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FÓRUM ASSISENSE EM
22 DE NOVEMBRO DE 2005
De:
Noel Gonçalves Cerqueira
Cidade:
Guarujá. Estado: SP . País: Brasil.
Para: Fórum assisense.
A/C Egydio Coelho da Silva
Em homenagem a uma pleiade de amigos - acreditem, bem mais que sete -
que cultivei na cidade de Assis - entre 1972 / 1986 - envio fotografia
da primeira confraternização - de final de ano - realizada entre os
Policiais Civis (o Sargento Benelli, lá de Tarumã, representou a Polícia
Militar) realizada nas dependências do Country Clube.
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Destaco
na fotografia os saudosos:- Nelson Argundizzio - 1º à esquerda de
pé, foi morto estupidamente; Antonio Melfa Neto - agachado,abraçado
com meu compadre "Batata", Benelly afaga sua cabeça com as
mãos, faleceu depois de longa enfermidade; Roberto Monteiro - em pé
no centro, morreu durante pescaria, fotografo e pintor de qualidade.
Aos três amigos, o meu pleito de saudade e agradecimento pelas
inúmeras demonstrações de carinho e amizade. Agora os vivos:-
Jarbas de Sousa Júnior, outro compadre, figura de destaque na
sociedade assisense, pai da doce Karina, minha afilhada; Reinaldo
Pinheiro da Silveira, amigo dileto; Alberto Sampaio, meu primeiro
avalista em Assis; Gerson Dias Payão, palmeirense; Luiz Carlos
Xavier, craque de bola, tão bom quanto Ronaldinho Gaucho, o único
craque a marcar dois gols de escanteio num mesmo jogo, foi em
Rancharia jogando pela Ferroviária; Ismar Guedes Ribeiro, padrinho do
meu filho Gustavo, família de Tarumã; Ercio Brancalhão, quando era
pobre como nós outros; querido Joaquim Scarabelo Neto, quem não se
lembra do "Suburi", excelente delegado de polícia como o
Coligni;Valter Gomes Nogueira, filho do seu Oswaldo - carcereiro,
levava de sua casa sopa para preso doente; Frederizo Ennes,
ferroviário excedente, foi trabalhar na delegacia: Clomar Tristão de
Sousa, paulistano, filho do senhor Clóvis e da dona Maria, das
iniciais desses nomes surgiu o seu nome,destacava ele com orgulho.
Outros, ainda, poderão ser identificados pelos - eventuais - leitores
deste texto. Lembro que também esiveram no evento o doutor Newton
Calasans, promotor de justiça,homem simples e cultura jurídica
invejávelde; o doutor José Augusto, médico que morava perto da
delegacia; Takahiro Moryama, carcereiro, pai da Elizabeth, dono de
quitanda nas horas de folga; Mauro Paglione,o homem de Echaporã, o
bom "Gaucho" - era assim nos tratávamos. A todos essa
lembrança, na forma de saudade e a certeza que voltaremos a nos
encontrar ! Noel Gonçalves Cerqueira - Guarujá-sp.
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