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FÓRUM ASSISENSE EM 02 DE OUTUBRO DE 2009
De: Odair Macedo Pereira.
Cidade: . Estado: . País: Bolivia.
Para: Fórum assisense.
Estimado amigo Egydio,
Por diversas vezes tentei contacto por telefone, mas foi impossível,
continuo aqui na Bolívia. Utilizei o "Fale conosco" de Voz da Terra para
chegar até você.
Aqui na Bolívia ser empresário brasileiro não é fácil, mas estamos na luta.
Tenho estado poucas vezes no Brasil, depois que perdi o meu pai há uns 6
anos e agora a minha mãe, no inicio deste ano. Abraços do afilhado, Odair.
Caro Odair,
Foi bom reencontrar você via Internet. Sem você, dificilmente Voz da Terra
teria sobrevivido nos idos de 1.964, no início dos anos de chumbo da
política brasileira. Tomo a liberdade de contar um pouco de sua história de
vida para os jovens que não o conheceram. Corrija-me se a memória me falhar.
Você foi o primeiro e único funcionário de Voz da Terra no final de 1963 e
início de 1964. Em julho de 1.964, você ingressou na sociedade, eu você e o
Antônio João Tirolli, quando compramos a primeira oficina (tipografia e o
jornal passou a ser impresso numa impressora tipo "Minerva"), instalada na
Av. Armando Salles de Oliveira. Lembro-me que você era menor de idade, acho
que tinha 17 anos e foi necessário requerer maioridade para ser sócio de
firma.
Em 1966, eu morava em Ourinhos, pois estava "proibido" de trabalhar em
Assis, e você, num arroubo juvenil sem minha autorização passou a circulação
de Voz da Terra de semanário para diário. Embora sem estrutura para isso,
não teve volta.
Em seguida, acho que em 1967 você contra a nossa vontade, minha e do
Tirolli, mudou-se para Ivaiporã, onde fundou com nossa autorização um outro
Voz da Terra. Parece-me que também era secretário municipal da Prefeitura de
Ivaiporã, cujo prefeito do MDB, quando do AI-5, foi cassado e daí então, se
não me engano, mudou-se para a Bolívia. Desnecessário, portanto, lhe dizer
da minha alegria de o reencontrar neste Fórum de moradores de Assis. Você
deve ter muitas histórias para contar. Abs. e obrigado por reaparecer. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE OUTUBRO DE 2009
De: Antônio Zalberto Bezerra da Silva.
Cidade: Itapira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Ola gostaria de saber se
alguem tem foto na escola Dom Antonio José dos Santos nos anos de 1975 a
1978 foi o ano que eu estudei da 1º a 5º serie, no meu primeiro ano era a
professora Dona Edméia, as outras ñ lembro mais.
FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE OUTUBRO DE 2009
De: José Carlos de Oliveira Júnior.
Cidade: Itapira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Prezado Egydio,
Agradeço a gentileza do envio do Fórum Assisense de 14.10.09 e a
possibilidade de expor meu pensamento sobre a manifestação do Sr, Adinilson,
nos seguintes termos :
Sr. Adinilson, respeito suas palavras e sua postura como cidadão, que luta
para a melhora de nossa querida Assis, entretanto, não poderia deixar de
responder aos termos de sua opinião, quando assim se expressa : "Em minha
concepção, graças a Deus e as manifestações de nossa sociedade, nossos
comandos de nossas polícias foram substituídos por pessoas que realmente
querem trabalhar e permitem que nossos policiais trabalhem".
Como sinto-me diretamente citado, Sr. Adinilson, quero esclarecer ao senhor
que, durante os quatro anos e quatro meses em que tive a honra de comandar a
Polícia Civil de Assis, nunca, em hipótese alguma, faltou-me a vontade de
trabalhar.
Todas as pessoas com que convivi na experiência do cargo, sejam dos poderes
públicos constituídos do Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério
Público, Procuradoria, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Científica,
OAB, Conselhos Municipais e de Segurança, além de minha hierarquia, seja
para cima ou para baixo e aqui ressalto, todos os policiais civis de Assis e
dos doze demais municípios da região, conheceram minha maneira transparente
de administrar, sem qualquer vaidade ou pretensão de ser melhor do que
qualquer outro, mas contribuindo com todo meu esforço, para o bem de minha
Instituição e da Comunidade.
A verdade, Sr. Adinilson é que a Polícia Civil de Assis progrediu muito
nesse tempo, material e humanamente.
Enfrentamos as duas maiores crises de nossa história recente: os ataques do
PCC e a greve do ano passado, que eclodiu como um grito, por tantos anos de
descaso à Instituição.
Nesses e em tantos outros fatos, estivemos sempre presentes, não retroagindo
um milímetro em nossa obrigação.
Não é minha intenção polemizar, mas o aumento da criminalidade à partir do
fim do ano passado foi e é uma realidade em todo Estado, mas em nenhum
momento deixamos de lutar para reverter os índices e tranquilizar a
população.
Isso é uma verdade inconteste, basta ver o aumento do número de prisões que
ocorreram na região, desde esse período.
Sr. Adinilson, sou um profissional de 20 anos de carreira e compreendo o
processo de mudança, isso existe e existirá sempre, mas em Assis, tenha
absoluta certeza, isso não foi motivado por falta de vontade de trabalhar;
essa afirmação ofende não apenas o comando, mas principalmente os que
continuam aí, na linha de frente, doando de si para a sociedade assisense.
Por fim, faço aqui um elogio às conquistas empreendidas pelos novos
comandos, porque são de boas idéias que construímos uma realidade melhor e
aos valorosos policiais, eles mesmo, os de sempre, sejam civis ou militares,
que lutam diuturnamente por nossa cidade, agora sim graças a Deus.
Ele o Senhor da Vida, da Verdade e da Justiça.
José Carlos de Oliveira Junior. Delegado de Polícial.
Prezado Dr. José Carlos,
Acho que o Edinílson quis elogiar o atual trabalho da Polícia e não criticar
outros policiais. Como é de conhecimento geral as cadeias estão superlotadas
de presos. Portanto, é impossível colocar a culpa somente na Polícia pela
insegurança de todos. Há uma legislação demagógica que obriga a prender quem
não ameaça a sociedade, aumentando injustiça e o custo para o contribuinte.
Acrescente-se que está havendo omissão das entidades, do poder municipal e
da comunidade em colaborar efetivamente para a segurança de todos.
Certa vez alguém
disse que "a guerra era muito importante para ser cuidada somente por
generais". Parodiando, poderíamos dizer: "A segurança é muito importante
para ser cuidada somente por policiais". Grato pelo seu espírito democrático
em vir a público manifestar e colaborar com este Fórum de moradores. Abs.Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE OUTUBRO DE 2009
De: Horácio Marana.
Cidade: Jundiaí. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Caro Egydio.
Se você ficou feliz por reencontrar o Odair Macedo, seu sócio nos primórdios
da Voz da Terra, eu também. Chego à conclusão de que o seu jornal começou a
vida na mão de crianças, pois se o Odair era menor de idade, eu também.
Comecei a escrever aos 15 anos, acho que de tanto a professora Yolanda Yared
achar que eu servia pra coisa... Hoje, diante de um teclado de computador,
volto no tempo e vejo o Odair pescando com os dedos letrinha por letrinha,
de metal, para juntá-las e formar as palavras, as frases, o texto enfim. E
depois apertava o texto de metal em um quadrado, parafusava e estava pronta
a página metálica para receber tinta e o papel.
Eu não gosto de computador. Só sei usá-lo para escrever e enviar mensagens.
Dos seus outros recursos, nada sei. Computador torna as pessoas frias,
práticas, diretas e rápidas. Computador não beija. Um inferno. Abraços.
Caro Horácio,
Ainda bem que
empreguei e confiei em menores na década de 60. Se fosse hoje o jornal não
seguiria em frente, pois com certeza seria processado e condenado por
exploração de trabalho infantil.
Como eu comecei a trabalhar aos oito anos de idade na Chácara de minha avó
em Botucatu, de onde a família tirava parte de seu sustento, acredito que
meu pai também teria sido penalizado.
Bons tempos, quando se entendia que ensinar a trabalhar desde cedo era
virtude e não crime. Abs.Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE OUTUBRO DE 2009
De: Rosicléia da Silva Correa Ortiz.
Cidade: General Salgado. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Por favor estou procurando meu tio que faz 23
anos que eu não o vejo. Ele se chama Antonio José da Silva e fiquei sabendo
que ele mora aí em Assis. Quem tiver informação, favor me avisar. Meu email
é: rosicleiaortiz@hotmail.com
FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE OUTUBRO DE 2009
De: Cláudio Messias.
Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Prezado Egydio e amigos de
fórum,
Acompanho periodicamente este fórum e nesta última postagem, via e-mail, uma
reflexão de Marcos Barreiro me trouxe de volta a este espaço. A transcrevo:
"Os bons profissionais, em várias atividades, estão espalhados literalmente
pelo mundo. Na maioria dos casos, num exílio forçado. É comum achar um
assisense, aqui e ali, fazendo coisas extraordinárias. Menos em Assis. O
tema pede mais reflexão e uma tese - afinal, os cursos de História, seus
professores e alunos, têm essa obrigação".
Também estou fora de Assis, profissionalmente, há mais de 10 anos. Hoje sou
professor e coordeno um curso de Jornalismo em uma universidade privada em
Presidente Prudente. Não bastasse esta ausência da Cidade Fraternal, dois
dias de minhas semanas são vividos em São Paulo, onde curso mestrado em
Ciências da Comunicação na Universidade de São Paulo.
Continuo, contudo, morando em Assis, na Vila Santa Cecília. Privilégio,
talvez, de um profissional, pai, enfim, um cidadão assisense que consegue
conciliar estes dois lados. Se já experimentei morar fora? Sim, no início
desta década. Eu e minha família fomos para Marília, em uma aventura que
durou menos de um semestre e já foi relatada aqui, nas páginas deste fórum.
Faça o que eu faça, dirija-me onde for, continuarei aqui, na terrinha.
Nesta rotina de ir para lá, vir para cá, sair acolá também encontro e
reencontro assisenses que um dia foram embora, brilham em suas profissões
Brasil e mundo afora. Mas também, nos corredores de supermercados Amigão e
Max da vida, reencontro assisenses que não precisaram ir embora para brilhar
em suas profissões. Metaforicamente, são os legítimos "Rogérios Cenis/São
Paulo e Marcos/Palmeiras, de Assis": realizam-se onde estão, sem ceder à
tentação de sair para melhorar. Fui 'chão de redação' por mais de 20 anos e
creio que muitos dos amigos de fórum concordam comigo que Lúcio Coelho é um
dos maiores profissionais do fotojornalismo do país. Profissional
competente, que assim como qualquer fotógrafo paulistano, portoalegrense,
curitibano ou novaiorquino tem mais de uma fonte de receita.
Está fincado em Assis e teve inúmeras oportunidades de sair de Assis. Muitas
delas eu testemunhei e ao menos em uma, tive participação direta, quando era
responsável pela sucursal de Assis do prudentino Oeste Notícias e mediei a
tentativa de contratação de Lúcio. Ele, na ocasião, outra de tantas vezes
nos surpreendeu dizendo "talvez, talvez". Em tempo: "talvez" de Lúcio quer
dizer "não"! Se convidá-lo para jantar e ele disser "talvez eu vá", nem faça
a comida! Retomando o discurso, Lúcio pode, sim, vir a sair de Assis. Mas
realizou-se profissionalmente na cidade e na região.
Entendo, sim, o que Barreiro quer dizer sobre este êxodo ocorrido décadas
atrás. Mas será que a explicação não é mais cultural do que necessariamente
histórica? Digo isso porque sou formado em História pela mesma Unesp de
Assis a que ele se refere no excerto que extraí acima, no início desta
mensagem.
E a realidade não só do curso de História mas da própria Unesp/Assis em
geral é a mesma há décadas: parte considerável dos estudantes matriculados
advém de outras regiões e/ou estados, ou seja, chegam à cidade sem esta
contextualização de um passado recente local. O antigo curso de
Biotecnologia (hoje Engenharia Biotecnológica) teve a histórica maior
concorrência na relação candidato/vaga entre todos os cursos do vestibular
da Unesp no ano de sua implantação.
Nenhum dos matriculados em primeira chamada era de Assis, como noticiado à
época pelo Jornal da Segunda. Voltando ao caso do curso de História, dentro
da mesma realidade, as pesquisas tanto de iniciação científica quanto de
mestrado ou doutorado somente vez ou outra têm como objeto assuntos
relacionados à cidade.
Não estou dizendo que não tem, muito menos que isso é via de regra. A
comprovação de que tem é a boa dissertação de outro jornalista de Voz da
Terra, Sérgio Vieira, que focou o impacto social da construção do complexo
hidrelétrico de Canoas I e II, no rio Paranapanema. Além de outros, estão em
teses e dissertações o Vocem, o teatro amador da Vila Operária, enfim...
objetos que foram levantados a partir de problemas de pesquisa como este que
discutimos agora.
É da própria Unesp/Assis que vêm outros exemplos de profissionais que
encontram na cidade a oportunidade indisponível nos centros de onde advêm,
muitas vezes maiores e mais desenvolvidos.
A Direção Regional de Ensino de Assis com certeza tem os números de
professores em início de carreira que, formados pela Unesp local - ou seja,
com residência familiar em outras localidades, como ressaltado acima,
terminam a graduação, não vão embora e iniciam o magistério nos municípios
da região. Nas atribuições de aula, por exemplo, são profissionais que
assumem aulas em Iepê ou no distrito de Santo Hino, na barranca do
Paranapanema, e têm de sair de casa às 5h30 da madrugada para iniciar as
aulas às 7h00, rotina não muito diferente de inúmeros paulistanos ou
curitibanos.
Em uma escala maior, dia desses o departamento de literatura do campus local
da Unesp abriu concurso para efetivação de professores. Recebeu 16
inscrições e aprovou dois docentes. O primeiro colocado é de Assis, mas o
segundo vem do Rio de Janeiro com classificação. Neste mesmo parâmetro,
vejamos os grandes nomes que fazem coisas extraordinárias na Unesp de Assis.
Professores vindos de fora, que brilham trabalhando em Assis. Da cidade de
São Paulo, em História, eu cito dois, sabendo que há outros: Carlos Alberto
e Rui. Tudo bem, vou citar outro exemplo no sentido inverso: uma assisense
que hoje brilha em São Paulo e não deixa a referência de residência na
terrinha: Anamaria Fadul, da USP.
Aliás, na USP, ela é a Anamaria Fadul de Assis.
Entre os empreendedores que acreditaram em Assis faço alusão à medicina,
mais especificamente a oftlamologia. Instituto de Olhos de Assis e Hospital
do Olho são referência nacional. Daria um livro com iniciais de A a Z, entre
empreendedores e organizações que são daqui e brilham aqui, vivos, muitos
deles com menos de 30 anos de idade.
Concordo que o tema merece mais que reflexão e até possa vir a ser objeto de
tese.
Não ao ponto de que docentes e discentes tenham qualquer obrigação de
explorar a temática. Aliás, nos 4 anos que passei na graduação vi, sim,
discussões em torno do assunto. Uma consulta ao acervo de dissertações e
teses, na biblioteca do campus da Unesp/Assis, talvez elucide isso, e o que
é visto como obrigação talvez venha a ser colocado como "rotina de
pesquisa".
O importante é que Assis continue assim, sendo palco de debates que a
consagrem como uma cidade que, como dizia o velho Zeca Santilli e a quem
eternamente irei parafrasear, tem um desenvolvimento peculiar, que está nas
pessoas e não no crescimento físico. Não temos pressa de chegar ou passar
dos 100 mil habitantes, pois os exemplos mais próximos nos mostram que maior
a população, maior o problema.
Como é bom, na preguiça de tirar o
carro da garagem ou ir ao banco sacar dinheiro, atravessar a rua ou virar o
quarteirão e buscar carne no açougue do Canário, leite ou cerveja no seo
Silva do Pilão, pães na padaria Arte Pães ou verdura na Chiquinha japonesa.
E tudo isso com um detalhe: marcando na caderneta, para pagar 'no
pagamento'. Afinal, a pacata cidade dos 3 "s" agora é dos 300%, como anuncia
a Sabesp em outdoors: 100% de água tratada; 100% de esgoto coletado; 100% de
esgoto tratado.!!! Peguemos dados do IBGE e do Seade e vejamos o que isso
representa em se tratando especificamente da realidade urbana da região
Sudeste do país.
E já que retornei ao espaço deste fórum, gostaria de aproveitar para ao
menos tentar retomar o contato com Tony Pequeno, brilhante repórter da
imprensa de Assis nas décadas de 1980/90, com quem tive o privilégio de
trabalhar nas rádios Atena Jovem (1990) e Cultura (1993) e jornal A Gazeta
do Vale (1994).
A última referência que tive dele foi de sua passagem pela Editora Abril,
dez anos atrás.
Um grande abraço a todos!
Cláudio Messias
FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE OUTUBRO DE 2009
De: Celso Peres.
Cidade: Pirassununga. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Meu pai, Edirez Peres, nasceu em Assis no ano de 1920, quando meu avô era
professor nesta cidade. Meu pai foi desportista de projeção nacional nas
décadas de 1940 e 50. Em todas competições ele nunca deixava de citar sua
cidade natal. Disputou inúmeras provas nacionais competindo na modalidade do
decatlo, obtendo inúmeras vitórias. \sua carreira depois como professor de
Educação Física por 43 anos consecutivos na cidade de Pirassununga, quando ,
como técnico, ganhou inúmeros campeonatos estaduais, sendo por diversas
vezes campeão estadual em handebol, voleibol e outras modalidades. Gostaria
de saber se há interesse de ser publicado neste jornal uma resenha deste
amante de Assis, para que , talvez ,algum contemporâneo possa ler. Um
abraço.
FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE OUTUBRO DE 2009
De: Thiago Carvalho.
Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Tem uma menina com deficiência visual daqui de Assis que foi para os jogos
abertos de São Caetano e voltou com 2 medalhas de ouro e 1 de prata, atleta
do Zinho (macruz)
O nome dela e Caise e mora na antiga Assispave, acho q a imprensa deveria
dar destaque a ela para a valorizar e animar os atletas da cidade de Assis.
FÓRUM ASSISENSE EM 15 DE OUTUBRO DE 2009
De: Sílvio Túlio Spera.
Cidade: Passo Fundo. Estado: RS. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Sou engenheiro agrônomo e tenho orgulho de ter nascido em Assis.
FÓRUM ASSISENSE EM 17 DE OUTUBRO DE 2009
De: Sandra Maria da Silva.
Cidade: Paranavaí. Estado: PR. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Procuro a senhora Miquelina Pinto da Silva ela era esposa de Valdemar Lopes
da Silva falaram que ela morava na vila Tarumã sp precisamos encontra-la
urgentemente. Eu sou sua neta. muito obrigada se vc tiver informações dela.
tchau
FÓRUM ASSISENSE EM 19 DE OUTUBRO DE 2009
De: Cyrilo Luciano Gomes.
Cidade: Mairiporã. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Ao mestre com carinho.
Neste dia do professor, estive me lembrando do Professor Clybas, Clybas
Pinto Ferraz. A sua aula de Ciências era a última da manhã, quase ao meio
dia, nós sentíamos o cheiro de fritura vindo das casas em torno do Instituto
de Educação. Ele era fantástico no relacionamento com seus alunos. Tirava um
sarro, brincando – "Bom, agora vou embora para comer meu bife a cavalo com
batatinha na garupa".
Era político, adhemarista, amigo do Tonico Silva. Inicialmente companheiro
de papai, depois adversários, papai se fez amigo do Juscelino. Porque já
naquele tempo os ingênuos, quase tolos, se engalfinhavam em defesa dos
espertos e alheios políticos.
Eu gostava dele antes e o prossegui admirando depois, até quando, pela
última vez, o vi no leito do Hospital São Camilo.
Ainda guardo querido mestre, cinqüenta e cinco anos após, os conhecimentos
dos aparelhos circulatório, digestivo, respiratório. Sei fazer a distinção
entre as veias e as artérias, o sangue venoso e o arterial. Talvez ainda
pudesse mencionar os nomes de músculos e de ossos.
Seria ótimo me submeter a uma de suas carinhosas sabatinas, ninguém jamais
foi reprovado.
Ah! Os velhos professores!
FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE OUTUBRO DE 2009
De: Júlio César de Oliveira.
Cidade: Esperança. Estado: MG. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Prezado Egydio:
Estou me tornando um assíduo leitor do Fórum Assisense, apesar de não ser de
Assis, não só pelo estilo de mensagens contidas neste epaço mas também pela
agradável leitura das mensagem enviadas. Sou de Marília, e se o Sr. se
lembrar, venho procurando já há algum tempo descendentes do Sr. Olympio
Cardozo na cidade de Assis.
Mais uma vez encontro uma mensagem onde é citado o nome de um Cardoso.
Neste caso, Mário Cardoso e sua
filha Marta Pessoa Cardoso, mensagem esta enviada por Adriana Martins
Algranti em 16/09/2009 ao Fórum Assisense.
Por fim, peço o favor, se possível, de enviar esta mensagem a Srª. Adriana,
ou mesmo edita-la em uma edição deste fórum afim de que ela possa ler e me
responder se estes Cardosos são descendentes ou não de Olympio Paiva
Cardoso. Mais uma vez deixo os meus agradecimentos pela atenção dispensada,
desejando que possamos contar ainda por muito tempo com tão agradável
leitura.
Atenciosamente. Júlio Cesar de Oliveira. Meu email:
julioeua@yahoo.com.br
FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE OUTUBRO DE 2009
De: William Nava.
Cidade: Marília. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Gostaria de informar aos leitores desse Fórum de moradores a descoberta de
fósseis de um grande dinossauro ocorrida na região de Marília. Este achado
está sendo considerado um dos mais completos materiais desses animais
extintos, já encontrados no Brasil.
No último sábado (17) alunos de C. Biológicas da UNIP - Assis estiveram
visitando o Museu de Paleontologia de Marília e conheceram a história e
parte dessa descoberta. Tenho fotos e todas as informações necessárias.
Atenciosamente
FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE OUTUBRO DE 2009
De: Antônio Fernando Tucunduva dos Santos.
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Sou neto de Acacio tucunduva de faria ,e Ana Eleodora de Faria. Provenientes
da fazenda Tucunduva. Familia da região de Marilia ,Assis e Piraju.
FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE OUTUBRO DE 2009
De: Sidnei Rodrigues de Oliveira.
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Gostaria que este Fórum de moradores me ajudasse a encontrar alguns parentes
que moram em Assis. São eles: Osmarina Carneiro de Oliveira, casada com
Manoel meu tio, Vicente Carneiro de Oliveira; meus avós: Alexina Carneiro e
Jose Pedro de Oliveira. Obrigado
FÓRUM ASSISENSE EM 31 DE OUTUBRO DE 2009
De: Arlindo Rodrigues.
Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Por favor, coloquem mais materias e fotos sobre a cidade de Assis antiga
sobre os anos 60 sobre o time do caxias da vila gloria nestes anos morei na
vila gloria. Um Abraço. Arlindo
FÓRUM ASSISENSE EM 03 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Raquel Peetz.
Cidade: Piracicaba. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Gostaria de ter notícias de Edson Martins Xavier, meu grande amigo, da época
que estudei em Assis, a ultima noticia que tive dele é de que estava no
Japão. Ele trabalhou no Jornal Voz da Terra nos anos 80, recebi a indicação
de dois emails dele, (
xavier@ff.em-net.ne.jp e
xavier@aroma.ocn.ne.jp ) mas a minha mensagem retornou. Favor repassar
meu email raquel.peetz@gmail.com
para ele. grata.
FÓRUM ASSISENSE EM 05 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Luiz Carlos Nogueira.
Cidade: Várzea Paulista. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Meus avos Theodoro Nogueira e Paulina Franco Nogueira são naturais de Assis,
e eu gostaria de saber se eles possuem mais filhos e outros parentes na
cidade. Aguardo contatos.
FÓRUM ASSISENSE EM 12 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Kleber Luciano da Silva
Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Quero utilizar este espaço para reclamar da desorganização e falta de
elementar sincronia de chegada e saída de ônibus no Terminal. Prejudicou-me
muito o fato de eu estar no ônibus, que estava chegando ao Terminal urbano,
para fazer baldeação para outro lugar, mas infelizmente o ônibus, que eu ia
tomar, já estava saindo do Terminal...
FÓRUM ASSISENSE EM 14 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Noel Gonçalves Cerqueira.
Cidade: Guarujá. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
O episódio envolvendo o profissional do programa CQC, da TV Bandeirantes,
apenas confirma preocupação expendida nesse fórum e alvo de incisivos
comentários do seu mediador e de outros participantes.
Evidente que se tratava de crítica ao programa "Tolerância Zero" - o
comportamento dos policiais militares apenas confirmou aquela avaliação.
Repito, regra geral, em programas dessa natureza, diante de uma situação
extrema, as pessoas tendem a tolerar possíveis excessos, mas o tempo tende a
demonstrar sua ineficácia, simplesmente pelos equívocos ( e malefícios ... )
do seu conteúdo.
Apesar da repercussão nacional do programa CQC, este Fórum e a imprensa
regional parece que ignoraram o fato - apesar do site Terra Magazine
noticiar a existência de procedimento no Juizado Especial Criminal de Assis.
Definitivamente, "o uso do cachimbo acaba produzindo a boca-torta" - nossa
tolerância somente acaba quando um de nós ou pessoa mais próxima é atingida
! Noel Gonçalves Cerqueira - Guarujá - SP.
Caro Noel,
Você conhece bem o problema policial, mas nós que nunca vivemos o dia, dia
de uma delegacia de Polícia, temos pouco conhecimento de suas virtudes e
defeitos.
A mim me parece que a Polícia deveria receber críticas, mais quando é omissa
e o crime aumenta do que quando é atuante e, consequentemente, está mais
sujeita aos erros, mas os crimes diminuem.
Lembro-me de conversar no final da década de 70, com um delegado de polícia
do bairro paulistano de São Miguel Paulista. Ele me contou que diariamente
recebia denúncia de que filhos menores e maiores batiam nas próprias mães.
Por isso tomou uma atitude drástica: detinha o acusado por uma noite,
dava-lhe uma boa surra e lhe raspava a cabeça. E acrescentou: "com a cabeça
raspada ele vai passar vergonha e nunca mais cometerá o crime".
Mas arbitrariedade mesmo foi da Policia de São Paulo, parece-me que também
no final da década de 70. Apreenderam cerca de 100 menores de rua em São
Paulo e em ônibus os levaram até o km 120 da Fernão Dias. Lá na estrada,
obrigaram os meninos a se despirem e os deixaram completamente nus na
pequena cidade mineira de Camanducaia.
Quando os jornalistas perguntaram a Erasmo Dias então Secretário de
Segurança de São Paulo se ele concordou com a atitude de seus subordinados,
respondeu: "É melhor tomar uma atitude errada do que não tomar nenhuma".
Evidentemente, que não se pode concordar com isso, mas os que defendem
direitos humanos deveriam também fazer lobbies para resolver o
problema dos menores abandonados nas ruas, dos moradores de rua alcoólatras,
que incomodam e praticam crimes contra a população.
Na realidade, tudo acaba sobrando para a Polícia, pois é ela que é acionado
quando morador de rua incomoda e quando menor abandonado pratica crimes e a
Polícia não sabe o que fazer por omissão de Leis e de assistência social por
parte dos poderes públicos. É fácil culpar a Polícia, mas ajudá-la a
resolver o problema ninguém se apresenta.
Abs.Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 16 DE NOVEMBRO DE 2009
De: André Luis Guimarães.
Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Há alguns meses recapearam todas as ruas aqui no bairro, Parque das Acácias,
onde moro, o problema é que não pintaram "PARE" nas esquinas e nem sequer
placas existem nas mesmas, o risco de acidentes e atropelamentos é grande
pois ninguém sabe que rua é preferencial e qual é com parada obrigatória.
FÓRUM ASSISENSE EM 18 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Rodrigo Cristofoletti.
Cidade: Santos. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Olá caro Egydio. Escrevo para finalmente divulgar a publicação de meu mais
novo livro.
Assis em Mosaico: caminhos para a construção de uma história (1905-1955)que
busca dimensionar as cinco primeiras décadas do século 20 em Assis, bem como
a formação dos seus staffs políticos e culturais.
Visa, na verdade, discutir questões ligadas à preservação de seus bens
culturais, bem como suas memórias e histórias.
Com quase 300 páginas, 30 fotos inéditas e uma compilação dos mais
significativos anúncios da imprensa local da época, "Assis em Mosaico",
vale não só pelo ineditismo da pesquisa, mas, principalmente, pela
possibilidade de se conhecer partes de uma história que ainda não foi
contada.
Peço que faça a gentileza de disponibilizar este recado no Fórum dos
moradores de Assis.
Caso alguém tenha interesse, será um prazer enviar o livro pelo correio.
Basta me enviarem seus respectivos endereços. Aos interessados favor entrar
em contato via email para que eu possa disponibilizar a conta onde deverá
ser realizado o depósito.
O livro custa 45 reais. Em breve deverei realizar o lançamento do livro aí
em Assis.
Espero poder compartilhar esta pesquisa com vocês.
Forte abraço, Rodrigo Christofoletti (
r.christofoletti@uol.com.br
)
FÓRUM ASSISENSE EM 23 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Fernanda Zirondi Godoy.
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Sou assisense e acho temos que procurar impulsionar os talentos da cidade.
Para quem vive em Assis, procurem saber mais sobre a Caise, deficiente
visual que competiu e ganhou medalhas, segundo o Thiago Carvalho. Um abraço
a todos.
FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Leny Maria de Castro.
Cidade: Bauru. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Bom dia, gostaria de saber onde está morando o Sr. Valdomiro Carlos, que era
dono das Casas Jaraguá. Eu, qdo morava em Assis, era muito amiga da filha
dele, a Silvinha, eles moravam na rua Duque de Caxias 185, do lado da casa
do Sr. Luis Alcântara, que foi assessor do meu pai, Oliveiros, qdo era
prefeito de Assis. Deixo meu email,
lenymaria.castro@gmail.com
para obter informações sobre ele. Obrigada.
FÓRUM ASSISENSE EM 24 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Valdir (conhecido como Cipó).
Cidade: São Carlos. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Fiquei feliz em recordar de alguns amigos,principalmente qto aos nossos time
Real e Idolos.Alécio eu nao estou na Foto mais joguei quase todo o
campeonato,so ´nao foi possivel terminar em funçao de minha transferencia
para Cruz Alta Rs,pelo Banco Economico,o Américo sabe.Grande Abraço a
todos.Cipó (Veja em:
Real: veja texto e fotos )
FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE NOVEMBRO DE 2009
De: Marli Silva Campos.
Cidade: Curitiba. Estado: Paraná. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
procuro meu primo,Carlos Henriqe Freire, trabalha com persianas em assis-sp
gostaria de saber seu E-mail p/poder me comunicar com ele,sei que mora na
vila xavier tem um irmão:Reinaldo e Tuca...mãe:Neusa. Meu nome marli
s.campos E-mail :
marlisilvacampos04@gmail.com fico agradecida!!!escrevo de
Curitiba pr (pinhais)
FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE NOVEMBRO DE 2009
De:
Mário Gualberto
Pinto Ferraz.
Cidade: Campinas. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Prezado Egydio,
Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo e agradecer por essa forma de
nós assisenses podermos nos corresponder com tantas pessoas da santa
terrinha.
Hoje lendo as mensagens do dia 9-ll-09, deparei-me com uma que me deixou,
bastante feliz e saudoso da querida Assis. O Cyrilo Luciano Gomes, que pelo
que entendi é filho de meu querido professor de trabalhos manuais Prof.
Nicanor Luciano Gomes.
Fala Cyrilo de seu carinho para com o mestre Prof. Clybas, meu querido pai.
Papai teve em sua vida diversas profissões, era farmacêutico formado, em
Assis fundou a Farmácia Santa Isabel, ali na Avenida em frente ao Pé de
Anjo.
Foi advogado no fórum em Assis, mas a profissão da qual ele mais se
orgulhava e tinha um especial carinho era a de Professor. Lembro-me ainda
quando em 1940, ele professor em Botucatu aceitou o convite de seu amigo
Professor Vítor Mussumessi para dar aulas de ciências naturais no recém
fundado Ginásio Municipal de Assis.
Assim que mudamos para Assis, fomos morar perto da pensão da tia Tatá,
casada com tio Tonico Machado. Dois anos depois estávamos morando em frente
ao terreno onde depois de alguns anos foi construída a quadra de Bola ao
Cesto do Recreativo.
Esse terreno ficava nos fundo do Clube Recreativo, onde hoje é o Ginásio
Coberto do Clube que vi ser construído pelo Vasco e outros abnegados
Assisenses.
Lembro-me de muitas vezes subir a rua em que morávamos seguir pela linha até
a Estação da Sorocabana, acompanhando papai que ia dar aulas no Ginásio
Municipal, que ficava ali perto da Praça Arlindo Luz na rua do Campo da
Ferroviária e eu segui sozinho, com meus 7 anos para o Grupão ( Grupo
Escolar João Mendes Junior) ah que tempos maravilhosos aquele, cidade
tranquila, não havia necessidade da Lei de Tolerância Zero.Lembro com
carinho de minha 1ª professora , a querida Da. Otília,esposa do "Marechal"
Hermes R.da Fonseca, do diretor professor Henrique Zolner, pai do Zé
Henrique meu colega, de sua mãe, minha segunda professora e de Da. Beatriz
Tucunduva minha professora no 3º ano.
No quarto me mudei para a Escola Normal que havia se instalado no Ginásio,
agora la na Rua Luiz Piza. com o Grupo Escolar Anhaia Melo Anexo a Escola
Normal.Fala o Cyrilo "paixão" política do papai, velho adherista e
companheiro de seu pai (isso é que me levou a concluir que ele é filho do
Professor Nicanor).
Fala que depois, quando o Professor Nicanor, filiando-se ao PSD local passou
a ser correligionário do glorioso Juscelino K.de Oliveira.
Falamos da eleição de 1.950, quando Adhemar foi candidato a presidência e
perdeu para o Juscelino. Adversário sim do Professor Nicanor dos Carpentieri
e de mais uma dezena de correligionários do Juscelino, cabiam em duas
Kombis, mas nunca inimigos políticos.
Aliás papai nunca os teve, adversário do Zeca, Abílio. "titio" Hélio Cezar
Rosa, Dr. Leitinho etc de quem sempre foi grande amigo de todos.
Do Zeca logo após sua eleição para Deputado Estadual, na memorável campanha
do Jânio versus Adhemar em Assis, com a eleição do Zeca primeiro Deputado
eleito por Assis (Dr. Leitinho havia sido Suplente de Deputado e assumiu o
cargo de Deputado algumas vezes).
Logo após a eleição o Zeca teve um grave problema policial em Assis e corria
o risco de não ser diplomado Deputado por Assis e perder o cargo. Imagine
como os Adhemarista ficaram alvoroçados. Imagine a quem o Zeca depois de
muita pesquisa escolheu para defendê-lo e defender seu mandado, seu grande
adversário Dr Clybas.
Quem conhece bem essa história é o Giba, Gilberto Nunes, secretário do
Instituto de Educação. Conto essa particularidades para mostrar que o
político Clybas, pode ter sido ingênuo ao apoiar com paixão Dr. Adhemar ao
qual nunca solicitou nenhum favor, para si ou para seus parentes, mas tolo
não foi.
Acreditava que apesar dos "deslizes" do Dr. Adhemar, comum a todos os
Governantes, infelizmente até hoje, não concordava com esses deslizes nem
compactuava com o rouba mas faz, mas acreditava que quando se punha na
balança para se pesar as qualidades de realizador, elas pesavam mais que os
"deslizes".
Assim lambem aconteceu com Juscelino na construção de Brasília, entra um
caminhão carregado por uma porta e sai carregado por outra ,na construção de
Brasília, mas ninguém tem duvidas que foi o maior e melhor Presidente que o
Brasil já teve até hoje.
Quero ainda recordar os dias felizes que passei em Assis recentemente,
quando fui convidado pelo primo de minha esposa o Uraci,para em sua chácara,
ali pelos lados do novo aeroporto , na Estrada da Pinga, chupar GABIROBA.
Que delicia Gabiroba tem o sabor da infância, aquele gosto gostoso dos
tempos do Campos da Lhandra, do Tabajara etc. Provei ainda o sorvete de
gabiroba da Sorveteria Cristal, ali da praça em frente a casa do seu Tonico
Silva.
Lembrei-me do bar Cabral do bar o Oswaldo Júlio, do Wadô, do Dinho Do Nena,
chupando o delicioso sorvete viam em minhas lembranças desse tempo querido.
Tenho certeza de que o Cyrilo os conheceu, pois parece que somos quase da
mesma época, eu um pouquinho mais velho, pois fui colega do Mirinho e do Mão
de Onça. Clóvis que tantas Glórias cobriu Assis com suas jogadas maravilhosa
no basquete Assisense, ao lado de Giba, Anis, Valtão Coronado, Sydnei,
Milton Preto e tantos outros.
Quero encerrar essa mensagem mais minha saudade não permite e meus dedos
teclam automaticamente sem parar.
Finalmente queria pedir ao Egydio que me coloque no rol dos participantes
desse bate papo. Hoje moro em Campinas. Meu email
mgpferraz@gmail.com , e meu nome é
Mário Gualberto Pinto Ferraz, filho mais velho do Professor Clybas Pinto
Ferraz ao qual o Cyrilo dedicou maravilhosas palavras e que agradeço de
coração. Abraços a todos os Assisenses.
Caro Mário,
De seu pai, tenho a
recordação de ser procurado por ele, acho que em agosto de 1.963, um mês
após fundar o Voz da Terra. Ele me procurou para divulgar um manifesto por
ter sido preterido na escolha para concorrer a prefeito de Assis.
Sabia-se que existia acordo entre todos os adhemaristas para que ele fosse o
candidato a prefeito na eleição, que se daria naquele ano. Acontece
que Rui Silva resolvera se candidatar e a maioria do PSP evidentemente optou
por Rui Silva, que tinha condições financeiras para ser eleito.
Na época já se fazia ironia, afirmando que havia três motivos que levavam à
vitória eleitoral: 1o.: dinheiro; 2o.: dinheiro e 3o.: dinheiro.
Nunca mais esqueci a imagem de seu pai, corpo de jovem de 16 anos com a
cabeça toda branca, cuja aparência já informava que era professor.
Tenho certeza de que se fosse candidato teria ganho as eleições. Abs. e
grato pela sua participação e depoimentos. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 29 DE NOVEMBRO DE 2009
De:
Coligny Luciano
Gomes.
Cidade: Limeira. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Caro Egydio.
Pouco tenho participado deste espaço, e apresento a velha e esfarrapada
desculpa: falta de tempo. Mas creio que o momento é propício.
Inadvertidamente (ou não), a expressão "TOLERÂNCIA ZERO", foi utilizada pela
primeira vez em campanha política de um dos candidatos (sobejamente
conhecido) que colocava a ação policial em atitude na qual não importavam os
meios, mas os fins propostos.
Assisti à palestra proferida pelo Chefe de Polícia de Nova Iorque, em que
expunha, de passagem, o programa ali aplicado, que colocou aquela cidade
como exemplo de combate ao crime.
A metodologia, entretanto, era o oposto: os meios justificam os fins. Assim,
o programa reduziu drasticamente os crimes mais violentos, não por punir
severamente desde os mais singelos delitos, todavia por uma ação
multidisciplinar em cada caso, mesmo naqueles em que não se vislumbravam
desdobramentos mais graves.
Seguindo o protocolo, a intervenção estatal não se limitava à ação policial.
Em cada caso atendido, além dos policiais, compareciam ao local integrantes
de outras áreas não menos importantes, tais como psicólogo, assistente
social, advogado, etc. O caso tinha resolução em sua totalidade, cortando-se
o mal pela raiz.
A tolerância zero não se dirigia somente ao crime ou infrator, mas às
circuntâncias em que o fato ocorria. Simples assim: cessada a causa, cessa a
consequência. Infelizmente, em nosso país, tolerância zero recebeu o
significado diverso.
Na esteira de sua opinião, o que vemos é uma cultura em se atribui toda a
responsabilidade à Polícia, incluindo aquelas para qual não está preparada
ou sequer consta em seu rol.
Sonhar não custa nada; aliás, nos proporciona alguma perspectiva. Um dia
teremos um aparelhamento estatal apropriado ao combate à criminalidade e a
Polícia não estará só. De outro lado, temos que a Polícia é um dos
instrumentos de políticas públicas, e por isso, vulnerável às opiniões nem
sempre fundamentadas em sólidas estacas científicas.
Por fim, erros e acertos são próprios do que não se omitem. É preciso
coragem para enfrentar os problemas e sabedoria para aprender em cada um
deles. Abraço a todos.
FÓRUM ASSISENSE EM 02 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Daniel Pereira.
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Vi a notícia, publicada no Diário de S. Paulo, sobre o espancamento de um
pedreiro por policiais. Cadê as notícias positivas da cidade?
Caro Daniel,
Todos nós gostamos
de ler notícias favoráveis à cidade.
Mas há uma diferença entre o jornalismo local, que deve escrever "para
Assis" e o jornalismo de âmbito nacional e estadual que publica notícias "de
Assis".
Os jornais e rádios locais esgotaram esse assunto, dando manchetes sobre o
espancamento, mas também ouvindo a versão dos policiais. Isto nem sempre é
possível para os veículos nacionais.
De qualquer forma, a mim me parece que é melhor esse tipo de notícia, erro
ou despreparo da Polícia, do que a informação que se tinha em Assis há
alguns meses atrás:
-"É preciso muita coragem para transitar a pé pelas travessas da Av. Rui
Barbosa depois das oito horas da noite".
Isto feliz ou infelizmente não foi noticiado pela imprensa de âmbito
nacional. Abs. e grato pela sua participação. Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 03 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Ivete Reis.
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Olá, prezados participantes deste forum.
Sempre acompanho, mas já faz algum tempo que não participo.Sempre ao ler as
mensagens me sinto feliz por sentir as pessoas por perto de mim.Tenho ido a
Assis com certa frequencia e estou me programando para passar o Natal aí,
como sempre faço.
Gostaria , se possível, encontrar conhecidos e amigos .
Poderíamos marcar um encontro com pessoas que moram em Assis e aqueles que
porventura estiverem visitando a cidade.
Será um prazer muito grande rever amigos.
Poderemos nos comunicar pelo Forum, por meu email:
ivereis.icm@gmail.com
ou pelo telefone 11- 3733
3150. Desde já agradeço a atenção de todos.
FÓRUM ASSISENSE EM 03 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Luis Ricardo.
Cidade: Londrna. Estado: Paraná. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
acabei de saber por esse jornal, da morte do Sr. Gumercindo Nogueira, tive a
felicidade de ser escoteiro quando criança e de trabalhar com ele no IBGE em
81 me fazendo um grande amigo seu, fico triste de não ter a sua presença
aqui e aproveito para comprimentar seus filhos que são meus amigos, tenho
muitas lembraças do seu Gumercindo p/ guardar e aos poucos vou contando p/
quem quizer se deliciar as passagens que tive c/ ele na vida.que saudade...
FÓRUM ASSISENSE EM 20 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Reginaldo
"Corintiano".
Cidade: Araraquara. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Nasci em Assis em 1964 e fui criado na vila Santa Cecília, cacei muito de
estilingue no matão da Faculdade, brinquei muito também no Buracão, estudei
no Clibas e Thomas Menk, desde de 1993 estou fora de Assis.
Saudade tenho demais e um dia quero retornar e fui em muitos jogos do Vocem
com Maguila, Magriça, Marquinho Nogueira, Véinho, Orlando.
FÓRUM ASSISENSE EM 20 DE DEZEMBRO DE 2009
De: Anthemo Feliciano
Cidade: Botucatu. Estado: SP. País: Brasil
Para: Fórum assisense
Egydio,
Depois de tanto tempo voltamos a nos comunicar. Olha, estou trabalhando em
cima de um projeto sobre a família Nogueira (do Francisco de Assis Nogueira)
e como sei que o seu site é bem frequentado pelo povo de Assis gostaria de
solicitar ajuda para conseguir fotografias referente ao Francisco de Assis e
prováveis descendentes. Também aceito colaboração de fotos da cidade tiradas
até o ano de 1915.
Um abraço amigo.
Caro Anthemo,
Infelizmente fotografia verdadeira de Francisco de Assis Nogueira, Capitão
Assis, fundador da cidade de Assis, não foi encontrada com segurança.
Durante muitos anos, até a década de 1980, havia uma foto sua que estava
exposta na Prefeitura de Assis, mas um bisneto do Capitão, André Francisco
de Assis, o popular Beleco, contestou, dizendo que a foto era de um irmão do
Capitão Assis.
O
jornalista Adriano Campanhole, que foi presidente do Sindicato dos
jornalistas profissionais de São Paulo,
escreveu bastante sobre o fundador de Assis (História da Fundação de
Assis-1.985, Editora Gráfica Latina Ltda.- São Paulo-SP).
Campanhole pesquisou sua ligação com sua cidade natal, Caconde, e me parece
que queria provar que o Capitão Assis também fundou a cidade de Caconde.
Você
também pode consultar os livros: " Memória do Patrimônio de Assis" de Arruda
Dantas (Biblioteca Municipal de Assis); "Assis de A a Z, a enciclopédia do
Século", do jornalista Marcos Barrero (L2M Comunicação- São Paulo).
Mas, em nenhum desses livros você vai encontrar fotografia do Capitão Assis,
apenas de sua esposa Delfina Cândida de Assis Nogueira ou Delfina Cândida de
Jesus.
Fotos de Assis até o ano 1.915, você encontra no livro "Assis,
passado, presente e futuro" de autoria de Antônio Lázaro de Almeida Prado e
de Maria Sílvia Morais Nórcia Morelli, editado em 2003, pela Conosco-Gráfica
& Editora Ltda. - Assis-SP.
Abs. e boa sorte em sua pesquisa.
Egydio Coelho da Silva
FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Cyrilo Luciano
Gomes.
Cidade: Mairiporã. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Caro Egydio.
O futuro pode não estar tão distante.
Há alguns poucos anos Alicinha, minha mulher, plantou um pé de Jequitibá
Rosa. Brincamos, vamos ver se realmente dura quatro mil anos, como o de
Santa Rita do Passa Quatro. Alguns destes anos já passaram e o pé continua a
crescer e nós estamos medindo com os olhos os seus novos centímetros.
Quando li a mensagem do Mário Gualberto, de quem confesso não me lembrar,
pois ele é uns dez anos mais velho, concluí que as árvores, assim como as
pessoas podem viver muito.
Clybas, Nicanor, Ademar, Juscelino, Zeca, Rui, Mão de Onça, citados por
Mário, viverão na vida dos que deles se recordarem por muito tempo.
Deliciando-me com o "Assis em mosaico" do Rodrigo, revivi o começo
dos anos cinqüenta, com Cupertino, Lycurgo, Leitinho, Zé Augusto Silva e sua
barbeta, Tonico, Zé Pires, Tiago, Zeca e seus arranca-rabos, hoje lembrados
até com um sorriso maroto no canto dos lábios.
Custa-nos levar a sério aquelas ridículas contendas políticas, quase sempre
motivadas pela ânsia de poder, ainda que sobre um pequeno povo. Todavia, eu
entendo o interesse de todos acerca das eleições, afinal Mário, pequeno, é
verdade, mas aquele era toldo o nosso mundo, ainda mais com as limitações
das comunicações de então.
Alguém admitiria que os jogos abertos da região fossem mais importantes que
as Olimpíadas? Ou que um jogo da Ferroviária despertasse maior interesse que
a Copa do Mundo?
Meu caro Egydio, recordar é viver, e repassar a história de Assis e sua
gente é remédio para matar a saudade.
Em um desses dias vou lhe fazer um agrado, escrevendo um pouco sobre o
Peduti, Velho Cardoso, os Nogueira, Tristeza do Jeca e até sobre o Dioginho,
e sua velha cidade de bons ares e boas escolas, Botucatu. Abraços a todos,
desejo um feliz ano novo.
FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Júlio César
Rodrigues da Silva.
Cidade: Naviraí. Estado: MS. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Grande Egydio.
Alegria enorme em saber que temos você como uma pessoa que nos faz lembrar
de nossa infância e de do grande amor que temos por Assis.
Apenas um abraço enorme pra turma do Clybas. Mirinha Modote. Silvinha
Barbosa. Jaqueline Braiot. Rosines. Ivone Chizolini, Marlene Almeida.
Fernanda Dias. Bel Meyer. Mariza Meyer. Isabel. Deise Zambom de Paiva.
Fernanda Dias Marques. Alias ela sumiu...Zé Ojeda. Professores.Ordalice.Hermínia
Sanfeliche. Orlando. Vagir, Lourdes Stemberg. Clélia da Imperial...Wilma
Coronado. Terezinha.Valdemar Meschede. Moacir.Ganga.Regina.Márcia.Zé
Roberto, fera na educação física, Professora Maggi.Olha tantas pessoas
maravilhosas que nunca vou esquecer...
Logo escrevo os outros mestres que marcaram a minha vida... Bem como meus
amigos, Maria Silvia Gomes... Edmar Gomes... Grande abraço... Amigos que
nunca esqueço. Pro Mario e a Família toda dele, que era da Cantina do Clybas
um grande abraço.
Desculpem os erros de português, é que a saudade e a emoção falaram mais
alto hoje.
FÓRUM ASSISENSE EM 25 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Luiz Antônio de
Castro Santos.
Cidade: Petrópolis. Estado: RJ. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Caro Egydio,
Apreciei imensamente as palavras e informações preciosas de Mário, filho do
saudoso professor Clybas Pinto Ferraz - que também foi meu professor no IEA,
assim como o dedicado Prof. Nicanor Luciano Gomes.
Nâo sabia que o Dr. Clybas era adhemarista. Concordo com Mário.
Adhemar era um fantástico líder populista -ou popular, se quisermos poupá-lo
da avaliação sociológica (rs rs).
A relação carismática que tinha como os ferroviários de Assis e de todo o
Estado era impressionante. Lembra Vargas, é claro. E lembra Lula, também
quanto ao apoio popular. Mas creio que, diferentemente dos outros citados,
tinha demasiado apreço pelo enriquecimento pessoal ou pela fortuna própria.
(Fernando Gabeira, que teve acesso, por meios de todos conhecidos, ao mal
escondido cofre de Adhemar em Santa Teresa, no Rio, já contou parte da
história). Aliás, o filho de Adhemar, a meu juízo, está entre os deputados
melhores que já tivemos neste país: preocupado com as causas sociais,
honesto, bom militante da esquerda brasileira e -- parece-me, não é meu
forte -- bom empresário. Isto também vale para tantos outros -- agora
voltando a Assis -- citados por Mario, com inegável espírito público e
honestidade pessoal: o deputado Zeca Santilli foi devidamente citado. Outra
figura ilustre foi citada de passagem: o Dr. Vasco Smith de Vasconcelos --
que vem sem sobrenome na mensagem de Mário-austero juiz de direito e
fundador do Clube Recreativo de Assis. Foi cunhado de meu avô Lycurgo,
prefeito de Assis (na época citada havia fundado o Ginásio Municipal) e tio
querido de meu pai, o Dr. Maurício de Castro Santos. Gostaria de terminar
com uma lembrança das ótimas aulas e da conduta profissional do Prof.
Clybas: o Robertinho Lutti, meu amigo daqueles tempos, era seu sobrinho e se
destacava pela liderança, pelo bom pugilato e pela língua solta e mordaz.
Várias vezes me lembro do Prof. Clybas refreando o Roberto, com muito jeito
e bom humor, colocando-o no nosso devido lugar ... de alunos, não de
sobrinho! Excelente professor.
Só agora, tanto tempo depois, vim a conhecer sua atuação política em Assis!
Abraços a todos.
Luiz Antonio de Castro Santos
FÓRUM ASSISENSE EM 27 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Carlos Alberto da
Silva.
Cidade: Rondonópolis. Estado: MT. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Prezado Coordenador,
É com imenso prazer que abro a
página eletrônica desse jornal.
Sou assisense, filho de Geraldo, aquele da antiga casa Jaspe, e neto da sra.
Áurea Palhares, parabenizo o jornal pelas matérias; elas me fazem
acompanhar à distancia o progresso da nossa querida Assis, um forte abraço,
e um venturoso 2010.
FÓRUM ASSISENSE EM 28 DE DEZEMBRO DE 2009
De:
Luiz Carlos
Nogueira.
Cidade: São Paulo. Estado: SP. País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Meu pai chamava-se João Nogueira Franco e é natural de Assis.
Meus avós eram Paulina Nogueira Franco e Theodor Nogueira Franco; como perdi
meu pai aos dois anos, perdi contato com meus avós paternos, mas gostaria de
saber a história deles na cidade, visto que pertenciam a uma família
tradicional, bem como demais familiares. Grato, Luiz.
FÓRUM ASSISENSE EM 30 DE DEZEMBRO DE 2009
De: Sérgio F. Loureiro de Melo.
Cidade: . Estado: . País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
Caro Egydio.
Neste último Fórum li o e mail do Mario G Pinto Ferraz, filho do professor
Clybas que também foi meu professor na Escola Normal. Lembro-me bem deles,
do Armandinho, da Maria Helena e também do Zé Fadul, Jura
Mattioli, Bade, Tunin e outros mais. Por onde andam? Estou sempre com eles
na memória, nunca esqueço suas fisionomias, foram grandes amigos daquela
época (1950/1960). Um forte abraço a todos.
Sérgio F Loureiro de Melo.
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preferir a última opção”. Thomas Jefferson (1.743-1.826), ex-presidente dos
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Grato.
Egydio
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Email:
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Máximas sobre
liberdade de imprensa e livre manifestação do pensamento:
*“Se tivesse que decidir se devemos
ter governo sem jornais ou jornais sem governo, eu não vacilaria um instante
em preferir o último” (Thomas Jefferson).
*
“A imprensa, numa vigorosa prestação de serviço, será a memória da
cidadania contra o corporativismo de interesses menores, quer no Executivo,
Legislativo e Judiciário” (Carlos Alberto Di Franco).
* “Que o bem da liberdade
segue imediatamente os bens da vida e da integridade física, demonstra-se
facilmente, pois, a liberdade foi sempre constantemente um dos mais altos
fins dos esforços e das aspirações humanas” (Adriano de Cupis).
*
“Libertas omnibus rebus favorabilior est” ( “Em todos os casos a
liberdade é mais favorável”), Brocardo Romano.
* “ A imprensa é um dos meios mais
importantes de crítica e controle público permanente” (Konrad Hesse)
*
“A imprensa livre é o olhar onipotente do povo” (Karl Marx).
* “A imprensa livre é o espelho
intelectual no qual o povo se vê e a visão a si mesmo é a primeira condição
da sabedoria” (Karl Marx).
*
“Nossa Constituição Federal (1988) protege, de maneira veemente, o
direito de informar, o direito de se informar e o direito de ser informado”
(Oduvaldo Donnini, autor do livro “Imprensa livre, dano moral e dano à
imagem...pág.206)
*
“A medida que a comunicação se torna maior e melhor, fica
claro que a intolerância é a verdadeira pequenez do homem”, Spielberg
* "Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito
inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar,
receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e
independentemente de fronteiras" (o artigo XIX da Declaração
Universal dos Direitos Humanos-ONU, as
* "Creio na imprensa sem
restrições, porque creio no poder da razão e da verdade".
Rui Barbosa
* "Infringem a ética:
o juiz que não julga,
o promotor que não denuncia,
o advogado que não defende,
o jornalista que não noticia o que sabe ou
não escreve o que pensa".
Medeiros de Abreu
* "Não
concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu
direito de dizê-la". Voltaire
* Indenização, em dinheiro, por dano moral
somente indeniza a moral de quem não tem moral.
Medeiros de Abreu
* “O
interesse coletivo deve prevalecer em relação ao particular”.
Ministros Marco Aurélio e Gilmar Mendes em decisão sobre crime de imprensa.
* "O
segredo é aliado da corrupção". Ministro Waldir Pires
* "Julgar idéias é uma
das mais infelizes invenções da humanidade." Jornalista Audálio Dantas
* "Não
há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa".
(Declaração de Chapultepec sobre liberdade de expressão)
* "Limitar
a liberdade de expressão, sob qualquer forma que seja, revela
incompatibilidade com a democracia".
Rodrigo Pinho, procurador geral de Justiça do
Estado de São Paulo
"Falta de ética é não publicar notícia relevante". Thélio
Magalhães, jornalista.
* "O
resto do mundo é mero aprendiz do Brasil em matéria de concentração da
propriedade da mídia". Fernão Lara Mesquita, jornalista.
* "O sigilo da fonte garante a
revelação de atividades ilegais". Judith Miller, repórter do New York
Times
Os incisos do
artigo 5o. da Constituição abaixo só não garantem a liberdade de imprensa,
porque foram "esquecidos" pelos que julgam ações contra a liberdade de
imprensa:
*
"IV - É livre a
manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato";
*
"V - É assegurado o direito de
resposta, proporcional ao agravo...";
*
"IX - É livre a
atividade...de comunicação, independentemente de censura e licença";
*
"XIV - É assegurado a todos o acesso à
informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício
profissional". |