção do Kalil, lá atrás está o Alexandre que trabalhava na casa dos Esportes e hoje é Gerentão do Banco do Brasil. De pé à esquerda está o Serra que era dono daquele Hotel que havia em cima da Brasimac e atrás dele esticando o pescoço está o Djalma. Parece-me que na segunda fila atrás do Hélio está o Darlan. Se alguém se lembrar de mais alguém ou discordar das minhas lembranças, o espaço está aberto. 
Em próxima oportunidade encaminharei uma foto de um desfile (bagunça) de sete de setembro de 1970.
Um abraço a todos. Alberto Zacarias-Osasco-SP 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Cláudio Messias

Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Décio Piemonte
O Félix de Castro Neto esteve em Assis há duas semanas atrás, mas passou pela cidade apenas por um final de semana, após dar palestra sobre colheita de cana na Semana de Ciências Agrárias da Unimar. Retornará neste final de setembro, segundo ele com tempo de reencontrar os amigos.

Ele autorizou-me a repassar seu e-mail: felixcn@terra.com.br . Estamos trabalhando em conjunto e, como você deve saber, me surpreendo a cada dia com a habilidade deste assisense na engenharia mecânica. Abraços!

FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Coligni Luciano Gomes

Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Caro Egydio
Gostaria de usar este espaço para homenagear uma Maria que é muito especial em Assis. Muitos dos participantes deste fórum certamente a conhecem, pelos variados motivos. Alguns pelo seu envolvimento na esfera cultural em Assis, na qual sempre demonstrou uma sensibilidade digna das pessoas com grandeza de alma. 
Todos os que esboçaram versos e, mesmo sem grande público, participaram do movimento poético em Assis a conhecem por esse ângulo. 
Mas outros, certamente se lembram dela nas aulas particulares de matemática ou pelos anos dedicados ao ensino, principalmente no "Grupinho", como chamávamos carinhosamente o Lucas Thomas Menck. 
Os primeiros têm nítico seu pseudônimo Maria Sílvia. Os demais, sabem que ela atende por Maria Cândida. Isso mesmo: Cândida.
Por esse motivo, todos que dela se aproximaram perceberam que qualquer outro nome não lhe caberia tão bem. Por isso, também, o dia 17 de setembro é muito especial. Parabéns pelo seu dia, Dona Maria Cândida. Segue meu endereço para os que quiserem compartilhar em outro espaço coligny@vivax.com.br 

 

FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Rosimeire dos Santos

Cidade: Perugia. Estado: . País: Itália.
Para: Fórum assisense.


Gostaria de parabenizar toda equipe da Escola Joao Mendes, sou diretora titular deste renomado grupo escolar, e no momento estou na Italia estudando e sei que tudo caminha muito bem e que como sempre o corpo docentee, administrativo e funcional continua fazendo o possivel para oferecer uma educaçao de qualidade aos nossos alunos. Sinto muitas saudades e a fevereiro torno... 
Rosimeire dos Santos - Perugia Italia

 

FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Rúbens Cruz

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Gostaria de ter o endereço do Sr Luís Carlos de Castro Santos, filho de nosso saudoso e digno Dr Maurício, para que possa lhe enviar uma cópia do DVD sobre os 100 anos de história de nossa cidade e que foi produzido pela Secretaria Municipal de Educação de Assis. Tomo esta liberdade por que tenho acompanhado o carinho com o Sr. Luís Carlos fala de nossa Assis dos anos 50 e 60 e porque tal vídeo faz referências ao querido Dr Maurício e sua Casa de Saúde São José que a tanta gente atendeu, independentemente de ter ou não recursos para pagar.
Abraços a todos que freqüentam ao Forum.
Rubens. Email:  rcruz@femanet.com.br 

Prezado Rúbens,

Como seu email está disponível no corpo de sua mensagem, tenho certeza de que Luiz Castro Santos lhe dará resposta. Abçs. Egydio

FÓRUM ASSISENSE EM 21 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Fábio Spera

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Egydio
Esse Delegado não é aquele de Paraguaçu que prendeu o bicheiro Deldébio no caso da morte de um cartorário.
Isso foi entre 1988 a 1990. Não lembro direito. Abraços. Fabio Spera
Para ler a notícia, basta clicar no link abaixo:
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI676202-EI306,00.html 

Caro Fábio,

Não acompanhei esse caso, mas acredito que muitos acompanharam e gostarão de ler essa notícia. Abçs. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 22 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Alberto Zacarias
Cidade: Osasco - Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense. 

Caro Egydio: 
Só para matar a saudade de alguns. 

 

O desfile já tinha terminado (notem as pessoas na calçada defronte ao bar do boiadeiro, indo embora), éramos do último pelotão, ninguém mais queria saber de desfile, muito menos nós. Que bagunça (rsrsrs). Lembro-me de todas essas pessoas, mas dos nomes, apenas de alguns. Na primeira fileira está o Ricardo Mega (terceiro contando como primeiro o cara de óculos), ao lado do Ricardo, o Carlinhos da Loja Assis-Esporte, na frente do Carlinhos, eu de lado e rindo, não sei do que, do outro lado na foto, olhando para trás o Ari, funcionário da Prefeitura, atrás dele o Mauro Alves do Santos (habitue deste Fórum). Vejo, também, ao lado do Ari o saudoso Antonio Carlos Domingues o qual na época trabalhávamos juntos na Brasimac, atrás dele o Jorge Ganini e atrás do Ganini o Zuza Negri (cabeção) com a mão na cabeça. No final da fila perto da calçada do bar do boiadeiro está o Breno e no final do pelotão o Rubens. Estes foram os que me lembrei dos nomes. Trata-se de foto tirada no desfile de sete de setembro de 1970, na Avenida Rui Barbosa-Assis-SP, alguém conhece mais alguém ou se reconhece na foto? Um abraço a todos, Alberto Zacarias-Osasco-SP

 

FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Mauro Alves dos Santos
Cidade: São Paulo - Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense. 

Prezado Egydio,
Aproveitando que o Zaca enviou algumas fotos " não muito antigas ", vou aproveitar para enviar algumas que também tenho, também não muito novas.

É da turma do TG, primeiro semestre. Turma de recrutas como os irmãos Nantes, o Dito Castilho, Rorato, Poletto, Hideru, Cardoso, Nivaldo ( irmão do Edson ), Celso Camilo, Zé Rosseto, Paulo Castelo, Adriano, Cabelo, Luiz Bertolucci, Silveira, Marquito, Santarém, Zé Pires Neto, Jorge Spera, Isaías, Barrero, Sinésio e outros. 
Ultimo dia ... todo mundo com farda engomadiha.

Na foto que o pessoal está em cima do tablado, da esquerda para a direita está o Orlando, depois eu, Mauro, ao lado o Osvaldinho Cruz e atrás o Nelson. Dpo outro lado aparecendo só a cabeça, Isaías Gomes.
Em cima do tablado da esquerda para a direita está o José Pires, ao lado dele, com os braços nos meus ombros está o Zé Rosseto, e atrás está o Cabo Tobias.

Na foto em frente ao prédio do TG, estão quase os mesmos, sendo que foi eu quem tirou as fotos.
E na terceira foto, também no páteo interno do TG, são quase os mesmos: Tobias, Silveira, Zé Rosseto, Zé Pires, em pé; e agachados Osvaldinho e eu. Os demais não consegui descobrir os nomes.
Quanto a foto do desfile do pessoal do noturno do Instituto...maravilha Zaca! Desfile com o avental branco!!!
Hoje estudante não quer nem estudar, quanto mais usar uniforme ou desfilar.
Zaca ao lado do Ricardo está o Cardoso,também rindo, e na frente está o Jorge Luis Spera, que é o segundo aí. Um abraço a todos. Mauro A. Santos. São Paulo

 

FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Coligni Luciano Gomes

Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Caro Alberto Zacarias,
Veja que coincidência. O desfile de 1970 foi encerrado por você e sua turma. O de 1971 foi aberto por mim e minha turma do 3º Colegial.

 Eu carrego a bandeira nacional; ao meu lado a Neusa Maria, atrás dela ( a primeira da coluna) é a Denise, minha prima e esposa do Renato Mimessi, hoje desembargador no Tribunal de Justiça em Rondônia; o primeiro rosto visível atrás dela é da Adma Badin (de branco); a primeira da coluna do lado direito, é a filha do "seu" Augusto (irmão do Dr. Valdemar Guedes) que tinha um bar de esquina na rua Lourenço Carneiro, próximo ao antigo Posto de Puericultura; atrás dela (me corrija se estiver errado) creio que é a irmã do "Parmitá", professor de educação física como eu e jornalista que por muito tempo editou o Jornal de Segunda. 

Carregando a bandeira o IE creio que era o Quiezi, mas seu rosto está escondido. Tem outra foto com outros rostos de conhecidosque eu publicarei oportunamente. Seria bom que os demais fossem identificados. 

A foto original é melhor que isso, mas tive que escanear com baixa resolução, sob pena de nâo poder transmiti-la via internet. Nesse ponto, o desfile já havia ultrapassado o prédio da Lojas Burali. 
Observe que está bem organizado até onde a vista alcança. Acho que vocês vinham depois (rsss). Nesse mesmo ano, eu integrava o time de basquete do IE, junto com o Tenentão, Jair, Gilson, etc. Perdemos para o time do GE, formado pelo Moreli, Samuel, Pedrinho, etc. 
O Abdala e o Maião (por onde andam?) não jogavam mais e o Nalei (falecido em Campo Grande) e o Zé Exposto vieram depois. Foi um jogo duríssimo, disputado na quadra do Ernani Rodrigues. 
O "Mirinho" (Loudomiro Carneiro) era nosso técnico. Camucardi e Urubatã Lopes Pacini foram os árbitros. De nada adiantou a vitória do GE, porque Paraguaçu veio com um time irresistível (no qual havia jogado) e passou por cima de todos como um rolo compressor. 
Era formado por Priminho (Maróstica), Fernando, Eraldo Augusto de Carvalho, Seifuko (saudoso), Roberlei, etc.(sem mim eram bem melhores) e foram vice-campeões do interior do Estado de São Paulo.
Os demais participantes do fórum, perdoem-me pelo saudosismo, mas era um tempo em que Assis possuía pelo menos quatro cinemas: São Vicente (que se tornou teatro), São José (hoje loja de móveis), Pedutti (não sei como está) e até uma pequena sala de exibições ao lado da Igreja da Vila Xavier. 

Hoje temos DVD, vídeo locadoras, etc. Mais comodismo, menos romantismo. Naquela época, ir ao cinema, era o programa da semana. Abs. a todos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE SETEMBRO DE 2005 
De:
Luiz Antonio de Castro Santos
Cidade: São Paulo - Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense. 

 

Amigos,
obrigado ao Gabriel Emídio e ao Fábio Spera pela lembrança do Goleiro Lindolfo. Deve ser o mesmo que foi da Portuguesa de Desportos, tenho quase certeza. Quem sabe um dia eu o reencontro? Vou pouco a São Paulo (sou professor no Rio de Janeiro, moro em Petrópolis), mas o mundo é pequeno... 

Agora já sei que há um Spera em Juiz de Fora, aqui pertinho. Um dia peço o telefone dele ao Fábio e o procuro em Juiz de Fora para tomar um cafezinho e dar-lhe um abraço. Seu tio residiu em Assis, Fábio Spera? 
E obrigado pela oferta da revista da Associação Comercial. Agradeço também sua lembrança sobre as cirurgias feitas pelos primeiros médicos assissenses. Meu avô, Lycurgo de Castro Santos, era nascido em Guaratinguetá, em 1884. 
O dr. Symphronio era baiano, quinze anos mais moço que meu avô. Chegou a Assis só em 1928, juntando-se aos poucos facultativos da cidade: Lycurgo (que chegara em 1918), José Vieira da Cunha e Silva, José Valente e Gerson de Almeida. (O "J.V.da Cunha e Silva", que dá o nome à rua do Centro, morreu moço. 

Creio que o dr. Valente morreu quando eu era muito pequeno, mas conheci bastante os dois médicos da comunidade "baiana", dr. Gerson e dr. Symphronio). É possível que a cirurgia a que o Fábio se refere tenha sido erradamente atribuída ao dr. Symphronio na revista de 1952, pois tenho a impressão de que ele não era cirurgião. O dr. Symphronio foi vereador em 1930 e meu avô fora eleito prefeito em 1928, mas "caiu" em outubro de 30, com a revolução varguista. 

Apesar de antigo membro do Partido Republicano Paulista, o Ademar foi designado Interventor em São Paulo por Getúlio Vargas, em 1938. Lycurgo veio a ser prefeito nomeado por Ademar e depois pelo novo Interventor, Fernando Costa, entre 1940 e 1945. 

Lycurgo e Symphronio eram inimigos políticos em Assis, e isso teve reflexos na Santa Casa de Misericórdia, pois o primeiro a dirigiu até outubro de 1930 e o segundo, somente depois. O tempo passa, e lembro-me de que dona Almerinda e e dr. Symphronio vieram a ser bons amigos de meus pais. 

O tempo passa mais ainda, e agora vemos que pouco ou nada de fato separava politicamente os antigos "inimigos políticos" em Assis: no fundo eram todos simplesmente muito conservadores, num cenário bastante oligárquico. 

Mas havia algo mais, em comum entre Lycurgo e Symphronio, além dos nomes pesados com "y": diferentemente dos Severinos e Jeffersons de hoje, eram políticos probos e homens íntegros. 

Caro Fábio Spera: nesse meio tempo trocamos e-mails, muito obrigado pelas imagens muito bonitas das comemorações em Assis. 

E respondendo a uma pergunta sua: sim, meu pai morreu em Ribeirão Preto, um ano e meio depois do falecimento de minha mãe. 

Ambos moravam em Ribeirão com meu irmão Luiz Alberto e minha cunhada, que lhes deram todo afeto e apoio até o fim. Recentemente, meu irmão voltou a morar em São Paulo. 

Petrópolis é bem mais calma... Meu caro Arnaldo Afonso Brandileone: que memória fantástica. Sobre a casa de seus avós, na Smith de Vasconcelos, se foi alugada em 1937 à Prefeitura, o prefeito seria o Marmontel ou o dr. Vicente Mercadante (amigo de seu avô). 

Meu avô, também amigo do sr. Afonso Brandileone, só assumiu a Prefeitura, pela segunda vez, em 1940. Sua lembrança sobre o Aero-Willys é incrível, pois até eu tinha me esquecido da cor do carro de meu pai, que eu dirigia em Assis, nas minhas férias... 

Lembro-me do primeiro Aero-Willis (na verdade um jipão confortável) da cidade, creio que trazido pelos Irmãos Jabur. 

Um ilustre passageiro: o homem da vassoura, Jânio Quadros, visitou à cidade em campanha, chegou no Aeroporto, que ainda tinha pista de terra e "desfilou" no Aero-Willys pela Avenida Rui Barbosa. Isso deve ter sido em meados de 1960, antes das eleições. 

Quase todo mundo votou no Jânio, eu tinha quinze anos e me lembro de um colega mais velho no Instituto de Educação, o Fracarolli (creio que de família de Paraguaçu), que morava na Pensão da dona Penha na Avenida, era culto à beça e... defendia o Lott! 

Eu ficava abismado. Pois era a única voz dissonante que eu conhecia, no meu círculo estreito de amigos de meus pais e pais de meus amigos. A gente às vezes tem que escutar as vozes dissonantes...Um grande abraço a todos, Luiz Antonio de Castro Santos.

 

FÓRUM ASSISENSE EM 22 DE SETEMBRO DE 2005 
De:
Luis Mazzo
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense. 

Bom dia sr. Egídio e habitues do Forum Assissense ! Amigos forenses escrevo hoje para trazer ao Fórum um pouco discusão sobre assunto que está realmente em "alta", a criminalidade, esse assunto é bastante delicado, de interesse de todos, e Assis o que pensa sobre isso?; Gostaria de saber os dados corretos de criminalidade dessa amada cidade antes e depois da instalação do presídio, o boca-a-boca diz que aumentou, e continuará, agora vem aí o CPD-Centro Provisório de Detenção e Assis contemplada pelo plano de desenvolvimento do Estado também ganhou um "CPD"; Penso que o governo não consegue atacar as causas da alta criminalidade nas grandes cidades e resolveu espalhar a criminalidade por todo o interior tirando o sossego de quem optou por morar num lugar tranquilo longe de grandes problemas característicos de grandes cidades e para facilitar ainda mais a vida dos bandidos temos o DESARMAMENTO, quase que diariamente temos lido no VT as opiniões próprias de civis e militares e outras autoridades sobre o referendo do desarmamento no próximo 28 de outubro, num momento em que os crimes de toda sorte desnorteiam a população brasileira, o governo está trabalhando para jogar a responsabilidade do aumento brutal da criminalidade que vai ocorrer no país nas costas do povo que mal informados irão decidir pelo voto ao meu ver, contra si mesmos, contra o direito assegurado na nossa constituição onde diz que o cidadão pode usar os meios necessários para proteger o seu patrimônio e sua integridade física, creio que quem deve ser desarmado e pelo próprio governo são os bandidos, além disso nossa lei federal n.º 9437/97, hoje em vigor, e que regulamenta a questão da posse e também do porte de armas de fogo, já é bastante rigorosa, acredito que estamos caminhando na contra-mão da história; Veja alguns fatos de leis que facilitaram assassinatos no mundo (disponibilizados na internet): Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e meio de armênios, impossibilitados de se defenderem, foram mortos, exterminados. 
A União Soviética estabeleu o desarmamento civil em 1929. De 1939 até 1953, mais de 20 milhões de soviéticos contrários ao regime foram exterminados. 
A China estabeleceu o desarmamento civil em 1935. De 1948 até 1952, mais de 20 milhões de civis foram mortos. 
A Alemanha estabeleceu o desarmamento civil em 1938. De 1939 à 1945, 13 milhões de Judeus e outras "minorias" desarmadas foram executadas. 
O Camboja estabeleceu o desarmamento em 1956. De 1975 à 1977. Um milhão de cidadãos foram exterminados. 
A Guatemala estabeleceu o desarmamento civil em 1964. De 1964 à 1981, 100.000 nativos foram assassinados. 
A Uganda estabeleceu o desarmamento em 1970. De 1970 até 1979, 300.000 cristãos foram aniquilados. 
A menos de 10 anos o governo da Austrália e Inglaterra editou uma lei obrigando o proprietários de armas a entregá-las para destruição. 640.381 armas foram entregues e destruídas, num programa que custou aos contribuintes mais de US$ 500 milhões. Os resultados, no primeiro ano, foram os seguintes: Os homicídios subiram 3.2%, as agressões 8.6%, os assaltos a mão armada 44%. Somente no estado de Victoria, os homicídios subiram 300%. Houve ainda um dramático aumento no número de invasões de residências e agressões a idosos. 
Egydio, é certo que a população ordeira entregará, se aprovado o referendo, as suas armas, enquanto os criminosos ignorarão essa lei, como já ignoram as demais.
Veja uma nota publicada em Cuiabá-MT por Alexandre Garcia: 
" Domingo cedo eu ia de táxi de Ipanema ao Aeroporto do Galeão e, antes de entrar no túnel Rebouças, o motorista festejou: "Estamos com sorte; o túnel está aberto." Ainda pela madrugada, o túnel fechara mais uma vez, porque bandidos interrompem o tráfego para roubar carros, armados de fuzis automáticos e metralhadoras. Significativamente, o túnel passa abaixo dos pés do Cristo Redentor. Na quinta-feira à noite, eu havia feito uma palestra no Hotel Sheraton, em frente à favela do Vidigal, e até uma hora antes não se sabia se a Avenida Niemeyer estaria bloqueada ou não pelos tiroteios. Quando cobri a guerra no Líbano, em 1982, não imaginei que iria encontrar situação semelhante na Cidade Maravilhosa, em pleno século 21. E como reage o governo? Tentando desarmar as pessoas de bem, que têm armas para sua legítima defesa. 
Dos milhares de armas que as pessoas entregaram, algumas caíram em mãos dos bandidos. Sabe-se de 83 dos melhores exemplares - algumas já encontradas para confirmar a troca de mãos. Não se sabe do resto. As velhas, enferrujadas, das viúvas, já passaram pelo rolo compressor. Diz-se que as armas estão sendo recolhidas para que não caiam nas mãos dos bandidos... Enquanto isso, em São Paulo, no bairro chique de Itaim, quase 30 edifícios já foram assaltados sem pressa. Os bandidos entram e ficam seis horas a vasculhar os apartamentos, com a confiança de que não haverá reação porque, afinal, as pessoas não têm armas para defender seus lares. No meu estado natal a gente aprende que se nos agachamos, alguém vai acabar nos montando. 
Não vejo problema em implantar o maior rigor no registro de armas. Exame de equilíbrio emocional, de ficha policial e de adestramento no manejo da arma são necessários. Mas não vejo por que impedir o cidadão de exercer o elementar direito da legítima defesa. Além disso, proibir venda de armas de nada vai adiantar, porque o bandido não compra arma na loja, mas na ponta do tráfico. Desarmar pessoas de bem não é vantagem alguma. O Estado precisa é desarmar o bandido. Que, no Brasil, não toma armas das residências das famílias mas dos quartéis do Estado. As outras vêm do exterior, no contrabando. Vamos gastar 600 milhões de reais com o referendo. E se esse dinheiro fosse aplicado em equipar e treinar policiais? 
Pesquisa da semana passada mostra o pavor que impera nas capitais. Em Belém, três em cada cinco famílias declaram viver em área sujeita à violência ou vandalismo. No Rio, duas em cada cinco. O índice menos ruim é o de Brasília: uma em cada cinco famílias declara-se moradora de área de risco para a segurança. Vinte por cento! Nosso índice mais baixo de violência deve ser parecido com o do Iraque, onde todo mundo anda armado. Aqui se mata mais, sem dúvida. Mais de cem por dia. Nessa guerra, em vez de desarmar o atacante, tratamos de desarmar a vítima. 
Vai nos restar o carro blindado, a grade nas portas e janelas, as câmeras de big-brother orwelliano, a folha de pagamento dos seguranças, o colete à prova de balas. E o medo. De que lado está o Estado? Se quiser todos desarmados, que reforme a Justiça e a polícia, para termos lei e segurança. 
Brasileiro com medo não é cidadão; é súdito. " Abraços a todos. Luis Mazzo

Caro Luiz Mazzo:

Concordo plenamente com você. Sei que mais de 90% dos crimes acontecem porque os criminosos acreditam que não serão punidos. Portanto, Lei nenhuma poderia ser proposta que aumente mais certeza de impunidade.

Gostaria que propusessem plebiscito para dar verba de campanha - agora sem intermediários e tirada diretamente do bolso do contribuinte - para os desacreditados partidos políticos brasileiros. Mas vão preferir aprovar a Lei sem ouvir o povo. Abçs. e grato pela participação. Egydio

 

FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE SETEMBRO DE 2005 
De: Dorival Pedro dos Santos (Pedro Lavirod) 

Cidade: Osasco. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.


Prezado Coelho:
Neste fim de semana, tive o privilégio de rever minha terra natal, dessa vez de carona com meu grande amigo Alberto Zacarias (e sua esposa Lourdes Viana Zacarias), que ainda mora em Osasco, mas que já está arrumando suas malas para retornar ao seu berço natal, onde deverá colocar em breve toda sua experiência adquirida aqui em São Paulo, através de uma Agência de Seguros, Imóveis e Advocacia.
Gostaria de conclamar, antecipadamente aos meus parentes e amigos que poderão, sem a menor sombra de dúvidas contar com um excelente ser humano, de extrema confiança, que tem sua vida regrada pelo altruísmo, um profissional altamente competente e agora também um novo confrade da seleta nata de artistas plásticos.
Embora Zacarias tivesse ido para um casamento, sobrou-lhe tempo para, juntos, visitamos o MAPA – Museu de Artes Primitivas de Assis, onde tivemos o privilégio de rever as obras primitivistas do grande Ranchinho, cujas peças encontram-se espalhadas além de nossas fronteiras, levando a magia de sua arte, de uma maneira bem simples, porém grandiosa em sua essência.
Gostaria de deixar registrado essa pequena passagem de minha vida nos anais desse grande veículo de informação que é o FÓRUM ASSISENSE, e aproveitar para dizer que fiquei muito feliz por ter usufruído do oxigênio de suas ruas deliciosamente arborizadas, saboreado uma tubaína Cristalina e um delicioso torresminho caipira (minha primeira providência), entre outras delícias que só em Assis podemos encontrar.
Um grande abraço e fiquem com Deus, em Paz Profunda!
Dorival Pedro dos Santos (Pedro Lavirod: EMail: pedrolavirod@terra.com.br ), (Caequinha
), com muito orgulho, filho dessa Terra, descendente de Ana Amélia de Jesus (Sinh’ Ana e José Pedro dos Santos) e filho de Francisco Pedro dos Santos (Chico Caéca) e Antônia Mazzo dos Santos (mistura de bugre com a italianada da Água do Pavão).

FIM DAS MENSAGENS 

 

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12)  Pede-se aos participantes respeito e tolerância pelo direito de expressão de pensamento de cada um, tendo como filosofia o pensamento de Voltaire: 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  

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Grato.

Egydio Coelho da Silva, coordenador do fórum assisense

Email: vtmv@monteverdemg.com.br

Máximas sobre liberdade de imprensa e livre manifestação do pensamento:

 

*“Se tivesse que decidir se devemos ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante em preferir o último” (Thomas Jefferson).

 

* “A imprensa, numa vigorosa prestação de serviço, será a memória da cidadania contra o corporativismo de interesses menores, quer no Executivo, Legislativo e Judiciário” (Carlos Alberto Di Franco).

 

“Que o bem da liberdade segue imediatamente os bens da vida e da integridade física, demonstra-se facilmente, pois, a liberdade foi sempre constantemente um dos mais altos fins dos esforços e das aspirações humanas” (Adriano de Cupis).

 

* “Libertas omnibus rebus favorabilior est” ( “Em todos os casos a liberdade é mais favorável”), Brocardo Romano.

 

* “ A imprensa é um dos meios mais importantes de crítica e controle público permanente” (Konrad Hesse)

 

* “A imprensa livre é o olhar onipotente do povo” (Karl Marx).

 

* “A imprensa livre é o espelho intelectual no qual o povo se vê e a visão a si mesmo é a primeira condição da sabedoria” (Karl Marx).

 

“Nossa Constituição Federal (1988) protege, de maneira veemente, o direito de informar, o direito de se informar e o direito de ser informado” (Oduvaldo Donnini, autor do livro “Imprensa livre, dano moral e dano à imagem...pág.206)

 

* “A medida que a comunicação se torna maior e melhor, fica claro que a intolerância é a verdadeira pequenez do homem”, Spielberg

 

* "Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras" (o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos-ONU, 10-12-1.948).


"Creio na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade".

Rui Barbosa

 

"Infringem a  ética:

o juiz que não julga, 

o promotor que  não denuncia, 

o advogado que não defende, 

o jornalista que não noticia o que sabe ou 

não escreve o que pensa".

Medeiros de Abreu

 

"Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".  Voltaire

 

Indenização, em dinheiro, por dano moral somente indeniza a moral de quem não tem moral.

Medeiros de Abreu 

“O interesse coletivo deve prevalecer em relação ao particular”. Ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes em decisão sobre crime de imprensa.

"O segredo é aliado da corrupção". Ministro Waldir Pires  

"Julgar idéias é uma das mais infelizes invenções da humanidade." Jornalista Audálio Dantas

 

"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa". (Declaração de Chapultepec sobre liberdade de expressão)  

 

"Limitar a liberdade de expressão, sob qualquer forma que seja, revela incompatibilidade com a democracia". 

Rodrigo Pinho, procurador geral de Justiça do Estado de São Paulo

 

"Falta de ética é não publicar notícia relevante". Thélio Magalhães, jornalista.

 

"O resto do mundo é mero aprendiz do Brasil em matéria de concentração da propriedade da mídia". Fernão Lara Mesquita, jornalista.

 

"O sigilo da fonte garante a revelação de  atividades ilegais". Judith Miller, repórter do New York Times

 

 

Os incisos do artigo 5o. da Constituição abaixo só não garantem a liberdade de imprensa, porque foram "esquecidos" pelos que julgam ações contra a liberdade de imprensa:

 

* "IV - É livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato";

 

* "V - É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo...";

 

* "IX - É livre a atividade...de comunicação, independentemente de censura e licença";

 

* "XIV - É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional".

 

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