VOZ DA TERRA

Jornal diário, virtual e impresso, que circula na cidade de Assis-SP, Brasil

Fotos antigas de assisenses

FÓRUM ASSISENSE EM 10 DE DEZEMBRO DE 2005 
De: José Lima

Cidade:   . Estado: . País: Estados Unidos da América.
Para: Fórum assisense.

 

Foto 1: Por volta de 1950, a dupla PIRACAIA E QUERINO cantores de modas de viola. Querino tambem ja falecido, era o filho mais velho de Piracaia. Querino trabalhou no D.E.R, em Assis por mais de 30 anos. 

Foto 2: Por volta de 1950. 

Este local e nas dependencias da Radio Difusora de Assis, na epoca em que foi inaugurada. 

Nao se sabe o nome da maioria das pessoas que estao nesta foto. Pois tudo que sei e que eram funcionarios da radio, exceto o garotinho. A mocinha eu nao tenho certeza se ela tambem falava no microfone da radio. Pois a mocinha se chamava Miriam era filha do homem que esta segurando o garotinho, seu neto. O rapaz que esta em pe ao lado direito do Piracaia se chamava Marcelo. 

Isso e tudo que sei.
Quem poderia dizer detalhes mais precisos a respeito das pessoas desta foto certamente seria o proprio Piracaia, mas infelizmente nao tive a oportunidade de conversar com ele sobre isso, pois ele ja havia falecido quando tomei conhecimento da foto.
Observacao: Nao tem acentuacao no meu texto. Meu teclado nao e proprio para acentuar.  Abracos a todos de Assis. Jose Lima

 

FÓRUM ASSISENSE EM 04 DE JANEIRO DE 2005 
De:
Lúcio Coelho

Cidade: Assis. Estado: SP. País: Brasil

Para: Fórum assisense.

Sr. Egydio, 
conforme conversamos ontem lhe envio a foto do Piracaia, essa foto foi tirada no ano de 97 em sua residência, na vila Palhares em Assis e foi a ultima matéria que vt fez com ele. LUCIO COELHO 

FÓRUM ASSISENSE EM 11 DE JANEIRO DE 2006 
De: Cláudio Messias

Cidade: Piracicaba. Estado: SP. País: Brasil

Para: Fórum assisense.


Ao ver, neste fórum, a foto  de Piracaia, datada de 1997, feita por aquele que propago, sempre, como o melhor repórter fotográfico que o tão revelador jornalismo regional criou - me refiro a Lúcio Coelho -, confesso que fico emocionado. Recordo-me que naquele ano, ao tomarmos o café da dona Maria pela manhã, na cozinha de Voz da Terra, Lúcio me disse: "Cara, tem uma p... reportagem pra ser feita, e o repórter tem que ser você". Saímos no Uno branco do jornal, sem eu saber ao certo o destino. 

Quando chegamos, fui então apresentado a um velhinho franzino, cara fechada, semblante de pessoa pacata. Era Piracaia. Na nossa companhia estava um intérprete de músicas regionais de Assis mesmo, cujo nome, confesso, não me recordo agora. 

Ele havia insistido para que uma reportagem fosse feita com Piracaia, o pai de todos os violeiros; o único capaz de competir em igualdade com o também saudoso Tião Carreiro, com quem, por várias oportunidades, teve oportunidade de duelar. 

Guardo aquela reportagem como uma das mais ricas e importantes de meu
currículo. 

Não pelo meu texto nem competência, mas, simplesmente, porque a riqueza daquela cobertura jornalística estava representada no real sentido do que é ter trabalhado em Voz da Terra ao lado de Lúcio Coelho. 

Se fosse elencar, aqui, todas as grandes reportagens feitas ao lado dele, com as sugestões dele, a mensagem ficaria comprida demais, pois, para citar apenas algumas pautas, ficaram registradas em forma de documento a bombástica entrevista com Antônio Ermírio de Moraes, em Canoas, afrontando o Ministério Público; um homicídio na região de Cândido Mota em que "o valente tombou perante ao pacato"; o mito da santa de Platina, a carpa de 30 kg fisgada em pleno 1º de abril no rancho de Romão Borrego, em Florínea, enfim, assuntos que só de lembrar fazem dar fome e sede para poder relembrar com detalhes!

No ano passado, em uma ocasião dessas em que nós jornalistas nos encontramos para conversar, com a desculpa de que o churrasco mata a fome e a cerveja sacia a sede, ouvi pela milionésima vez que este fotógrafo poderia deixar o quadro de funcionários de VT. 

Também pela milionésima vez me assustei, pois nunca consegui imaginar uma parte sem a outra, e vice-versa. Essa suposição surgiu pouco tempo depois de eu, com igual susto, ter ouvido da boca de um desses novatos talentos do jornalismo formal que: "um repórter pode muito bem andar com uma máquina fotográfica, de maneira que o jornal economizasse com o salário do fotógrafo". 

E de susto em susto essas teorias caem por terra, e quando vejo o Corsa cinza tendo ao volante aquele cidadão cujos ralos cabelos brancos sobressaem-se à careca, tenho duas certezas: uma grande reportagem está em vias de ser feita, e o jornal Voz da Terra continua com sua principal riqueza editorial.

Lúcio Coelho é um patrimônio de Voz da Terra, de Assis, do Médio Vale Paranapanema. 

 

Empresa, que patrocina e torna possível esta página na internet.


Em Monte Verde:

MONTE VERDE-MG

 Entrando na semiótica, ele é um signo associado à credibilidade que o profissional de comunicação recebe, identificado em qualquer parte cidade. E quando o vejo disponibilizando, no fórum, uma foto sugerida p or Egydio, é como voltar no tempo de visualizá-lo nas gavetas do armário de aço, remexendo seu arquivo, para nos atender com as imagens que fundamentavam os textos que iriam às páginas do dia seguinte.

Este é meu irmão Lúcio Coelho, cujo grau parentesco construí quando integrei A Grande Família Voz da Terra. Cláudio Messias-Piracicaba.

Primeira página de Voz da Terra - Assis

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